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13 janeiro 2014

Google salva seu histórico de localização minuto a minuto; saiba como desativar!



Sabe onde você estava na última quarta-feira, às 11h05? O Google sabe. A empresa guarda muitas informações sobre você. Muitas mesmo, em um nível que você não imagina. E é capaz de manter um histórico de minuto-a-minuto de sua localização e armazená-lo por um bom tempo e você pode conferir tudo isso clicando aqui.

Você já parou para se perguntar como funciona o Google Now e como ele é capaz de saber se você está se deslocando, se você está em casa, ou se você está no trabalho. É graças às informações contidas neste Histórico ele é capaz de calcular isso.

Olhar um mapa como este parece bastante assustador. Serve como alento, no entanto, o fato de estas informações serem coletadas de forma opcional quando você possui algum smartphone ou tablet Android. O usuário precisa aceitar que o Google colete estes dados para que serviços como o Google Now funcionem e, caso ele prefira não ser rastreado, basta desativar o recurso.

O Google permite que todo o histórico seja apagado, caso o usuário se sinta incomodado, ou até mesmo as informações de um dia específico, caso ele prefira assim.

Vale ressaltar que o recurso para conferir o Histórico de Localização não é novo, mas o Google não o mantém muito à vista, então é provável que a maioria das pessoas nem saibam o nível de informação que a empresa tem sobre eles.

Clique aqui e saiba como desativar

28 outubro 2011

Políticos e religiosos se reúnem em Congresso Estadual do Fenasp


O presidente do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (Fenasp) de Mato Grosso, pastor Cristiano Paulino, apresentou durante sessão da Câmara Municipal de Cuiabá as bandeiras de luta do Fenasp e fez o convite aos parlamentares para participarem do Congresso Estadual do Fenasp Mato Grosso que terá início nesta sexta-feira (28), na capital. Hoje, o Fórum é uma das entidades mais representativas no que diz respeito à defesa dos princípios cristãos e os valores da família.

O Congresso Estadual do Fenasp terá como tema “Construindo Pontes – Renovando Mentes - na família, na mídia, na política, na sociedade” com uma série de palestras com autoridades políticas e eclesiásticas de todo Brasil, e será realizado no auditório Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa, sexta e sábado, a partir das 19 horas. Deputados estaduais de Mato Grosso, além dos vereadores, já confirmaram presença.

Na ocasião, o estado receberá lideranças políticas e especialistas em diversas áreas, que serão palestrantes durante a realização do Congresso.

O evento é fruto de um esforço conjunto entre a Associação dos Parlamentares Evangélicos do Brasil (Apeb) e da Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil (Consepab), e tem como objetivo defender e trazer à luz uma posição profética e pública em defesa dos valores do Reino de Deus para com o Governo, o Congresso Nacional e a opinião pública em geral.

“Autoridades políticas e eclesiásticas de todo o estado devem comparecer ao evento, que é uma oportunidade única para tratar de assuntos de interesse coletivo”, diz Wilton Acosta, presidente nacional do Fenasp.

Desde a sua criação, o Fórum teve participação efetiva no acompanhamento de algumas iniciativas no âmbito do Legislativo e do Executivo, a exemplo do Código Civil, das iniciativas de descriminalizar a prática do aborto, dos projetos que visam acabar com a liberdade de culto e do pensamento (PLC 122 e 6418), o enfrentamento constante a iniciativas do governo federal e dos estaduais de tentarem doutrinar as crianças com a prática do homossexualismo. “Os vereadores entenderam que a nossa busca é pelo bem estar e bom andamento da sociedade. Foram receptivos e acreditamos que haverá adesão de todos eles ao nosso movimento de valorização da vida”, disse o presidente do Fenasp.

Além dos vereadores, líderes comunitários também conheceram, nesta semana, as propostas encabeçadas pela entidade, e confirmaram participação no evento. Durante o Congresso do Fenasp MT haverá a celebração da aprovação do projeto de lei que cria o Dia do Nascituro - encaminhado pelo Fenasp-MT ao vereador Toninho de Souza - pela Câmara Municipal de Cuiabá. Em Rondonópolis, o projeto está em fase de tramitação da Casa de Leis.

FENASP - O Fenasp reúne inúmeras lideranças políticas, eclesiásticas e militantes defensores dos valores familiares de diversas denominações e está presente em diversos estados brasileiros.


Nota: Política e religião nunca foram boas companheiras, todas as vezes que estiveram juntas, houve problemas e perseguições, por esse motivo elas foram separadas. A Bíblia afirma que isso voltará a acontecer (Apocalipse 13). Esse movimento que visa um estreitamento entre elas, não está acontecendo somente aqui no Brasil, mas em todo o mundo, e os pontos principais que estão influenciando para que isso aconteça são:

1. "defender e trazer à luz uma posição profética e pública em defesa dos valores do Reino de Deus para com o Governo, o Congresso Nacional e a opinião pública em geral";
2. "assuntos de interesse coletivo";
3. Preservação da família;
 
Para isso uniram-se "inúmeras lideranças políticas, eclesiásticas e militantes defensores dos valores familiares de diversas denominações e está presente em diversos estados brasileiros."

Promover "os valores do Reino de Deus" junto ao Governo e à opinião pública é uma excelente ideia, desde que os valores sejam realmente aqueles apresentados na Bíblia, os Dez Mandamentos contidos no Êxodo 20:3-17, e defendidos no Apocalipse 12:17 e 14:12, caso contrário, serão valores do reino do homens.

Os "assuntos de intesse coletivo" realmente devem ser considerados, desde que a minoria não seja prejudicada e nem perseguida, somos seres livres e não podemos tolerar a tirania. Um dos assuntos de intesse coletivo pode ser a preservação do meio ambiente, isso é realmente louvável, mas não podemos usar esse assunto para promover dogmas religiosos.

A instituição familiar realmente deve ser preservada. Deus até separou um dia para que a família parasse, se reunisse e o adorasse com exclusividade, esse dia é o Sábado contido em toda a Bíblia. Espero que não esqueçam disso. Se escolherem outro dia (domingo), são livres para que possam assim fazer, mas "cada um dará conta de si mesmo a Deus", pois Ele só aceita o que pede e não o que nós queremo dar. Ademais, ninguém deve ser coagido a obervar o domingo, somos seres livres, não esqueçam disso!

22 setembro 2011

O estouro das bolhas pós-11/9

Terça-feira, 11 de setembro de 2001. Era uma manhã comum de trabalho na redação da Casa Publicadora Brasileira. A rotina seguia seu curso: textos para revisar, matérias para escrever, decisões editoriais. Até que alguém gritou da sala de reuniões: “Venham ver isso aqui!” Quando entrei na sala, o relógio marcava nove horas e a TV estava ligada. A imagem que vi parecia a de um desses filmes apocalípticos hollywoodianos, mas o logotipo da emissora norte-americana CNN deixava claro que não se tratava de ficção. Uma das torres gêmeas do World Trade Center em Nova York estava pegando fogo! Assentei-me numa das cadeiras e fiquei sabendo, instantes depois, que um avião da American Airlines (voo 11) havia atingido o arranha-céu fazia poucos minutos. Nem os repórteres (muito menos nós, que estávamos ali naquela sala a mais de oito mil quilômetros de distância) sabiam exatamente o que estava acontecendo. Teria sido um terrível acidente? Às 9h03, com os olhos ainda grudados na tela da TV, tivemos certeza de que aquilo não se tratava de acidente: outro avião, agora da United Airlines (voo 175), acabava de atingir a torre sul. Em duas horas, tudo o que sobrou dos dois edifícios foi uma montanha de entulho e muita poeira. Meus colegas e eu emudecemos. As imagens eram dramáticas e as informações, escassas. Pairava no ar a sensação de que aquele dia mudaria os rumos da história em nosso planeta. E mudou.


Conforme ficamos sabendo depois, os atentados de 11 de setembro de 2001 foram, na verdade, uma série de ataques-suicidas coordenados pela organização terrorista Al Qaida. Na manhã daquela terça-feira, 19 terroristas sequestraram quatro aviões comerciais. Além dos dois que foram lançados contra as torres gêmeas, um atingiu o Pentágono, nos arredores de Washington, e o quarto deveria atingir a Casa Branca ou o Capitólio, não tivessem os passageiros se insurgido e tentado retomar o controle da aeronave, que acabou caindo num campo próximo de Shanksville, na Pensilvânia. O total de mortos nos ataques foi de quase três mil pessoas, incluindo os 19 sequestradores.

Confiando no “auxílio alienígena”

A resposta dos Estados Unidos não demorou muito e ficou conhecida como Guerra ao Terror. O país invadiu o Afeganistão para derrubar o Talibã, que abrigou os terroristas da Al Qaeda, e declarou guerra ao Iraque de Saddam Hussein, com a acusação falsa de que ali havia armas de destruição em massa. Essa ação militar imprópria (para dizer o mínimo) diluiu muito da simpatia mundial com a tragédia americana. Além disso, milhares de vidas e bilhões de dólares foram perdidos na empreitada – mesmo assim, o mundo aceitou tudo. O foco da nação mais poderosa do planeta se tornou a guerra contra o terrorismo e houve descuido em outras áreas, como a econômica. Resultado: o mundo entrou numa época de turbulência econômica sem precedentes e que já dura uma década.

Para o analista de sistemas Marco Dourado, de Curitiba, o crescimento da economia desde o pós-guerra incentivou o consumismo e, a partir dos anos 1980, emergiu uma geração de jovens moralmente insensíveis, agressivos e ávidos, obcecados por fazer fortuna a qualquer preço, preferencialmente antes de atingir os 30 anos de idade – os yuppies. A compulsão pelo ganho fabuloso e imediato encontrou sua melhor expressão no mercado de ações das empresas de novas tecnologias, as chamadas pontocom. “A farra durou até o fim do milênio, quando o estouro dessa bolha ameaçou lançar o mundo em gravíssima recessão. A solução, se é que pode ser assim chamada, foi baixar paulatinamente os juros dos papéis da dívida norte-americana para patamares impensáveis. Isso gerou outra bolha de especulação devido ao crédito fácil, sobretudo no mercado imobiliário. Esse crédito acabou sendo diluído cavilosamente para dentro de diversos setores da economia. Pessoas que estavam pagando hipotecas viáveis dentro de suas expectativas financeiras e profissionais refinanciavam suas dívidas passando a comprar imóveis duas e até três vezes mais caros que o valor da hipoteca inicial. A situação perdurou até 2008, quando essa nova bolha estourou”, avalia e relembra Dourado.

