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01 dezembro 2011
Governo quer viabilizar diálogo entre representantes de diferentes religiões no país
Nota: Nada contra nos unir em prol da paz; estou pronto para contribuir. O problema está se for exigido que sigamos outro caminho além daquele determinado nas Escrituras Sagradas. Quanto a isto, repito as palavras de Pedro: "Antes importa obedecer a Deus do que aos homens".
07 novembro 2011
Suiça: Semana das Religiões reúne cristãos, judeus, muçulmanos e budistas
Basileia (RV) -
Está em andamento, na Suiça, a 5ª edição da Semana das Religiões,
coordenada em nível nacional pela Comunidade de Trabalho Inter-religiosa
Iras Cotis, que tem sede na Basileia. O tema deste ano é “Religião,
Arte e Sociedade: um relacionamento vital”.
Nascida no ano de 2007, a Semana das Religiões é um ciclo de manifestações que se desenvolvem em toda a Suiça, com o objetivo de promover o encontro entre homens de diversas crenças. Tais encontros – entre representantes de cultos, da ciência e da política – “são indispensáveis para que se possa garantir uma convivência pacífica na nossa sociedade pluralística”, explicaram os organizadores ao jornal vaticano L’Osservatore Romano.
Participam desta edição, que se encerra em 12 de novembro, a associações e instituições cristãs, judaicas, baihai, budistas, muçulmanas. “Trata-se sobretudo de fazer conhecimento recíproco e estreitar laços”, afirma a coordenação do evento, que destaca: “isso nos ajuda a descobrir o que nos une e o que é específico de cada cultura, permitindo que se trabalhe melhor com as diferenças. A finalidade não é criar uma harmonia forçada, mas acolher pontos de vista diferentes e apreciar as múltiplas religiões”. (ED)
Fonte Rádio Vaticana
Nota: Tudo está ficando claro. Sem comentários. "Para bom entendedor, meia palavra basta"
Nascida no ano de 2007, a Semana das Religiões é um ciclo de manifestações que se desenvolvem em toda a Suiça, com o objetivo de promover o encontro entre homens de diversas crenças. Tais encontros – entre representantes de cultos, da ciência e da política – “são indispensáveis para que se possa garantir uma convivência pacífica na nossa sociedade pluralística”, explicaram os organizadores ao jornal vaticano L’Osservatore Romano.
Participam desta edição, que se encerra em 12 de novembro, a associações e instituições cristãs, judaicas, baihai, budistas, muçulmanas. “Trata-se sobretudo de fazer conhecimento recíproco e estreitar laços”, afirma a coordenação do evento, que destaca: “isso nos ajuda a descobrir o que nos une e o que é específico de cada cultura, permitindo que se trabalhe melhor com as diferenças. A finalidade não é criar uma harmonia forçada, mas acolher pontos de vista diferentes e apreciar as múltiplas religiões”. (ED)
Fonte Rádio Vaticana
Nota: Tudo está ficando claro. Sem comentários. "Para bom entendedor, meia palavra basta"
26 setembro 2011
PAPA AOS EVANGÉLICOS ALEMÃES: NÃO PERCAMOS AS GRANDES COISAS QUE TEMOS EM COMUM
Erfurt, 23 set (RV) - Prossegue a 21ª viagem apostólica de Bento XVI à Alemanha. Esta manhã, o Papa encontrou-se, em Berlim, com os representantes das comunidades muçulmanas. A seguir, o Santo Padre prosseguiu para Erfurt onde se reuniu com os representantes do Conselho da Igreja Evangélica Alemã, no ex-Convento Agostiniano.
Em seu discurso, o Papa destacou o significado desse encontro que se realizou no lugar em que Martinho Lutero estudou e foi ordenado sacerdote na Ordem de Santo Agostinho, em 1507.
Para Lutero, "a Teologia não era mera questão acadêmica, mas era a luta interior consigo mesmo que, no final, era uma luta a propósito de Deus e com Deus" – ressaltou o Pontífice.
Falando sobre o contraste com o clima cultural contemporâneo, o Santo Padre sublinhou: "Hoje a maioria das pessoas, mesmo cristãs, dá por suposto que Deus, em última análise, não se interessa por nossos pecados e por nossas virtudes. Ele bem sabe que todos nós não passamos de carne. Se hoje se acredita ainda num além e num juízo de Deus, praticamente quase todos pressupõem que Deus terá de ser generoso e na sua misericórdia ignorar as nossas pequenas faltas."
O Papa fez uma série de perguntas em relação aos problemas que afligem o mundo: "porventura não está o mundo sendo devastado pela corrupção dos grandes, mas também dos pequenos, que pensam apenas na própria vantagem? Porventura não está o mundo sendo devastado por causa do poder da droga e ameaçado por uma crescente predisposição à violência? Poderiam a fome e a pobreza devastar inteiras regiões do mundo, se estivesse mais vivo em nós o amor a Deus e ao próximo"?
Em relação ao ecumenismo o Pontífice frisou: "A coisa mais necessária para o ecumenismo é primariamente que, sob a pressão da secularização, não percamos, quase sem por isso se dar conta, as grandes coisas que temos em comum, que por si mesmas nos tornam cristãos e que nos ficaram como dom e tarefa."
"A fé deve ser repensada e vivida hoje de modo novo, para se tornar uma realidade que pertença ao presente. Essa é tarefa central do ecumenismo. Nisto devemos nos ajudar mutuamente: a crer de modo mais profundo e vivo. Não serão as tácticas a salvar-nos, a salvar o cristianismo, mas uma fé repensada e vivida de modo novo, através da qual Cristo, e com Ele o Deus vivo, entre neste nosso mundo" – sublinhou ainda o Papa.
"Assim como os mártires do período nazista nos aproximaram uns dos outros e suscitaram a primeira grande abertura ecumênica, assim também hoje a fé, vivida a partir do íntimo de nós mesmos, num mundo secularizado, é a força ecumênica mais poderosa que nos reúne, guiando-nos para a unidade no único Senhor" – concluiu o Santo Padre. (MJ)
Fonte Rádio Vaticano
Nota: "as grandes coisas que temos em comum". Lembre-se bem dessas palavras, pois é através delas que o ecumenismo se concretizará.
Em seu discurso, o Papa destacou o significado desse encontro que se realizou no lugar em que Martinho Lutero estudou e foi ordenado sacerdote na Ordem de Santo Agostinho, em 1507.
Para Lutero, "a Teologia não era mera questão acadêmica, mas era a luta interior consigo mesmo que, no final, era uma luta a propósito de Deus e com Deus" – ressaltou o Pontífice.
Falando sobre o contraste com o clima cultural contemporâneo, o Santo Padre sublinhou: "Hoje a maioria das pessoas, mesmo cristãs, dá por suposto que Deus, em última análise, não se interessa por nossos pecados e por nossas virtudes. Ele bem sabe que todos nós não passamos de carne. Se hoje se acredita ainda num além e num juízo de Deus, praticamente quase todos pressupõem que Deus terá de ser generoso e na sua misericórdia ignorar as nossas pequenas faltas."
O Papa fez uma série de perguntas em relação aos problemas que afligem o mundo: "porventura não está o mundo sendo devastado pela corrupção dos grandes, mas também dos pequenos, que pensam apenas na própria vantagem? Porventura não está o mundo sendo devastado por causa do poder da droga e ameaçado por uma crescente predisposição à violência? Poderiam a fome e a pobreza devastar inteiras regiões do mundo, se estivesse mais vivo em nós o amor a Deus e ao próximo"?
Em relação ao ecumenismo o Pontífice frisou: "A coisa mais necessária para o ecumenismo é primariamente que, sob a pressão da secularização, não percamos, quase sem por isso se dar conta, as grandes coisas que temos em comum, que por si mesmas nos tornam cristãos e que nos ficaram como dom e tarefa."
