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26 setembro 2012

Um Novo Vírus Ameaça o Mundo

Uma nova doença respiratória semelhante à SARS - epidemia global que matou centenas de pessoas em 2003 - foi diagnosticada em um homem que está sendo tratado na Grã-Bretanha. Outro caso, na Arábia Saudita, resultou na morte de um paciente. Confira abaixo perguntas e respostas sobre esse novo vírus.

O que é o novo vírus?

A nova doença é consequência de um tipo de coronavírus - uma família ampla de vírus que inclui desde um resfriado comum à SARS (sigla em inglês para síndrome respiratória grave e aguda).
Até agora, apenas dois casos foram diagnosticados deste novo vírus, e ambas as infecções foram originadas no Oriente Médio. Um dos casos foi confirmado por um exame de laboratório feito pela Agência de Proteção à Saúde da Grã-Bretanha, em Londres. O paciente está sendo tratado pelas autoridades britânicas de saúde.

O outro foi detectado por um exame de laboratório na Arábia Saudita. Os dados foram enviados a outro laboratório na Holanda, que confirmou se tratar do novo tipo de vírus. Ainda há poucas informações sobre o novo vírus e o quão letal ele pode ser entre seres humanos.

O que o vírus faz?

Os coronavírus provocam infecções respiratórias em humanos e animais. Os dois contaminados tiveram febre, tosse e dificuldades de respiração. O paciente na Arábia Saudita acabou falecendo, e o britânico está na UTI. Por ora, ainda não está claro se esse forte efeito é típico deste novo vírus, ou se há muitas pessoas contaminadas e apenas poucas estão tendo uma reação tão drástica.

Como ele se espalha?

Acredita-se que ele se espalhe por fluidos expelidos na tosse ou pelo espirro. Os especialistas acreditam não se tratar de uma doença altamente contagiosa, já que, nos dois casos diagnosticados até agora, as pessoas que trataram os pacientes não adoeceram. Os coronavírus são bastante frágeis. Fora do corpo humano, eles só sobrevivem por um dia e são facilmente mortos por detergentes e por outros produtos de limpeza.

Como é o tratamento?

Os médicos ainda não sabem qual é o melhor tipo de tratamento, mas as pessoas com sintomas graves precisam de cuidados intensivos que ajudem sobretudo na respiração. Não existe nenhuma vacina. Em Londres, o paciente está isolado, e todos que o estão atendendo usam máscaras e equipamentos de proteção.

Como se originou o vírus?

Os especialistas ainda não sabem a sua origem. Eles especulam que possa se tratar de uma nova mutação de um vírus já existente. Ou talvez seja uma infecção que já circula entre animais e que agora passou para os seres humanos.

Existe algum tipo de recomendação às pessoas que viajam?

Por enquanto, a Organização Mundial da Saúde descartou qualquer tipo de restrição a viagens ao Oriente Médio, onde ambos os casos surgiram. Mas esta decisão está sendo constantemente reavaliada.


Leia mais clicando aqui.

 

04 junho 2012

Mais Terremotos

PANAMÁ, EL SALVADOR E COSTA RICA SÃO ATINGIDOS POR FORTES TERREMOTOS

SAN SALVADOR, 4 JUN (ANSA) - Três fortes tremores foram registrados ontem na América Central sem que deixassem vítimas ou danos materiais, segundo informaram os organismos dos países atingidos pelos abalos.
  
O terremoto mais forte, de 6,6 graus na escala Richter, atingiu o Panamá às 18h45 locais (21h45 no horário de Brasília).
  
De acordo com o Serviço de Vigilância Geológica dos Estados Unidos (USGS), o epicentro do sismo aconteceu a 9,7 quilômetros de profundidade, a 526 quilômetros ao sudoeste da capital do país.
  
Já El Salvador registrou um tremor de 5 graus próximo à província de Usulután, no centro do país. O Serviço Nacional de Estudos Territoriais (Snet) informou que seu epicentro foi a 43,3 quilômetros de profundidade e foi sentido às 14h55 locais (17h55 no horário de Brasília)
  
Também a Costa Rica foi atingida por um terremoto de 5,5 graus às 18h locais (21h no horário de Brasília) e, segundo o Observatório Vulcanológico da Costa Rica, teve seu epicentro localizado em Pavón, na costa sul do litoral do Oceano Pacífico, com 1 quilômetro de profundidade.
  
O tremor se prolongou por 30 segundos e foi sentido fortemente na região central, incluindo a capital San José, informou a mesma fonte.  


 Terremoto balança prédios altos na Indonésia

Um terremoto de 6,1 graus na escala Richter assustou moradores de Jacarta nesta segunda-feira. Prédios altos do centro da cidade balançaram e pessoas saíram às ruas como medida de segurança. Até o momento, não há registro de feridos ou de danos em edifícios na capital.

Segundo as informações da Agência de Meteorologia e Geofísica da Indonésia, o centro do sismo aconteceu a 121 quilômetros da costa da província de Java Oeste, em uma profundidade de cerca de 24 quilômetros.
A Indonésia sofre frequentemente com terremotos, pois está localizada no "Círculo de Fogo" do Pacífico, região de grande atividade vulcânica e de falhas entre placas tectônicas.

YAHOO Notícias

 

31 janeiro 2012

Quarto terremoto do mês no Peru afeta 712 pessoas e deixa 491 feridas

Tremores de terra atingiram 39,2 quilômetros de profundidade, a 15 quilômetros de Ica e a 280 da capital peruana, Lima.


O terremoto de magnitude 6,2 graus na escala Richter que atingiu o Peru na segunda-feira, dia 30, afetou 712 pessoas, das quais 491 ficaram feridas.

Foram registrados os desabamentos de duas casas e danos em 141, sendo que 107 moradias foram declaradas sem condições nas províncias de Ica e Pisco. As informações são da Defesa Civil peruana.

De acordo com as autoridades, os feridos sofreram hematomas e perfurações provocadas por vidros quebrados. Apenas um paciente teve lesão grave nas mãos. A Ministra da Mulher e Populações Vulneráveis, Ana Jara, e o ministro da Defesa, Alberto Otárola, inspecionaram as áreas atingidas na segunda.

