20 dezembro 2011

É Realmente Importante Que Música Escolhemos Ouvir?

Telefone para uma linha aérea. Entre num supermercado. Pare num banco. Entre no quarto de um adolescente. Você não pode escapar. De acalmante a perturbante, de rock a rap, de clássico a popular, a música está em todo lugar; é quase onipresente.


Mas temos nós alguma escolha? Nesta era de explosão tecnológica audiovisual, podemos realmente escolher a música que ouvimos? Existem princípios aplicáveis à música que apreciamos? À música que ensinamos? À que tocamos?

Por séculos o debate sobre música tem sido o centro de atenção. Músicos, filósofos e teólogos têm discutido questões referentes aos efeitos de diferentes estilos musicais nas emoções humanas e padrões de comportamento. A religião tem tentado distinguir um papel para   música na adoração e louvor. Educadores não têm ficado para atrás no debate.

A Bíblia descreve o papel vital da música na religião e cultura judaica bem como na igreja cristã primitiva. Observe a variedade dos estilos musicais e usos que se encontram na tradição bíblica: O cântico de Moisés reafirma o ato triunfal de libertação de Deus (Êxodo 15). Davi usou a música como terapia para Saul (I Samuel 16:14-23). Esdras relatou a vinda de 200 cantores e cantoras para ajudar a restabelecer o louvor no novo templo de Jerusalém (Esdras 2:65). Os Salmos e Cantares de Salomão no cânone sagrado atestam o valor da música na época do Antigo Testamento. A instrução do apóstolo Paulo referente ao canto mostra o valor que a igreja primitiva dava à música
(I Coríntios 14:15; Efésios 5:19; Colossenses 3:16).

A história da igreja continua a gravar esta tradição. Lutero e Calvino tinham fortes convicções sobre o papel da música no louvor congregacional e na vida dos crentes individualmente.1 De Lutero, recebemos uma rica herança de música para a igreja, incluindo o famoso hino da Reforma, “Castelo Forte”.

Música não é uma preocupação só da igreja. É também uma preocupação de educadores. Allan Bloom afirma:

Mesmo que alunos não tenham livros, enfaticamente terão música. Nada é mais singular a respeito desta geração que a dependência da música. Esta é a era de música e dos estados de espírito que a acompanham… Hoje, uma grande parte de jovens entre as idades de dez e vinte anos vivem para a música. Ela é sua paixão; nada lhes estimula mais que ela; não conseguem levar a sério nada que seja alheio à música… Nada ao seu redor — escola, família, igreja — tem de ver com seu mundo musical.2

O psiquiatra inglês Anthony Storr acrescenta: “Música é tão livremente disponível hoje que negligenciamos ou subestimamos seu poder para o bem ou mal.”3

É dentro desta perspectiva social que os Adventistas do Sétimo Dia procuram estabelecer uma filosofia sobre a música que fortaleça o relacionamento individual com Cristo e os princípios de Seu reino.

Música na Igreja Adventista

Ellen White escreveu extensivamente sobre o poder de canções e da música.4 Princípios bíblicos juntamente com pontos de vista publicados de Ellen White têm provido uma base para o desenvolvimento da filosofia adventista sobre música. Suas afirmações neste assunto podem ser resumidos da seguinte maneira:
  • A música é uma dádiva de Deus, feita para inspirar e elevar o indivíduo. Esta dádiva pode ser pervertida para servir maus propósitos, e como tal é um dos agentes mais fascinantes da tentação.
  • A música ajuda a memorizarmos a Palavra de Deus. “Existem poucos meios mais eficazes para gravarmos Suas palavras na memória que repeti-las numa canção.”
  • A música é “um dos mais eficazes meios de impressionar o coração com a verdade espiritual”.
  • A música é uma valiosa ferramenta educacional tanto no lar como na escola. Cantar leva pais, professores e alunos mais perto de Deus e de um ao outro.
  • “Como parte do serviço religioso, cantar é tanto um ato de louvor como o é a oração.”
  • Através da música “a comunhão celeste começa na Terra. Aqui aprendemos a nota tônica da sua adoração.”
Em 1981 a Associação Geral publicou “Guidelines Toward a Seventh-day Adventist Philosophy of Music” (Princípios para a Filosofia Adventista do Sétimo Dia Sobre a Música).5 O panfleto, baseado nos ensinos bíblicos e afirmações de Ellen White, provê sugestões para ajudar-nos a encarar assuntos relacionados à música que vêm a tona de vez em quando. Revistas da igreja adventista também continuam a discutir estas questões.

Lidando com a mudança na música

Com base nestes conceitos, podemos encontrar conceitos e idéias para ajudar-nos a lidar com o continuamente mutante, desafiante e por vezes caótico mundo da música? Acho que sim. Minha experiência como músico, educador e ministro de música tem me levado a desenvolver o seguinte quadro de princípios de onde cada indivíduo pode fazer escolhas inteligentes.

1. A música deve glorificar a Deus. Seja qual for a música que escolher para ouvir ou tocar, seja sagrada ou secular, deve ser para a glória de Deus. Quando toco tenho sempre que tentar oferecer meu melhor. Uma apresentação descuidada e sem preparo não honra a Deus. “Cristãos que desculpam sua mediocridade com racionalizações de auto-piedade parecem culpados de não entender a extensão do chamado de Deus em suas vidas.”6

2. A música, em si, não torna ninguém moral ou imoral. Isto não quer dizer que a música não afeta a moralidade! Isto só quer dizer que a preferência de um estilo musical (clássica, folclórica, evangélica, popular, etc.) não deve ser igualada com o relacionamento de alguém com Deus. Só porque eu gosto da música de Bach, Beethoven e Brahms não me faz uma pessoa mais moral que meu amigo que gosta de Steve Green e Sandy Patti. Ao lidar com estética pode ser bom refletirmos no que Harold Best disse: “A beleza de Deus não é beleza estética mas beleza moral e ética. A beleza da criação não é beleza moral; é beleza estética, beleza artística. Beleza estética constitúi-se na forma e qualidade em que algo é feito ou dito. Verdade constitúi-se no que é dito.”7

3. A música deve ser apropriada. Enquanto um traje de banho é apropriado para a praia, não o é para a igreja. O mesmo princípio pode ser aplicado para a música. Nem todos os estilos de música são apropriados para todas as ocasiões, e alguns estilos podem nunca ser apropriados para o cristão. O que pode ser perfeitamente legítimo para uma melodia emotiva de canção de amor pode não ser apropriado para um culto de adoração. O contexto é diferente. Deve a música de adoração concentrar-se no prazer emocional em lugar do louvor a Deus? No nosso mundo dirigido pela diversão, devemos ser cuidadosos ao distinguir entre diversão e adoração. Adoração é o que oferecemos a Deus; diversão é uma apresentação ou show com o propósito de entreter e distrair.”8

4. A cultura condiciona preferências musicais. A norma para música que é aceitável varia dependendo do país e da cultura. Os adventistas devem avaliar sua música dentro de sua cultura e decidir o que expressa e o que não expressa uma visão positiva cristã.

5. O mundo da música popular não é totalmente condizente com valores cristãos. Quem hoje impõe a moda musical ao redor do mundo não é o lar, a igreja ou a escola mas os interesses comerciais do rádio, televisão e filmes. “A música rock é inquestionavelmente e sem problemas como o ar que os estudantes respiram, e muito poucos têm qualquer gosto pela música clássica.”9 A utopia mundial rock-’n'-roll que a Music TV tenta criar é uma ilustração clara da natureza do problema que enfrentamos com relação às novas tendências na música.

James St. Lawrence e Doris Joyner relataram recentemente sobre sua pesquisa, “Os Efeitos da Música Rock Sexualmente Violenta em Aceitação Masculina de Violência à Mulher.” Descrevendo os resultados de seu estudo, eles escreveram:

“A manipulação experimental envolveu a exposição à música heavy-metal rock, à música heavy-metal rock cristã ou à música clássica calma… Os resultados indicaram que os homens com uma educação religiosa intrínsica [ou seja, não motivados por uma convicção interior] passaram a melhor aceitar visões sexistas e que apóiam o estupro. Exposição à música heavy-metal rock, independente do conteúdo da letra, aumentou a estereotipagem do papel sexual masculino e atitudes negativas para com a mulher.”10

Jeffrey Arnett descobriu que, quando comparados com meninos que não gostavam de música heavy-metal, meninos que gostavam de música heavy-metal demonstraram um “comportamento” mais “irresponsável” referentes ao modo de dirigir, ao sexo e ao uso de drogas. Eles também eram menos satisfeitos com suas relações familiares. Meninas que gostavam de música heavy-metal estavam mais envolvidas em roubos, vandalismos, promiscuidade sexual, uso de drogas e tinham auto-estima inferior áquelas que não gostavam de música heavy-metal.11

O que estas descobertas significam? Pelo menos que igrejas e escolas estão terrivelmente deficientes na obra de tentar alcançar a juventude através da música. Muito da música a que os adolescentes são expostos é essencialmente anti-cristã. Mesmo quando a letra é apropriada, a música anula seu valor.

6. A música pode ser usada para controlar emoções e ações de uma pessoa sem passagem pelo processo de pensamento racional. Como Storr indica: “O poder da música, especialmente quando combinado com eventos emotivos, pode impressionar terrivelmente. No desfile de Nuremberg em 1936, os aplausos ensurdecedores da vasta multidão eventualmente abafaram a música das grandes bandas que tocaram para a entrada de Hitler. Mas as bandas estavam lá muito antes que Hitler aparecesse, precedendo o discurso de Hitler com o seu discurso, preparando a imensa multidão com ansiedade, ajudando e sendo cúmplice da auto-dramatização de Hitler, fazendo acreditar que um fracassado petit bourgeois tornou-se Messias… Não pode haver dúvida de que pela incitação das emoções da multidão e através de assegurar-se de que estas emoções atingissem um clímax juntas, em vez de separadamente, a música pode contribuir poderosamente para a perda de julgamento crítico, e render cegamente aos sentimentos momentâneos, o que é tão característico do comportamento de uma multidão.”12

7. É legítimo para um cristão tocar e ouvir música sagrada e secular. Como cristãos temos que certificar-nos de que a letra e a música elevam nosso espírito acima dos cuidados mundanos da nossa vida.13

8. Música não é uma arte estática. O repertório muda e se expande constantemente. Harold Best observa:

“A igreja tem por séculos travado batalha após batalha sobre a questão de se e como arte e música `tem de ver’ — o que tem de ver em relação a tomar emprestado estilos, formas, processos, melodias, técnicas, texturas, formatos, expressões e instrumentos de fontes seculares… Na hora do tomar emprestado, a batalha é violenta, amarga e provoca divisões. Então conforme o tempo passa, a guerra vai morrendo. O que era anteriormente condenado torna-se meramente questionável, se não totalmente sagrado.”14

Reflexão

Nossos julgamentos na escala de valores são realmente importantes nesta área? O que ouvimos tem afetado nossa vida? Acredito que sua resposta é um resonante “Sim”! Nossas escolhas têm conseqüências eternas; ou elas nos trazem mais perto ou nos distanciam de uma relação mais profunda com Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador.