"A fé deve ser repensada e vivida hoje de modo novo, para se tornar uma realidade que pertença ao presente. Essa é tarefa central do ecumenismo. Nisto devemos nos ajudar mutuamente: a crer de modo mais profundo e vivo. Não serão as tácticas a salvar-nos, a salvar o cristianismo, mas uma fé repensada e vivida de modo novo, através da qual Cristo, e com Ele o Deus vivo, entre neste nosso mundo" – sublinhou ainda o Papa.
"Assim como os mártires do período nazista nos aproximaram uns dos outros e suscitaram a primeira grande abertura ecumênica, assim também hoje a fé, vivida a partir do íntimo de nós mesmos, num mundo secularizado, é a força ecumênica mais poderosa que nos reúne, guiando-nos para a unidade no único Senhor" – concluiu o Santo Padre. (MJ)
Fonte Rádio Vaticano
Nota: "as grandes coisas que temos em comum". Lembre-se bem dessas palavras, pois é através delas que o ecumenismo se concretizará.
23 setembro 2011
Bento XVI defende o diálogo com muçulmanos e protestantes
Erfurt, Alemanha, 23 Set 2011 (AFP) -Bento XVI pediu nesta sexta-feira um melhor diálogo entre a cristandade e o Islã, no segundo dia de visita a seu país natal, onde também tem a intenção de enviar sinais de aproximação aos protestantes em favor do ecumenismo.
"Acho que uma colaboração fecunda entre cristãos e muçulmanos é possível", afirmou o Papa ao receber, em Berlim, representantes do Islã na Alemanha.
"Reconhecemos a necessidade (...) de progredir no diálogo e estima recíprocas", insistiu, apesar de o diálogo entre as duas religiões não ter ficado tão fácil depois da polêmica lançada pelo sumo pontífice há cinco anos, duarnte um discurso na Baviera, onde estabelecu um vínculo entre o Islã e a violência religiosa.
Na Alemanha, vivem entre 3,8 e 4,3 milhões de muçulmanos, que representam entre 4,6% e 5,2% de sua população.
Depois, Bento XVI partiu de Berlim para Erfurt, onde Martin Lutero estudou direito e teologia a partir de 1501, e foi ordenado sacerdote em 1507, depois de ter entrado na ordem dos monges agustinianos. Durante esses anos fundamentais, Lutero, que ainda era católico, refletiu sobre o que seria o coemço da Reforma protestante.
Depois de visitar a catedral desta pintoresca cidade medieval, Bento se reunirá a portas fecahdas com 20 delegados da Igreja protestante alemã, e em seguida participará num serviço ecumênico no convento dos Agustinianos, ao lado de autoridades como a chanceler Angela Merkel, filha de um pastor protestante, e do presidente alemão, Christian Wulff, de religião católica.
Fonte Terra
"Acho que uma colaboração fecunda entre cristãos e muçulmanos é possível", afirmou o Papa ao receber, em Berlim, representantes do Islã na Alemanha.
"Reconhecemos a necessidade (...) de progredir no diálogo e estima recíprocas", insistiu, apesar de o diálogo entre as duas religiões não ter ficado tão fácil depois da polêmica lançada pelo sumo pontífice há cinco anos, duarnte um discurso na Baviera, onde estabelecu um vínculo entre o Islã e a violência religiosa.
Na Alemanha, vivem entre 3,8 e 4,3 milhões de muçulmanos, que representam entre 4,6% e 5,2% de sua população.
Depois, Bento XVI partiu de Berlim para Erfurt, onde Martin Lutero estudou direito e teologia a partir de 1501, e foi ordenado sacerdote em 1507, depois de ter entrado na ordem dos monges agustinianos. Durante esses anos fundamentais, Lutero, que ainda era católico, refletiu sobre o que seria o coemço da Reforma protestante.
Depois de visitar a catedral desta pintoresca cidade medieval, Bento se reunirá a portas fecahdas com 20 delegados da Igreja protestante alemã, e em seguida participará num serviço ecumênico no convento dos Agustinianos, ao lado de autoridades como a chanceler Angela Merkel, filha de um pastor protestante, e do presidente alemão, Christian Wulff, de religião católica.
Fonte Terra
01 novembro 2010
Instituições cristãs se aproximam - LEIA A NOTA NO FINAL DA POSTAGEM, POR FAVOR!
Em face do crescimento do secularismo e do islamismo, cristãos de diversas vertentes dão demonstrações de união e adotam discursos engajados
Há quatro décadas, instituições cristãs eram divididas por brigas sobre qual seria seu maior dever: mudar o mundo ou salvar almas. O World Council of Churches (Conselho Mundial de Igrejas), WCC, dominado por protestantes liberais e igrejas ortodoxas de territórios comunistas, enfatizavam “liberação” e justiça social. Essa foi uma das razões pelas quais o norte-americano Billy Graham e outros evangélicos foram a Lausanne, na Suíça, em 1974, para criar uma nova instituição, focada em conquistar as 2.7 bilhões de pessoas que, segundo seus cálculos, ainda não haviam ouvido a mensagem cristã.
O autodenominado “movimento de Lausanne” permanece em ebulição. Seu encontro de quatro mil evangélicos de 200 países, que terminou na Cidade do Cabo, no dia 25 de outubro, foi considerado a maior e mais ampla reunião cristã da história. E, vindo de uma instituição que enfatiza o espiritual, partes da declaração final do encontro foram bastante humanas. A humanidade precisa “se arrepender de nossa parte na destruição, desperdício e poluição dos recursos da Terra, e nossa cumplicidade na idolatria tóxica do consumismo”, disse um pedaço do discurso. Além disso, o novo líder da WCC, o norueguês Olav Fykse Tveit, foi convidado à Cidade do Cabo, apesar de suas raízes no luteranismo liberal nórdico.
Estariam os evangélicos mais abertos a mudar o mundo? Ou estariam os cristãos de todo os tons juntando suas cercas enquanto lidam com secularismo e islamismo? As duas explicações têm um fundo de verdade. Mas se os ecumênicos da WCC e alguns evangélicos estão melhorando, é provavelmente porque o centro de gravidade do cristianismo está se movendo para o Sul – para a África e outros locais pobres onde as brigas ideológicas do hemisfério norte parecem vazias, e as igrejas não ousam negligenciar tanto o aspecto espiritual quanto o material.
De qualquer maneira, as brigas intra-cristãs continuam — especialmente as que dizem respeito a como tratar a fé em coisas diferentes. Em Genebra, dia 1º de Novembro, Tveit e outros membros da WCC se reunirão com líderes muçulmanos para um encontro entre os mundos do protestantismo liberal e o islamismo. Um participante muçulmano, Pricne Ghazi, acha que cristãos e muçulmanos devem discutir teologia, e não apenas tópicos “seguros” como paz e pobreza. Aquele evento em Genebra será assistido com cautela por evangélicos em Lausanne.
Fonte Opinião e Notícia
Nota: Isso é fato. Além do que foi exposto no artigo acima (ecumenismo cristão), é percebível que tem havido uma mudança gradativa nas igrejas tradicionais. Podemos até afirmar que o Neopentecostalismo tem sido uma das armas para que isso aconteça. Muitas denominações cristãs que não concordavam com a doutrina pentecostal, racharam-se, e aquela parte que permaneceu tradicional tem perdido membros para o pentecostalismo.
Não podemos negar de que estar havendo uma renovação no mundo cristão. O velho misticismo das religiões pagãs está voltando, e o cristianismo tem sofrido uma drástica mudança. Se lermos o livro "Enganado pela Nova Era" de Will Baron, da Casa, descobriremos o por quê?
Devemos colocar vigias em nossas portas para evitar que sejamos contaminados com esse engano.
Lembremos que esses eventos são proféticos e ainda seria considerado como uma obra de "Deus".