A “solução” do governo Obama? Aumentar o endividamento americano para além da ionosfera. “Como não existe dinheiro no planeta para desmontar essa bolha, os aficionados por ETs creem que apenas auxílio alienígena possa reverter o quadro”, brinca Dourado (embora saiba que o assunto é muito sério, conforme demonstra o gráfico comparativo publicado no site da revista Veja).

Medo e alienação

O que se espera para os Estados Unidos é o mesmo que aconteceu com o Japão: lenta decadência causada por endividamento, inflação e queda do PIB. “Os efeitos políticos e sociais desse cenário tendem a ser devastadores”, prevê Dourado. “Isso vai complicar em muito a política externa. Quando o pragmatismo desbanca a diplomacia, vale a lei do mais forte sem paliativos, sem concessões. Quando um peixe grande abaixa o padrão, os demais seguem na cola. Tendemos à década de 1930, substituindo o conflito ideológico pela agenda ambiental. Não faltarão atores laterais querendo se aproveitar para aumentar sua influência. O Vaticano já desponta nesse sentido. Alguns fatores agravantes (ex.: desastres naturais), se combinados, certamente acelerarão o quadro”, conclui.

O professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas Maurício Santoro também relaciona os atuais problemas econômicos com o 11/9: “Para evitar uma desaceleração econômica, naquela época o governo dos Estados Unidos reduziu os juros e estimulou o consumo da população. Com baixas taxas de retorno, a população começou a consumir e a procurar opções mais rentáveis de investimentos, como a Bolsa de Valores. Muitos compraram casas com financiamento a juros baixos, pegaram empréstimos colocando imóveis como garantia e foram investir em ações e consumir mais, alimentando o descontrole sobre as finanças pessoais e o sistema financeiro como um todo. Construíram um castelo de cartas que ruiu com a crise financeira de 2008.”

Mas os maus ventos não sopraram apenas contra a economia.

Em seu artigo “O fim da democracia norte-americana”, o jornalista e professor universitário Ruben Dargã Holdorf mostra que a mídia norte-americana mudou seus valores e que as práticas vigentes enfraquecem cada vez mais o perfil histórico dos Estados Unidos como nação defensora das liberdades de imprensa, expressão e consciência. Holdorf menciona pesquisa segundo a qual apenas 47% das pessoas leem algum jornal nos Estados Unidos. Além disso, “um americano médio investe somente 99 horas anuais na leitura de livros, enquanto torra 1.460 horas em frente a um televisor; e ridículos 11% são os leitores de jornal diário, cujos quadrinhos e classificados de carros usados se demonstram os prediletos”. Nesse cenário de medo e alienação, fica bem mais fácil para uma elite ditar os rumos da política.

“Tortura contra suspeitos de terrorismo”

Holdorf lembra que a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos garante que “o Congresso não fará nenhuma lei... que restrinja a liberdade de expressão ou de imprensa”. Mas, para ele, “algo de anormal” ocorre nos bastidores da mídia norte-americana, e isso vem enfraquecendo um sólido fundamento de mais de 200 anos. “A rivalidade entre o governo e a imprensa se iniciou logo após os atentados de 11/9, quando a conselheira nacional de Segurança, Condoleezza Rice, solicitou à imprensa nacional evitar qualquer notícia prejudicial à ordem no país. Os chefes de redação Ron Gutting e Dan Guthrie, dos jornais City Sun e Daily Courier, respectivamente, ousaram cumprir a Primeira Emenda e criticar o presidente. Amargaram a demissão. Configurava-se aí o princípio da derrocada da Primeira Emenda e o primeiro abalo contra a democracia”, lembra o jornalista.

Para Holdorf, outro fator que atenta contra a diversidade de pensamento é o monopólio da informação. “Quando as comunicações se aglutinam sob o comando e orientação de poucos ou somente uma empresa jornalística, ocorre o risco da manipulação. Os Estados Unidos têm hoje apenas seis grandes empresas de comunicação. E já foram cerca de mil. O número de cidades norte-americanas com pelo menos dois jornais concorrentes é de reduzidos 34 locais”, contabiliza.

Em seu artigo, Holdorf cita estudiosos segundo os quais a morte da democracia na América começa a partir do momento em que os Estados Unidos justificaram ataques militares e invasões a países suspeitos de terrorismo [em seu artigo “Um messias judaico-americano”, o jornalista e doutor em teologia Vanderlei Dorneles sustenta que, provavelmente, a motivação maior dessa guerra e da própria política imperialista norte-americana seja algo que foi tratado apenas superficialmente pelos meios de comunicação no Brasil – uma “utopia” religiosa, entesourada na crença evangélica americana] Após destronarem a democracia, surgiu um Estado fascista e teocrático. E quase ninguém parece se importar, pois talvez não se dê conta de onde isso pode terminar.

Segundo matéria publicada na revista Superinteressante de setembro, para combater o terrorismo (ou com essa justificativa), “os Estados Unidos tomaram medidas radicais. O governo passou a grampear secretamente e-mails e telefonemas da população. Criou cadeias à margem da lei (como a de Guantánamo, que não obedece às regras jurídicas do país) e usou tortura contra suspeitos de terrorismo – que podem ser presos por tempo indeterminado, mesmo sem provas ou sequer uma acusação concreta. Por tudo isso, há quem diga que os Estados Unidos se tornaram um Estado policial”.

“Combatentes inimigos ilegais”

A crescente apatia política do povo norte-americano está abrindo as portas para as ações da Nova Direita, maior movimento religioso dos Estados Unidos, simpatizante do Partido Republicano e que defende a união do Estado com a Igreja. Inclusive, a pré-candidata republicana Michele Bachmannchegou a afirmar que o terremoto e o furacão Irene (que atingiram estados americanos em agosto deste ano) teriam sido provocados por Deus para chamar atenção sobre os problemas da nação. Estariam esses políticos sugerindo o retorno à fé como solução para esses problemas? Mas o retorno a que tipo de fé?

Holdorf aponta a consequência dessa mistura entre política e religião: “Se a condição laica de Estado ruir, com certeza a liberdade de imprensa será a próxima vítima desse poder autoritário” e, “caso essa configuração continue tomando forma, a previsão quanto aos destinos do planeta nas próximas décadas não é nem um pouco otimista. Ao contrário do que se projeta, a ruína da imprensa vai desencadear uma série de fatos que podem conduzir as principais democracias do Ocidente a sua derrocada e ao retrocesso a uma nova `Idade Média´.”

Na opinião do teólogo e blogueiro Sérgio Santeli, de São Paulo, algumas liberdades civis foram atropeladas depois do 11/9. Com a aprovação da Lei Patriótica (Patriot Act), o governo americano passou a ter o direito de investigar qualquer cidadão norte-americano ou estrangeiro que resida nos Estados Unidos, sem necessidade de ordem judicial – basta desconfiarem que alguém esteja ajudando os terroristas. “Quem garante que os `inimigos políticos´ (ou religiosos) do governo não serão colocados no mesmo barco?”, pergunta Santeli.

Ele lembra que, em 2006, foi aprovado também o Ato das Comissões Militares, que dá ao presidente norte-americano autoridade para instituir tribunais militares à parte do sistema judicial, com o propósito de julgar “combatentes inimigos ilegais”. Detalhe: qualquer cidadão americano pode então ser considerado “combatente inimigo ilegal”.

Como gostam “Bauer” e “Batman”

Para o criador do blog Minuto Profético, o 11/9 antecipou a chegada do quadro profético de Apocalipse 13:15-17, segundo o qual os “combatentes inimigos ilegais” do governo norte-americano não poderão comprar nem vender se não tiverem o sinal da besta [em janeiro de 2001, na revista Sinais dos Tempos, o teólogo e jornalista Marcos De Benedicto explicou: “Apocalipse 13 descreve dois poderes, os quais seu autor chama de ‘bestas’ ou ‘monstros’, que vão dominar o cenário mundial no fim dos tempos e perseguir as minorias que discordarem de sua política global. O primeiro desses poderes seria o Vaticano (que tomou o lugar da antiga Roma), e o segundo os Estados Unidos (a nova Roma). Um poder é religioso-político e o outro político-religioso. Como o Vaticano tem influência moral, mas não poder militar, os Estados Unidos emprestariam sua autoridade para a cúpula da Santa Sé levar seus planos adiante”. “O evento também mostrou claramente que, diante de uma tragédia de grandes proporções, as pessoas abrem mão de sua liberdade em troca da promessa de segurança”, avalia o teólogo. “A pergunta é: Não poderia também a lei dominical ser imposta em outro futuro cenário de uma tragédia de grandes proporções, quando a segurança mais uma vez fosse trocada pela liberdade?” Ensaios para essa leijá estão sendo feitos na Europa...

Embora existam muitas teorias conspiratórias relacionadas ao 11/9, algumas parecem ter um fundo de verdade. Para Santeli, o atentado teria sido um evento “falsa bandeira” com o propósito de criar leis para subtrair liberdades civis dos americanos e criar um pretexto para atacar países não alinhados com Washington. “O status quo é mantido pela submissão a uma sociedade e a seus valores. A submissão requer uma causa; uma causa requer um inimigo. O que mudou depois do 11/9 foi a definição de inimigo. Antes eram os comunistas, agora são os `terroristas´ e os `combatentes inimigos ilegais´. Ao mudar o inimigo, muda-se a causa pela qual lutar, mas a submissão ainda permanece e o status quo continua”, conclui Santeli.
Como a arte imita a vida e dela se alimenta, não faltam exemplos de produções cinematográficas e televisivas que, de certa forma, reproduzem a sombra que paira sobre nossa cabeça. Dois exemplos entre muitos: em O Cavaleiro das Trevas, o personagem Batman vai a Hong Kong atrás de um criminoso, captura o bandido e o leva de volta a Gotham (Nova York?) sem dar satisfação a ninguém. Jack Bauer, da série de TV 24 Horas, é um agente do governo que não se submete a leis internacionais ou a acordos bilaterais entre países. Ele faz o que julga ser necessário para “fazer justiça”.