O terremoto foi o pior registrado desde o começo do ano no país. Os tremores de terra atingiram 39,2 quilômetros de profundidade, a 15 quilômetros de Ica e a 280 da capital peruana, Lima. No Peru, os terremotos são frequentes. Do começo do mês até esta terça-feira, 31, houve quatro registros – nos dias 30, 19, 17 e 8. A magnitude desses tremores variou de 4,5 graus na escala Richter a 6,3.

Fonte Novo Hamburgo Notícias

04 janeiro 2012

Irã reitera advertência contra Marinha americana no Golfo

O ministro da Defesa do Irã, general Ahmad Vahidi, reiterou nesta quarta-feira a advertência contra a presença da Marinha americana no Golfo Pérsico.

"Sempre afirmamos que a presença de forças não regionais no Golfo Pérsico era nociva e só poderia criar distúrbios. Portanto, pedimos que não estejam presentes nesta via marítima", declarou o militar, citado pela agência iraniana Mehr.

"O Irã fará todo o possível para preservar a segurança no Estreito de Ormuz", completou. Na terça-feira, o general Ataollah Salehi advertiu o porta-aviões americano USS John C. Stennis, que atrevessou o Estreito de Ormuz e está no Mar de Omã, que não retorne ao Golfo Pérsico.

A passagem do USS John C. Stennis pelo Estreito de Ormuz aconteceu durante as manobras navais iranianas que duraram 10 dias na mesma região. Apesar das ameaças, Washington prometeu na terça-feira manter os navios de guerra mobilizados na região do Golfo.

Na segunda-feira, último dia das manobras navais, o Irã testou vários mísseis de cruzeiro, em particular os Ghader e Nur, com alcance de 200 km e que podem atingir alvos no Estreito de Ormuz, no Mar de Omã e no Golfo Pérsico.

Fonte Terra

01 dezembro 2011

Governo quer viabilizar diálogo entre representantes de diferentes religiões no país




Nota: Nada contra nos unir em prol da paz; estou pronto para contribuir. O problema está se for exigido que sigamos outro caminho além daquele determinado nas Escrituras Sagradas. Quanto a isto, repito as palavras de Pedro: "Antes importa obedecer a Deus do que aos homens".

30 novembro 2011

Degelo do permafrost acelera aquecimento mais que o previsto

O degelo do permafrost, solo que deveria estar permanentemente congelado no Ártico, pode acelerar o aquecimento global mais do que o previsto, afirmou nesta quarta-feira um grupo de cientistas. Por volta do ano de 2.100, o volume de carbono liberado pelo pergelissolo poderia ser entre "1,7 e 5,2 vezes maior" do que o tinha sido previsto até agora, segundo a importância do aquecimento na superfície da terra.

O volume liberado é comparável ao dos gases causadores de efeito estufa resultante do desmatamento atualmente, mas o impacto no clima seria 2,5 vezes maior, já que grande parte do gás emitido será metano (CH4), com efeito 25 vezes maior sobre o aquecimento global do que o dióxido de carbono (CO2).

Atualmente, o desmatamento produz 20% do total de gases de efeito estufa responsáveis pelo aquecimento do planeta. A publicação deste estudo na edição desta quarta-feira da revista científica Nature coincide com a realização da conferência das Nações Unidas sobre o combate ao aquecimento global, inaugurada na segunda-feira passada em Durban (África do Sul) e que visa a dar um novo impulso às negociações sobre o Protocolo de Kioto.

O permafrost cobre permanentemente cerca de um quarto das terras do hemisfério norte. Trata-se de uma reserva gigantesca de carbono orgânico, que contém restos de plantas e animais que foram se acumulando durante séculos. Com o degelo deste solo, estes materiais começam a se decompor, liberando na atmosfera parte deste carbono, na forma de metano e dióxido de carbono.

Segundo estudos anteriores, este fenômeno já teria começado a acontecer em partes da tundra e em alguns lagos de gelo. No total, as terras do Ártico conteriam 1,7 bilhão de t de carbono. Isto representa "cerca de quatro vezes mais do que todo o carbono emitido pelas atividades humanas nos tempos modernos e o dobro do que a atmosfera contém atualmente", afirmam os biólogos americanos Edward Schuur e Benjamin Abbott, em um comentário publicado esta quarta-feira na revista Nature.

Segundo estes cientistas e cerca de 40 outros especialistas da rede Permafrost Carbon Research Network, que assinaram o estudo, isto representa "o triplo" do estimado anteriormente pelos modelos de mudanças do clima.

Fonte Terra

Aquecimento global é real e perigoso, mas sua origem não é só o CO2

Entre estudos e opiniões pessoais, a humanidade continua sem saber ao certo até que ponto a poluição realmente contribui para o aquecimento global. Cientistas americanos apresentam uma ideia interessante: o aquecimento global é sim uma realidade, e seus efeitos podem ser nocivos. Mas isso não é causado tanto pelo excesso de dióxido de carbono (CO2) como se imaginava.

A pesquisa, conduzida por climatologistas da Universidade do Oregon (EUA), é patrocinada pelo programa nacional de paleoclimatologia dos Estados Unidos. E não é por acaso: a teoria formulada está relacionada a essa ciência, que estuda a variação da temperatura da Terra ao longo dos seus mais de quatro bilhões de anos de existência.

Os cientistas fizeram um resgate histórico do clima ao redor do mundo. Eles criticam a maioria dos estudos na área, que só analisam a temperatura do planeta a partir do século XIX, em um contexto após a revolução industrial. Segundo eles, o resultado de uma pesquisa assim pode ser enganoso, porque ignora milhares de anos anteriores onde o clima da Terra esteve em constantes mudanças.

Por esse motivo, eles reconstruíram a trajetória da temperatura no planeta desde o fim da última Era Glacial, há mais de 21 mil anos. Desde aquela época até o início da revolução industrial (que faria a taxa total de CO2 ser três vezes maior do que na época anterior a ela), houve uma série de fatores decisivos para regular o clima de cada região do globo.