"Antes de os juízos finais de Deus caírem sobre a Terra, haverá, entre o povo do Senhor, tal avivamento da primitiva piedade como não fora testemunhado desde os tempos apostólicos. O Espírito e o poder de Deus serão derramados sobre Seus filhos. Naquele tempo muitos se separarão das igrejas em que o amor deste mundo suplantou o amor a Deus e à Sua Palavra. Muitos, tanto pastores como leigos, aceitarão alegremente as grandes verdades que Deus providenciou fossem proclamadas no tempo presente, a fim de preparar um povo para a segunda vinda do Senhor. O inimigo das almas deseja estorvar esta obra; e antes que chegue o tempo para tal movimento, esforçar-se-á para impedi-la, introduzindo uma contrafação. Nas igrejas que puder colocar sob seu poder sedutor, fará parecer que a bênção especial de Deus foi derramada; manifestar-se-á o que será considerado como grande interesse religioso. Multidões exultarão de que Deus esteja operando maravilhosamente por elas, quando a obra é de outro espírito. Sob o disfarce religioso, Satanás procurará estender sua influência sobre o mundo cristão.
"Em muitos dos avivamentos ocorridos durante o último meio século, têm estado a operar, em maior ou menor grau, as mesmas influências que se manifestarão em movimentos mais extensos no futuro. Há um excitamento emotivo, mistura do verdadeiro com o falso, muito apropriado para transviar. Contudo, ninguém necessita ser enganado. À luz da Palavra de Deus não é difícil determinar a natureza destes movimentos. Onde quer que os homens negligenciem o testemunho da Escritura Sagrada, desviando-se das verdades claras que servem para provar a alma e que exigem a renúncia de si mesmo e a do mundo, podemos estar certos de que ali não é outorgada a bênção de Deus. E, pela regra que o próprio Cristo deu - "Por seus frutos os conhecereis" (Mat. 7:16) - é evidente que esses movimentos não são obra do Espírito de Deus." O Grande Conflito, págs. 464 e 465.
Vigie sua Igreja, querido irmão! Satanás está querendo invadir nossas fileiras.
Há quatro décadas, instituições cristãs eram divididas por brigas sobre qual seria seu maior dever: mudar o mundo ou salvar almas. O World Council of Churches (Conselho Mundial de Igrejas), WCC, dominado por protestantes liberais e igrejas ortodoxas de territórios comunistas, enfatizavam “liberação” e justiça social. Essa foi uma das razões pelas quais o norte-americano Billy Graham e outros evangélicos foram a Lausanne, na Suíça, em 1974, para criar uma nova instituição, focada em conquistar as 2.7 bilhões de pessoas que, segundo seus cálculos, ainda não haviam ouvido a mensagem cristã.
O autodenominado “movimento de Lausanne” permanece em ebulição. Seu encontro de quatro mil evangélicos de 200 países, que terminou na Cidade do Cabo, no dia 25 de outubro, foi considerado a maior e mais ampla reunião cristã da história. E, vindo de uma instituição que enfatiza o espiritual, partes da declaração final do encontro foram bastante humanas. A humanidade precisa “se arrepender de nossa parte na destruição, desperdício e poluição dos recursos da Terra, e nossa cumplicidade na idolatria tóxica do consumismo”, disse um pedaço do discurso. Além disso, o novo líder da WCC, o norueguês Olav Fykse Tveit, foi convidado à Cidade do Cabo, apesar de suas raízes no luteranismo liberal nórdico.
Estariam os evangélicos mais abertos a mudar o mundo? Ou estariam os cristãos de todo os tons juntando suas cercas enquanto lidam com secularismo e islamismo? As duas explicações têm um fundo de verdade. Mas se os ecumênicos da WCC e alguns evangélicos estão melhorando, é provavelmente porque o centro de gravidade do cristianismo está se movendo para o Sul – para a África e outros locais pobres onde as brigas ideológicas do hemisfério norte parecem vazias, e as igrejas não ousam negligenciar tanto o aspecto espiritual quanto o material.
De qualquer maneira, as brigas intra-cristãs continuam — especialmente as que dizem respeito a como tratar a fé em coisas diferentes. Em Genebra, dia 1º de Novembro, Tveit e outros membros da WCC se reunirão com líderes muçulmanos para um encontro entre os mundos do protestantismo liberal e o islamismo. Um participante muçulmano, Pricne Ghazi, acha que cristãos e muçulmanos devem discutir teologia, e não apenas tópicos “seguros” como paz e pobreza. Aquele evento em Genebra será assistido com cautela por evangélicos em Lausanne.
Fonte Opinião e Notícia
Nota: Isso é fato. Além do que foi exposto no artigo acima (ecumenismo cristão), é percebível que tem havido uma mudança gradativa nas igrejas tradicionais. Podemos até afirmar que o Neopentecostalismo tem sido uma das armas para que isso aconteça. Muitas denominações cristãs que não concordavam com a doutrina pentecostal, racharam-se, e aquela parte que permaneceu tradicional tem perdido membros para o pentecostalismo.
Não podemos negar de que estar havendo uma renovação no mundo cristão. O velho misticismo das religiões pagãs está voltando, e o cristianismo tem sofrido uma drástica mudança. Se lermos o livro "Enganado pela Nova Era" de Will Baron, da Casa, descobriremos o por quê?
Devemos colocar vigias em nossas portas para evitar que sejamos contaminados com esse engano.
Lembremos que esses eventos são proféticos e ainda seria considerado como uma obra de "Deus".
"Antes de os juízos finais de Deus caírem sobre a Terra, haverá, entre o povo do Senhor, tal avivamento da primitiva piedade como não fora testemunhado desde os tempos apostólicos. O Espírito e o poder de Deus serão derramados sobre Seus filhos. Naquele tempo muitos se separarão das igrejas em que o amor deste mundo suplantou o amor a Deus e à Sua Palavra. Muitos, tanto pastores como leigos, aceitarão alegremente as grandes verdades que Deus providenciou fossem proclamadas no tempo presente, a fim de preparar um povo para a segunda vinda do Senhor. O inimigo das almas deseja estorvar esta obra; e antes que chegue o tempo para tal movimento, esforçar-se-á para impedi-la, introduzindo uma contrafação. Nas igrejas que puder colocar sob seu poder sedutor, fará parecer que a bênção especial de Deus foi derramada; manifestar-se-á o que será considerado como grande interesse religioso. Multidões exultarão de que Deus esteja operando maravilhosamente por elas, quando a obra é de outro espírito. Sob o disfarce religioso, Satanás procurará estender sua influência sobre o mundo cristão.
"Em muitos dos avivamentos ocorridos durante o último meio século, têm estado a operar, em maior ou menor grau, as mesmas influências que se manifestarão em movimentos mais extensos no futuro. Há um excitamento emotivo, mistura do verdadeiro com o falso, muito apropriado para transviar. Contudo, ninguém necessita ser enganado. À luz da Palavra de Deus não é difícil determinar a natureza destes movimentos. Onde quer que os homens negligenciem o testemunho da Escritura Sagrada, desviando-se das verdades claras que servem para provar a alma e que exigem a renúncia de si mesmo e a do mundo, podemos estar certos de que ali não é outorgada a bênção de Deus. E, pela regra que o próprio Cristo deu - "Por seus frutos os conhecereis" (Mat. 7:16) - é evidente que esses movimentos não são obra do Espírito de Deus." O Grande Conflito, págs. 464 e 465.
Vigie sua Igreja, querido irmão! Satanás está querendo invadir nossas fileiras.
06 outubro 2010
Pacto ecumênico para lutar contra pobreza na Europa e a Instituição do Domingo
Igrejas e entidades caritativas apresentam plano com quatorze pontos
BRUXELAS, quarta-feira, 6 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – A frase do Êxodo 23, 3 – "Não favorecerás nem mesmo a um pobre no processo" – é o título de um relatório apresentado na quinta-feira no Parlamento Europeu pelas principais Igrejas europeias e suas organizações.
O relatório é resultado de um acordo entre as principais entidades cristãs do continente para se unir na luta contra a pobreza.
O texto contém 14 recomendações políticas dirigidas à União Europeia, com a finalidade de reduzir radicalmente a pobreza na Europa. Foi apresentado durante uma conferência convocada pelo presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, que contou com 150 participantes.