Marvin Robertson (Ph.D., Florida State University) é o diretor do Departamento de Música do Southern College of Seventh-day Adventists, em Collegedale, Tennessee, E.U.A.
Notas e Referências

1. Oliver Strunk, Source Readings in Music History, págs. 59-78; 341-362.
2. Allan Bloom, The Closing of the American Mind (New York: Simon and Schuster, 1987), pág. 68.
3. Anthony Storr, Music and the Mind (New York: The Free Press, 1992), pág. 45.
4. Ellen G. White, Education (Mountain View, Calif.: Pacific Press Pub. Assn., [1903] 1952), págs. 167 ff.
5. Leitores interessados em obter uma cópia deste documento podem enviar um pedido por escrito para o editor da revista Diálogo ao endereço na página 2 deste número.
6. Mark O. Hatfield, Conflict and Conscience (Waco, Texas: Word Books, 1971), pág. 126.
7. Harold M. Best, Music Through the Eyes of Faith (San Francisco: Harper, 1993), págs. 43, 44.
8. The American Heritage Dictionary of the English Language, 1969.
9. Bloom, pág. 69.
10. Janet S. St. Lawrence e Doris J. Joyner, “The Effects of Sexually Violent Rock Music on Males’ Acceptance of Violence Against Women”, Psychology of Women Quarterly 15:1 (março de 1991), pág. 49.
11. Jeffrey Arnett, “Heavy Metal Music and Reckless Behavior Among Adolescents”, Journal of Youth and Adolescence 20:6 (dezembro de 1991), págs. 573-592.
12. Storr, pág. 46.
13. Para achar os pontos de vista de Ellen White, ver Music–Its Roles, Qualities, and Influence as Set Forth in the Writings of Ellen G. White (Washington, D.C.: Ellen G. White Estate, 1972).
14. Best, pág. 41.

Fonte Advir

14 dezembro 2011

Governos admitem tratamento climático universal

O ponto central da cúpula do clima em Durban foi a aceitação por todos os governos de que se deve negociar, com prazo até 2015, um novo tratado mundial para reduzir as emissões que provocam o aquecimento global.


Durban, África do Sul, 12 de dezembro de 2011. O mundo caminha para um perigoso aquecimento global. Contudo, quando a 17ª cúpula do clima terminava na África do Sul, os governos aceitavam discutir um novo tratado global para diminuir as emissões de gases que provocam o efeito estufa. Após duas semanas de intensas e amargas discussões, às quais se somaram outras 29 horas, os 193 países partes da Convenção Marco das Nações Unidas sobre à Mudança Climática (CMNUCC) acordaram um complexo conjunto de documentos intitulado Plataforma de Durban.

Os textos incluem a continuidade do Protocolo de Kyoto, único tratado mundial obrigatório para reduzir os gases-estufa, a estrutura formal do Fundo Verde para o Clima e novos mecanismos de mercado, entre outros assuntos. Porém, o ponto central, obtido ao amanhecer do dia 11, foi a concordância de todos os governos de que se deve negociar um novo tratado mundial para reduzir as emissões até 2015. Embora isto possa parecer a simples decisão de realizar mais reuniões, esta é a primeira vez que todas as nações aceitam ser governadas por um regime específico no contexto da CMNUCC.

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Fonte Outras Mídias

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08 dezembro 2011

EUA batem recorde em catástrofes bilionárias

Os Estados Unidos bateram este ano o recorde de desastres naturais que causaram mais de US$ 1 bilhão em prejuízos. Segundo o correspondente da Band em Nova York, Luiz Megale, ao todo ocorreram 12 catástrofes bilionárias, que provocaram perdas de US$ 55 bilhões.

Segundo Megale, o número pode aumentar, já que não foram incluídos os prejuízos causados pelo furacão Lee e a tempestade de neve que atingiu a costa leste norte-americana, que ainda estão por ser contabilizados.

Entre os desastres mais graves registrados do ano estão o furacão Irene, a inundação dos rios Mississipi e Missouri e incêndios florestais no sudeste do país.

O número de catástrofes bilionárias em 2011 superou o recorde anterior, de 2008, quando foram registrados nove desastres.


Fonte Band Notícias

07 dezembro 2011

Pastora argentina promove culto evangélico em boate com show de travestis

Na avenida Corrientes, entre letreiros em neon, fotos de mulheres semi-nuas nas propagandas dos musicais em cartaz, bares e livrarias que viram a noite, está o teatro Moulin Bleu. A entrada é uma pequena porta na esquina da rua Rodriguez Peña onde um senhor anuncia que é de graça a entrada nas segundas-feiras à noite. É um teatro? Não, é um culto evangélico. Ou melhor: um show de talentos evangélicos.

O teatro fica no segundo andar do prédio. À meia luz, famílias inteiras, prostitutas e travestis aguardam enquanto crianças e garçons circulam pelos corredores. Durante toda a noite é possível comprar vinho, cerveja e uísque e pedir uma pizza. Uma ajudante passa distribuindo folhetos entre as mesas com as informações sobre o culto, que é chamado "Predicando entre Plumas y Strass".

O culto no Moulin Bleu começou há seis anos com o pastor Diego Gebel. Ele morreu em maio do ano passado, aos 47 anos, depois de ter uma parada respiratória enquanto se recuperava de um cateterismo. Quem assumiu a condução do culto foi a viúva dele, Mabel.

É Mabel Gebel, cabelos loiríssimos, vestido preto e capa cintilante, quem abre o culto, às 22h. Ela explica o conceito da noite para os estreantes: Deus ama a todos sem distinção e por isso ela discorda dos evangélicos que têm preconceito contra travestis, prostitutas e homossexuais. No "Predicando entre Plumas y Strass", entra quem quer, se apresenta quem quer.

Mariana A, uma travesti de vestido longo, entra em seguida para fazer um show caribenho acompanhada de dois dançarinos de short curto e sem camisa. Ao longo da apresentação, o vestido é arrancado e ela fica com a bunda à mostra. Os seios em algum momento também vem à público.
Uma senhora ao meu lado, chamada Juana, contou que assiste ao culto toda semana há seis meses, desde que precisou fazer uma cirurgia no joelho e veio morar em Buenos Aires com o filho mais novo. Ele trabalha como ator, visita hospitais infantis da cidade fazendo apresentações circenses e nas segundas-feiras se apresenta no Moulin Bleu.

A noite segue com uma das filhas da pastora cantando uma música evangélica e outra filha fazendo um esquete de humor com um homem que, na verdade, era o porteiro do começo da noite. Mariana A. e outra travesti mais velha, loira, são as que mais fazem apresentações, quase sempre começando deslumbrantes e terminando semi-nuas. Entre um e outro, entra a pastora Mabel para pregar. No discurso mais longo da noite ela contou a história de Davi e Golias. Depois anunciou que mais tarde iria levar a palavra do Senhor a um cabaré.

Duas horas depois, o show chegando ao final, chega a vez do filho da Juana. Ele entra no palco fantasiado de Evita Perón, vestido longo, maquiagem pesada e peruca loira. Com caras e bocas, cantou "Don't cry for me, Argentina". Juana não chorou, mas ficou emocionada.

Fonte Jornal do Brasil

Nota: (Felipe Lemos) O conceito de que Deus ama a todos sem distinção é verdadeiro, porém eu tenho sérias dúvidas a respeito do contexto em que essa afirmação é colocada, especialmente no discurso de igrejas e religiões que se propõem a atraírem fieis a qualquer custo e se tornarem populares. Digo isso porque, de acordo com a Bíblia (que deveria ser levada mais a sério, pois, afinal de contas, é a Palavra de Deus), Deus ama as pessoas tais como são, mas demonstra profundamente o desejo de transformá-las e torná-las pessoas diferentes. Caso contrário, qual seria a razão de o apóstolo Paulo enfatizar, em textos como Gálatas 2:20, que "já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim". E essa atuação de Deus na vida humana é responsável por uma mudança de foco e conduta. A Bíblia apresenta expressões como a graça transformadora. Ora, não é uma graça apenas teórica, etérea, mas que efetivamente produz algum tipo de mudança de paradigmas na vida humana e alteração de rota.

É verdade que cristãos e qualquer ser humano, independente de religião, precisam saber respeitar as pessoas não importa quais seus hábitos. Mas isso não significa que Deus aprova práticas e comportamentos que contraria os próprios princípios que Ele determinou e que refletem Seu caráter puro, santo e imaculado.

Recomendo cuidado para quem quer tornar o cristianismo um produto popular capaz de agradar a todos em conceitos e pensamentos, inclusive os mais baixos possíveis.

06 dezembro 2011

Aumenta pressão para acordo na Conferência Climática da ONU



Simpatizantes da Assembleia de Mulheres Rurais dançam e cantam durante manifestação em Durban nesta segunda-feira

A conferência das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas, que termina na próxima sexta-feira em Durban, na África do Sul, se aproxima da hora da verdade, com fortes pressões para se alcançar um acordo que parece incerto e que divide os grandes emissores do planeta, como Estados Unidos, Europa, Brasil, Índia e China.


O principal obstáculo para o avanço das negociações que abrangem 194 países é a definição de como os principais emissores devem se comprometer para cortar as emissões de gases que provocam o aquecimento global, um tema que coloca pressão sobre os Estados Unidos e os grandes emergentes como Brasil e Índia, após um sinal de avanço de China e Europa.