Para o blogueiro português Filipe Reis, em lugar de o ataque ao território americano em 2001 abalar a grande nação norte-americana, tornou-a, na verdade, mais dominadora, seja de forma visível (agora, os americanos invadem qualquer nação sem ser objeto de grandes críticas, pelo menos no Ocidente) ou camuflada (diversas leis e projetos de lei têm sido elaborados para condicionar liberdades). “É engraçado verificar que aqui na Europa, em meio a países profundamente afetados pela crise, os governantes parecem mais concentrados nos esforços para manter a união que supostamente existe entre as nações e se esquecem um pouco dos Estados Unidos”, diz Filipe. É assim que “Bauer” e “Batman” gostam...

Fundamentalistas islâmicos

Além da atuação externa da superpotência do norte, deve-se considerar também o que vem acontecendo internamente por lá – ao lado do que já vimos sobre o controle da mídia e o descontrole da economia. Segundo matéria publicada no Último Segundo, do portal iG, “nas últimas semanas, menções negativas ao islamismo foram feitas por Newt Gingrich, Michele Bachmann, Herman Cain e Mitt Romney, os quatro principais concorrentes à nomeação republicana para a disputa contra o atual presidente dos Estados Unidos, o democrata Obama. Cain, por exemplo, disse publicamente que jamais consideraria contratar um muçulmano como parte da sua equipe. Dias depois, foi elogiado e defendido por Gingrich, que comparou os muçulmanos aos nazistas”.

Segundo Sherman Jackson, professor de estudos islâmicos da Universidade de Michigan, citado na matéria, a atual crise econômica americana dá combustível aos movimentos conservadores nos Estados Unidos, que tendem a criticar e oprimir as minorias, incluindo os muçulmanos. De 2010 para cá, pelo menos dois estados norte-americanos, Oklahoma e Tennessee, aprovaram medidas constitucionais para banir o uso das regras islâmicas nos tribunais americanos.

É bom lembrar, também, que, antes de 11/9, ateus militantes como Dawkins, Hitchens e Harris quase não tinham espaço na mídia. Mark Juergensmeyer, em seu livro Terror in the Mind of God, defende a ideia de que a religião naturalmente induz à violência. Livros com esse tipo de conteúdo e ações da militância neoateísta eram raros antes de 2001. Mas, de lá para cá, esse tipo de discurso se tornou comum e surge justamente nesse mar revoltoso contra as religiões (não apenas o Islã).

A atitude e os métodos da Al Qaida são deploráveis, não resta dúvida. Mas, quando analisamos a teologia e as ideologias de seus aderentes, algumas coisas chamam a atenção: (1) existe aversão ao materialismo e ao secularismo da cultura ocidental, (2) a condenação da sensualidade e da imoralidade, (3) um sentimento contrário ao Vaticano e aos Estados Unidos, e (4) o temor de uma possível união entre esses dois poderes. Se nos lembrarmos de que muçulmanos não comercializam bebidas alcoólicas, vestem-se com modéstia e não comem carne de porco, certamente um grupo de cristãos virá à mente e será mais fácil antever a oposição que se levantará contra ele – à primeira vista, ele se parece muito com um inimigo em comum para boa parte do mundo ocidental (os fundamentalistas islâmicos), embora nada tenha que ver com seus métodos e propósitos.

O cordeiro e o dragão

Em matéria especial sobre os dez anos do 11 de setembro, a revista Veja do dia 7 de setembro abre assim o texto: “Momentos históricos decisivos ocorrem por uma combinação de fatores – mudanças demográficas, decisões políticas e econômicas e desastres naturais, por exemplo podem confluir para que uma sociedade siga por um novo rumo.” Isso me faz lembrar as palavras de Ellen White, no livro Eventos Finais: “As calamidades em terra e mar, as condições sociais agitadas, os rumores de guerra são assombrosos. Prenunciam a proximidade de acontecimentos da maior importância. [...] Grandes mudanças estão prestes a ocorrer no mundo, e os acontecimentos finais serão rápidos” (p. 9).

Veja também dá sua definição de “fundamentalismo”: “Assim como outras formas de radicalismo religioso, ele [o fundamentalismo] exige que se viva sob uma interpretação literal e, portanto, originalmente ‘pura’ dos textos sagrados.” Se nos lembrarmos de que, em 2001, um mês antes dos atentados do dia 11 de setembro, a revista Galileu chamou os criacionistas de “fundamentalistas” e que, em 8 de fevereiro de 2006, a revista Veja afirmou que a “tese” bíblica de que Deus criou todos os seres vivos é “treva”, poderemos concluir que a definição geral de “fundamentalismo” abarca outros grupos religiosos, especialmente aqueles que aceitam a literalidade do relato de Gênesis, a semana literal da criação e a observância do sábado bíblico como memorial dessa criação literal. Diferentemente dos radicais islâmicos, esses cristãos são um grupo pacífico. Mas alguém está interessado em conhecer a diferença?

Então, ponha no liquidificar a crise econômica, a apatia política dos norte-americanos, o cerceamento das liberdades individuais, a mídia amordaçada, o fortalecimento de grupos que torcem pela funesta união entre Igreja e Estado e a aversão pelas minorias consideradas “fundamentalistas”, e tente imaginar no que vai dar essa receita...

Na opinião da escritora especialista em temas religiosos Karen Armstrong, expressa no primeiro capítulo de seu livro Em Nome de Deus, “fundamentalistas cristãos rejeitam as descobertas da biologia e da física sobre as origens da vida e afirmam que o livro do Gênesis é cientificamente exato em todos os detalhes”. Não é mais ou menos isso o que os criacionistas defendem? Não é mais ou menos nisso que creem os guardadores do sábado, mais especificamente [“Como os americanos considerarão alguma denominação religiosa que, sediada em Washington, afirma que os Estados Unidos são a segunda besta do Apocalipse? Esse conceito não é bastante parecido com a ideia que os islâmicos mantêm acerca de Tio Sam? O livro O Grande Conflito, de Ellen White, afirma claramente a identidade dos Estados Unidos com a segunda besta do Apocalipse, na página 584. Esse livro revela, apoiado nas palavras do apóstolo Paulo, em 2 Tessalonicenses 2, que o próprio Satanás imitará a vinda de Cristo, e receberá o culto dos seres humanos. Ele se manifestará com certa medida de glória e procurará recomendar seu reino a todos os seres humanos (ver O Grande Conflito, p. 593, 629). Diz ainda que, `quando a proteção das leis humanas for retirada dos que honram a lei de Deus, haverá, nos diferentes países, um movimento simultâneo com o fim de destruí-los. [...]

Resolver-se-á dar em uma noite um golpe decisivo, que faça silenciar por completo a voz de dissentimento e reprovação´ (ibid, p. 635). Essas predições indicam que a intolerância da `besta´ chegará ao ponto de pretender silenciar mesmo aqueles que manifestam reprovação e discordância só por sua voz” (Vanderlei Dorneles, artigo citado)]?

O mundo está mudando rapidamente e logo, como nunca antes visto neste planeta, o cordeiro falará como dragão.

***

[Michelson Borges, jornalista e mestre em teologia]

Fonte OI

17 maio 2011

Igrejas e sindicatos defendem descanso dominical

Em 20 de junho será lançada em Bruxelas a Aliança Europeia para o domingo. Pela primeira vez, sindicatos e igrejas da Europa estão na mesma linha. É o que garante a Comissão dos Bispos da União Europeia (Comece), que adverte que as razões da aliança são tanto religiosas como sócio-políticas. A proteção do domingo, cujo desaparecimento, na prática, como um dia festivo “poria em cheque um benefício social milenar” conduz à denúncia de uma nova escravidão: enquanto muitos podem usar esse dia para desfrutar de sua família e amigos, cada vez são mais aqueles que têm que trabalhar em grandes centros comerciais e de entretenimento. Além da Igreja Católica, várias instituições evangélicas aderiram à iniciativa. E da Espanha aderiu a Irmandade Obreira de Ação Católica (em espanhol, HOAC).

(InfoCatólica)

Nota do blog Minuto Profético: "Desde o ano passado, o movimento pela guarda do domingo tem se intensificado na União Europeia, pretendendo mesmo até buscar assinaturas para levar ao Parlamento Europeu. Como pode ser visto, a Santa Sé nunca desistiu de suas pretensões de governar todas as nações e todas as consciências individuais, alcançando novamente a supremacia mundial. Sua grande marca é o domingo, e é por aí que todos deverão se curvar. Vale lembrar que isso representa um erro duplo: o verdadeiro dia de guarda na Bíblia é o sábado (sétimo dia), e nenhum dia de guarda deveria ser imposto por lei civil, uma vez que isso fere o princípio de separação entre Igreja e Estado."

24 novembro 2010

Questões ambientais podem levar Portugal ao Tribunal de Justiça Europeu

Portugal pode ter que ir ao Tribunal de Justiça Europeu. Isto porque não está a combater eficazmente as micropartículas em suspensão emitidas pela indústria, trânsito e aquecimento doméstico, divulga a Comissão Europeia.

Existem valores limite, fixados por uma directiva de 2008, que os Estados membros da União Europeia devem seguir de modo a limitar a exposição da população às micropartículas conhecidas como PM10. A Comissão Europeia revelou que «os valores limite para as PM10 não foram respeitados em diversas zonas» de Portugal, assim como não foram no Chipre, Itália e Espanha.

Apesar de Portugal ter alegadamente pedido uma prorrogação do prazo de cumprimento, que seria 2005, a Comissão «considera que as condições para conceder tais prorrogações não foram preenchidas relativamente a diversas zonas em que as normas de qualidade do ar não foram cumpridas».

Por esse motivo, e por comprometer a saúde dos cidadãos, a Comissão decidiu «intentar uma acção junto do Tribunal contra Portugal, Chipre, Itália e Espanha».