A primeira recomendação é implementar "uma nova cláusula social no Tratado da União Europeia” com a finalidade de “garantir as condições necessárias a cada ser humano para que possa viver harmoniosamente com sua dignidade humana”.
Em sua segunda proposta, os líderes cristãos sugerem que o presidente do Conselho Europeu reflita em seus relatórios sobre a aplicação da cláusula social.
Propõe também que a Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais centre seu programa de trabalho em aspectos relacionados com o capítulo IV (Solidariedade) da Carta de Direitos Fundamentais da UE.
Outras recomendações referem-se ao desenvolvimento de um sistema de salário mínimo de sobrevivência para todos, adotação de uma visão de longo prazo para enfrentar o problema das pessoas sem teto, promoção de um consumo alternativo baseado na moderação e na generosidade.
As Igrejas e entidades caritativas destacam a necessidade de apoiar as famílias em risco de pobreza, especialmente aquelas que têm três ou mais filhos.
Recomendam proteger o domingo como um dia coletivo de descanso para a sociedade, com a finalidade de proteger a saúde dos trabalhadores e como uma premissa para uma sociedade mais participativa.
A futura Plataforma Europeia contra a pobreza – destacam os líderes cristãos – deveria envolver ativamente representantes da sociedade civil e das Igrejas, incluindo os provedores confessionais de serviços.
A última sugestão propõe investir na proteção de quem vive na pobreza com o objetivo de reduzir seu número.
Fonte Zenit
BRUXELAS, quarta-feira, 6 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – A frase do Êxodo 23, 3 – "Não favorecerás nem mesmo a um pobre no processo" – é o título de um relatório apresentado na quinta-feira no Parlamento Europeu pelas principais Igrejas europeias e suas organizações.
O relatório é resultado de um acordo entre as principais entidades cristãs do continente para se unir na luta contra a pobreza.
O texto contém 14 recomendações políticas dirigidas à União Europeia, com a finalidade de reduzir radicalmente a pobreza na Europa. Foi apresentado durante uma conferência convocada pelo presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, que contou com 150 participantes.
A primeira recomendação é implementar "uma nova cláusula social no Tratado da União Europeia” com a finalidade de “garantir as condições necessárias a cada ser humano para que possa viver harmoniosamente com sua dignidade humana”.
Em sua segunda proposta, os líderes cristãos sugerem que o presidente do Conselho Europeu reflita em seus relatórios sobre a aplicação da cláusula social.
Propõe também que a Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais centre seu programa de trabalho em aspectos relacionados com o capítulo IV (Solidariedade) da Carta de Direitos Fundamentais da UE.
Outras recomendações referem-se ao desenvolvimento de um sistema de salário mínimo de sobrevivência para todos, adotação de uma visão de longo prazo para enfrentar o problema das pessoas sem teto, promoção de um consumo alternativo baseado na moderação e na generosidade.
As Igrejas e entidades caritativas destacam a necessidade de apoiar as famílias em risco de pobreza, especialmente aquelas que têm três ou mais filhos.
Recomendam proteger o domingo como um dia coletivo de descanso para a sociedade, com a finalidade de proteger a saúde dos trabalhadores e como uma premissa para uma sociedade mais participativa.
A futura Plataforma Europeia contra a pobreza – destacam os líderes cristãos – deveria envolver ativamente representantes da sociedade civil e das Igrejas, incluindo os provedores confessionais de serviços.
A última sugestão propõe investir na proteção de quem vive na pobreza com o objetivo de reduzir seu número.
Fonte Zenit
Papa quer religiões unidas em favor da paz
Bento XVI enviou mensagem ao encontro internacional promovido pela Comunidade de Santo Egídio
Bento XVI considera que as religiões têm um “papel decisivo” na promoção da paz, desejando um esforço conjunto para promover a dignidade de todos os seres humanos.
"Num tempo difícil de crises e conflitos, intensificados pelo fenómeno cada vez mais extenso da globalização, as religiões são chamadas a realizar a sua especial vocação de serviço à paz e à convivência", afirma uma mensagem assinada, em nome de Bento XVI, pelo Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano.
A missiva foi apresentada no encontro internacional de oração pela paz, promovido pela Comunidade de Santo Egídio, que decorreu na cidade de Barcelona, entre 3 e 5 de Outubro.
A iniciativa, que reuniu representantes de várias religiões e da sociedade civil, teve como tema “Viver juntos num tempo de crise. Família dos povos, família de Deus”.
Para o Papa, todos os povos “precisam de inspirar-se e apoiar-se sobre o fundamento comum dos valores espirituais e éticos".
"Reconhecendo em Deus a fonte da existência de cada homem, as religiões ajudam a sociedade inteira a promover a dignidade inviolável de todo ser humano", afirma a mensagem de Bento XVI.
Num balanço do encontro de Barcelona, o presidente da Comunidade de Santo Egídio, Marco Impagliazzo, admitiu que “o nosso é um tempo difícil, no qual os discursos perderam força e capacidade de atracção”.
Este responsável considera que “a grande vocação da Europa é construir uma casa comum, onde cada um leva os seus valores e identidade”.
A Comunidade de Sant’Egídio tem promovido, ao longo dos últimos 25 anos, uma “peregrinação de diálogo e de paz” em várias cidades europeias e do Mediterrâneo, incluindo Lisboa, em 2000.
Fonte Agência Ecclesia
Nota: "Quando disserem: "Paz e segurança", então, de repente, a destruição virá sobre eles, como dores à mulher grávida; e de modo nenhum escaparão." I Tes. 5:3.
Bento XVI considera que as religiões têm um “papel decisivo” na promoção da paz, desejando um esforço conjunto para promover a dignidade de todos os seres humanos.
"Num tempo difícil de crises e conflitos, intensificados pelo fenómeno cada vez mais extenso da globalização, as religiões são chamadas a realizar a sua especial vocação de serviço à paz e à convivência", afirma uma mensagem assinada, em nome de Bento XVI, pelo Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano.
A missiva foi apresentada no encontro internacional de oração pela paz, promovido pela Comunidade de Santo Egídio, que decorreu na cidade de Barcelona, entre 3 e 5 de Outubro.
A iniciativa, que reuniu representantes de várias religiões e da sociedade civil, teve como tema “Viver juntos num tempo de crise. Família dos povos, família de Deus”.
Para o Papa, todos os povos “precisam de inspirar-se e apoiar-se sobre o fundamento comum dos valores espirituais e éticos".
"Reconhecendo em Deus a fonte da existência de cada homem, as religiões ajudam a sociedade inteira a promover a dignidade inviolável de todo ser humano", afirma a mensagem de Bento XVI.
Num balanço do encontro de Barcelona, o presidente da Comunidade de Santo Egídio, Marco Impagliazzo, admitiu que “o nosso é um tempo difícil, no qual os discursos perderam força e capacidade de atracção”.
Este responsável considera que “a grande vocação da Europa é construir uma casa comum, onde cada um leva os seus valores e identidade”.
A Comunidade de Sant’Egídio tem promovido, ao longo dos últimos 25 anos, uma “peregrinação de diálogo e de paz” em várias cidades europeias e do Mediterrâneo, incluindo Lisboa, em 2000.
Fonte Agência Ecclesia
Nota: "Quando disserem: "Paz e segurança", então, de repente, a destruição virá sobre eles, como dores à mulher grávida; e de modo nenhum escaparão." I Tes. 5:3.
23 junho 2010
É essencial lutar pela Terra e contra a pobreza
Lideres religiosos mundiais, reunidos no Canadá, antecipam G8 e assinam petição conjunta, pedindo medidas corajosas aos governos.
Termina hoje em Winnipeg, no Canadá, a V Reunião Mundial de Religiões, que conta com a participação de oitenta líderes das diversas confissões religiosas. Um encontro onde têm sido abordadas temáticas como os direitos humanos, a liberdade religiosa, a erradicação da pobreza, o meio ambiente sustentável, a paz e segurança.