Os negociadores tentam evitar um fracasso como o ocorrido em 2009 em Copenhague, em meio aos alertas científicos sobre a crescente ameaça de que o aquecimento leve a um aumento dos eventos climáticos extremos como inundações e secas, com impactos sobre a segurança alimentar do planeta.
Os países em desenvolvimento estabeleceram como condição principal para se chegar a um acordo em Durban a renovação do Protocolo de Kyoto, único pacto legalmente vinculante que obriga os países ricos a reduzir suas emissões e cuja vigência termina no ano que vem.

Rússia, Canadá e Japão expressaram reservas sobre renovar Kyoto, destacando que não participam deste acordo os maiores emissores do planeta: a China, por ser um país em desenvolvimento, e os Estados Unidos, por não tê-lo ratificado.

A comissária europeia do clima, Connie Hedegaard, expressou claramente nesta segunda-feira a intenção da Europa de renovar o Protocolo de Kyoto, mas reivindicou que os grandes emissores do planeta também assumam um compromisso de longo prazo. "Não podemos continuar tendo grandes emissores obrigados a cortar suas emissões e outros que agem voluntariamente", afirmou a comissária.

A China deu um passo à frente, ao indicar que está disposta a assumir um acordo legalmente vinculante de redução de emissões a partir de 2020. O chefe da delegação chinesa, Xie Zhenhua, especificou que condicionará este acordo a que os países ricos renovem Kioto e acelerem o financiamento para ajudar as nações em desenvolvimento a enfrentar as mudanças climáticas.

"Penso que a China começou a dar a resposta sobre como conseguir um segundo compromisso no Protocolo de Kyoto", elogiou a presidente da conferência e chanceler sul-africana, Maite Knkoana-Mashabena. Os Estados Unidos têm resistido a assumir um documento que os obrigue legalmente a reduzir suas emissões. Representantes de grandes organizações ambientalistas acusaram o país de obstruir a negociação.

"Se os Estados Unidos insistem em impulsionar este perigoso caminho, que fiquem de um lado e permitam que os outros países avancem. Os mais pobres do mundo, que já sofrem o impacto das mudanças climáticas, não podem esperar", afirmou Celine Charveriat, diretora da ONG Oxfam.

A aposta em "um acordo legalmente vinculante é a forma mais efetiva de enfrentar o problema das mudanças climáticas porque obriga os países (...). Neste momento, vemos Europa, China e África do Sul olhando mais para um regime vinculante no futuro, e vemos falta de clareza de Brasil, oposição da Índia e um meio caminho dos Estados Unidos".

Brasil, China, Índia e África do Sul negavam até agora um engajamento com qualquer acordo vinculante, embora mantenham compromissos voluntários. Das negociações que continuam até sexta-feira em Durban também dependem os milionários recursos de ajuda aos países em desenvolvimento para enfrentar os impactos das mudanças climáticas.

China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Japão lideram a lista dos maiores emissores do planeta e emitem mais de 50% dos gases de efeito estufa, seguidos de Brasil, Alemanha, Canadá, México e Irã.

Fonte Terra

01 dezembro 2011

Governo quer viabilizar diálogo entre representantes de diferentes religiões no país




Nota: Nada contra nos unir em prol da paz; estou pronto para contribuir. O problema está se for exigido que sigamos outro caminho além daquele determinado nas Escrituras Sagradas. Quanto a isto, repito as palavras de Pedro: "Antes importa obedecer a Deus do que aos homens".

30 novembro 2011

Degelo do permafrost acelera aquecimento mais que o previsto

O degelo do permafrost, solo que deveria estar permanentemente congelado no Ártico, pode acelerar o aquecimento global mais do que o previsto, afirmou nesta quarta-feira um grupo de cientistas. Por volta do ano de 2.100, o volume de carbono liberado pelo pergelissolo poderia ser entre "1,7 e 5,2 vezes maior" do que o tinha sido previsto até agora, segundo a importância do aquecimento na superfície da terra.

O volume liberado é comparável ao dos gases causadores de efeito estufa resultante do desmatamento atualmente, mas o impacto no clima seria 2,5 vezes maior, já que grande parte do gás emitido será metano (CH4), com efeito 25 vezes maior sobre o aquecimento global do que o dióxido de carbono (CO2).

Atualmente, o desmatamento produz 20% do total de gases de efeito estufa responsáveis pelo aquecimento do planeta. A publicação deste estudo na edição desta quarta-feira da revista científica Nature coincide com a realização da conferência das Nações Unidas sobre o combate ao aquecimento global, inaugurada na segunda-feira passada em Durban (África do Sul) e que visa a dar um novo impulso às negociações sobre o Protocolo de Kioto.

O permafrost cobre permanentemente cerca de um quarto das terras do hemisfério norte. Trata-se de uma reserva gigantesca de carbono orgânico, que contém restos de plantas e animais que foram se acumulando durante séculos. Com o degelo deste solo, estes materiais começam a se decompor, liberando na atmosfera parte deste carbono, na forma de metano e dióxido de carbono.

Segundo estudos anteriores, este fenômeno já teria começado a acontecer em partes da tundra e em alguns lagos de gelo. No total, as terras do Ártico conteriam 1,7 bilhão de t de carbono. Isto representa "cerca de quatro vezes mais do que todo o carbono emitido pelas atividades humanas nos tempos modernos e o dobro do que a atmosfera contém atualmente", afirmam os biólogos americanos Edward Schuur e Benjamin Abbott, em um comentário publicado esta quarta-feira na revista Nature.

Segundo estes cientistas e cerca de 40 outros especialistas da rede Permafrost Carbon Research Network, que assinaram o estudo, isto representa "o triplo" do estimado anteriormente pelos modelos de mudanças do clima.

Fonte Terra

Aquecimento global é real e perigoso, mas sua origem não é só o CO2

Entre estudos e opiniões pessoais, a humanidade continua sem saber ao certo até que ponto a poluição realmente contribui para o aquecimento global. Cientistas americanos apresentam uma ideia interessante: o aquecimento global é sim uma realidade, e seus efeitos podem ser nocivos. Mas isso não é causado tanto pelo excesso de dióxido de carbono (CO2) como se imaginava.

A pesquisa, conduzida por climatologistas da Universidade do Oregon (EUA), é patrocinada pelo programa nacional de paleoclimatologia dos Estados Unidos. E não é por acaso: a teoria formulada está relacionada a essa ciência, que estuda a variação da temperatura da Terra ao longo dos seus mais de quatro bilhões de anos de existência.

Os cientistas fizeram um resgate histórico do clima ao redor do mundo. Eles criticam a maioria dos estudos na área, que só analisam a temperatura do planeta a partir do século XIX, em um contexto após a revolução industrial. Segundo eles, o resultado de uma pesquisa assim pode ser enganoso, porque ignora milhares de anos anteriores onde o clima da Terra esteve em constantes mudanças.

Por esse motivo, eles reconstruíram a trajetória da temperatura no planeta desde o fim da última Era Glacial, há mais de 21 mil anos. Desde aquela época até o início da revolução industrial (que faria a taxa total de CO2 ser três vezes maior do que na época anterior a ela), houve uma série de fatores decisivos para regular o clima de cada região do globo.

O que os cientistas fizeram foi analisar a atuação e influência de cada um desses fatores, em separado. Quesitos como o nível do mar, o nível de umidade do ar e de poeira na atmosfera foram levados em conta ao lado da quantidade de CO2 presente no ambiente ao longo da história.

Foi apurado, de maneira geral, que a maioria dos modelos climáticos superestimam os efeitos da variação do CO2 no ambiente para determinar o clima. Durante a última Era do Gelo, por exemplo, houve uma sensível diminuição do dióxido de carbono, que na teoria deveria levar a Terra a um congelamento total, inclusive nos trópicos. Mas o efeito não foi tão grande assim: alguns oceanos nem chegaram a congelar por completo.

As variações no nível dos oceanos e na umidade do ar, por outro lado, mostraram uma influência mais forte em vários momentos, inclusive no que determinou o final do último período glacial. O CO2, portanto, é realmente mais uma carta no baralho, mas não se pode dizer que seja a mais essencial.

Fonte Hypescience

28 novembro 2011

Um desafio aos pregadores da Teologia da Prosperidade



Nota: Não sei a qual denominação este pastor faz parte, mas suas palavras estão impregnadas com uma verdade que todo pastor deveria (principalmente os disseminadores da teologia da prosperidade) bem atentar.

Pregar em regiões ricas, onde existem condições favoráveis e vida fácil ao pregador é "moleza". Quero ver missionários nos cantos remotos da terra, onde o evangelho é quase inexistente, onde pregadores são caçados e mortos, onde a fome e a miséria são adversários constantes, onde o dízimo e ofertas são quase nada, e o pastor sobrevive pela graça de Deus. Esses são verdadeiros heróis da fé.

IASD divulga documento sobre observância do sábado

A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece o sábado como sinal distintivo de lealdade a Deus (Êx 20:8-11; 31:13-17; Ez 20:12, 20), cuja observância é pertinente a todos os seres humanos em todas as épocas e lugares (Is 56:1-7; Mc 2:27). Quando Deus “descansou” no sétimo dia da semana da criação, Ele também “santificou” e “abençoou” esse dia (Gn 2:2, 3), separando-o para uso sagrado e transformando-o em um canal de bênçãos para a humanidade. Aceitando o convite para deixar de lado seus “próprios interesses” durante o sábado (Is 58:13), os filhos de Deus observam esse dia como uma importante expressão da justificação pela fé em Cristo (Hb 4:4-11).

A observância do sábado é enunciada em Isaías 58:13, 14 nos seguintes termos: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor.” Com base nesses princípios, a Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia reafirma neste documento seu compromisso com a fidelidade à observância do sábado.

Vida de santificação. A verdadeira observância do sábado se fundamenta em uma vida santificada pela graça de Cristo (Ez 20:12, 20); pois, “a fim de santificar o sábado, os homens precisam ser santos” (O Desejado de Todas as Nações, p. 283).