O que os cientistas fizeram foi analisar a atuação e influência de cada um desses fatores, em separado. Quesitos como o nível do mar, o nível de umidade do ar e de poeira na atmosfera foram levados em conta ao lado da quantidade de CO2 presente no ambiente ao longo da história.

Foi apurado, de maneira geral, que a maioria dos modelos climáticos superestimam os efeitos da variação do CO2 no ambiente para determinar o clima. Durante a última Era do Gelo, por exemplo, houve uma sensível diminuição do dióxido de carbono, que na teoria deveria levar a Terra a um congelamento total, inclusive nos trópicos. Mas o efeito não foi tão grande assim: alguns oceanos nem chegaram a congelar por completo.

As variações no nível dos oceanos e na umidade do ar, por outro lado, mostraram uma influência mais forte em vários momentos, inclusive no que determinou o final do último período glacial. O CO2, portanto, é realmente mais uma carta no baralho, mas não se pode dizer que seja a mais essencial.

Fonte Hypescience

22 novembro 2011

A decadência da moralidade

A Parada Gay no Acre, que reuniu milhares de pessoas neste domingo (20), em Rio Branco, será o principal tema dos debates da terça na Assembléia Legislativa. Deputados da bancada evangélica já manifestaram descontentamento ao líder do governo, deputado Moisés Diniz (PCdoB), por causa de uma performance registrada durante o evento.

Enquanto um trio elétrico tocava o hino evangélico “Faz um milagre em mim”, um homem fazia “boquete” (felação) no pênis de borracha usado por outro homem, quando os manifestantes caminhavam na Via Chico Mendes, em direção ao estacionamento do estádio Arena da Floresta.
A performance, fotografada pelo blogueiro Marcos Venícius, está tendo enorme repercussão nas redes sociais do Acre.

- Eu nunca tinha visto algo tão escancarado. Os dois homens não são um casal. Eu percebi a movimentação desde o início. O homem de camisa verde era o mais atrevido, enquanto o outro só dançava. O velhinho se aproximou e permitiu o flagrante - relata Venícius.

O governo do Acre é o principal patrocinador da Parada Gay, mas o deputado Moisés Diniz não concorda com a perfomance.

Fonte Terra

Nota: "De modo semelhante a estes, Sodoma e Gomorra e as cidades em redor se entregaram à imoralidade e a relações sexuais antinaturais. Estando sob o castigo do fogo eterno, elas servem de exemplo" Judas 1:7.

Respeito a opção sexual de qualquer ser humano, pois todos são livres. Nada contra os homossexuais, mas contra a imoralidade e a libertinagem que muitos praticam (claro que existem exceções). Também sou contra toda forma de denegrir a imagem de Deus no homem que foi criado à Sua imagem e semelhança.

Esse ato lastimável que aconteceu no Acre é apenas uma amostra de que o mundo está afundando na imoralidade.

Senhor, ajuda-nos a permanecer firmes até o fim, pois sabemos que estás chegando.

Sobre os homossexuais, faço minhas as palavras do amigo e irmão Michelson Borges: "Ser gay (ter tendências homossexuais), ..., não é pecado; manter um estilo de vida homossexual, isso, sim, segundo a Bíblia, é pecado. Líderes religiosos liberais podem tentar amenizar o discurso para parecerem politicamente corretos, mas, se forem fieis à Palavra de Deus, deverão admitir que manter relações sexuais com pessoas do mesmo sexo (assim como praticar sexo fora e antes do casamento) é considerado pecado por Aquele que inspirou a redação das Escrituras."

21 novembro 2011

Terremotos mataram mais de 780 mil na década passada

Os terremotos mataram mais de 780 mil pessoas na década passada, o que corresponde a quase 60% de todos os óbitos relacionados com essas catástrofes, segundo um estudo que será publicado na edição de sexta-feira da revista científica The Lancet.

"Além destas mortes, os terremotos afetaram diretamente dois bilhões de pessoas neste período", acrescentou.

O terremoto mais letal, um evento de magnitude 7, ocorreu em 12 de janeiro de 2010 no Haiti, onde morreram 316.000 pessoas.

A ele se seguiu a tsunami que varreu o Oceano Índico em 26 de dezembro de 2004, causado por um tremor de magnitude 9,1, no qual morreram 227 mil pessoas.

Em terceiro lugar está o terremoto de magnitude 7,9, registrado em 12 de maio de 2008 na província de Sichuan (sudoeste da China), que matou um total de 87,5 mil pessoas.

O estudo visa a fornecer aos profissionais que atuam em trabalhos de emergência e desenvolvedores de políticas um retrato da escala dos terremotos enquanto prioridade de saúde e alertar médicos sobre os tipos de ferimentos com os quais eles podem se ver confrontados.

"Terremotos maciços podem resultar em taxas de vítimas variando de 1% a 8% entre a população de risco", destacou.

"As proporções informadas de mortos e feridos variam, mas em muitos estudos parece ser de 1 a 3, aproximadamente", acrescentou.

O número de mortos aumenta em ondas, começando com os óbitos imediatos causados pelo desmoronamento de prédios, seguidos horas depois das pessoas que morrem em decorrência de ferimentos em órgãos internos, acrescentou a pesquisa.

Uma terceira onda ocorre nos dias e semanas seguintes, em pessoas afetadas por septicemia e falência de múltiplos órgãos.

Entre os sobreviventes, os principais ferimentos são relacionados com a violenta compressão de rins, fígado e baço, seguidos de lesões na medula, fraturas e lacerações.

As crianças são o grupo mais vulnerável e são de 25% a 53% dos pacientes relacionados com terremotos.

Além das operações imediatas de busca e resgate, os profissionais de assistência precisam lidar com problemas derivados de doenças infecciosas em abrigos superlotados.

Ao contrário do senso comum, os cadáveres não representam um perigo, a menos que haja um surto de cólera.

No longo prazo, os terremotos também têm um forte impacto na saúde mental, com alta prevalência da depressão.

O estudo foi realizado por Susan Bartels, do Centro Médico Diaconisa Beth Israel, em Boston, Massachusetts, e por Michael van Rooyen, do Hospital Brigham para Mulheres, também em Boston.
Os dois alertaram que as ameaças provocadas pelo terremoto devem se intensificar à medida que a população mundial cresce e as cidades se expandem para regiões vulneráveis.