A reunião realiza-se dias antes das cimeiras do G8 e do G20 (grupos dos países mais industrializados do mundo), que reúnem de 25 a 27 deste mês, em Muskoka e Toronto (Canadá), contando com a presença, entre outros, dos presidentes de Estados Unidos da América, China e Rússia.
No site www.faithchallengeg8.com, já se pode assinar uma petição em que os líderes religiosos pedem medidas corajosas aos líderes mundiais, “deixando de pensar apenas a curto prazo e trabalhando em conjunto para que as pessoas do planeta possam prosperar”.
Lutar pela sustentabilidade da Terra, pôr de lado guerras e conflitos, encurtar diferenças entre ricos e pobres são meios para atingir esse fim, de acordo com o documento, que conta neste momento com cerca de 1500 assinaturas.
Fonte Agência Ecclesia
Nota: O Ecumenismo pede o ECOmenismo. Medidas corajosas são solicitadas ao G8 e ao G20.
Termina hoje em Winnipeg, no Canadá, a V Reunião Mundial de Religiões, que conta com a participação de oitenta líderes das diversas confissões religiosas. Um encontro onde têm sido abordadas temáticas como os direitos humanos, a liberdade religiosa, a erradicação da pobreza, o meio ambiente sustentável, a paz e segurança.
A reunião realiza-se dias antes das cimeiras do G8 e do G20 (grupos dos países mais industrializados do mundo), que reúnem de 25 a 27 deste mês, em Muskoka e Toronto (Canadá), contando com a presença, entre outros, dos presidentes de Estados Unidos da América, China e Rússia.
No site www.faithchallengeg8.com, já se pode assinar uma petição em que os líderes religiosos pedem medidas corajosas aos líderes mundiais, “deixando de pensar apenas a curto prazo e trabalhando em conjunto para que as pessoas do planeta possam prosperar”.
Lutar pela sustentabilidade da Terra, pôr de lado guerras e conflitos, encurtar diferenças entre ricos e pobres são meios para atingir esse fim, de acordo com o documento, que conta neste momento com cerca de 1500 assinaturas.
Fonte Agência Ecclesia
Nota: O Ecumenismo pede o ECOmenismo. Medidas corajosas são solicitadas ao G8 e ao G20.
15 março 2010
Papa visitou igreja luterana em Roma
Bento XVI visitou este Domingo a igreja evangélica luterana de Roma, 27 anos depois de João Paulo II ter feito o mesmo, num gesto qualificado como histórico.
O Papa, alemão, esteve nesta comunidade que é, na sua maioria, constituída por germânicos, e foi acolhido pelo pastor Jens-Martin Kruse.
A acompanhar Bento XVI estavam os Cardeais Tarcisio Bertone, Secretário de Estado, e Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a promoção da unidade dos cristãos.
Na sua intervenção, o Papa sublinhou a importância do ecumenismo, reconhecendo contudo que ainda há divergências em “aspectos essenciais”.
Pertencem à comunidade, dirigida por Jens-Martin Kruse, mais de trezentos membros inseridos em diversas actividades espirituais, formativas e culturais. O Papa esteve com eles numa celebração ecuménica e, em seguida, encontrou-se com os membros do Conselho.
Fonte Agência Ecclesia
Nota: O abismo está cada vez menor. As mãos estão sendo estendidas e brevemente não haverá mais abismo.
O Papa, alemão, esteve nesta comunidade que é, na sua maioria, constituída por germânicos, e foi acolhido pelo pastor Jens-Martin Kruse.
A acompanhar Bento XVI estavam os Cardeais Tarcisio Bertone, Secretário de Estado, e Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a promoção da unidade dos cristãos.
Na sua intervenção, o Papa sublinhou a importância do ecumenismo, reconhecendo contudo que ainda há divergências em “aspectos essenciais”.
Pertencem à comunidade, dirigida por Jens-Martin Kruse, mais de trezentos membros inseridos em diversas actividades espirituais, formativas e culturais. O Papa esteve com eles numa celebração ecuménica e, em seguida, encontrou-se com os membros do Conselho.
Fonte Agência Ecclesia
Nota: O abismo está cada vez menor. As mãos estão sendo estendidas e brevemente não haverá mais abismo.
11 fevereiro 2010
Papa recebeu delegação luterana dos EUA
Relançar o dialogo entre luteranos e católicos iniciado de maneira promissora após o Concílio Vaticano II foi o desejo expresso pelo Papa uma delação da Igreja Evangélica Luterana recebida no final da audiência geral, esta Quarta-feira, no Vaticano.
“Desde o início do meu pontificado – disse - senti-me encorajado pelo facto de as relações entre católicos e luteranos terem continuado a crescer, especialmente a nível de colaboração pratica ao serviço do Evangelho”.
Fonte Agência Ecclesia
Nota: "Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151.
“Desde o início do meu pontificado – disse - senti-me encorajado pelo facto de as relações entre católicos e luteranos terem continuado a crescer, especialmente a nível de colaboração pratica ao serviço do Evangelho”.
Fonte Agência Ecclesia
Nota: "Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151.
10 fevereiro 2010
Chegou a hora do realismo ecuménico
(9/2/2010) O presidente do Conselho Pontifício para a promoção da unidade dos cristãos, Cardeal Walter Kasper, considera que é hora do “realismo ecuménico”, que valorize o que já se conseguiu neste diálogo e não sublinhe em demasia “as questões que permanecem em aberto”.
Este responsável falava durante a abertura de um simpósio sobre o livro "Colhendo os frutos. Aspectos fundamentais da fé cristã no diálogo ecuménico. Consensos, convergências e diferenças", lançado em Outubro de 2009 pela Santa Sé. Participam no evento, que decorre no Vaticano, representantes das Igrejas Luterana, Reformada, Anglicana e Metodista.
O Cardeal Kasper falou numa “nova fase de diálogo” com as Igrejas históricas da Reforma, “que pode ser menos entusiasta em relação ao da nossa juventude, mas será mais maduro e não menos embebido em coragem e esperança".
"Deixemo-nos guiar pela consciência de que não há alternativa responsável ao diálogo que foi inspirado pelo Espírito Santo, que acreditamos capaz de cumprir o que iniciou", prosseguiu.
Para o presidente do Conselho Pontifício para a promoção da unidade dos cristãos, "o caminho para uma plena comunhão não é um movimento de sentido único", mas uma via na qual "todas as partes devem avançar".
Num balanço do caminho empreendido desde o Concílio Vaticano II, o Cardeal alemão disse que estas décadas foram marcadas por “um crescente respeito recíproco, confiança e amizade”. Mais importante do que os documentos conjuntos, assinalou, foi a redescoberta como “irmãos e irmãs em Cristo”.
O simpósio conclui-se nesta Quarta-feira, com uma celebração de Vésperas, na Basílica de São Paulo fora de muros
Fonte Rádio Vaticana
Este responsável falava durante a abertura de um simpósio sobre o livro "Colhendo os frutos. Aspectos fundamentais da fé cristã no diálogo ecuménico. Consensos, convergências e diferenças", lançado em Outubro de 2009 pela Santa Sé. Participam no evento, que decorre no Vaticano, representantes das Igrejas Luterana, Reformada, Anglicana e Metodista.
O Cardeal Kasper falou numa “nova fase de diálogo” com as Igrejas históricas da Reforma, “que pode ser menos entusiasta em relação ao da nossa juventude, mas será mais maduro e não menos embebido em coragem e esperança".
"Deixemo-nos guiar pela consciência de que não há alternativa responsável ao diálogo que foi inspirado pelo Espírito Santo, que acreditamos capaz de cumprir o que iniciou", prosseguiu.
Para o presidente do Conselho Pontifício para a promoção da unidade dos cristãos, "o caminho para uma plena comunhão não é um movimento de sentido único", mas uma via na qual "todas as partes devem avançar".
Num balanço do caminho empreendido desde o Concílio Vaticano II, o Cardeal alemão disse que estas décadas foram marcadas por “um crescente respeito recíproco, confiança e amizade”. Mais importante do que os documentos conjuntos, assinalou, foi a redescoberta como “irmãos e irmãs em Cristo”.