Crescimento espiritual. Como “um elo de ouro que nos une a Deus” (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 352), o sábado provê um contato mais próximo de Deus. Como tal, não devemos permitir que outras atividades, por mais nobres que sejam, enfraqueçam nossa comunhão com Deus nesse dia.

Preparação para o sábado. Antes do pôr do sol da sexta-feira (cf. Lv 23:32; Dt 16:6; Ne 13:19), as atividades seculares devem ser interrompidas (cf. Ne 13:13-22); a casa deve estar limpa e arrumada; as roupas, lavadas e passadas; os alimentos, devidamente providenciados (cf. Êx 16:22-30); e os membros da família, já prontos.

Início e término do sábado. O sábado é um dia de especial comunhão com Deus, e deve ser iniciado e terminado com breves e atrativos cultos de pôr do sol, com a participação dos membros da família. Nessas ocasiões, é oportuno cantar alguns hinos, ler uma passagem bíblica, seguida de comentários pertinentes, e expressar gratidão a Deus em oração. (Ver Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 356-359.)

Pessoas sob nossa influência. O quarto mandamento do Decálogo orienta que, no sábado, todas as pessoas sob nossa influência devem ser dispensadas das atividades seculares (Êx 20:10). Isso implica os demais membros da família, bem como os empregados e hóspedes; que também sejam estimulados a observar o sábado.

Espírito de comunhão. Como dia por excelência de comunhão com Deus (Ez 20:12, 20), o sábado deve se caracterizar por um prazeroso e alegre compromisso com as prioridades espirituais, com momentos especiais de leitura da Bíblia, oração e, se possível, de contato com a natureza (cf. At 16:13). Esse compromisso deverá ser mantido na escolha dos assuntos abordados também em nossos diálogos informais com familiares e amigos.

Reuniões da igreja. Somos admoestados a não deixar “de congregar-nos, como é costume de alguns” (Hb 10:25). Portanto, as programações e atividades regulares da igreja aos sábados devem ter precedência sobre outros compromissos pessoais e sociais, mesmo que estes sejam pertinentes para o sábado.

Casamentos e festas. O convite para deixar de lado nossos “próprios interesses” no sábado (Is 58:13) indica que casamentos e festas, incluindo seus devidos preparativos, devem ser realizados fora desse período sagrado. Casamentos e algumas festas mais suntuosas não devem ser planejados para os sábados à noite, pois seus preparativos envolvem expectativas e atividades não condizentes com o espírito de comunhão com Deus.

Mídia secular. A mídia secular, em todas as suas formas, deve ser deixada de lado durante as horas do sábado, para que este, rompendo com a rotina da vida, possa ser um dia “deleitoso e santo” (Is 58:13).

Esportes e lazer. Muitas atividades esportivas e de lazer, aceitáveis durante a semana, não são condizentes com a observância do sábado, pois desviam a mente das questões espirituais (Is 58:13).

Horas de sono. A Bíblia define o sábado como dia de “repouso solene” (Êx 31:15), e não como dia de recuperar o sono atrasado da semana. Ricas bênçãos advirão de levantar cedo no sábado, dedicando esse dia ao serviço do Senhor. (Ver Conselhos Sobre a Escola Sabatina, p. 170.)

Viagens. A realização de viagens por questões de trabalho ou interesses particulares é imprópria para o sábado. Existem, porém, ocasiões excepcionais em que se torna necessário viajar no sábado para atender a algum compromisso religioso ou situações emergenciais. Sempre que possível, os devidos preparativos, incluindo a compra de passagens e o abastecimento de combustível, devem ser feitos com a devida antecedência. (Ver Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 359, 360.)

Excursões e acampamentos. A realização de excursões e acampamentos pode promover a socialização cristã (cf. Sl 42:4). Mas seus organizadores e demais participantes devem chegar ao devido local antes do início do sábado e montar sua estrutura, incluindo suas barracas, de modo que o santo dia possa ser observado segundo o mandamento. Além disso, as atividades durante as horas do sábado devem ser condizentes com o espírito sagrado desse dia.

Restaurantes e alimentação. A recomendação de que o alimento deve ser provido com a devida antecedência (Êx 16:4, 5; 22-30) significa que ele deve ser comprado fora das horas do sábado, e que a frequência a restaurantes comerciais nesse dia deve ser evitada.

Medicamentos. A compra de medicamentos durante o sábado é aceitável em situações emergenciais (cf. Lc 14:5), e imprópria quando a pessoa já os necessitava, e acabou postergando sua compra para esse dia.

Estágios e práticas escolares. O quarto mandamento do Decálogo (Êx 20:8-11) desabona a realização de atividades seculares no sábado, que gerem lucro ou benefício material. Envolvidos em tais atividades estão os programas de planejamento e preparo para a vida profissional, incluindo a frequência às aulas e a participação em estágios, simpósios, seminários e palestras de cunho profissional, concursos públicos e exames seletivos. Em caso de confinamento para a prestação de exames após o término do sábado, as horas desse dia devem ser gastas em atividades espirituais.

Escolha e exercício da profissão. A estrutura da sociedade em geral nem sempre favorece a observância do sábado, e acaba disponibilizando profissões e atividades que, embora sejam dignas, dificultam essa prática. Os adventistas do sétimo dia devem escolher e exercer profissões condizentes com a devida observância do sábado. Somos advertidos de que, se alguém, “por amor ao lucro, consente em que o negócio em que tem interesses seja atendido no sábado pelo sócio incrédulo, esse alguém é tão culpado quanto o incrédulo; e tem o dever de dissolver a sociedade, por mais que perca por assim proceder” (Evangelismo, p. 245).

Instituições de serviços básicos. A orientação de não fazer “nenhum trabalho” durante o sábado (Êx 20:10) indica que os observadores do sábado devem se abster de trabalhar nesse dia, mesmo em instituições seculares de serviços básicos. Instituições denominacionais que não podem fechar aos sábados (cf. Jo 5:17), incluindo os internatos adventistas, devem ser operadas nesse dia por um grupo reduzido e em forma de rodízio.

Atividades médicas e de saúde. Existem situações emergenciais que os profissionais da saúde devem atender, com base no princípio de que “é lícito curar no sábado” (Lc 14:3). Os hospitais adventistas necessitam dos préstimos de uma equipe médica, de enfermagem e de outros serviços básicos para o funcionamento nas horas do sábado. Mas os plantões rotineiros, tanto médicos quanto de enfermagem, em hospitais não adventistas, são impróprios para as horas do sábado. (Ver Ellen G. White Estate, “Conselhos de Ellen G. White Sobre o Trabalho aos Sábados em Instituições Médicas Adventistas e Não Adventistas”, em www.centrowhite.org.br.)

Projetos assistenciais. Cristo disse que “é licito, nos sábados, fazer o bem” (Mt 12:12). Isso significa que “toda atividade secular deve ser suspensa, mas as obras de misericórdia e beneficência estão em harmonia com o propósito do Senhor. Elas não devem ser limitadas a tempo ou lugar. Aliviar os aflitos, confortar os tristes, é um trabalho de amor que faz honra ao dia de Deus” (Beneficência Social, p. 77). Portanto, é lícito nas horas sagradas do sábado visitar enfermos, viúvas e órfãos, encarcerados e compartilhar uma refeição. Ações sociais que podem ser realizadas em outro dia não devem tomar as sagradas horas do sábado.

Atividades missionárias. O apóstolo Paulo usava o sábado para persuadir “tanto judeus como gregos” acerca do evangelho (At 18:4, 11; cf. 17:2), demonstrando a importância de se reservar um tempo especial nesse dia para atividades missionárias. Sempre que possível, os membros da família devem participar juntos dessas atividades, para desfrutar a socialização cristã e desenvolver o gosto pelo cumprimento da missão evangelística.

Como adventistas do sétimo dia, somos convidados a seguir o exemplo de Deus ao descansar no sétimo dia da semana da criação (Gn 2:2-3; Êx 20:8-11; 31:13-17; Hb 4:4-11), de modo que o sábado seja, para cada um de nós, um sinal exterior da graça de Deus e um canal de Suas incontáveis bênçãos.

(Portal Adventista)

22 novembro 2011

A decadência da moralidade

A Parada Gay no Acre, que reuniu milhares de pessoas neste domingo (20), em Rio Branco, será o principal tema dos debates da terça na Assembléia Legislativa. Deputados da bancada evangélica já manifestaram descontentamento ao líder do governo, deputado Moisés Diniz (PCdoB), por causa de uma performance registrada durante o evento.

Enquanto um trio elétrico tocava o hino evangélico “Faz um milagre em mim”, um homem fazia “boquete” (felação) no pênis de borracha usado por outro homem, quando os manifestantes caminhavam na Via Chico Mendes, em direção ao estacionamento do estádio Arena da Floresta.
A performance, fotografada pelo blogueiro Marcos Venícius, está tendo enorme repercussão nas redes sociais do Acre.

- Eu nunca tinha visto algo tão escancarado. Os dois homens não são um casal. Eu percebi a movimentação desde o início. O homem de camisa verde era o mais atrevido, enquanto o outro só dançava. O velhinho se aproximou e permitiu o flagrante - relata Venícius.

O governo do Acre é o principal patrocinador da Parada Gay, mas o deputado Moisés Diniz não concorda com a perfomance.

Fonte Terra

Nota: "De modo semelhante a estes, Sodoma e Gomorra e as cidades em redor se entregaram à imoralidade e a relações sexuais antinaturais. Estando sob o castigo do fogo eterno, elas servem de exemplo" Judas 1:7.

Respeito a opção sexual de qualquer ser humano, pois todos são livres. Nada contra os homossexuais, mas contra a imoralidade e a libertinagem que muitos praticam (claro que existem exceções). Também sou contra toda forma de denegrir a imagem de Deus no homem que foi criado à Sua imagem e semelhança.

Esse ato lastimável que aconteceu no Acre é apenas uma amostra de que o mundo está afundando na imoralidade.

Senhor, ajuda-nos a permanecer firmes até o fim, pois sabemos que estás chegando.