Fonte A Bola

Nota: Quem não cumprir com as normas será levado aos tribunais.

16 outubro 2009

Caritas Internacional apresenta relatório sobre nova ética climática


ROMA, 14 Out. 09 / 12:08 am (ACI).- Caritas Internationalis emitiu um relatório titulado "Justiça climática: Em busca de uma nova ética global", que propõe um novo enfoque ante o problema da mudança climática que afeta numerosas comunidades pobres dos 200 países nos que trabalha a entidade.

Conforme assinala Caritas, o relatório se realiza ante a próxima cúpula climática de Copenhague que se realizará em dezembro, e exorta aos governos para que "adotem um verdadeiro acordo vinculante, com o fim de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e incrementar a ajuda financeira e tecnológica aos países pobres, com o objetivo de que possam adaptar-se a condições climáticas mais rigorosas".

"Além de Copenhague, o relatório quer fomentar uma mudança radical em nossos estilos de vida cotidiana, que será fundamental para combater a mudança climática", acrescenta.

Para o presidente da Caritas Internationalis, Cardeal Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, o relatório "expõe uns argumentos morais claros que se apóiam na Bíblia e a Doutrina Social Católica, com o fim de superar limitados interesses pessoais e nacionais em favor do bem comum, para poder orientar a ação política e social".

Dentro dos temas que abrange o relatório se encontram: o sofrimento que vivem as pessoas como conseqüência das inclemências do tempo; argumentos teológicos, morais e éticos, vinculados à mudança climática; como se tratam os devastadores efeitos da mudança climática; entre outros.


Fonte ACI Digital

15 abril 2009

Grupos extremistas de direita crescem nos EUA, diz relatório

O número de grupos extremistas de direita está crescendo nos Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado nesta quarta-feira pelo governo americano.

Segundo o documento do Departamento de Segurança Interna, a eleição de Barack Obama, o primeiro presidente negro da história do país, e a crise econômica global podem ter tido influência neste aumento.

O relatório afirma que o aumento do desemprego e outros fatores internos ajudaram a criar um clima como o do início da década de 1990, quando aconteceu um aumento do número dos grupos racistas.

Este crescimento chegou ao fim em 1995 quando o FBI (a polícia federal americana) reprimiu uma série de grupos extremistas após o atentado a bomba na cidade de Oklahoma, atribuído a um extremista racista, Timothy McVeigh.

Além disso, após a eleição de Barack Obama houve um aumento no número de frequentadores de sites que pregam mensagens racistas.

"Solitários"

O estudo afirma que a ameaça oferecida pelo que chamou de "lobos solitários" e "pequenas células terroristas" é mais forte do que nos últimos anos.

Como exemplo, o documenta cita um incidente ocorrido há duas semanas na cidade de Pittsburgh, nordeste do país, quando três policiais foram mortos a tiros por Richard Poplawski, membro de um fórum na internet que prega a superioridade das pessoas brancas.

Mas o texto não apresenta referências a ameaças específicas que estariam sendo planejadas por extremistas.

Conservadores americanos dizem temer que as conclusões do estudo levem o governo a endurecer as leis de controle de armas e a restringir a liberdade de expressão.

Fonte BBC Brasil

Nota:
O inimigo dos sinceros está trabalhando arduamente para tirar a liberdade de expressão, civil e religiosa.

13 março 2009

Leia estas notícias e Pense no Filme "A Última Batalha" sendo produzido hoje, se não conseguir entender, leia a nota no final da postagem.

Piores cenários sobre aquecimento global podem estar se concretizando, dizem cientistas

Iceberg na Antártida (AFP)

As piores previsões sobre as mudanças climáticas feitas pela Organização das Nações Unidas há dois anos podem já estar se concretizando, afirmaram nesta quinta-feira cientistas reunidos em uma conferência em Copenhague, na Dinamarca.

Em um comunicado final onde delinearam seis pontos-chave para alertar os líderes políticos do mundo, os cientistas afirmam que há um risco crescente de mudanças climáticas abruptas e irreversíveis.

"Observações recentes confirmam que, dados os altos índices de emissões, as piores projeções do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), ou ainda piores, estão sendo percebidas", diz o documento.

"O clima já está se modificando além dos padrões de variabilidade natural. (...) Há uma possibilidade significativa de que muitos desses padrões irão se acelerar, levando a um risco crescente de mudanças climáticas abruptas e irreversíveis".

Os pesquisadores também alertaram que mesmo aumentos modestos de temperatura afetarão milhões de pessoas, particularmente em países em desenvolvimento.

Mas, segundo eles, a maioria das ferramentas necessárias para diminuir as emissões de dióxido de carbono já existe.

Mais de 2.500 pesquisadores e economistas de 80 países participaram do encontro que teve como objetivo apresentar os últimos estudos na área como preparação para a Conferência sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas, que acontece em dezembro deste ano.

Novos dados

Novos dados apresentados no encontro apontam que as projeções feitas pelo IPCC há dois anos sobre o aumento nos níveis dos oceanos já estão desatualizadas.

Segundo as novas previsões, o nível das águas pode subir mais de um metro em várias partes do globo, com enormes impactos para milhões de pessoas.

Foram divulgadas também novas informações sobre como a Floresta Amazônica irá sofrer com os aumentos nas temperaturas.

Um estudo do Centro Meteorológico da Grã-Bretanha concluiu que pode haver uma perda de 75% na cobertura florestal em um século se a temperatura mundial aumentar em 3ºC.

"Nós observamos muitos dados novos. Podemos ver onde estamos e temos um problema", afirmou Katherine Richardson, que liderou o comitê científico que organizou a conferência.

Migrações em massa

O economista britânico Nicholas Stern, autor de um impactante relatório sobre as consequências econômicas das mudanças climáticas, publicado em 2006, também participou do encontro.

Durante a reunião, ele afirmou que seu relatório subestimou a escala dos riscos e a velocidade com que o planeta está se aquecendo.

Ele pediu aos cientistas que alertem os políticos sobre o que pode acontecer com o planeta caso medidas para combater o aquecimento global não sejam tomadas.

Segundo ele, se a temperatura do planeta aumentar em 5º C até o próximo século, as consequências serão dramáticas para milhões de pessoas.

Stern afirmou que o aumento do nível dos oceanos fará com que muitas áreas se tornem inabitáveis, levando a migrações em massa e conflitos violentos.

"Nós poderemos ver centenas de milhões de pessoas, provavelmente bilhões, que terão que se mudar, e sabemos que isso pode causar conflitos. Então, poderemos ver um grande período de conflitos em todo o mundo, de décadas ou séculos", afirmou Stern.

"Acho que é importante que entendamos a magnitude do risco que estamos correndo".

Stern ainda afirmou que um acordo global sobre as mudanças climáticas é urgentemente necessário para evitar esse cenário, e que a crise econômica pode ajudar de alguma maneira.

"A inação é indefensável. Esta é uma oportunidade, já que os recursos ficarão mais baratos do que no futuro. Agora é o momento de fazer com que os desempregados da Europa trabalhem em (projetos) de eficiência energética", disse.

O primeiro-ministro dinamarquês, Andres Fogh Rasmussen, afirmou que as tecnologias sustentáveis são a solução para os problemas climáticos e econômicos.

"Os negócios não serão mais como antes. O crescimento verde é a resposta para nossos problemas econômicos e climáticos", afirmou.

Fonte BBC Brasil

Nota Resta Uma Esperança: O cenário é apocalíptico. Leia esta notícia e compare com esta outra:

Economista Britânico defende alarmismo para combater aquecimento global

Os cientistas devem deixar claros os efeitos desastrosos da mudança climática para que o mundo aja agora na redução das emissões de carbono, disse nesta quinta-feira o influente economista Nicholas Stern.

"É preciso dizer muito clara e fortemente às pessoas como é difícil (um aumento de temperatura) de quatro, cinco, seis ou sete graus Celsius", afirmou Stern, professor da London School of Economics e ex-economista do Tesouro britânico. "Bilhões de pessoas teriam de se mudar, e haveria um conflito muito severo."

"Essa é uma história que precisa ser contada para convencer as pessoas de que é uma péssima ideia chegar perto de (um aumento de) 5C. É uma grande probabilidade de um resultado devastador", acrescentou Stern a uma plateia de 2.000 cientistas no Congresso sobre a Mudança Climática em Copenhague.

Em um relatório de 2006, o economista alertou que a falta de ação climática poderia causar problemas econômicos equivalentes aos da Grande Depressão na década de 1930.

Com um aquecimento superior a 2C, centenas de milhões de pessoas teriam menos acesso à água; com 3C, a produção mundial de alimentos deve diminuir, segundo relatório de 2007 de uma comissão científica da ONU.

O professor John Schellnhuber, do Instituto Potsdam para a Pesquisa do Impacto Climático, disse, antes de Stern, que um aquecimento de 5C significaria que o planeta só teria condições de abrigar uma população 1 bilhão de pessoas inferior à atual.

A definição de um novo acordo climático global, para vigorar a partir de 2013, depende em grande parte de os países em desenvolvimento aceitarem medidas para reduzir suas emissões de gases do efeito estufa. O tratado deve ser discutido no final do ano em Copenhague.

Stern disse que os países ricos deveriam aceitar uma redução de 80 por cento das suas emissões até 2050, e que em nível global a redução deveria ser de 50 por cento.

"Por 1 ou 2 por cento do PIB global, podemos manter as concentrações (de carbono na atmosfera) abaixo de 500 partes por milhão, e baixar a partir daí", disse Stern. "Isso diminuiria a possibilidade de um aquecimento de 5C para apenas 2 ou 3 por cento. Soa bastante bom para mim. Podemos fazer um seguro bastante poderoso."

Fonte: Estadão Online

Nota Resta Uma Esperança: Agora clique aqui e veja outra notícia e compare com a palestra de Michelson Borges sobre ECOmenismo.

Lembrando do Filme "A Última Batalha"

Creio que não restam mais dúvidas, ficou bem claro. Quando? Nós não sabemos, mas como e por quais motivos já nos é conhecido.