O simpósio conclui-se nesta Quarta-feira, com uma celebração de Vésperas, na Basílica de São Paulo fora de muros
Fonte Rádio Vaticana
26 janeiro 2010
Papa a cristãos: dar testemunho comum “já” - Em questões centrais como bioética, ECOLOGIA e luta contra a pobreza
ROMA, segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- O Papa Bento XVI pediu hoje a todos os cristãos, durante sua homilia nas vésperas solenes celebradas na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, que não esperem a unidade plena para dar um testemunho comum, mas que já o façam na medida do possível.
Na celebração que conclui os atos da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e que reuniu os representantes das conferências cristãs presentes em Roma, o Santo Padre pediu a cada um que desse “sua contribuição para levar a cabo os passos que conduzam à comunhão plena”.
Ainda que “não faltem, infelizmente, questões que nos separam uns dos outros e que esperamos que possam ser superadas através da oração e do diálogo – admitiu o Papa –, há um conteúdo central da mensagem de Cristo que podemos anunciar todos juntos”.
Esta mensagem é, afirmou, “a paternidade de Deus, a vitória de Cristo sobre o pecado e sobre a morte com sua cruz e ressurreição, a confiança na ação transformadora do Espírito”.
“Enquanto estamos em caminho rumo à comunhão plena, somos chamados a oferecer um testemunho comum frente aos desafios cada vez mais complexos da nossa época”, exortou.
Entre estes desafios, “a secularização e a indiferença, o relativismo e o hedonismo, os delicados temas éticos com relação ao começo e final da vida, os limites da ciência e da tecnologia, o diálogo com as demais tradições religiosas”.
Além disso, indicou que há novos campos “nos quais devemos, desde já, dar um testemunho comum”; entre eles, destacou “a proteção da criação, a promoção do bem comum e da paz, a defesa da centralidade da pessoa humana, o compromisso por vencer as misérias da nossa época, como a fome, a indigência, o analfabetismo, a desigual distribuição dos bens”.
Edimburgo
Neste sentido, recordou a “intuição fundamental” da Conferência Missionária de Edimburgo em 1910, da qual este ano se celebra o centenário, de que os cristãos não podem anunciar o Evangelho de forma convincente se estiverem divididos.
A conferência, afirmou o Papa, foi “um acontecimento determinante para o nascimento do movimento ecumênico moderno”.
É precisamente “o desejo de anunciar Cristo aos demais e de levar ao mundo sua mensagem de reconciliação que faz experimentar a contradição da divisão dos cristãos”, explicou. “Como os incrédulos poderão, de fato, acolher o anúncio do Evangelho se os cristãos, apesar de se referirem todos ao mesmo Cristo, estão em desacordo entre eles?”
“Há um século de distância, desde o acontecimento de Edimburgo, a intuição daqueles valentes precursores ainda é atualíssima”, afirmou o Papa.
“Em um mundo marcado pela indiferença religiosa e inclusive por uma crescente aversão à fé cristã, é necessária uma nova e intensa atividade de evangelização, não somente entre os povos que nunca conheceram o Evangelho, mas também naqueles em que o cristianismo se difundiu e faz parte da sua história”, acrescentou.
Recordando o recentemente clausurado Ano de São Paulo, o Papa sublinhou que o testemunho comum da fé, “naquele então, como hoje, nasce do encontro com o Ressuscitado, nutre-se da relação constante com Ele, está animado pelo amor profundo a Ele”.
“A força que promove a unidade e a missão surge do encontro fecundo e apaixonante com o Ressuscitado, como aconteceu com São Paulo no caminho de Damasco”, concluiu.
No início das vésperas, o cardeal Ealter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, havia sublinhado, neste sentido, que “ecumenismo e missão são inseparáveis; são, por assim dizer, gêmeos”.
“Como podemos levar a cabo, de maneira crível, a tarefa confiada por nosso Senhor, que é a de anunciar a unidade, a reconciliação e a paz, se os próprios cristãos não estão unidos nem reconciliados entre si?”, perguntou-se.
Neste sentido, replicou que “missão e ecumenismo são as tarefas mais importantes que o mundo atual e a cristandade devem conseguir levar adiante”.
Fonte Zenit
Nota: O Ecumenismo está se tornando em um Ecomenismo.
Na celebração que conclui os atos da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e que reuniu os representantes das conferências cristãs presentes em Roma, o Santo Padre pediu a cada um que desse “sua contribuição para levar a cabo os passos que conduzam à comunhão plena”.
Ainda que “não faltem, infelizmente, questões que nos separam uns dos outros e que esperamos que possam ser superadas através da oração e do diálogo – admitiu o Papa –, há um conteúdo central da mensagem de Cristo que podemos anunciar todos juntos”.
Esta mensagem é, afirmou, “a paternidade de Deus, a vitória de Cristo sobre o pecado e sobre a morte com sua cruz e ressurreição, a confiança na ação transformadora do Espírito”.
“Enquanto estamos em caminho rumo à comunhão plena, somos chamados a oferecer um testemunho comum frente aos desafios cada vez mais complexos da nossa época”, exortou.
Entre estes desafios, “a secularização e a indiferença, o relativismo e o hedonismo, os delicados temas éticos com relação ao começo e final da vida, os limites da ciência e da tecnologia, o diálogo com as demais tradições religiosas”.
Além disso, indicou que há novos campos “nos quais devemos, desde já, dar um testemunho comum”; entre eles, destacou “a proteção da criação, a promoção do bem comum e da paz, a defesa da centralidade da pessoa humana, o compromisso por vencer as misérias da nossa época, como a fome, a indigência, o analfabetismo, a desigual distribuição dos bens”.
Edimburgo
Neste sentido, recordou a “intuição fundamental” da Conferência Missionária de Edimburgo em 1910, da qual este ano se celebra o centenário, de que os cristãos não podem anunciar o Evangelho de forma convincente se estiverem divididos.
A conferência, afirmou o Papa, foi “um acontecimento determinante para o nascimento do movimento ecumênico moderno”.
É precisamente “o desejo de anunciar Cristo aos demais e de levar ao mundo sua mensagem de reconciliação que faz experimentar a contradição da divisão dos cristãos”, explicou. “Como os incrédulos poderão, de fato, acolher o anúncio do Evangelho se os cristãos, apesar de se referirem todos ao mesmo Cristo, estão em desacordo entre eles?”
“Há um século de distância, desde o acontecimento de Edimburgo, a intuição daqueles valentes precursores ainda é atualíssima”, afirmou o Papa.
“Em um mundo marcado pela indiferença religiosa e inclusive por uma crescente aversão à fé cristã, é necessária uma nova e intensa atividade de evangelização, não somente entre os povos que nunca conheceram o Evangelho, mas também naqueles em que o cristianismo se difundiu e faz parte da sua história”, acrescentou.
Recordando o recentemente clausurado Ano de São Paulo, o Papa sublinhou que o testemunho comum da fé, “naquele então, como hoje, nasce do encontro com o Ressuscitado, nutre-se da relação constante com Ele, está animado pelo amor profundo a Ele”.
“A força que promove a unidade e a missão surge do encontro fecundo e apaixonante com o Ressuscitado, como aconteceu com São Paulo no caminho de Damasco”, concluiu.
No início das vésperas, o cardeal Ealter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, havia sublinhado, neste sentido, que “ecumenismo e missão são inseparáveis; são, por assim dizer, gêmeos”.
“Como podemos levar a cabo, de maneira crível, a tarefa confiada por nosso Senhor, que é a de anunciar a unidade, a reconciliação e a paz, se os próprios cristãos não estão unidos nem reconciliados entre si?”, perguntou-se.
Neste sentido, replicou que “missão e ecumenismo são as tarefas mais importantes que o mundo atual e a cristandade devem conseguir levar adiante”.
Fonte Zenit
Nota: O Ecumenismo está se tornando em um Ecomenismo.