Entre as cidades situadas em regiões sísmicas estão Tóquio (32 milhões de habitantes), Cidade do México (20 milhões), Los Angeles (15 milhões) e Istambul (9 milhões), observaram os autores.

Fonte Correio do Estado

10 novembro 2011

Limite de aquecimento está em risco sem ação climática até 2017

O mundo pode não ser capaz de limitar o aumento da temperatura global a níveis seguros se uma nova ação climática internacional não for tomada até 2017, já que muitas usinas de energia de combustível fóssil e fábricas estão sendo construídas, alertou a Agência Internacional de Energia nesta quarta-feira.


Se o mundo limitar o aquecimento global a 2 graus Celsius ¿ que segundo cientistas é o nível mínimo de segurança antes que efeitos devastadores das mudanças climáticas ocorram ¿ os volumes de emissão de gases não devem ter mais de 450 partes por milhão (ppm) de dióxido de carbono.

Com as emissões já chegando a 390 ppm de CO2, está se esgotando o tempo para tomar uma atitude.
A infraestrutura energética existente já está liberando 80 por cento das emissões permitidas sob esse cenário, advertiu a AIE em seu Relatório Mundial de Energia.

Quatro quintos do total das emissões de carbono relacionadas à energia permitido até 2035 para limitar o aquecimento já vêm das usinas, prédios e fábricas existentes, apontou a agência.

"A cada ano que passa sem sinais claros de investimentos em energia limpa, o ''travamento'' da infraestrutura de alta emissão de carbono está tornando mais difícil e mais caro o cumprimento de nossas metas de segurança energética e climáticas," disse Fatih Birol, economista-chefe da AIE.

O alerta vem apenas algumas semanas antes de uma reunião de negociadores internacionais na África do Sul para tentar trabalhar em um novo pacto global para combater o aquecimento global.

São baixas as expectativas de um acordo juridicamente vinculante este ano. A União Europeia está pressionando por um acordo até 2015, mas alguns outros países foram acusados de atrasar um pacto até 2018 ou 2020.

"Se novas medidas rigorosas não forem apresentadas até 2017, a infraestrutura relacionada com energia na ocasião vai gerar todas as emissões de CO2 permitidas... até 2035, não deixando espaço para usinas adicionais de energia, fábricas e outras infraestruturas, a menos que sejam de emissão zero de carbono, o que seria extremamente caro."

"Atrasar uma ação é uma falsa economia: para cada 1 dólar de investimento economizado no setor de energia antes de 2020, um adicional de 4,3 dólares precisaria ser gasto depois de 2020 para compensar o aumento das emissões", acrescentou o relatório.

Melhorias na eficiência energética precisariam responder por metade das reduções adicionais de emissão necessárias, disse a AIE.

Em maio, a AIE informou que as emissões globais de CO2 atingiram seu nível mais alto em 2010, impulsionadas principalmente pelas economias dependentes de carvão.

Se novas políticas climáticas forem implementadas cautelosamente, as emissões de CO2 acumuladas nos próximos 25 anos equivaleriam a três quartos do total dos últimos 100 anos, disse a AIE.

Isso levaria a um aumento de temperatura médio de longo prazo de 3,5 graus Celsius. Se novas políticas não forem implementadas, o mundo estará em um "caminho perigoso" para um aumento de 6 graus.

O objetivo da ONU de dar a todos do mundo acesso à energia moderna até 2030 exigiria 48 bilhões de dólares de investimento ¿ ou 3 por cento do investimento total de energia até 2030 ¿ em comparação a 9 bilhões de dólares em 2009, disse a AIE.

Fonte Terra

Nota: A pressão continua. As últimas pesquisas realizadas por cientistas têm constatado que realmente está acontecendo um aquecimento global. Os interessados na questão climática têm utilizado essas informações para promover um terrorismo mental e causar medo na população se não for feito algo para impedir a iminente destruição. Eis o perigo... já sabemos o resultado.

Brevemente estaremos disponibilizando várias palestras que têm sido realizadas em diversas igrejas sobre o tema em questão e suas consequências na vida do fiel servo de Deus. Elas estão em fase de conclusão para ser disponibilizada aqui neste espaço. Tivemos que fazer algumas alterações para ser postada na internet, pois o conteúdo é forte e  pode causar desconforto em algumas pessoas, por isso tivemos que alterá-las, mas sem que percam o foco, e isso não é fácil, pois são palestras para serem realizadas dentro da igreja a pessoas preparadas. Como são várias palestras, a equipe está trabalhando para terminá-las o mais rápido possível. Aguardem!

08 novembro 2011

Tremor de 6,8 graus atinge sul do Japão

Um terremoto de 6,8 graus na escala Richter atingiu nesta terça-feira o sul do Japão, sem registro de danos nem emissão de um alerta de tsunami. O tremor aconteceu às 0h59 (de Brasília) com epicentro no mar do arquipélago de Okinawa e a 220 km de profundidade, informou a Agência Meteorológica do Japão.

Em Okinawa, o terremoto chegou a ser sentido com uma intensidade 4 na escala japonesa fechada de 7, que se centra nas zonas afetadas mais que na intensidade do tremor. O sismo também foi sentido em outras nove províncias meridionais do Japão com uma intensidade entre 1 e 3 na escala japonesa, detalhou o organismo meteorológico.

O Japão está situado sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma região com elevada atividade sísmica, por isso os terremotos são relativamente frequentes e existem estritas normas de construção para minimizar o impacto.

No último mês de março, o país viveu um dos piores terremotos de sua história, um tremor de 9 graus na escala Richter que sacudiu o nordeste do país e provocou um devastador tsunami que deixou cerca de 20 mil mortos e desaparecidos.

Fonte Terra

07 novembro 2011

Novos estudos reforçam teoria de que Terra está mais quente

Duas pesquisas recentes reafirmam o consenso científico em torno da realidade do aquecimento global, embora também mostrem as incertezas do fenômeno.