Quando o filme "A Última Batalha" foi produzido, o surgimento da Lei Dominical no início do filme deixou algumas perguntas no ar: Por quê? Por quais motivos haveria de vir uma lei como esta? Por quais motivos iria ser decretada morte aos transgressores desta lei? Parecia que nos faltava informação para responder estas perguntas, as respostas dadas pelo filme se mostraram insuficientes para convencer a muitos, se alguém tinha respostas melhores, faltavam ser publicadas. Agora, depois de tantas informações e provas concretas destes fatos, os produtores do filme têm material suficiente para responder as perguntas sem deixar dúvidas.

12 fevereiro 2009

Identificação única

Artigo: Identificação única, um desafio nacional

11 de fevereiro de 2009 às 17h38

A Gestão de Identidades há algum tempo consta nos Portfólios de Projetos das nossas grandes organizações públicas e privadas. É um tema obrigatório, pois é a chave para prevenção de fraudes, redução de erros e para assegurar conformidade com regulamentações vigentes. De forma simplificada, há dois desafios principais: identificar as pessoas de forma única e controlar o seu acesso.

Dentro dos limites das organizações, assegurar a identificação única requer harmonizar bases de usuários de diferentes sistemas, heterogêneos em termos de plataformas, com variadas facilidades de integração e com chaves primárias diferentes para identificação dos usuários. Uma tarefa nada fácil: em algumas situações já presenciamos a existência de diferentes bases de dados de funcionários até mesmo dentro da área de recursos humanos.

Garantir que os direitos de acesso corretos sejam devidamente concedidos e revogados, por quem tem a prerrogativa de fazê-lo, em benefício dos legítimos beneficiários, é igualmente complexo. Pode envolver o mapeamento de funções da organização, a revisão de processos, as atribuições de cada cargo e outros assuntos organizacionais que pouco ou nada tem a ver com tecnologia, mas que são fundamentais para o sucesso do projeto.

Sem querer minimizar a complexidade de garantir a unicidade dos usuários, o controle de acesso é o tema que mais pesa na agenda quando focamos a análise dentro das organizações. A busca da unicidade dos usuários é quase uma conseqüência, ou subproduto, na busca deste objetivo maior.
Já quando movemos o foco da Gestão de Identidades para o setor público, em especial com foco externo às organizações (ou seja, foco nos cidadãos), a unicidade ou identificação única passa a ser o tema mais relevante. Pois neste cenário, perfis e funções são atributos mais raros. Por outro lado, ao invés de lidarmos com alguns milhares de usuários, tratamos de dezenas de milhões de cidadãos.

É preciso assegurar que a identificação do cidadão esteja correta e seja única, para fins civis e criminais. O cidadão pode ter direito a votar, a locomover-se e a receber um benefício como Bolsa Família ou aposentadoria... mas sempre dentro dos limites da lei, sem brechas para fraudar e com a segurança de não ser fraudado.

As principais evoluções na área de Gestão de Identidades para atender a este desafio dos governos do mundo todo resultam da integração entre tecnologias como cartões inteligentes e biometria.

É assim, por exemplo, que a Malásia implementou seu ambicioso projeto de identificação única para mais de 18 milhões de cidadãos maiores de 12 anos. Na Malásia, o cartão multi-propósito atende fins tão diversificados quanto documento de identificação única com informação biométrica, moeda digital, certificado digital e repositório de informações médicas. É um grande caso de sucesso de integração tecnológica e parceria entre as esferas pública e privada.
No Brasil, iniciativa similar é discutida há alguns anos: é o RIC – Registro de Identidade Civil – projeto que visa estabelecer um cadastro único de cidadãos utilizando como chave primária nossas informações biométricas. Trata-se de um projeto conceitualmente elegante e não só viável tecnicamente como também imprescindível. Afinal, em um País de dimensões continentais, populoso e sob regime federativo como o nosso, o RIC apresenta-se como um forte aliado para combater o crime e as fraudes perpetradas contra bancos, pessoas físicas e contra o próprio governo.

O RIC apresenta-se, ainda, como um elemento-chave no contínuo processo de melhoria da eficiência da gestão pública – uma vez que simplificaria a miríade de cartões, senhas e identificações necessárias ao cidadão moderno ao longo da sua vida civil. Se por um instante apenas pensarmos no que estes cartões, senhas e identificações requerem de processos, sistemas, elementos físicos, etc, e nas suas potenciais falhas de segurança ou erros, podemos entender o que representam de ônus para o Estado e como impactam na qualidade dos serviços que este presta.

Dada sua relevância, precisaríamos estabelecer um pacto entre União e Estados, agentes públicos e sociedade, para firmar o compromisso de viabilizar o RIC. Todos ganhariam. O Brasil ganharia. Nos últimos anos, parte do mundo caminhou nessa direção. Esperamos que, em breve, isso seja realidade por aqui.

Fonte B2B Magazine

13 janeiro 2009

Freedom House denuncia retrocesso da liberdade no mundo

Taipé, 13 jan (EFE).- A liberdade no mundo retrocedeu pelo terceiro ano consecutivo em 2008, com declínio em 34 países e avanços em outros 14, afirmou hoje a ONG "Freedom House" na apresentação de seu relatório "Liberdade no Mundo" em Taiwan.

Entre as regiões mais negativas para a liberdade estão a África Subsaariana e a ex-repúblicas soviéticas Rússia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Quirguistão e Moldávia, acrescentou o relatório divulgado no Grand Hotel da capital da ilha, Taipé.

Na Ásia, houve avanços em direitos políticos, mas países como China seguem entre os últimos a liberdades do mundo, junto com Mianmar, Coréia do Norte e Laos, assinalou a professora Bridget Welsh, da Universidade Johns Hopkins, durante a apresentação.

Paquistão, Maldivas e Butão tiveram avanços e subiram de "não-livres" a "parcialmente livres", enquanto Bangladesh e Nepal também melhoraram.

Taiwan foi classificada como "livre" com os mesmos pontos que o Japão, Coréia do Sul, e na frente de Índia e Indonésia, que, ainda assim, também conseguiram esta classificação, assim como o Brasil.

Sobre os Estados Unidos, Freedom House considera que se produziram avanços de 2000 a 2005, mas que desde 2006 as liberdades estão retrocedendo.

"Embora o fomento da democracia seja bom, não justifica os erros nos enfoques do Governo de (George W.) Bush", assinalou Welsh, que acrescentou que "as violações de direitos humanos nos Estados Unidos prejudicam a causa mundial da liberdade".

A Freedom House é uma ONG com sede em Washington DC e com escritórios em cerca de uma dúzia de países, fundada por Wendell Willkie, Eleanor Roosevelt, George Field, Dorothy Thompson e Herbert Bayard Swope, entre outros, em 1941.

Originalmente, ela foi promovida contra a ameaça ideológica do nazismo, mas atualmente se define como "uma voz em favor da democracia no mundo". EFE

Fonte Portal G1

Nota: Com a Crise Financeira e com o, já declarado, combate ao aquecimento global por parte de Obama, a tendência é essa liberdade sofrer maiores ataques. É profético.

13 dezembro 2008

Crise pode ser 'calamidade' para direitos

A Alta Comissária da ONU para Direitos Humanos, Navi Pillay, declarou que as promessas contidas na Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), que completa seu 60º aniversário hoje, ainda não foram cumpridas para milhões de pessoas em todo o mundo.

Após a Segunda Guerra Mundial, muitos estavam determinados em assegurar que jamais haveria outro Holocausto e que todos – especialmente os pobres, famintos, refugiados e marginalizados – teriam instituições e leis para protegê-los, afirmou Pillay. “Apesar de todos os nossos esforços nos últimos 60 anos, este aniversário passará em branco para muita gente”, disse a Alta Comissária. “Milhões de pessoas no mundo todo ainda não sabem que têm direitos os quais podem exigir, e que seus governos são responsáveis por eles.”

Pillay também enfatizou que a crise financeira global pode piorar a já triste situação enfrentada pelos mais pobres e marginalizados, acrescentando que a pobreza é, ao mesmo tempo, causa e resultado de violações dos direitos humanos. “Precisaremos ser extremamente vigilantes nos próximos meses para assegurar que programas de desenvolvimento e segurança social sejam mantidos ou melhorados, para que os efeitos da crise não se tornem calamitosos”, salientou.

Apesar da crescente influência do jornalismo online, de organizações não-governamentais (ONGs) e outros grupos da sociedade civil na divulgação de violações de direitos humanos, “nenhum país pode relaxar e dizer: ‘Chegamos lá’”, disse a Alta Comissária.

Saudando a nomeação de 2009 como o Ano Internacional do Ensino dos Direitos Humanos, ela encorajou governos, professores, pais e “outros responsáveis em todo o mundo para aproveitar este momento e garantir que a próxima geração tenha a oportunidade de exigir o que lhes foi prometido no extraordinário documento conhecido como a Declaração Universal dos Direitos Humanos.”

Fonte ONU




Nota: A crise financeira continuará a fazer suas vítimas, primeiro os mais pobres e depois...nós já sabemos.

27 outubro 2008

Papa: obedecer palavra divina desenvolve liberdade

A obediência à Palavra de Deus não é um ataque à liberdade individual, "mas desenvolve todas as possibilidades de nossa liberdade", disse hoje o papa Bento XVI aos 253 bispos que participaram do Sínodo e aos quais ofereceu um almoço de despedida.

Um dia antes de Bento XVI encerrar a 12ª Assembléia sinodal com uma missa solene na Basílica de São Pedro, o pontífice ofereceu hoje um almoço aos prelados no átrio da Sala Paulo VI, perante os quais ressaltou que o Sínodo foi uma escola de "ouvir".

"Ouvimo-nos uns aos outros e aprendemos a escutar melhor a Palavra de Deus", afirmou o pontífice.

"Não sei se o Sínodo foi mais interessante ou edificante, mas, em qualquer caso, foi comovente, já que nos enriquecemos ouvindo", acrescentou.

O papa acrescentou que, no ato de escutar, "aprendemos a realidade mais profunda, a obediência à Palavra de Deus, a conformação de nosso pensamento, uma obediência que não é um ataque à liberdade, mas desenvolve todas as possibilidades de nossa liberdade".