25 janeiro 2010
PAPA E PATRIARCA SÉRVIO EM SINTONIA RUMO À COMUNHÃO
Cidade do Vaticano/Belgrado, 24 jan (RV) - Bento XVI enviou ontem uma mensagem ao recém-eleito Patriarca da Igreja Ortodoxa Sérvia, Sua Santidade Irinej, no dia de sua posse.
“Alegrei-me ao saber de sua eleição como Patriarca da Igreja Ortodoxa Sérvia e rezo para que o Senhor lhe conceda muitos dons de graça e sabedoria para o cumprimento de suas altas responsabilidades ao serviço da Igreja e do povo que lhe foi confiado” – escreve o pontífice em um telegrama.
Bento XVI também pede a Deus que lhe ofereça a força interior para reforçar a unidade e o crescimento espiritual da Igreja Ortodoxa sérvia e para construir relações fraternas com outras Igrejas e comunidades eclesiais.
Ao elogiar o trabalho do Patriarca Pavle I, antecessor de Irinej, (falecido em 15 de novembro passado), Bento XVI ressaltou seu exemplo de fidelidade ao Senhor e seus muitos gestos de abertura em relação à Igreja Católica.
Enfim, o papa garante: “a Igreja Católica continuará comprometida nas relações fraternas e no diálogo teológico, a fim de que os obstáculos que ainda impedem a plena comunhão entre nós possam ser superados”.
Antes de ser eleito, Irinej manifestou seu desejo de melhorar os laços com a Igreja Católica, e se mostrou partidário que o papa Bento XVI visite a Sérvia em 2013. Seria a primeira visita de um pontífice a esse país.
Ontem à tarde, na cerimônia de investidura, na catedral de Belgrado, com a presença da cúpula do Governo sérvio, Irinej disse que este era um grande dia para ele, para o povo sérvio e para a Igreja Ortodoxa Sérvia, e reconheceu que sua escolha representa uma grande responsabilidade.
Prosseguindo em seu discurso, o novo patriarca reivindicou a soberania de Belgrado sobre o Kosovo, definindo esta província independentista como a “Terra Santa”; a “Jerusalém da Sérvia”.
“Sem o Kosovo, a Sérvia não é a Sérvia” – afirmou, completando que “tarefa primordial e mais santa” da Igreja sérvia é “ajudar o Estado a defender o santo e mártir Kosovo daqueles que o querem roubar”.
Irinej foi eleito sexta-feira, 22, após a reunião do Conselho Eclesiástico Eleitoral, em Belgrado, na Sérvia. Seu título oficial agora é o de Arcebispo de Pec, Metropolita de Belgrado-Karlovac e patriarca sérvio.
Nascido em 1930 na aldeia de Vodova, próximo a Cacak, na Sérvia Ocidental, foi seminarista em Prizren, no Kosovo, estudou teologia em Belgrado e Atenas.
Foi professor no Seminário de Belgrado, diretor da escola monástica do mosteiro de Ostrog, em Montenegro, reitor do seminário em Prizren e, em 1975, foi eleito bispo diocesano de Nis, na Sérvia, berço do Imperador Constantino, o Grande.
Por parte do Vaticano, também o Cardeal Walter Kasper, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos enviou um telegrama ao novo patriarca, expressando-lhe sua alegria e proximidade na oração.
“Com a firme consciência de que a unidade não é resultado de nossas forças humanas – escreve o cardeal alemão – peço ao Senhor que lhe conceda muitas dádivas, e que o Espírito Santo esteja ao seu lado nessa nova missão como líder da Igreja Ortodoxa servia e no serviço da comunhão entre os cristãos”.
(CM).
Fonte Rádio Vaticana
Nota: João Paulo II fez um grande trabalho na cura da ferida, agora, Bento XVI, aproveitando as ações de João Paulo II, trabalha na união de todos os cristãos. O objetivo seria de promover um Ecumenismo onde todas as outras ramificações do cristianismo devem mudar, menos a Igreja Católica.
“Alegrei-me ao saber de sua eleição como Patriarca da Igreja Ortodoxa Sérvia e rezo para que o Senhor lhe conceda muitos dons de graça e sabedoria para o cumprimento de suas altas responsabilidades ao serviço da Igreja e do povo que lhe foi confiado” – escreve o pontífice em um telegrama.
Bento XVI também pede a Deus que lhe ofereça a força interior para reforçar a unidade e o crescimento espiritual da Igreja Ortodoxa sérvia e para construir relações fraternas com outras Igrejas e comunidades eclesiais.
Ao elogiar o trabalho do Patriarca Pavle I, antecessor de Irinej, (falecido em 15 de novembro passado), Bento XVI ressaltou seu exemplo de fidelidade ao Senhor e seus muitos gestos de abertura em relação à Igreja Católica.
Enfim, o papa garante: “a Igreja Católica continuará comprometida nas relações fraternas e no diálogo teológico, a fim de que os obstáculos que ainda impedem a plena comunhão entre nós possam ser superados”.
Antes de ser eleito, Irinej manifestou seu desejo de melhorar os laços com a Igreja Católica, e se mostrou partidário que o papa Bento XVI visite a Sérvia em 2013. Seria a primeira visita de um pontífice a esse país.
Ontem à tarde, na cerimônia de investidura, na catedral de Belgrado, com a presença da cúpula do Governo sérvio, Irinej disse que este era um grande dia para ele, para o povo sérvio e para a Igreja Ortodoxa Sérvia, e reconheceu que sua escolha representa uma grande responsabilidade.
Prosseguindo em seu discurso, o novo patriarca reivindicou a soberania de Belgrado sobre o Kosovo, definindo esta província independentista como a “Terra Santa”; a “Jerusalém da Sérvia”.
“Sem o Kosovo, a Sérvia não é a Sérvia” – afirmou, completando que “tarefa primordial e mais santa” da Igreja sérvia é “ajudar o Estado a defender o santo e mártir Kosovo daqueles que o querem roubar”.
Irinej foi eleito sexta-feira, 22, após a reunião do Conselho Eclesiástico Eleitoral, em Belgrado, na Sérvia. Seu título oficial agora é o de Arcebispo de Pec, Metropolita de Belgrado-Karlovac e patriarca sérvio.
Nascido em 1930 na aldeia de Vodova, próximo a Cacak, na Sérvia Ocidental, foi seminarista em Prizren, no Kosovo, estudou teologia em Belgrado e Atenas.
Foi professor no Seminário de Belgrado, diretor da escola monástica do mosteiro de Ostrog, em Montenegro, reitor do seminário em Prizren e, em 1975, foi eleito bispo diocesano de Nis, na Sérvia, berço do Imperador Constantino, o Grande.
Por parte do Vaticano, também o Cardeal Walter Kasper, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos enviou um telegrama ao novo patriarca, expressando-lhe sua alegria e proximidade na oração.
“Com a firme consciência de que a unidade não é resultado de nossas forças humanas – escreve o cardeal alemão – peço ao Senhor que lhe conceda muitas dádivas, e que o Espírito Santo esteja ao seu lado nessa nova missão como líder da Igreja Ortodoxa servia e no serviço da comunhão entre os cristãos”.
(CM).
Fonte Rádio Vaticana
Nota: João Paulo II fez um grande trabalho na cura da ferida, agora, Bento XVI, aproveitando as ações de João Paulo II, trabalha na união de todos os cristãos. O objetivo seria de promover um Ecumenismo onde todas as outras ramificações do cristianismo devem mudar, menos a Igreja Católica.
20 janeiro 2010
Diálogo entre católicos, ortodoxos e protestantes dá sinais concretos de esperança
«Como podemos anunciar a reconciliação, a unidade e o amor se nós próprios estamos divididos?»
O presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, Card. Walter Kasper, acredita que o diálogo entre católicos, ortodoxos e protestantes tem dado passos consistentes rumo a uma maior coesão.
Em relação às “Igrejas Ortodoxas, que estão muito próximas de nós, fizemos muitos e grandes progressos dos últimos dez anos”, constatou o responsável.