Sobre os homossexuais, faço minhas as palavras do amigo e irmão Michelson Borges: "Ser gay (ter tendências homossexuais), ..., não é pecado; manter um estilo de vida homossexual, isso, sim, segundo a Bíblia, é pecado. Líderes religiosos liberais podem tentar amenizar o discurso para parecerem politicamente corretos, mas, se forem fieis à Palavra de Deus, deverão admitir que manter relações sexuais com pessoas do mesmo sexo (assim como praticar sexo fora e antes do casamento) é considerado pecado por Aquele que inspirou a redação das Escrituras."

21 novembro 2011

Terremotos mataram mais de 780 mil na década passada

Os terremotos mataram mais de 780 mil pessoas na década passada, o que corresponde a quase 60% de todos os óbitos relacionados com essas catástrofes, segundo um estudo que será publicado na edição de sexta-feira da revista científica The Lancet.

"Além destas mortes, os terremotos afetaram diretamente dois bilhões de pessoas neste período", acrescentou.

O terremoto mais letal, um evento de magnitude 7, ocorreu em 12 de janeiro de 2010 no Haiti, onde morreram 316.000 pessoas.

A ele se seguiu a tsunami que varreu o Oceano Índico em 26 de dezembro de 2004, causado por um tremor de magnitude 9,1, no qual morreram 227 mil pessoas.

Em terceiro lugar está o terremoto de magnitude 7,9, registrado em 12 de maio de 2008 na província de Sichuan (sudoeste da China), que matou um total de 87,5 mil pessoas.

O estudo visa a fornecer aos profissionais que atuam em trabalhos de emergência e desenvolvedores de políticas um retrato da escala dos terremotos enquanto prioridade de saúde e alertar médicos sobre os tipos de ferimentos com os quais eles podem se ver confrontados.

"Terremotos maciços podem resultar em taxas de vítimas variando de 1% a 8% entre a população de risco", destacou.

"As proporções informadas de mortos e feridos variam, mas em muitos estudos parece ser de 1 a 3, aproximadamente", acrescentou.

O número de mortos aumenta em ondas, começando com os óbitos imediatos causados pelo desmoronamento de prédios, seguidos horas depois das pessoas que morrem em decorrência de ferimentos em órgãos internos, acrescentou a pesquisa.

Uma terceira onda ocorre nos dias e semanas seguintes, em pessoas afetadas por septicemia e falência de múltiplos órgãos.

Entre os sobreviventes, os principais ferimentos são relacionados com a violenta compressão de rins, fígado e baço, seguidos de lesões na medula, fraturas e lacerações.

As crianças são o grupo mais vulnerável e são de 25% a 53% dos pacientes relacionados com terremotos.

Além das operações imediatas de busca e resgate, os profissionais de assistência precisam lidar com problemas derivados de doenças infecciosas em abrigos superlotados.

Ao contrário do senso comum, os cadáveres não representam um perigo, a menos que haja um surto de cólera.

No longo prazo, os terremotos também têm um forte impacto na saúde mental, com alta prevalência da depressão.

O estudo foi realizado por Susan Bartels, do Centro Médico Diaconisa Beth Israel, em Boston, Massachusetts, e por Michael van Rooyen, do Hospital Brigham para Mulheres, também em Boston.
Os dois alertaram que as ameaças provocadas pelo terremoto devem se intensificar à medida que a população mundial cresce e as cidades se expandem para regiões vulneráveis.

Entre as cidades situadas em regiões sísmicas estão Tóquio (32 milhões de habitantes), Cidade do México (20 milhões), Los Angeles (15 milhões) e Istambul (9 milhões), observaram os autores.

Fonte Correio do Estado

O Mercado na Fé chegou na TV aberta, agora a disputa é por audiência

A religião definitivamente virou o o assunto da "moda" na TV aberta. Depois de a Record atacar outras igrejas evangélicas no "Domingo Espetacular", e de a Globo anunciar que terá um especial de Natal gospel, agora é o SBT quem tenta incrementar seu ibope com a fé alheia. O "Domingo Legal" anuncia o sorteio de uma "benção" do padre Marcelo Rossi. O ganhador terá direito a uma visita do padre, que vai abençoar a residência e a família do, ahn, vencedor.

Sim, leitores, vocês leram corretamente. O "Domingo Legal" não está sorteando uma casa, está sorteando apenas a benção do padre, campeão de vendas de livros e CDs, ícone do movimento carismático católico

Fonte Folha Online

Nota: Nada contra a fé no Deus Criador ser propagada através da televisão, a minha advertência é para você não ser enganado, "Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos. Vejam que eu os avisei antecipadamente." Mateus 24:24.

10 novembro 2011

Limite de aquecimento está em risco sem ação climática até 2017

O mundo pode não ser capaz de limitar o aumento da temperatura global a níveis seguros se uma nova ação climática internacional não for tomada até 2017, já que muitas usinas de energia de combustível fóssil e fábricas estão sendo construídas, alertou a Agência Internacional de Energia nesta quarta-feira.


Se o mundo limitar o aquecimento global a 2 graus Celsius ¿ que segundo cientistas é o nível mínimo de segurança antes que efeitos devastadores das mudanças climáticas ocorram ¿ os volumes de emissão de gases não devem ter mais de 450 partes por milhão (ppm) de dióxido de carbono.

Com as emissões já chegando a 390 ppm de CO2, está se esgotando o tempo para tomar uma atitude.
A infraestrutura energética existente já está liberando 80 por cento das emissões permitidas sob esse cenário, advertiu a AIE em seu Relatório Mundial de Energia.

Quatro quintos do total das emissões de carbono relacionadas à energia permitido até 2035 para limitar o aquecimento já vêm das usinas, prédios e fábricas existentes, apontou a agência.

"A cada ano que passa sem sinais claros de investimentos em energia limpa, o ''travamento'' da infraestrutura de alta emissão de carbono está tornando mais difícil e mais caro o cumprimento de nossas metas de segurança energética e climáticas," disse Fatih Birol, economista-chefe da AIE.

O alerta vem apenas algumas semanas antes de uma reunião de negociadores internacionais na África do Sul para tentar trabalhar em um novo pacto global para combater o aquecimento global.

São baixas as expectativas de um acordo juridicamente vinculante este ano. A União Europeia está pressionando por um acordo até 2015, mas alguns outros países foram acusados de atrasar um pacto até 2018 ou 2020.

"Se novas medidas rigorosas não forem apresentadas até 2017, a infraestrutura relacionada com energia na ocasião vai gerar todas as emissões de CO2 permitidas... até 2035, não deixando espaço para usinas adicionais de energia, fábricas e outras infraestruturas, a menos que sejam de emissão zero de carbono, o que seria extremamente caro."

"Atrasar uma ação é uma falsa economia: para cada 1 dólar de investimento economizado no setor de energia antes de 2020, um adicional de 4,3 dólares precisaria ser gasto depois de 2020 para compensar o aumento das emissões", acrescentou o relatório.

Melhorias na eficiência energética precisariam responder por metade das reduções adicionais de emissão necessárias, disse a AIE.

Em maio, a AIE informou que as emissões globais de CO2 atingiram seu nível mais alto em 2010, impulsionadas principalmente pelas economias dependentes de carvão.

Se novas políticas climáticas forem implementadas cautelosamente, as emissões de CO2 acumuladas nos próximos 25 anos equivaleriam a três quartos do total dos últimos 100 anos, disse a AIE.

Isso levaria a um aumento de temperatura médio de longo prazo de 3,5 graus Celsius. Se novas políticas não forem implementadas, o mundo estará em um "caminho perigoso" para um aumento de 6 graus.

O objetivo da ONU de dar a todos do mundo acesso à energia moderna até 2030 exigiria 48 bilhões de dólares de investimento ¿ ou 3 por cento do investimento total de energia até 2030 ¿ em comparação a 9 bilhões de dólares em 2009, disse a AIE.

Fonte Terra

Nota: A pressão continua. As últimas pesquisas realizadas por cientistas têm constatado que realmente está acontecendo um aquecimento global. Os interessados na questão climática têm utilizado essas informações para promover um terrorismo mental e causar medo na população se não for feito algo para impedir a iminente destruição. Eis o perigo... já sabemos o resultado.

Brevemente estaremos disponibilizando várias palestras que têm sido realizadas em diversas igrejas sobre o tema em questão e suas consequências na vida do fiel servo de Deus. Elas estão em fase de conclusão para ser disponibilizada aqui neste espaço. Tivemos que fazer algumas alterações para ser postada na internet, pois o conteúdo é forte e  pode causar desconforto em algumas pessoas, por isso tivemos que alterá-las, mas sem que percam o foco, e isso não é fácil, pois são palestras para serem realizadas dentro da igreja a pessoas preparadas. Como são várias palestras, a equipe está trabalhando para terminá-las o mais rápido possível. Aguardem!

09 novembro 2011

Economia mundial terá 'década perdida' se nações não se unirem, alerta diretora do FMI

A diretora do FMI, Christine Lagarde, afirmou que a economia mundial poderá ter uma "década perdida" se as nações não se unirem e trabalharem juntas.

Lagarde fez os comentários no início de uma visita de dois dias na China, que deve ter como assunto principal a crise das dívidas da Europa.

A diretora do FMI também afirmou que a Ásia não ficará imune aos problemas que atingem a zona do euro.

Martin Patience, correspondente da BBC em Pequim, afirma que os líderes europeus estão se voltando para a China, esperando que o país invista em um fundo de resgate para os países da zona do euro.
Mas, segundo o correspondente, a China até o momento tem mostrado uma postura mais relutante em relação à proposta para contribuir diretamente com este fundo.

Fonte BBC 

Nota: Nada acontece por acaso. Em mundo que está se arregimentando para o fim de todas as coisas, é fácil deduzir as intenções por trás das crises.

A crise financeira está a sacudir o mundo e a única solução para combatê-la (pelo menos aos olhos daqueles que estão no poder) é unir o mundo inteiro. BXVI já fez seu papel em apelar ao mundo para que isso aconteça, até sugeriu a criação de uma nova ordem mundial.

Comentar mais a respeito é chover no molhado. Já sabemos o que vai acontecer.