A primeira, coordenada pelo físico Richard Muller, da Universidade da Califórnia em Berkeley, foi divulgado numa conferência nos EUA e aguarda publicação. Mas já ganhou relevância porque, até ao mês passado, Muller era um céptico do clima. Para ele, os dados usados para mostrar que o planeta está a aquecer não eram credíveis.

Decidido a colocar o consenso climático à prova, Muller organizou um estudo, o Best (sigla inglesa de «projecto Berkeley sobre a Temperatura da Superfície Terrestre»).

A pesquisa recebeu parte do seu financiamento da fundação Charles Koch, ligada à indústria do petróleo.
Num artigo no Wall Street Journal, um dos poucos grandes jornais em que a comunidade de cépticos climáticos ainda tem voz, Muller explica o porquê das suas dúvidas iniciais sobre o aquecimento global. O xis do problema são as estações meteorológicas, principais responsáveis por recolher dados de temperatura e criar uma série histórica capaz de dizer se, afinal, o planeta está mais quente.

Seguindo os dados obtidos por essas estações, o IPCC, painel do clima da ONU, estima que a temperatura média da Terra subiu 0,64 grau Célsius nos últimos 50 anos. Só que há um problema, escreve Muller: 70% dessas estações nos EUA possuem uma margem de erro superior a essa variação. Além disso, grande parte das medições de temperatura é feita em áreas urbanas, que ficaram mais quentes com asfalto, calçadas e concentração de prédios.

Muller explica que a equipa do estudo Best usou uma série de controlos experimentais para contornar essas questões. Primeiro, usaram uma massa maior de registos do que as pesquisas tradicionais sobre o tema.

Resultado: de quase 40 mil estações medidoras de temperatura mundo afora, dois terços mostraram sinais de aquecimento.

Além disso, trabalharam com dados de satélite para levantar as tendências de temperatura apenas nas estações de medição em áreas rurais, e não houve diferença em relação às mais urbanas. E a magnitude do aquecimento é comparável tanto nas estações de boa qualidade quanto nas que trazem dados mais incertos.

«Embora as estações de baixa qualidade trazem temperaturas incorrectas, ainda assim seguem as mudanças de temperatura», afirma.


Muller e os seus colegas, porém, não investigaram as causas do aquecimento nem o que acontecerá daqui para a frente. Nesse último ponto, uma pesquisa publicada recentemente na revista científica Journal of Geophysical Research mostra que os cientistas ainda terão muito trabalho pela frente.
Julia Crook e Piers Forster, da Universidade de Leeds (Reino Unido), fizeram uma análise detalhada dos modelos climáticos, as simulações por computador que servem para prever o futuro do clima.

O jeito tradicional de verificar se esses modelos são úteis é tentar ver se eles reproduzem o que ocorreu com o clima no século XX.

Eles conseguem isso, dizem os cientistas, mas de uma forma que não depende da força dos feedbacks positivos do clima, ou seja, da maneira como mudanças actuais amplificam o aquecimento futuro. Por exemplo: derreter gelo no Árctico torna a região mais escura. Com isso, ela absorve mais luz solar e aquece ainda mais. Por causa disso, é provável que nenhum modelo actual seja capaz de prever como será o clima do futuro.

Fonte Diário Digital

01 novembro 2011

Informe Profético: Mudanças climáticas estão ligadas ao aumento de catástrofes naturais... Leia a nota no final da postagem

PARIS — Seca, inundações, ciclones e incêndios: os desastres climáticos estão mais frequentes e intensos com o aquecimento global provocado por atividades humanas. A tendência é que esta situação se agrave, alerta um relatório da ONU sobre o clima.

Claro que o impacto do aquecimento climático sobre os eventos depende de sua natureza e de sua distribuição, muito desigual, entre as diferentes regiões do mundo. Além disso, o nível de certeza das previsões formuladas por especialistas varia com a quantidade e a qualidade dos dados disponíveis.

Mas centenas de cientistas redigiram este relatório para o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) e são contundentes: os eventos climáticos extremos serão, no geral, mais graves e mais frequentes nas próximas décadas, um risco a mais para a maior parte dos habitantes de nosso planeta.

"Este é o maior esforço já realizado para avaliar o modo como as catástrofes estão mudando", afirmou Neville Nicholls, professor da Universidade Monash de Melbourne e coordenador de um dos capítulos deste relatório, que deve ser revisado pela ONU durante a reunião em Kampala, antes da publicação, programada para o dia 18 de novembro.

Esta publicação coincide com uma série de catástrofes naturais devastadoras que suscitaram muitas interrogações e inquietações.

Em 2010, temperaturas recordes favoreceram incêndios que destruíram florestas da Sibéria, enquanto o Paquistão e a Índia sofreram com inundações sem precedentes.

Neste ano, os Estados Unidos registraram um número recorde de desastres, desde o transbordamento do Mississippi e do Missouri até o furacão Irene, passando pela seca terrível que afeta atualmente o Texas.

Na China, regiões inteiras sofrem com secas intensas, enquanto chuvas devastam a América Central e a Tailândia.

Anormalidade meteorológicas ou aquecimento climático?

Trata-se apenas de anormalidades climáticas momentâneas ou são consequências, profundas e duráveis, do aquecimento global?

A maior parte destes eventos são consequência do aquecimento climático produzido por ação humana: aumento das temperaturas, do teor de água na atmosfera e da temperatura dos oceanos. Todos eles, fatores propícios para agravar e provocar eventos climáticos extremos.

De acordo com o relatório, apoiado em centenas de estudos publicados nos últimos anos, é quase certo, de 99% a 100%, que a frequência e a magnitude dos recordes de calor diários vai aumentar em escala planetária neste século 21.

E é também muito provável (90% a 100%) que a duração, a frequência e a intensidade das ondas de calor continuarão a aumentar em quase todas as regiões.

Os picos de temperatura vão provavelmente (66% a 100% de certeza) aumentar em relação ao fim do século 20, até 3°C em 2050 e 5°C até 2100.

Muitas áreas, particularmente os trópicos e as latitudes elevadas, vão enfrentar chuvas e neves mais intensas. Paralelamente as secas vão se agravar em outros pontos do globo, em especial no Mediterrâneo, na Europa Central, na América do Norte, no nordeste do Brasil e na África austral.