Bento XVI disse se sentir "um pouco preocupado", já que achava que estava violando "o direito humano de alguns ao repouso noturno e também ao descanso de domingo, que são direitos realmente fundamentais".

O pontífice se referia à quantidade de trabalho gerada pelo Sínodo nestes 21 dias e que obrigou muitas pessoas a trabalhar horas e horas, sem levar em conta se era domingo, manhã ou noite.
"Temos que refletir como melhorar nos próximos Sínodos estas situações", ressaltou.

Fonte Terra

02 outubro 2008

EUA em Crise - Informação Importante - Preparação ainda mais.

Recebi um e-mail do irmão e amigo Jabson Lacerda, um dos responsáveis pelo site http://www.maravilhosojesus.com.br/, que depois de muita luta interna comigo mesmo, pois não quero causar pânico nas pessoas, resolvi postar, mas quero que esta informação sirva para cada leitor deste blog apenas para nos manter informado das coisas que acontecem ao redor do mundo. Não posso garantir se esta informação é 100% confiável, porém confio na pessoa que me enviou a informação. Resolvi postar esta informação pelo fato de ter como princípio a declaração de Paulo em I Tessalonicenses 5:21 "Examinai todas as coisas e retei o que é bom". Não quero causar pânico nas pessoas, repito, só quero que tenhamos o discernimento necessário para assimilar a informação e preparar-nos para enfrentar venha o que vier.

Ninguém sabe quando o fim irá acontecer, mas sabemos que está próximo, os acontecimentos apontam para isso.

Todas estas informações são procedentes de sites não adventistas. Só estou postando para questão de informação.

Fontes que você pode pesquisar para verificar estas informações:
http://www.cecac.org.br/MATERIAS/Bush_lei_marcial_EUA_07.htm
http://resistir.info/eua/rex_84.html
http://segredosdoplanetashan.blogspot.com/2008_09_26_archive.html

Links em Inglês:
http://www.infowars.net/Pages/Sept05/270905Martiallaw.htm
http://www.youtube.com/watch?v=OLpSJdIRM5o
http://www.globalresearch.ca/articles/CHO504B.html

Hoje são 02 de outubro de 2008 e ainda nada aconteceu. Creio que todas estas informações só servem para nos colocar em situação de pessoas informadas quanto à preparação de um cerco que está acontecendo contra os filhos de Deus. Quanto ao tempo que este cerco virá, não sabemos, só sabemos que virá e que o tempo de vir está próximo. Quero que saiba que o mais importante de tudo isso não é a informação, mas sim a nossa preparação. Como está sua vida com Deus? Como está sua lâmpada?

Eis o e-mail:

O plano de Lei Marcial arquitetado pelo governo Bush é tão chocante que nem mesmo alguns membros do Congresso podem vê-lo.

"O plano de Lei Marcial do presidente Bush desenvolvido no pós-terrorismo é tão chocante que mesmo membros do Congresso e da Segurança Interna foram impedidos de ver", diz um artigo do site Prison Planet.

Por exemplo, o artigo cita a diretiva PDD 51, onde diz que a execução de uma Lei Marcial pode ser feita a qualquer momento diante de uma emergência nacional declarada.

E uma nova legislação assinada em 9 de maio de 2007, declara que, "no caso de um 'evento catastrófico', o Presidente pode assumir o controle total do governo e do país, ultrapassando todos os outros níveis de governo no estado, federal, local, territorial e tribal, e, portanto, garantindo total poder ditatorial sem precedentes".

Lembrando que no caso de uma Lei Marcial decretada, há total permissão para "atirar para matar".

Prisão portátil em formato "bloco lego" assusta americanos.

Preparativos para uma guerra civil?

Fotos de "prisões de concreto" sendo descarregadas em vagões em Utah, no início deste mês, foram divulgadas na internet, provocando uma tempestade de discussões sobre a sua real finalidade.

As "prisões de concreto" aparentemente foram projetadas para que fosse possível agrupá-las lado a lado e/ou uma acima da outra, como "blocos lego".
Cada bloco parece conter 2 células de pouco mais de seis metros quadrados cada uma.

A pergunta que fica é: quem seriam os prisioneiros? Alguns especulam que sejam os próprios americanos rebelados nos distúrbios civis que vão ocorrer caso a economia americana entre *oficialmente* em colapso e Bush decrete a Lei Marcial e interrompa as eleições. Com certeza os americanos não vão gostar nada disso e vão se rebelar contra o governo e congresso.

Toda a economia dos EUA está em perigo, afirma Bush.

Bush faz apelo a partidos para que aprovem plano de resgate da economia.

Na TV, presidente dos EUA diz que a economia americana corre perigo.

Pacote, segundo ele, garantiria segurança financeira dos cidadãos.

O presidente dos EUA, George W. Bush, fez um apelo nesta quarta-feira (24) para que o Congresso aprove o plano de resgate da economia. Ele afirmou que o problema é grave e que, caso o plano de ajuda de US$ 700 bilhões não seja aprovado, a economia real - incluindo os empregos dos cidadãos americanos - podem ser postos em perigo.

George W. Bush se esforçou para mostrar que a ajuda não se destina a Wall Street, mas sim a proteger a economia e o contribuinte norte-americanos. Ele afirmou, por exemplo, que a "ação dramática do governo" é necessária neste momento e que, normalmente, acredita que "empresas que tomam más decisões devem sair do mercado". "Mas não estamos em uma situação normal", frisou.

Exército americano mobiliza tropas para "operação interna" a partir de 1-10.

Preparativos para uma guerra civil por causa da quebra da economia?

O blog investigativo "Hal Turner Show" denuncia que o exército americano está sendo mobilizado para "operações internas" de prontidão a uma possível chamada emergencial federal para combater distúrbios civis. As tropas estarão de prontidão a partir de 1-10.

"Os soldados estão aprendendo a usar armas denominadas "não-letais" projetadas para dominar os indivíduos incontroláveis ou perigosos e multidões. Não é nenhuma coincidência que o Exército está fazendo isto neste momento.", diz o blog.

14 setembro 2008

Vaticano quer punição de comediante que chamou Papa de "passivo"

"Dentro de vinte anos, o Papa estará onde ele deve estar, no inferno, atormentado por um grande número de demônios bufantes - e muito mais ativo, e não passivo, queridos ", disse a comediante italiana Sabina Guzzanti se referindo a interferência do Vaticano em questões como direitos dos homossexuais, durante um comício em Roma.

Devido a sua satirização, Guzzanti é acusada pelo vaticano de "ofender a honra da pessoa sagrada e inviolável" do Papa Bento XVI.

A instituição religiosa quer a punição da comediante e pressiona o Ministro da Justiça Italiana com base em uma lei de 1929, assinada pelo líder fascista Benito Mussoline, que determina que um insulto ao Papa tem a mesma relevância que um insulto ao Presidente italiano.

Fonte A Capa

Nota: Brevemente aqueles que acusam o Papa de a Besta de Apocalipse 13 estarão sofrendo o mesmo tipo de punição ou ainda pior. Isto é só uma amostra do que em breve está para acontecer.

12 setembro 2008

EMPRESAS DE TELEFONIA SÃO OBRIGADAS A FORNECER DADOS DE USUÁRIOS SOB CONDIÇÕES ESPECIAIS

O juiz substituto Fábio Cordeiro Lima, da 1ª Vara Federal de Sergipe, determinou às operadoras de telefonia forneçam dados cadastrais de seus usuários quando forem requisitados por delegados federais e membros do Ministério Público Federal (MPF) que exerçam as suas funções no âmbito dos Estados integrantes da 5ª Região (Estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe). Todavia, o magistrado impôs uma série de restrições para a operação, entre elas a de que as autoridades que receberem as respostas das operadoras devem conferir tratamento sigiloso aos dados, além de limites com relação ao tipo de informação fornecida.

Na ação, o MPF alega que a dificuldade de acesso aos dados prejudica o andamento de seus trabalhos, bem como o da Polícia, principalmente quando é preciso requerer em juízo a interceptação telefônica de determinada pessoa. Estão como rés no processo: Tele Norte Leste Participações S/A (Telemar – Telefonia Fixa e Oi – Celular), Embratel – Empresa Brasileira de Telecomunicações S/A, Intelig Telecomunicações Ltda., Telesergipe Celular S/A (Vivo – Telefonia Celular), TIM – Telecom Italia Mobile e Maxitel S/A, Claro – BCP S/A e Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel.

Apenas o nome, filiação, RG, CPF, endereço e número do telefone podem ser disponibilizados, com as condições de que, em nenhuma hipótese, as informações cedidas conterão registros de ligações telefônicas, nº de conta bancária, comprovante de renda ou qualquer outro dado, que possam expor a privacidade do indivíduo. Segundo o magistrado, os dados em tela não revelam aspectos da personalidade da pessoa e, em conseqüência, não atingem o âmago da privacidade, logo a sua proteção não pode ser tão forte como no sigilo bancário, fiscal ou telefônico. Protege-se o sigilo bancário, fiscal ou telefônico porque tais dados, se revelados, podem fornecer importantes subsídios da vida pessoal – com quem falou, o que comeu, o que comprou etc.

Ora, o dever de sigilo não pode ser mantido quando existirem razões para a publicidade, ainda que restrita a determinados agentes públicos. No presente caso, a restrição ao direito à privacidade é mínima – considerando que os dados não revelam aspectos da personalidade do indivíduo, que não se trata de devassa indiscriminada à vida das pessoas e, sim, pontual e específica, condicionada à satisfação de determinados requisitos – quando comparada com os ganhos da persecução penal. Assim pontuou o juiz, acrescentando: além das situações narradas pelo Ministério Público, entendo que a medida irá agilizar a persecução penal, pois poderá ser utilizada para localizar pessoas a fim de ouvi-las na qualidade de investigada ou testemunha.
O juiz determinou que o agente público que receber as informações albergadas na decisão passa a ser detentor do sigilo, devendo a sua utilização ficar restrita para fins legítimos da investigação e/ou processo judicial em curso, acrescentando que o servidor que se utilizar dos dados para fins estranhos deverá ser submetido cumulativamente à responsabilidade civil, administrativa e penal.