Se você deseja solicitar-nos para realizarmos palestras sobre esse assunto em sua igreja, acesse a página contato e fale conosco. [RUE]

08 novembro 2011

Grande asteroide chegará muito perto da Terra nesta terça

Do tamanho do Pão de Açúcar e mais preto que carvão, um grande asteroide passará nesta terça-feira bem perto da Terra, a uma distância inferior à da Lua. A passagem é incomum, já que, a maioria dos asteroides deste tamanho não passa próximo ao nosso planeta. O YU 55 tem cerca de 400m de diâmetro e é possivelmente composto de materiais à base de carbono e algumas rochas de silicato. Segundo cientistas da Nasa, agência espacial americana, a pedra chegará às 21h28 (horário de Brasília) a meros 323,5 mil km do nosso planeta.


A passagem tão próxima do nosso planeta não é tão rara. Segundo o astrônomo Alexandre Cherman, da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, asteroides dos mais variados tipos e tamanhos se aproximam com frequência da Terra. "Passar a uma distância menor do que a distância Terra-Lua é realmente mais incomum por simples razões estatísticas: quanto mais você limitar o seu espaço de observação, mais difícil vai ser observar alguma coisa ali. Para este asteroide em particular, esta é a maior aproximação dos últimos 200 anos."

Mas, para o tempo que vivemos na Terra, presenciar esta passagem pode ser algo raro. O astrônomo Scott Fisher, da Fundação Nacional de Ciências dos EUA aponta que esta é a primeira vez desde 1976 que um objeto desse tamanho passa tão perto da Terra. Para ele, o fato oportuniza uma grande e rara chance de estudar um objeto próximo da Terra.

A passagem do YU 55 será visível apenas no Hemisfério Norte e, ainda sim, com a ajuda de telescópios. Ele é escuro demais para ser visto a olho nu. O professor Enos Picazzio, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP) alerta que "mesmo com telescópio não é simples ver o asteroide porque o objeto é pequeno e muito escuro, além de ser preciso saber com exatidão sua localização".

Perto, muito perto: mas não há risco?

A Nasa monitora a órbita do asteroide, mas garante que ele não colidirá com a Terra. Astrônomos garantem que a previsão é segura. "Há a Escala de Turim, que calcula o risco de uma colisão devastadora. Esse risco é calculado a partir dos dados orbitais do objeto (e os da Terra também), bem como o seu tamanho e sua velocidade. Até fevereiro de 2010, este objeto era grau 1 na escala de Turim (o que significa 'chances de colisão altamente improváveis'), mas foi rebaixado para grau 0 ('sem risco de colisão') após cálculos mais precisos", esclarece Cherman.

A Nasa trabalha em cima de modelos computacionais e com instrumentos de precisão que mostram que não há risco de colisão, pelo menos, para os próximos 100 anos. Contudo, se ele realmente colidisse com a Terra, "a depender do local, seria uma catástrofe de proporções imprevisíveis", assinala Picazzio.

Alexandre Cherman aponta que haveria um enorme tsunami, que varreria o planeta. "A maior probabilidade é que um objeto desses caia no mar, pois a Terra tem 75% da sua superfície coberta por água", diz. E o impacto de um objeto deste tamanho seria maior que o do objeto que caiu na Sibéria, em 1908. "Aquele objeto tinha algumas dezenas de metros de diâmetro, ou seja, era um décimo do asteroide 2005 YU 55", explica.

O astrônomo refere-se ao Evento Tunguska, que no dia 30 de junho de 1908 destruiu 80 milhões de árvores em uma área de 2.150 km² na região de Tunguska, na Rússia. Calcula-se que a explosão foi equivalente a mil bombas atômicas iguais à de Hiroshima. Apesar de não existir uma explicação oficial, a tese mais amplamente aceita pelos cientistas avalia que a devastação do Evento Tunguska foi feita pelo deslocamento de ar causado pela explosão de um cometa ou um meteorito a uma altitude entre 5 e 10 km.

YU 55

O asteroide YU 55 foi descoberto em 2005 por Robert McMillan, do projeto Spacewatch, grupo de cientistas que observa o Sistema Solar perto de Tucson, no Arizona. Os astrônomos que estudam este objeto, classificado como um asteroide de classe C, dizem que é muito escuro, cor de carvão, e bastante poroso. Esta é a primeira vez que os astrônomos poderão ver sua passagem perto da Terra. "Se isso aconteceu antes, nem ficamos sabendo", declara Cherman.

O objeto faz parte de um conjunto de 1.262 asteroides grandes, que giram ao redor do Sol e têm mais de 150 m de largura, que a Nasa qualifica como "potencialmente perigosos".

A previsão, segundo o astrônomo da Fundação Planetário, é que ele volte a repetir o fato apenas em 2041. Cientistas suspeitam que há milênios o YU 55 esteja visitando a Terra, mas, devido à atração gravitacional dos planetas, que ocasionalmente altera sua rota, é impossível dizer com certeza há quanto tempo o asteroide percorre a sua órbita atual.

Fonte Terra

Tremor de 6,8 graus atinge sul do Japão

Um terremoto de 6,8 graus na escala Richter atingiu nesta terça-feira o sul do Japão, sem registro de danos nem emissão de um alerta de tsunami. O tremor aconteceu às 0h59 (de Brasília) com epicentro no mar do arquipélago de Okinawa e a 220 km de profundidade, informou a Agência Meteorológica do Japão.

Em Okinawa, o terremoto chegou a ser sentido com uma intensidade 4 na escala japonesa fechada de 7, que se centra nas zonas afetadas mais que na intensidade do tremor. O sismo também foi sentido em outras nove províncias meridionais do Japão com uma intensidade entre 1 e 3 na escala japonesa, detalhou o organismo meteorológico.

O Japão está situado sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma região com elevada atividade sísmica, por isso os terremotos são relativamente frequentes e existem estritas normas de construção para minimizar o impacto.

No último mês de março, o país viveu um dos piores terremotos de sua história, um tremor de 9 graus na escala Richter que sacudiu o nordeste do país e provocou um devastador tsunami que deixou cerca de 20 mil mortos e desaparecidos.

Fonte Terra

07 novembro 2011

Suiça: Semana das Religiões reúne cristãos, judeus, muçulmanos e budistas

Basileia (RV) - Está em andamento, na Suiça, a 5ª edição da Semana das Religiões, coordenada em nível nacional pela Comunidade de Trabalho Inter-religiosa Iras Cotis, que tem sede na Basileia. O tema deste ano é “Religião, Arte e Sociedade: um relacionamento vital”.

Nascida no ano de 2007, a Semana das Religiões é um ciclo de manifestações que se desenvolvem em toda a Suiça, com o objetivo de promover o encontro entre homens de diversas crenças. Tais encontros – entre representantes de cultos, da ciência e da política – “são indispensáveis para que se possa garantir uma convivência pacífica na nossa sociedade pluralística”, explicaram os organizadores ao jornal vaticano L’Osservatore Romano.

Participam desta edição, que se encerra em 12 de novembro, a associações e instituições cristãs, judaicas, baihai, budistas, muçulmanas. “Trata-se sobretudo de fazer conhecimento recíproco e estreitar laços, afirma a coordenação do evento, que destaca: “isso nos ajuda a descobrir o que nos une e o que é específico de cada cultura, permitindo que se trabalhe melhor com as diferenças. A finalidade não é criar uma harmonia forçada, mas acolher pontos de vista diferentes e apreciar as múltiplas religiões”. (ED)


Fonte Rádio Vaticana


Nota: Tudo está ficando claro. Sem comentários. "Para bom entendedor, meia palavra basta"

Novos estudos reforçam teoria de que Terra está mais quente

Duas pesquisas recentes reafirmam o consenso científico em torno da realidade do aquecimento global, embora também mostrem as incertezas do fenômeno.

A primeira, coordenada pelo físico Richard Muller, da Universidade da Califórnia em Berkeley, foi divulgado numa conferência nos EUA e aguarda publicação. Mas já ganhou relevância porque, até ao mês passado, Muller era um céptico do clima. Para ele, os dados usados para mostrar que o planeta está a aquecer não eram credíveis.

Decidido a colocar o consenso climático à prova, Muller organizou um estudo, o Best (sigla inglesa de «projecto Berkeley sobre a Temperatura da Superfície Terrestre»).

A pesquisa recebeu parte do seu financiamento da fundação Charles Koch, ligada à indústria do petróleo.
Num artigo no Wall Street Journal, um dos poucos grandes jornais em que a comunidade de cépticos climáticos ainda tem voz, Muller explica o porquê das suas dúvidas iniciais sobre o aquecimento global. O xis do problema são as estações meteorológicas, principais responsáveis por recolher dados de temperatura e criar uma série histórica capaz de dizer se, afinal, o planeta está mais quente.

Seguindo os dados obtidos por essas estações, o IPCC, painel do clima da ONU, estima que a temperatura média da Terra subiu 0,64 grau Célsius nos últimos 50 anos. Só que há um problema, escreve Muller: 70% dessas estações nos EUA possuem uma margem de erro superior a essa variação. Além disso, grande parte das medições de temperatura é feita em áreas urbanas, que ficaram mais quentes com asfalto, calçadas e concentração de prédios.

Muller explica que a equipa do estudo Best usou uma série de controlos experimentais para contornar essas questões. Primeiro, usaram uma massa maior de registos do que as pesquisas tradicionais sobre o tema.

Resultado: de quase 40 mil estações medidoras de temperatura mundo afora, dois terços mostraram sinais de aquecimento.

Além disso, trabalharam com dados de satélite para levantar as tendências de temperatura apenas nas estações de medição em áreas rurais, e não houve diferença em relação às mais urbanas. E a magnitude do aquecimento é comparável tanto nas estações de boa qualidade quanto nas que trazem dados mais incertos.

«Embora as estações de baixa qualidade trazem temperaturas incorrectas, ainda assim seguem as mudanças de temperatura», afirma.


Muller e os seus colegas, porém, não investigaram as causas do aquecimento nem o que acontecerá daqui para a frente. Nesse último ponto, uma pesquisa publicada recentemente na revista científica Journal of Geophysical Research mostra que os cientistas ainda terão muito trabalho pela frente.
Julia Crook e Piers Forster, da Universidade de Leeds (Reino Unido), fizeram uma análise detalhada dos modelos climáticos, as simulações por computador que servem para prever o futuro do clima.

O jeito tradicional de verificar se esses modelos são úteis é tentar ver se eles reproduzem o que ocorreu com o clima no século XX.