O aumento do nível dos mares e da temperatura das águas vai provocar ciclones mais destrutivos, enquanto o derretimento das geleiras e do permafrost, combinada com mais precipitações, poderá provocar mais deslizamentos, diz o IPCC.

Fonte AFP

Nota: "...Na terra, as nações se verão em angústia e perplexidade com o bramido e a agitação do mar. Os homens desmaiarão de terror, apreensivos com o que estará sobrevindo ao mundo; e os poderes celestes serão abalados." Lucas 21:25-26.

Não precisa interpretar o texto, apenas faça a comparação com este relatório da ONU e a descrição feita por Cristo de como o mundo estaria antes de sua volta (Lucas 21:24-33).

"Assim também, quando virem estas coisas acontecendo, saibam que o Reino de Deus está próximo. Eu lhes asseguro que não passará esta geração até que todas essas coisas aconteçam. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão." Lucas 21:32-33.

A Geração que vivenciar estas coisas (descritas no relatório da ONU), Jesus afirmou: não passará. Ele voltará em nossos dias.

Juntando a este relatório as informações proféticas referentes à união igreja/estado, ecumenismo e ecomenismo, a única coisa que podemos fazer é orar e vigiar para que estejamos entre aqueles que serão contados como vencendores.

Mais Outro...Fortes terremotos atingem região oeste da China

Dois terremotos, de 6 e 5,4 graus na escala Richter, sacudiram na manhã desta terça-feira as províncias ocidentais chinesas de Xinjiang, no primeiro caso, e de Sichuan e Gansu, no segundo, sem que por enquanto tenham sido reportados vítimas fatais ou danos materiais, informou a agência oficial Xinhua

Segundo os dados tornados públicos pelo Centro de Controle de Terremotos da China, o terremoto mais forte atingiu a região autônoma de Xinjiang às 8h51 locais e afetou principalmente a localidade de Kazak. 

Horas antes, às 5h58, outro sismo, este de 5,4 graus, sacudiu a zona fronteiriça entre as províncias de Sichuan e Gansu. O epicentro do terremoto teve uma profundidade de 20 km e foi localizado entre as cidades de Guangyuan, no norte da província de Sichuan, e Longnan, localidade meridional de Gansu.
"As pessoas saíram correndo de suas casas quando ocorreu o sismo, mas não houve quedas de casas nas zonas urbanas", disse à agência Xinhua Zhang Huaibi, funcionário de Longnan.

Fonte Terra

31 outubro 2011

Outro... Terremoto de 5,9 graus atinge ilha indonésia de Sumatra

Um terremoto de 5,9 graus de magnitude na escala aberta de Richter atingiu neste domingo o litoral sul da ilha indonésia de Sumatra, sem registro de vítimas ou danos materiais.

O Instituto Geológico dos Estados Unidos, que vigia a atividade sísmica do mundo, situou o epicentro a 39 km de profundidade.

A Indonésia fica no chamado "Anel de Fogo do Pacifico", uma região de grande atividade sísmica e vulcânica em que ocorrem 7 mil terremotos, a maioria moderados.

Em setembro de 2010, ao menos 3 mil pessoas morreram nesta mesma região do oeste de Sumatra por causa de um tremor de 7,6 graus.

Fonte Terra

Terremoto no Peru deixa 83 feridos e 660 desabrigados


O forte terremoto de magnitude 6,9 sentido na sexta-feira em Lima e em várias cidades do Peru, gerando pânico na população, deixou 83 feridos, 132 casas danificadas e 660 desabrigados.

Os maiores danos foram registrados na cidade de Ica, 325 km ao sul de Lima, de 124 mil habitantes.

A imprensa local informou que o terremoto foi sentido em várias cidades costeiras e dos Andes, onde ocorreram cenas de pânico, apesar de até agora não terem sido informados danos ou vítimas.

Também ocorreram cortes nas comunicações telefônicas, que já foram restabelecidas.

O Instituto Geofísico do Peru informou que o terremoto ocorreu às 13h54 locais (16h54 de Brasília), a cerca de 220 km ao sul de Lima, no Oceano Pacífico, a uma profundidade de 40 km.

"O epicentro foi perto da costa. Foi sentido em boa parte da serra, como Cuzco, Arequipa e Ayacucho, apesar de ali ter tido menor intensidade", disse o diretor do Instituto Geofísico, Hernán Tavera.

O Centro de Alertas para Maremotos do Pacífico não emitiu alerta, apesar de ter advertido que os terremotos dessa magnitude podem causar maremotos destrutivos.

O terremoto desta sexta-feira teve seu epicentro na mesma região onde em 15 de agosto de 2007 ocorreu um forte tremor, de 7,9 graus, que provocou a morte de mais de 500 pessoas.

Fonte G1

Nota: Já são tantos que nem causa mais espanto. Este é o desafio para os que vivem em plena vigilância: não se deixar adormecer diante de tantos sinais.

28 outubro 2011

Amazónia está muito próxima de não conseguir sobreviver


A Amazônia está muito próxima de um ponto de não retorno para a sua sobrevivência, devido a uma combinação de factores que incluem aquecimento global, abate de árvores e queimadas que minam o seu sistema hidrogeológico.
 
A advertência foi feita por Thomas Lovejoy, actualmente professor da George Mason University, no Estado de Virgínia, EUA, no primeiro dia do simpósio internacional FAPESP Week, em Washington.

O biólogo Lovejoy, um dos mais importantes especialistas mundiais sobre a Amazónia, começou a trabalhar na floresta brasileira em 1965, «apenas três anos depois da fundação da FAPESP», lembrou.

Apesar de muita coisa positiva ter acontecido nestes 47 anos («quando pisei pela primeira vez em Belém, só havia uma floresta nacional e uma área indígena demarcada e quase nenhum cientista brasileiro se interessava em estudar a Amazónia; hoje essa situação está totalmente invertida»), também apareceram no período diversos factores de preocupação.