Fábio Cordeiro ainda ressaltou que, na atualidade, com o advento da Internet, é praticamente impossível manter o anonimato. Basta lançar o nome da pessoa em um site de busca da Internet para verificar-se a quantidade de dados disponíveis sobre a pessoa ou, então, publicar um foto, artigo e etc. O dado, uma vez disponibilizado na Internet sem qualquer restrição, se perde por este oceano.

Fonte Plenátio a Notícia

Nota: Isso já era de se esperar. Brevemente eles estarão solicitando informações de pessoas que entrarão na lista de perigosos para o meio ambiente e para família. Alguns "fanáticos religiosos", como serão chamados, passarão por provas e perseguições como jamais houve. Mas em meio a toda esta perseguição se levantará Miguel, o Grande Princípe, para libertá-los das prisões e conceder-lhes a vitória eterna.

04 agosto 2008

Nova medida de segurança nos EUA levanta polêmicas

Qualquer pessoa que voe aos Estados Unidos - ou atravesse a fronteira de outra forma - arrisca que seu laptop, celular, MP3 player ou qualquer outro dispositivo eletrônico que possa armazenar informação seja revistado por agentes federais. Os agentes da fronteira não necessitam alegar suspeitas ou que o cidadão tenha cometido algum delito para requisitar os dispositivos pelo tempo que acharem necessário, segundo uma norma interna do Departamento de Segurança Internacional, emitido em 16 de julho.

No difícil equilíbrio entre a segurança e o direito à privacidade depois dos ataques terroristas de 11 de setembro, mais uma vez o segundo foi esquecido. A medida se estende não apenas aos dispositivos eletrônicos, mas também a qualquer outro tipo de material escrito: cadernos, anotações, e inclusive um papel largado na bolsa com o recibo de uma compra. A medida pode ser aplicada a cidadãos norte-americanos e estrangeiros igualmente. Os agentes têm o direito de revisar toda a informação guardada no computador, ou no celular, ou no caderno e compartilhá-las com outras agências.

A norma contém algumas observações acerca de informação relacionada a trabalho, especialmente quando os dados podem afetar o segredo profissional - entre um advogado e seu cliente ou um médico e o paciente, por exemplo. Todavia, nada diz sobre as informações de caráter pessoal que uma pessoa pode guardar para si mesma, sua família ou amigos no computador e que podem ficar acessíveis - sem nenhum limite - pelos agentes de fronteiras.

O senador democrata Russ Feingold escreveu em seu web site uma declaração em que critica a nova medida, e a qualifica de "alarmante" e "grave violação da privacidade". Foram precisamente suas queixas perante uma comissão do Senado pela política de registros que estava acontecendo no país, que propiciaram ao Departamento de Segurança Interior pôr por escrito aquilo que, de fato, se estava fazendo.

"A norma não possui nenhum limite sobre os que os agentes podem fazer com a informação que encontram", Feingold adverte.

O Supremo Tribunal, entretanto, ainda não se pronunciou sobre o tema dos computadores. Em 2004, a instituição foi a favor do Governo, em uma ação movida por uma cidadão cujo carro foi revistado na fronteira. O Alto Tribunal considerou que não fazia falta a inexistência de "suspeitas razoáveis" para que os agentes pudessem entrar no veículo, e sublinharam a importância de proteger as fronteiras.

De qualquer forma, os computadores e celulares levantam questões diferentes dos veículos. A partir deles a vida inteira de uma pessoa pode ser encontrada e reconstruída. Diversos casos desse tipo já chegaram aos tribunais, e na maior parte deles, a decisão foi favorável ao Governo.

Fonte SRZD

Nota: Imagine se eles começarem a ler algumas literaturas que provam que os EUA são a 2ª Besta de Apocalipse, será que este tipo de literatura será permitido? Tomem cuidado ao viajarem com livros como O Grande Conflito, Eventos Finais e muitos outros.

01 agosto 2008

Mesmo sem suspeita, EUA poderão vasculhar eletrônicos de turistas

Novas diretrizes dão mais liberdade para confiscar e analisar arquivos. Medidas se aplicam a qualquer viajante e foram consideradas 'alarmantes'.

Novas medidas estabelecidas pelo Departamento de Segurança Nacional dos EUA dão mais liberdade a agentes federais para confiscarem ou vasculharem arquivos dos computadores e outros produtos eletrônicos dos viajantes.

Segundo o jornal “Washington Post”, que publicou a notícia, essas diretrizes foram aprovadas no dia 16 de julho e já repassadas para duas agências do departamento, ambas relacionadas a controle de fronteiras. Elas se aplicam a qualquer pessoa que queira entrar nos Estados Unidos, inclusive os cidadãos norte-americanos.

De acordo com as medidas, os produtos podem ficar em poder das autoridades por tempo indeterminado e também podem ser vasculhados mesmo se não levantarem suspeitas. Além disso, os oficiais têm autorização para compartilhar os arquivos contidos nesses eletrônicos com outras agências e organizações privadas, caso precisem de tradução ou decodificação de dados, por exemplo.

“É realmente alarmante”, afirmou ao “Washington Post” o senador Russell Feingold, que questiona as práticas adotadas nas fronteiras. Ele pretende criar uma lei que exija suspeitas “cabíveis” antes de revistar as pessoas, além de proibir que sejam traçados perfis de acordo com a raça, religião ou origem dos viajantes.

O Departamento de Segurança Nacional afirma que as novas medidas são cabíveis e necessárias para prevenir o terrorismo. De acordo com elas, os oficiais podem conferir “qualquer equipamento com informações analógicas ou digitais”, como notebooks, discos rígidos, câmeras digitais, flash drives, telefones celulares, tocadores digitais de músicas, documentos em papel, livros e panfletos.

Diversos grupos de defendem a liberdade e também viajantes já reclamaram de terem seus notebooks, celulares e outros equipamentos eletrônicos confiscados – em pelo menos um caso, por meses. As recentes diretrizes confirmam que as autoridades podem reter laptops por “um período considerável de tempo, para analisar informações”, mesmo que não haja qualquer suspeita.

Fonte Portal G1

Nota: Estas informações só nos adverte quanto à necessidade de uma vida afastada das cidades e dos grandes centros, pois dentro de muito breve estaremos sem condições de viver nas cidades. Já é hora de planejarmos uma vida mais tranquila, mais perto da natureza e de Deus. Digo planejar. Outro ponto a ser salientado é o fato de que estamos muito perto de sofrer maiores assaltos contra nossa liberdade.

31 julho 2008

FBI utilizará sistema de biometria a partir de 2010

Embora já conte com um vasto banco de dados de mais de 55 milhões de impressões digitais, a agência de inteligência norte-americana firmou um contrato com a empresa de segurança Lockheed para ir além do armazenamento dessas amostras.

Segundo informações do tablóide Washington Post, o novo sistema coletará dados de biometria, tais como padrões da íris e da palma da mão, tatuagens e cicatrizes e até mesmo conterá fotos em alta resolução de criminosos, sob ângulos variados.

Contudo, a Lockheed não será responsável por produzir ou desenvolver os equipamentos utilizados pelo sistema. O objetivo é pesquisar e avaliar recursos já existentes no mercado, apurar a maturidade da tecnologia e reuní-los para compor a ferramenta. "Nós [da Lockheed] não desenvolvemos dispositivos de captura ou algoritmos de comparação. O NGI apenas vai construir uma base de dados e padrões — a forma com que os dados são inseridos no sistema", disse Barbara Humpton, responsável pelo projeto, ao site da revista Popular Mechanics. NGI é a sigla para o nome em inglês do sistema: Next Generation Identification (ou Identificação de Próxima Geração).

Contudo, algumas autoridades têm se incomodado com uma iminente invasão de privacidade dos cidadãos comuns, que poderiam ter seus dados adicionados ao banco indiscriminadamente.O FBI afirma que apenas dados de criminosos, detentos, imigrantes e suspeitos são mantidos no sistema. Os únicos cidadãos comuns a terem suas impressões digitais armazenadas são funcionários públicos que tiveram seus antecedentes checados.

"Queremos poder criar uma base de dados confiável, e compartilhá-la com outras nações", diz o FBI.

Vale relembrar que antes da informatização do armazenamento e comparação de impressões digitais, há uma década, era necessário enviar por correio um cartão com as impressões à agência, que então as compararia com as de milhões de outros cartões. Hoje, é possível pesquisar até 150 milhões de amostras diariamente e obter um resultado em pouco menos de 15 minutos.

Fonte Geek

Nota: Brevemente neste banco de dados será incluído um grupo de pessoas descritas assim: Religiosos Radicais que advogam possuir a Verdade e recusam obedecer as novas leis que impõe um dia de descanso mundial para proteger o planeta e a família.

Pesquisadores desenvolvem software que identifica usuário pela forma como ele digita seus dados

Há características que são únicas em cada ser humano: digitais, íris, retina e voz, por exemplo. É baseada nessas características exclusivas que tem se desenvolvido a biometria – um ramo da ciência que estuda as qualidades comportamentais e físicas dos indivíduos.

De olho nessa área do conhecimento, um pesquisador do curso de Análise de Sistemas, do Centro de Ensino Superior de Maceió (Cesmac) está desenvolvendo uma ferramenta que pode ser aplicada nos sistemas de segurança da Internet e de terminais de atendimento eletrônico. Trata-se de um software que identifica o usuário pela forma como ele digita seus dados no teclado.

A pesquisa, intitulada “Desenvolvimento de ferramenta de autenticação biométrica baseada na dinâmica da digitação com ênfase em teclados numéricos”, é de autoria de Leonardo José Tenório Mourão Torres, sob a orientação do professor Ricardo Rubens Gomes Nunes Filho. Este estudo foi selecionado para participar da 60ª reunião anual da Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC) realizada na semana passada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp - SP).

“Cada um de nós tem um padrão de comportamento no ato da digitação. Temos um ritmo próprio e padrões de erros, por exemplo. O que estamos propondo é a implantação de uma ferramenta complementar de segurança capaz de identificar não apenas se uma senha digitada na web ou em um terminal eletrônico está correta, mas se foi o proprietário dela que realmente a digitou”, explica Torres, mencionando que o reforço dado pelo software evita que outras pessoas possam realizar operações financeiras ou de compras utilizando as informações dos clientes de bancos ou sites de vendas. “A grande finalidade da ferramenta é evitar fraudes, reforçando os sistemas de segurança”, resume.