Eles conseguem isso, dizem os cientistas, mas de uma forma que não depende da força dos feedbacks positivos do clima, ou seja, da maneira como mudanças actuais amplificam o aquecimento futuro. Por exemplo: derreter gelo no Árctico torna a região mais escura. Com isso, ela absorve mais luz solar e aquece ainda mais. Por causa disso, é provável que nenhum modelo actual seja capaz de prever como será o clima do futuro.

Fonte Diário Digital

01 novembro 2011

Informe Profético: Mudanças climáticas estão ligadas ao aumento de catástrofes naturais... Leia a nota no final da postagem

PARIS — Seca, inundações, ciclones e incêndios: os desastres climáticos estão mais frequentes e intensos com o aquecimento global provocado por atividades humanas. A tendência é que esta situação se agrave, alerta um relatório da ONU sobre o clima.

Claro que o impacto do aquecimento climático sobre os eventos depende de sua natureza e de sua distribuição, muito desigual, entre as diferentes regiões do mundo. Além disso, o nível de certeza das previsões formuladas por especialistas varia com a quantidade e a qualidade dos dados disponíveis.

Mas centenas de cientistas redigiram este relatório para o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) e são contundentes: os eventos climáticos extremos serão, no geral, mais graves e mais frequentes nas próximas décadas, um risco a mais para a maior parte dos habitantes de nosso planeta.

"Este é o maior esforço já realizado para avaliar o modo como as catástrofes estão mudando", afirmou Neville Nicholls, professor da Universidade Monash de Melbourne e coordenador de um dos capítulos deste relatório, que deve ser revisado pela ONU durante a reunião em Kampala, antes da publicação, programada para o dia 18 de novembro.

Esta publicação coincide com uma série de catástrofes naturais devastadoras que suscitaram muitas interrogações e inquietações.

Em 2010, temperaturas recordes favoreceram incêndios que destruíram florestas da Sibéria, enquanto o Paquistão e a Índia sofreram com inundações sem precedentes.

Neste ano, os Estados Unidos registraram um número recorde de desastres, desde o transbordamento do Mississippi e do Missouri até o furacão Irene, passando pela seca terrível que afeta atualmente o Texas.

Na China, regiões inteiras sofrem com secas intensas, enquanto chuvas devastam a América Central e a Tailândia.

Anormalidade meteorológicas ou aquecimento climático?

Trata-se apenas de anormalidades climáticas momentâneas ou são consequências, profundas e duráveis, do aquecimento global?

A maior parte destes eventos são consequência do aquecimento climático produzido por ação humana: aumento das temperaturas, do teor de água na atmosfera e da temperatura dos oceanos. Todos eles, fatores propícios para agravar e provocar eventos climáticos extremos.

De acordo com o relatório, apoiado em centenas de estudos publicados nos últimos anos, é quase certo, de 99% a 100%, que a frequência e a magnitude dos recordes de calor diários vai aumentar em escala planetária neste século 21.

E é também muito provável (90% a 100%) que a duração, a frequência e a intensidade das ondas de calor continuarão a aumentar em quase todas as regiões.

Os picos de temperatura vão provavelmente (66% a 100% de certeza) aumentar em relação ao fim do século 20, até 3°C em 2050 e 5°C até 2100.

Muitas áreas, particularmente os trópicos e as latitudes elevadas, vão enfrentar chuvas e neves mais intensas. Paralelamente as secas vão se agravar em outros pontos do globo, em especial no Mediterrâneo, na Europa Central, na América do Norte, no nordeste do Brasil e na África austral.

O aumento do nível dos mares e da temperatura das águas vai provocar ciclones mais destrutivos, enquanto o derretimento das geleiras e do permafrost, combinada com mais precipitações, poderá provocar mais deslizamentos, diz o IPCC.

Fonte AFP

Nota: "...Na terra, as nações se verão em angústia e perplexidade com o bramido e a agitação do mar. Os homens desmaiarão de terror, apreensivos com o que estará sobrevindo ao mundo; e os poderes celestes serão abalados." Lucas 21:25-26.

Não precisa interpretar o texto, apenas faça a comparação com este relatório da ONU e a descrição feita por Cristo de como o mundo estaria antes de sua volta (Lucas 21:24-33).

"Assim também, quando virem estas coisas acontecendo, saibam que o Reino de Deus está próximo. Eu lhes asseguro que não passará esta geração até que todas essas coisas aconteçam. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão." Lucas 21:32-33.

A Geração que vivenciar estas coisas (descritas no relatório da ONU), Jesus afirmou: não passará. Ele voltará em nossos dias.

Juntando a este relatório as informações proféticas referentes à união igreja/estado, ecumenismo e ecomenismo, a única coisa que podemos fazer é orar e vigiar para que estejamos entre aqueles que serão contados como vencendores.

Mais Outro...Fortes terremotos atingem região oeste da China

Dois terremotos, de 6 e 5,4 graus na escala Richter, sacudiram na manhã desta terça-feira as províncias ocidentais chinesas de Xinjiang, no primeiro caso, e de Sichuan e Gansu, no segundo, sem que por enquanto tenham sido reportados vítimas fatais ou danos materiais, informou a agência oficial Xinhua

Segundo os dados tornados públicos pelo Centro de Controle de Terremotos da China, o terremoto mais forte atingiu a região autônoma de Xinjiang às 8h51 locais e afetou principalmente a localidade de Kazak. 

Horas antes, às 5h58, outro sismo, este de 5,4 graus, sacudiu a zona fronteiriça entre as províncias de Sichuan e Gansu. O epicentro do terremoto teve uma profundidade de 20 km e foi localizado entre as cidades de Guangyuan, no norte da província de Sichuan, e Longnan, localidade meridional de Gansu.
"As pessoas saíram correndo de suas casas quando ocorreu o sismo, mas não houve quedas de casas nas zonas urbanas", disse à agência Xinhua Zhang Huaibi, funcionário de Longnan.

Fonte Terra

31 outubro 2011

Outro... Terremoto de 5,9 graus atinge ilha indonésia de Sumatra

Um terremoto de 5,9 graus de magnitude na escala aberta de Richter atingiu neste domingo o litoral sul da ilha indonésia de Sumatra, sem registro de vítimas ou danos materiais.

O Instituto Geológico dos Estados Unidos, que vigia a atividade sísmica do mundo, situou o epicentro a 39 km de profundidade.

A Indonésia fica no chamado "Anel de Fogo do Pacifico", uma região de grande atividade sísmica e vulcânica em que ocorrem 7 mil terremotos, a maioria moderados.

Em setembro de 2010, ao menos 3 mil pessoas morreram nesta mesma região do oeste de Sumatra por causa de um tremor de 7,6 graus.

Fonte Terra

Terremoto no Peru deixa 83 feridos e 660 desabrigados


O forte terremoto de magnitude 6,9 sentido na sexta-feira em Lima e em várias cidades do Peru, gerando pânico na população, deixou 83 feridos, 132 casas danificadas e 660 desabrigados.

Os maiores danos foram registrados na cidade de Ica, 325 km ao sul de Lima, de 124 mil habitantes.

A imprensa local informou que o terremoto foi sentido em várias cidades costeiras e dos Andes, onde ocorreram cenas de pânico, apesar de até agora não terem sido informados danos ou vítimas.

Também ocorreram cortes nas comunicações telefônicas, que já foram restabelecidas.

O Instituto Geofísico do Peru informou que o terremoto ocorreu às 13h54 locais (16h54 de Brasília), a cerca de 220 km ao sul de Lima, no Oceano Pacífico, a uma profundidade de 40 km.

"O epicentro foi perto da costa. Foi sentido em boa parte da serra, como Cuzco, Arequipa e Ayacucho, apesar de ali ter tido menor intensidade", disse o diretor do Instituto Geofísico, Hernán Tavera.

O Centro de Alertas para Maremotos do Pacífico não emitiu alerta, apesar de ter advertido que os terremotos dessa magnitude podem causar maremotos destrutivos.

O terremoto desta sexta-feira teve seu epicentro na mesma região onde em 15 de agosto de 2007 ocorreu um forte tremor, de 7,9 graus, que provocou a morte de mais de 500 pessoas.

Fonte G1

Nota: Já são tantos que nem causa mais espanto. Este é o desafio para os que vivem em plena vigilância: não se deixar adormecer diante de tantos sinais.

Paris: encontro inter-religioso pela paz

Paris (RV) - "Vimos aqui para dizer que as nossas religiões querem ser promotoras de paz" – foi o que disse o Arcebispo de Paris, Cardeal André Vingt-Trois, durante o encontro inter-religioso pela paz realizado, nesta quinta-feira, na capital francesa, com os líderes religiosos desse país. Estiveram presentes cristãos, judeus, muçulmanos e budistas, membros da Conferência de Representantes dos Cultos na França.

Em seu pronunciamento, o purpurado sublinhou que a paz corre perigo se as religiões forem excluídas do âmbito social. "As religiões existem, relacionam-se umas com as outras e têm algo a dizer a todos. Esse encontro mostra o diálogo real entre as religiões de nosso país, vivido também nas comunidades locais" – frisou o Arcebispo de Paris.

Depois do Cardeal Vingt-Trois, tomaram a palavra o Presidente da Federação Protestante da França, Pastor Claude Baty, e o Grão-Rabino, Gilles Bernheim, que ressaltou: "o diálogo inter-religioso é um ato religioso. A experiência que nós fazemos em nossa religião, nos abre a um mistério do qual não temos propriedade exclusiva".

A seguir, a palavra passou a Anouar Kbibech que em nome dos muçulmanos na França recordou o histórico encontro, em Assis, em 1986, e as palavras proferidas por João Paulo II aos jovens muçulmanos em Casablanca, Marrocos, em 1985: "Esta abertura ao outro, no respeito das diversidades, deve estar na base de toda relação humana".

Depois do expoente do budismo francês, tomou a palavra Mario Giro da Comunidade Romana de Santo Egídio que promoveu o evento junto com a Arquidiocese de Paris. "Aqui em Paris, a França pluralista se reuniu com os líderes religiosos para falar com audácia ao coração humano sobre um caminho novo e possível para sair do medo e viver juntos" - disse ele. (MJ)
Fonte Rádio VaticanaNota: Tire suas conclusões...