Fonte Diário Digital

Políticos e religiosos se reúnem em Congresso Estadual do Fenasp


O presidente do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (Fenasp) de Mato Grosso, pastor Cristiano Paulino, apresentou durante sessão da Câmara Municipal de Cuiabá as bandeiras de luta do Fenasp e fez o convite aos parlamentares para participarem do Congresso Estadual do Fenasp Mato Grosso que terá início nesta sexta-feira (28), na capital. Hoje, o Fórum é uma das entidades mais representativas no que diz respeito à defesa dos princípios cristãos e os valores da família.

O Congresso Estadual do Fenasp terá como tema “Construindo Pontes – Renovando Mentes - na família, na mídia, na política, na sociedade” com uma série de palestras com autoridades políticas e eclesiásticas de todo Brasil, e será realizado no auditório Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa, sexta e sábado, a partir das 19 horas. Deputados estaduais de Mato Grosso, além dos vereadores, já confirmaram presença.

Na ocasião, o estado receberá lideranças políticas e especialistas em diversas áreas, que serão palestrantes durante a realização do Congresso.

O evento é fruto de um esforço conjunto entre a Associação dos Parlamentares Evangélicos do Brasil (Apeb) e da Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil (Consepab), e tem como objetivo defender e trazer à luz uma posição profética e pública em defesa dos valores do Reino de Deus para com o Governo, o Congresso Nacional e a opinião pública em geral.

“Autoridades políticas e eclesiásticas de todo o estado devem comparecer ao evento, que é uma oportunidade única para tratar de assuntos de interesse coletivo”, diz Wilton Acosta, presidente nacional do Fenasp.

Desde a sua criação, o Fórum teve participação efetiva no acompanhamento de algumas iniciativas no âmbito do Legislativo e do Executivo, a exemplo do Código Civil, das iniciativas de descriminalizar a prática do aborto, dos projetos que visam acabar com a liberdade de culto e do pensamento (PLC 122 e 6418), o enfrentamento constante a iniciativas do governo federal e dos estaduais de tentarem doutrinar as crianças com a prática do homossexualismo. “Os vereadores entenderam que a nossa busca é pelo bem estar e bom andamento da sociedade. Foram receptivos e acreditamos que haverá adesão de todos eles ao nosso movimento de valorização da vida”, disse o presidente do Fenasp.

Além dos vereadores, líderes comunitários também conheceram, nesta semana, as propostas encabeçadas pela entidade, e confirmaram participação no evento. Durante o Congresso do Fenasp MT haverá a celebração da aprovação do projeto de lei que cria o Dia do Nascituro - encaminhado pelo Fenasp-MT ao vereador Toninho de Souza - pela Câmara Municipal de Cuiabá. Em Rondonópolis, o projeto está em fase de tramitação da Casa de Leis.

FENASP - O Fenasp reúne inúmeras lideranças políticas, eclesiásticas e militantes defensores dos valores familiares de diversas denominações e está presente em diversos estados brasileiros.


Nota: Política e religião nunca foram boas companheiras, todas as vezes que estiveram juntas, houve problemas e perseguições, por esse motivo elas foram separadas. A Bíblia afirma que isso voltará a acontecer (Apocalipse 13). Esse movimento que visa um estreitamento entre elas, não está acontecendo somente aqui no Brasil, mas em todo o mundo, e os pontos principais que estão influenciando para que isso aconteça são:

1. "defender e trazer à luz uma posição profética e pública em defesa dos valores do Reino de Deus para com o Governo, o Congresso Nacional e a opinião pública em geral";
2. "assuntos de interesse coletivo";
3. Preservação da família;
 
Para isso uniram-se "inúmeras lideranças políticas, eclesiásticas e militantes defensores dos valores familiares de diversas denominações e está presente em diversos estados brasileiros."

Promover "os valores do Reino de Deus" junto ao Governo e à opinião pública é uma excelente ideia, desde que os valores sejam realmente aqueles apresentados na Bíblia, os Dez Mandamentos contidos no Êxodo 20:3-17, e defendidos no Apocalipse 12:17 e 14:12, caso contrário, serão valores do reino do homens.

Os "assuntos de intesse coletivo" realmente devem ser considerados, desde que a minoria não seja prejudicada e nem perseguida, somos seres livres e não podemos tolerar a tirania. Um dos assuntos de intesse coletivo pode ser a preservação do meio ambiente, isso é realmente louvável, mas não podemos usar esse assunto para promover dogmas religiosos.

A instituição familiar realmente deve ser preservada. Deus até separou um dia para que a família parasse, se reunisse e o adorasse com exclusividade, esse dia é o Sábado contido em toda a Bíblia. Espero que não esqueçam disso. Se escolherem outro dia (domingo), são livres para que possam assim fazer, mas "cada um dará conta de si mesmo a Deus", pois Ele só aceita o que pede e não o que nós queremo dar. Ademais, ninguém deve ser coagido a obervar o domingo, somos seres livres, não esqueçam disso!

25 outubro 2011

Estudo alerta para derretimento das geleiras na China

PARIS, 25 Out 2011 (AFP) -A rápida elevação das temperaturas, causada pelo aquecimento global, está provocando o derretimento das geleiras chinesas na cordilheira do Himalaia, um impacto que ameaça habitats, o turismo e o desenvolvimento econômico, alerta um estudo publicado esta terça-feira.

Das 111 estações meteorológicas espalhadas pelo sudoeste da China, 77% demonstraram elevações significativas de temperaturas entre 1961 e 2008, segundo o estudo, publicado no periódico britânico Environmental Research Letters.

Nas 14 estações de monitoramento acima dos 4.000 metros, o salto neste período foi de 1,73 grau Celsius, aproximadamente duas vezes a elevação média global registrada ao longo do último século.

Cientistas liderados por Li Zhongxing, da Academia Chinesa de Ciências, identificaram três alterações em curso nas geleiras que poderiam ser causadas, pelo menos em parte, por esta tendência constante de aquecimento.

Segundo eles, a maior parte das geleiras examinadas demonstrou um "recuo drástico", além de uma grande perda de massa.

O estudo também demonstrou que lagos glaciais, alimentados pelo gelo derretido de geleiras, aumentaram de tamanho.

"As implicações destas mudanças são muito mais sérias do que uma mera alteração da paisagem", alertaram os cientistas.