A biometria aplicada à tecnologia já permitiu a criação de ferramentas que identificam os usuários por suas digitais, voz e pela leitura da íris ou da retina, destaca Leonardo Torres. Contudo, esse programa que estamos desenvolvendo aqui tende a chegar com um custo inferior ao mercado, tendo em vista que ele requer uma quantidade menor de equipamentos e dispositivos eletrônicos”, argumenta.

Segundo o professor Ricardo Rubens, o estudo da tecnologia baseada na dinâmica da digitação surgiu em meados da década de 70, nos Estados Unidos. “De lá para cá, apenas uma empresa conseguiu lançar um produto no mercado. O que estamos desenvolvendo aqui é uma ferramenta ainda inédita no Brasil”, conta. Atualmente, o software do pesquisador do Cesmac está na fase de ajuste de programação e deve ser concluído em dois meses. A ferramenta será testada em setembro no laboratório de informática do Cesmac.

“Primeiro fizemos um estudo do estado-da-arte em dinâmica da digitação para descobrir os principais aspectos que envolvem um sistema dessa natureza. Em seguida, propomos um modelo, fazendo alguns ajustes no que existia e dando sugestões para incrementar ainda mais a segurança”, explica Leonardo Torres, mencionando que o programa funciona em três etapas: cadastro, extração de características e validação do usuário.

Na fase de cadastro, o usuário verifica se possui uma conta, em caso negativo ele preenche um cadastro com suas informações pessoais. Também é definido no cadastro um número de amostras e de seções que servem para limitar a construção de conjunto de informações que se cruzam para fazer a identificação do usuário. Na etapa de extração de características, o usuário identifica sua conta e confirmar suas informações. Nesse momento entra em ação o chamado “inspetor de qualidade”, uma rotina que verifica a qualidade da mostra observando se há erros na digitação dos dados cadastrais. Caso o processo seja validado, entra em ação o extrator de característica que irá capturar o tempo da digitação entre uma tecla e outra e o tempo de pressionamento de cada tecla. “Concluídas as etapas de extração o sistema identifica se as informações cruzadas confirmam o padrão de comportamento de digitação do usuário”, diz Leonardo Torres.

Fonte Alagoas em Tempo Real

Nota: Pense como será fácil identificar um(a) adventista: Ele não compra certos tipos de alimentos, Não frequenta determinados lugares, Não faz movimentação financeira no sábado, Ele acessa determinados sites, etc. Você percebe que tudo está caminhando para os fiéis serem proibidos de comprar e vender?

O loteamento da liberdade

por Denis Lerrer Rosenfield em 29 de julho de 2008

Resumo: O que estamos vivenciando é uma maior interferência do governo nas áreas individuais e empresariais, em nome do politicamente correto, como se assim estivesse agindo em nome da coisa pública. © 2008 MidiaSemMascara.org

Um bom critério para medir o grau de liberdade de uma sociedade consiste em determinar o espaço deixado em aberto para a livre ação individual. Se o Estado tem uma tendência a legislar sobre tudo, ele necessariamente reduz o espaço de atuação do indivíduo, cada vez mais preso numa rede de obrigações, que reduz a sua iniciativa própria. Se, pelo contrário, a sociedade possui maior autonomia, os indivíduos passam a decidir mais por si mesmos, não ficando reféns nem servos de orientações estatais.

Convém aqui ressaltar que uma outra face disto reside na carga tributária de uma sociedade. Quanto maior for, maior será o Poder de Estado e maior também a sua tendência a interferir nos assuntos individuais. Quanto menor a carga tributária, menores as obrigações estatais e maior a responsabilidade individual.

O Brasil tem apresentado nos últimos anos duas tendências que se determinam reciprocamente. De um lado, temos observado o aumento de normas jurídicas que aumentam progressivamente o seu campo de abrangência. O Estado, seja por de leis no âmbito legislativo, seja por decretos e portarias no âmbito do Executivo, seja ainda por interpretações dos tribunais superiores, passa, cada vez mais, a decidir aquilo que é melhor para os cidadãos. É como se esses fossem menores de idade, incapazes de decidirem por si mesmos. De outro lado, o Estado aumenta progressivamente a carga tributária, supostamente se atribuindo responsabilidades, que poderiam igualmente ser assumidas pela sociedade e pelos indivíduos. Cada vez mais, os cidadãos e as empresas trabalham para o Estado e não para si mesmas, como se esse também soubesse aquilo que é melhor para eles.

Cria-se um problema de desresponsabilização progressiva dos cidadãos, que dedicam uma boa parte do seu tempo para o pagamento de impostos e contribuições, além de terem de enfrentar imposições legais, que dizem respeito a coisas que deveriam ser de seu foro íntimo, atinentes à sua liberdade de escolha.

Quando se diminui a liberdade de escolha, o Estado considera o cidadão como incapaz de decidir racionalmente, incapaz de, frente a várias possibilidades, escolher aquela que mais lhe convém. Na verdade, o cidadão defronta-se com sua capacidade de optar por aquilo que considera um "bem", sendo, consequentemente, responsável por sua ação.

O bem não é algo que lhe seja imposto de fora, mas algo que provém de sua própria capacidade deliberativa. Se essa é circunscrita, ele passa a ser servo de decisões alheias. Um caso particularmente eloqüente é o da proibição de fumar em bares e restaurantes, mesmo que esses tenham lugares reservados para fumantes e não-fumantes. Não se trata de ser a favor ou não do hábito de fumar, mas do exercício da livre escolha.

Não cabe ao Estado estabelecer uma série de restrições que faz com que o fumante venha a ser considerado uma espécie de pária. Poderia ser aduzido o fato de que o ato de fumar faria mal à saúde. Ora, cabe, de nova conta, ao indivíduo decidir aquilo que considera ou não nocivo à sua saúde, não devendo ser o papel de o Estado impor aquilo que considera como o seu bem. Aqui, precisamente, reside o perigo: o Estado determinando o que é o bem para cada um, substituindo-se ao ato de livre escolha e o inviabilizando.

A tutela estatal começa com esse tipo de política que, aparentemente, se apresenta como a do bem comum, captando a simpatia da opinião pública. Essa mesma atitude se revela no que veio a ser chamada a lei seca , que proíbe a ingestão de bebida alcoólica para a condução de automóveis. A medida é tão draconiana que independe de qualquer grau de ingestão de álcool, salvo o de nível zero.

Observe-se que a ingestão moderada não causa nenhuma embriaguez, não impedindo o indivíduo de controlar o seu veículo. Ademais, ela fere um preceito constitucional, o de obrigar o indivíduo a apresentar provas contra si mesmo, submetendo-se ao bafômetro, independentemente de qualquer acidente. Em caso de acidente, seria normal, com ou sem esta lei, que o indivíduo seja responsabilizado pelo seu ato. Ora, que faz o governo? Coloca-se na posição de cada indivíduo, determinando arbitrariamente aquilo que é o bem, válido para todos.
As recentes medidas de restrição da publicidade de determinados produtos em certos horários vão na mesma direção. De nova conta, é o governo decidindo em nome das empresas de mídia e de publicidade, arvorando-se em representante do bem e procurando impor a sua própria posição. Órgãos de controle da sociedade por ela mesma são descartados em nome de um bem supostamente maior, o que é exercido por uma regulamentação simplesmente imposta. Não se pode desvincular essa nova proposta de regulamentação governamental das anteriores, pois eles possuem o mesmo propósito de diminuir o espaço individual e empresarial da livre escolha. Desconsidera até o ato mais elementar de que uma pessoa, diante de um aparelho de televisão, pode simplesmente desligá-lo ou mudar de canal se uma determinada propaganda ou programa fere a sua sensibilidade ou a sua noção do bem. O que está em questão é algo muito maior, relativo ao exercício da livre atividade racional.

O que estamos vivenciando é uma maior interferência do governo nas áreas individuais e empresariais, em nome do politicamente correto, como se assim estivesse agindo em nome da coisa pública. Aproveita-se ele de certa franja da opinião pública sensível a esse tipo de comportamento e capaz, portanto, de apoiar tal tipo de proposta. O Estado se fortalece e aproveita esse seu fortalecimento não apenas para reduzir os espaços de atuação autônoma da sociedade, mas, também, para aumentar a carga tributária e estabelecer as suas formas próprias de controle. Assim, passou a fazer parte da pauta tributária propostas de aumento dos impostos de fumo e bebidas alcoólicas e de recriação da CPMF. Tudo isto é feito tendo o mesmo mote, a saber, a saúde de cada um , como se coubesse ao governo determinar o que é o bem individual e as suas formas de implementação.

Fonte Mídia Sem Máscara

Nota: Temos perfeita compreensão quanto ao fumo e à bebida alcoólica e muitos outros assuntos que não cabe aqui discutirmos, mas precisamos analisar que, olhando por este lado, as leis que nos tirarão a liberdade virão da mesma forma, sendo um bem comum para toda população, algo “politicamente correto”, para o bem de todos. Aqueles que se colocarem contra serão presos, condenados e julgados por tribunais, até já foi criada a Corte Criminal Internacional – CCI, que é um órgão da ONU para este fim. A nossa liberdade individual e coletiva está sofrendo os maiores ataques desde a idade média, em nome do bem comum, por enquanto estes ataques ainda não feriram a Lei de Deus, até podemos afirma que estão de acordo com ela, mas a grande preocupação é quando estes ataques forem contra aquilo que é Santo e for colocado em seu lugar algo profano, o que faremos nós? Aqueles que estiverem preparados saberão como proceder frente às adversidades que virão. Mas quanto àqueles que teimam em não considerar o tempo em que estamos vivendo para buscarem óleo e encherem suas lâmpadas, estes serão apanhados de surpresa e não haverá tempo de graça adicional para eles. Por isso precisamos dá à trombeta sonido certo para alertar o povo de Deus. Preparemo-nos agora, este é o aviso!