28 outubro 2011

Amazónia está muito próxima de não conseguir sobreviver


A Amazônia está muito próxima de um ponto de não retorno para a sua sobrevivência, devido a uma combinação de factores que incluem aquecimento global, abate de árvores e queimadas que minam o seu sistema hidrogeológico.
 
A advertência foi feita por Thomas Lovejoy, actualmente professor da George Mason University, no Estado de Virgínia, EUA, no primeiro dia do simpósio internacional FAPESP Week, em Washington.

O biólogo Lovejoy, um dos mais importantes especialistas mundiais sobre a Amazónia, começou a trabalhar na floresta brasileira em 1965, «apenas três anos depois da fundação da FAPESP», lembrou.

Apesar de muita coisa positiva ter acontecido nestes 47 anos («quando pisei pela primeira vez em Belém, só havia uma floresta nacional e uma área indígena demarcada e quase nenhum cientista brasileiro se interessava em estudar a Amazónia; hoje essa situação está totalmente invertida»), também apareceram no período diversos factores de preocupação.

Fonte Diário Digital

Políticos e religiosos se reúnem em Congresso Estadual do Fenasp


O presidente do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (Fenasp) de Mato Grosso, pastor Cristiano Paulino, apresentou durante sessão da Câmara Municipal de Cuiabá as bandeiras de luta do Fenasp e fez o convite aos parlamentares para participarem do Congresso Estadual do Fenasp Mato Grosso que terá início nesta sexta-feira (28), na capital. Hoje, o Fórum é uma das entidades mais representativas no que diz respeito à defesa dos princípios cristãos e os valores da família.

O Congresso Estadual do Fenasp terá como tema “Construindo Pontes – Renovando Mentes - na família, na mídia, na política, na sociedade” com uma série de palestras com autoridades políticas e eclesiásticas de todo Brasil, e será realizado no auditório Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa, sexta e sábado, a partir das 19 horas. Deputados estaduais de Mato Grosso, além dos vereadores, já confirmaram presença.

Na ocasião, o estado receberá lideranças políticas e especialistas em diversas áreas, que serão palestrantes durante a realização do Congresso.

O evento é fruto de um esforço conjunto entre a Associação dos Parlamentares Evangélicos do Brasil (Apeb) e da Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil (Consepab), e tem como objetivo defender e trazer à luz uma posição profética e pública em defesa dos valores do Reino de Deus para com o Governo, o Congresso Nacional e a opinião pública em geral.

“Autoridades políticas e eclesiásticas de todo o estado devem comparecer ao evento, que é uma oportunidade única para tratar de assuntos de interesse coletivo”, diz Wilton Acosta, presidente nacional do Fenasp.

Desde a sua criação, o Fórum teve participação efetiva no acompanhamento de algumas iniciativas no âmbito do Legislativo e do Executivo, a exemplo do Código Civil, das iniciativas de descriminalizar a prática do aborto, dos projetos que visam acabar com a liberdade de culto e do pensamento (PLC 122 e 6418), o enfrentamento constante a iniciativas do governo federal e dos estaduais de tentarem doutrinar as crianças com a prática do homossexualismo. “Os vereadores entenderam que a nossa busca é pelo bem estar e bom andamento da sociedade. Foram receptivos e acreditamos que haverá adesão de todos eles ao nosso movimento de valorização da vida”, disse o presidente do Fenasp.

Além dos vereadores, líderes comunitários também conheceram, nesta semana, as propostas encabeçadas pela entidade, e confirmaram participação no evento. Durante o Congresso do Fenasp MT haverá a celebração da aprovação do projeto de lei que cria o Dia do Nascituro - encaminhado pelo Fenasp-MT ao vereador Toninho de Souza - pela Câmara Municipal de Cuiabá. Em Rondonópolis, o projeto está em fase de tramitação da Casa de Leis.

FENASP - O Fenasp reúne inúmeras lideranças políticas, eclesiásticas e militantes defensores dos valores familiares de diversas denominações e está presente em diversos estados brasileiros.


Nota: Política e religião nunca foram boas companheiras, todas as vezes que estiveram juntas, houve problemas e perseguições, por esse motivo elas foram separadas. A Bíblia afirma que isso voltará a acontecer (Apocalipse 13). Esse movimento que visa um estreitamento entre elas, não está acontecendo somente aqui no Brasil, mas em todo o mundo, e os pontos principais que estão influenciando para que isso aconteça são:

1. "defender e trazer à luz uma posição profética e pública em defesa dos valores do Reino de Deus para com o Governo, o Congresso Nacional e a opinião pública em geral";
2. "assuntos de interesse coletivo";
3. Preservação da família;
 
Para isso uniram-se "inúmeras lideranças políticas, eclesiásticas e militantes defensores dos valores familiares de diversas denominações e está presente em diversos estados brasileiros."

Promover "os valores do Reino de Deus" junto ao Governo e à opinião pública é uma excelente ideia, desde que os valores sejam realmente aqueles apresentados na Bíblia, os Dez Mandamentos contidos no Êxodo 20:3-17, e defendidos no Apocalipse 12:17 e 14:12, caso contrário, serão valores do reino do homens.

Os "assuntos de intesse coletivo" realmente devem ser considerados, desde que a minoria não seja prejudicada e nem perseguida, somos seres livres e não podemos tolerar a tirania. Um dos assuntos de intesse coletivo pode ser a preservação do meio ambiente, isso é realmente louvável, mas não podemos usar esse assunto para promover dogmas religiosos.

A instituição familiar realmente deve ser preservada. Deus até separou um dia para que a família parasse, se reunisse e o adorasse com exclusividade, esse dia é o Sábado contido em toda a Bíblia. Espero que não esqueçam disso. Se escolherem outro dia (domingo), são livres para que possam assim fazer, mas "cada um dará conta de si mesmo a Deus", pois Ele só aceita o que pede e não o que nós queremo dar. Ademais, ninguém deve ser coagido a obervar o domingo, somos seres livres, não esqueçam disso!

27 outubro 2011

Assis 2011: Bento XVI pede união das religiões contra o terrorismo

Papa reúne 300 líderes religiosos e académicos, alertando para «novas e assustadoras fisionomias» do mal

Assis, Itália, 27 out 2011 (Ecclesia) – Bento XVI pediu aos líderes religiosos de todo o mundo reunidos em Assis (Itália) um empenho conjunto "na luta pela paz", perante “novas e assustadoras fisionomias” de violência como o terrorismo.

“Que, no caso em questão, a religião motive de facto a violência é algo que, enquanto pessoas religiosas, nos deve preocupar profundamente”, alertou, durante um encontro que reúne mais de 300 líderes religiosos e académicos, recordando as “vidas humanas inocentes, que acabam cruelmente ceifadas ou mutiladas”.

O Papa considera que, com o terrorismo, “é posto de lado tudo aquilo que era comummente reconhecido e sancionado como limite à violência no direito internacional”.

“Sabemos que, frequentemente, o terrorismo tem uma motivação religiosa e que precisamente o caráter religioso dos ataques serve como justificação para esta crueldade monstruosa, que crê poder anular as regras do direito por causa do «bem» pretendido”, lamentou.

Para Bento XVI, nestes casos “a religião não está ao serviço da paz, mas da justificação da violência”.
O discurso papal criticou as situações em que a violência é “exercida por defensores de uma religião contra os outros”.

“Esta não é a verdadeira natureza da religião. Ao contrário, é a sua deturpação e contribui para a sua destruição”, disse Bento XVI.

Neste contexto, o Papa recordou os momentos em que, “na história, também se recorreu à violência em nome da fé cristã”.

“Reconhecemo-lo, cheios de vergonha. Mas, sem sombra de dúvida, tratou-se de um uso abusivo da fé
cristã, em contraste evidente com a sua verdadeira natureza”, observou.

A jornada de oração e reflexão pela paz e a justiça no mundo, na terra natal de São Francisco (1182-1226), celebra a primeira iniciativa do género, promovida por João Paulo II há 25 anos.

Bento XVI passou em revista o cenário mundial neste quarto de século, após a queda do muro de Berlim, que aconteceu “sem derramamento de sangue”.

“A vontade de ser livre foi mais forte do que o medo face a uma violência que já não tinha nenhuma cobertura espiritual. Sentimo-nos agradecidos por esta vitória da liberdade, que foi também e sobretudo uma vitória da paz”, referiu o Papa alemão.

Para Bento XVI, no entanto, “infelizmente” não se pode dizer que “desde então a situação se caraterize por liberdade e paz”.

“Embora a ameaça da grande guerra não se aviste no horizonte, todavia o mundo está, infelizmente, cheio de discórdias”, assinalou.

Esta iniciativa conta com a presença de vários prelados católicos, 17 delegações das Igrejas cristãs do Oriente - incluindo o Patriarca Bartolomeu I de Constantinopla (Igreja Ortodoxa) -, 13 Igrejas ocidentais – entre os quais o primaz anglicano, arcebispo Rowan Willams -, uma representação do Grão Rabinato de Israel (judaísmo) e outros 176 representantes de tradições religiosas, para além de quatro não crentes.
Do Médio Oriente e dos países árabes chegaram 48 muçulmanos a Assis, cidade na qual se reuniram líderes religiosos em encontros similares convocados por João Paulo II, em 1986, 1993 e 2002.

Fonte Agência Ecclesia

Nota: Ao mencionar a "violência em nome da fé cristã" ocorrida no passado, BXVI se referia ao período negro da ICAR. Por mais que peçam desculpas, perdão e se envergonhem deste passado, ele marcará para sempre a fase negra que viveu a Igreja Romana, principalmente por que a profecia falou que iria voltar a acontecer no futuro (Apocalipse 12-16), este é o motivo da minha, ou melhor, da nossa preocupação.

Nós, adventistas, repudiamos toda e qualquer forma de terrorismo. Estou pronto para combater e, se necessário, unir-me contra este grande mal.

No entanto, essa informação me deixa preocupado, porque os terroristas são religiosos que afirmam ser o "povo de Deus", será que mais tarde essa união não poderá se virá contra todos aqueles que afirmarem o mesmo?