"As geleiras integram milhares de ecossistemas e desempenham um papel crucial no sustento de populações humanas", acrescentaram.

O sudoeste da China tem 23.488 geleiras, cobrindo uma área de 29.523 quilômetros quadrados, através do Himalaia e das montanhas Nyainqntanglha, Tanggula e Hengduans.

Mudanças no padrão de chuvas e das nevascas foram menos marcantes, mas ainda consistentes com as previsões de modelos de mudanças climáticas, afirmaram.

"É imperativo que determinemos a relação entre as mudanças climáticas e variações nas geleiras, particularmente o papel das precipitações, uma vez que as consequências do recuo do gelo são muito abrangentes", disse Li.

Fonte Terra

Estudo independente confirma aquecimento global de 1º C

A briga continua

Os chamados céticos do aquecimento global perderam uma batalha importante nesta semana.
Uma nova análise usou dados e métodos diferentes para chegar à mesma conclusão - de que a superfície da Terra está ficando mais quente.

Mas isto está longe de acabar com a histórica luta entre climatologistas, que tem contribuído para lançar dúvidas na população acerca do fenômeno - como decorrência desse embate, pesquisas têm mostrado variações no apoio do público às medidas de combate às mudanças climáticas.

Os chamados céticos até agora se alinhavam em duas vertentes.

A primeira defendia que não haveria aquecimento global, e que os dados sugeriam isto porque as estações meteorológicas estavam mal colocadas, amplificando um aquecimento que seria típico das cidades.
Esta vertente agora parece ter perdido totalmente seus argumentos, graças a este novo estudo.

Mas há ainda uma segunda vertente, que defende que o aquecimento global realmente existe, mas não é causado pelo homem. Estes continuarão de bandeira em punho, porque seus argumentos não foram descartados pelo novo estudo.

Aquecimento global de 1º C

Desde 1950, a temperatura média em terra aumentou em um grau centígrado, segundo as descobertas do grupo Berkeley Earth Project.

O Berkeley Earth Project usou novos métodos e novos dados, mas as descobertas do grupo seguem a mesma tendência climática vista pela Nasa e pelo Escritório de Meteorologia da Grã-Bretanha, por exemplo.
"Nossa maior surpresa foi que os novos resultados concordam com os valores de aquecimento publicados anteriormente por outras equipes nos Estados Unidos e Grã-Bretanha", afirmou o professor Richard Muller, que estabeleceu o Berkeley Earth Project na Universidade da Califórnia reunindo dez cientistas renomados.
"Isto confirma que estes estudos foram feitos cuidadosamente e que o potencial de (estudos) tendenciosos, identificados pelos céticos em relação ao aquecimento global, não afetam seriamente as conclusões", acrescentou.

O grupo de cientistas também relata que, apesar de o efeito de aumento de calor perto de cidades - o chamado efeito de ilha de calor urbana - ser real e já ter sido estabelecido, ele não é o responsável pelo aquecimento registrado pela maioria das estações climáticas no mundo todo.

Ilhas de calor

O grupo examinou as alegações de blogueiros "céticos" em relação ao fenômeno, que afirmam que os dados de estações meteorológicas não mostram uma tendência verdadeira de aquecimento global.

Eles dizem que muitas estações meteorológicas registraram aquecimento por estarem localizadas perto de cidades - e as cidades crescem, aumentando o calor.

No entanto, o grupo de cientistas descobriu cerca de 40 mil estações meteorológicas no mundo todo cujas informações foram gravadas e armazenadas no formato digital.

Os pesquisadores então desenvolveram uma nova forma de analisar os dados para detectar a tendência das temperaturas globais em terra desde 1800.

O resultado foi um gráfico muito parecido com aqueles produzidos pelos grupos mais importantes do mundo, que tiveram seus trabalhos criticados pelos céticos.

Dois destes três registros são mantidos pelos Estados Unidos, na Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) e na Nasa. O terceiro é uma colaboração entre o Escritório de Meteorologia da Grã-Bretanha e o Centro de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia (UEA).

ClimaGate

O professor Phil Jones, do Centro de Pesquisa Climática da UEA, encarou o trabalho do grupo com cautela e afirmou que espera ler "o relatório final", quando for publicado.

"Estas descobertas iniciais são muito encorajadoras e ecoam nossos resultados e nossa conclusão de que o impacto das ilhas urbanas de calor na média global de temperatura é mínimo", disse.

Phil Jones foi um dos cientistas britânicos acusados de manipular dados para exagerar a influência humana no aquecimento global. Os cientistas foram inocentados em 2010.

O caso teve início em 2009, com o vazamento de e-mails de Jones nos quais o cientista parecia sugerir que alguns dados de pesquisas sobre o aquecimento global fossem excluídos de apresentações que seriam realizadas na conferência da ONU sobre mudanças climáticas.

O episódio deu munição aos céticos em relação ao papel dos seres humanos nas alterações climáticas. Mas a sindicância da Universidade de East Anglia concluiu que não havia dúvidas sobre o rigor e a honestidade dos cientistas.

Revisão aberta

Bob Ward, diretor de política e comunicações para o Instituto Graham de Mudança Climática e Meio Ambiente, de Londres, afirmou que o aquecimento global é claro.

"Os chamados céticos devem deixar de lado suas alegações de que o aumento na temperatura média global pode ser atribuído ao impacto do crescimento das cidades", disse.

A equipe do Berkeley Earth Project decidiu divulgar os dados de suas pesquisas inicialmente em seu próprio website, em vez de fazê-lo em uma publicação especializada.

Os pesquisadores estão pedindo para que os internautas comentem e forneçam suas opiniões antes de preparar os manuscritos para a publicação científica formal.

Richard Muller, que criou o grupo de pesquisa, afirmou que esta livre circulação de informações marca uma volta à forma como a ciência precisa ser feita, ao invés de apenas publicar o estudo em revistas científicas.

Fonte IT

Nota: Independentemente de estar havendo ou não um aquecimento no planeta, o problema está em usar esse assunto para causar alarde e, consequentemente, impor leis que restringem a liberdade individual. É certo que algo de errado está acontecendo em nosso planeta, pois isso é profético.