“O segundo sinal concreto de esperança – prosseguiu – é a existência de grupos católicos e protestantes que se encontram regularmente, rezam em conjunto, rezam uns pelos outros, fazendo um intercâmbio de experiências espirituais. Estes grupos representam verdadeiramente um ecumenismo de base: adquirem o que foi alcançado nos nossos diálogos teológicos e aplicam-no à sua situação concreta. Isto permite o crescimento de algo que poderá trazer frutos importantes.”
“Vós sois as testemunhas destas coisas” é o trecho do Evangelho de Lucas escolhido para Semana de Oração para a Unidade dos Cristãos e para 2010. “Escolhemos esta passagem porque este ano celebramos o centésimo aniversário da Conferência Missionária em Edimburgo, na qual todos os participantes concordaram que o maior obstáculo para a difusão do Evangelho no mundo era a divisão dos cristãos”, explicou o Card. Walter Kasper.
“Neste sentido – acrescentou – ecumenismo e missão são quase gémeos, estão ligados: como podemos anunciar a reconciliação, a unidade e o amor se nós próprios estamos divididos? O ecumenismo não é apenas algo de académico, mas tem importância e marca também o mundo de hoje.”
Fonte Agência Ecclesia
Nota: Não existe nada de errado na união de todos os cristãos em torno da verdade bíblica, o problema no ecumenismo é que a Igreja Católica não abre mão de seus erros doutrinários, como a alteração que fizeram no decálogo, que deu origem à idolatria, bem como a substituição do Sábado pelo Domingo, dia essencialmente pagão. O real desejo da ICAR é que todos cheguem ao um acerto tendo como base a sua doutrina, que está totalmente equivocada. Se é para entrarmos em concenso, então vamos aceitar a verdade bíblica sobre o Sábado (Êxodo 20:8-11, Apocalipse 12:17, 14:6-7), a Verdadeira Condição do Homem na Morte, sono sem consciência alguma (Eclesiastes 9:5-6), a Verdade sobre o Santuário e a Intercessão de Jesus, esquecendo a intercessão de Maria que, apesar de ter sido uma mulher santa, não pode fazer nada por nós; Jesus é o único advogado e intercessor (Hebreus 8 e 9, I João 2:1, Levítico 16) e etc. Se for para entrar em acordo dentro destes pontos e outros mais, então estou dentro, mas foi profetizado que tal não acontecerá, portanto, estou fora.
O presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, Card. Walter Kasper, acredita que o diálogo entre católicos, ortodoxos e protestantes tem dado passos consistentes rumo a uma maior coesão.
Em relação às “Igrejas Ortodoxas, que estão muito próximas de nós, fizemos muitos e grandes progressos dos últimos dez anos”, constatou o responsável.
“O segundo sinal concreto de esperança – prosseguiu – é a existência de grupos católicos e protestantes que se encontram regularmente, rezam em conjunto, rezam uns pelos outros, fazendo um intercâmbio de experiências espirituais. Estes grupos representam verdadeiramente um ecumenismo de base: adquirem o que foi alcançado nos nossos diálogos teológicos e aplicam-no à sua situação concreta. Isto permite o crescimento de algo que poderá trazer frutos importantes.”
“Vós sois as testemunhas destas coisas” é o trecho do Evangelho de Lucas escolhido para Semana de Oração para a Unidade dos Cristãos e para 2010. “Escolhemos esta passagem porque este ano celebramos o centésimo aniversário da Conferência Missionária em Edimburgo, na qual todos os participantes concordaram que o maior obstáculo para a difusão do Evangelho no mundo era a divisão dos cristãos”, explicou o Card. Walter Kasper.
“Neste sentido – acrescentou – ecumenismo e missão são quase gémeos, estão ligados: como podemos anunciar a reconciliação, a unidade e o amor se nós próprios estamos divididos? O ecumenismo não é apenas algo de académico, mas tem importância e marca também o mundo de hoje.”
Fonte Agência Ecclesia
Nota: Não existe nada de errado na união de todos os cristãos em torno da verdade bíblica, o problema no ecumenismo é que a Igreja Católica não abre mão de seus erros doutrinários, como a alteração que fizeram no decálogo, que deu origem à idolatria, bem como a substituição do Sábado pelo Domingo, dia essencialmente pagão. O real desejo da ICAR é que todos cheguem ao um acerto tendo como base a sua doutrina, que está totalmente equivocada. Se é para entrarmos em concenso, então vamos aceitar a verdade bíblica sobre o Sábado (Êxodo 20:8-11, Apocalipse 12:17, 14:6-7), a Verdadeira Condição do Homem na Morte, sono sem consciência alguma (Eclesiastes 9:5-6), a Verdade sobre o Santuário e a Intercessão de Jesus, esquecendo a intercessão de Maria que, apesar de ter sido uma mulher santa, não pode fazer nada por nós; Jesus é o único advogado e intercessor (Hebreus 8 e 9, I João 2:1, Levítico 16) e etc. Se for para entrar em acordo dentro destes pontos e outros mais, então estou dentro, mas foi profetizado que tal não acontecerá, portanto, estou fora.
19 janeiro 2010
Papa saúda diálogo católico-luterano
Bento XVI recebe delegação ecuménica finlandesa no início da semana de oração pela unidade dos cristãos. Bento XVI manifestou hoje a sua satisfação pelos avanços registados no diálogo católico-luterano em países nórdicos, lembrando a “Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação”, publicada há dez anos.
O Papa classificou-a como “um sinal concreto da fraternidade redescoberta entre Luteranos e Católicos”, congratulando-se com os recentes trabalhos do diálogo católico–luterano do Norte, na Finlândia e na Suécia, precisamente sobre questões derivantes daquela Declaração Conjunta.
Bento XVI falava esta manhã, no Vaticano, ao receber uma delegação ecuménica procedente da Finlândia, na habitual visita anual por ocasião da festa de Santo Henrique, patrono dessa nação.
No primeiro dia da semana de oração pela unidade dos cristãos, que se prolonga até ao próximo dia 25 de Janeiro, o Papa congratulou-se com a fidelidade revelada nestas visitas anuais, que demonstram “respeito pelo Sucessor de Pedro” e exprimem também “boa fé e desejo de unidade através de um diálogo fraterno”.
“É minha fervorosa oração que as variadas Igrejas Cristãs e comunidades que vós representais possam crescer neste sentido de fraternidade, perseverando na nossa peregrinação conjunta”, afirmou.
No que diz respeito à Igreja Católica, indicou Bento XVI, esta encontra-se, a partir do Concílio Vaticano II “irrevogavelmente empenhada em seguir o caminho do movimento ecuménico, em obediência ao Espírito do Senhor que nos ensina a interpretar atentamente os sinais dos tempos”.
Fonte Agência Ecclesia
O Papa classificou-a como “um sinal concreto da fraternidade redescoberta entre Luteranos e Católicos”, congratulando-se com os recentes trabalhos do diálogo católico–luterano do Norte, na Finlândia e na Suécia, precisamente sobre questões derivantes daquela Declaração Conjunta.
Bento XVI falava esta manhã, no Vaticano, ao receber uma delegação ecuménica procedente da Finlândia, na habitual visita anual por ocasião da festa de Santo Henrique, patrono dessa nação.
No primeiro dia da semana de oração pela unidade dos cristãos, que se prolonga até ao próximo dia 25 de Janeiro, o Papa congratulou-se com a fidelidade revelada nestas visitas anuais, que demonstram “respeito pelo Sucessor de Pedro” e exprimem também “boa fé e desejo de unidade através de um diálogo fraterno”.
“É minha fervorosa oração que as variadas Igrejas Cristãs e comunidades que vós representais possam crescer neste sentido de fraternidade, perseverando na nossa peregrinação conjunta”, afirmou.
No que diz respeito à Igreja Católica, indicou Bento XVI, esta encontra-se, a partir do Concílio Vaticano II “irrevogavelmente empenhada em seguir o caminho do movimento ecuménico, em obediência ao Espírito do Senhor que nos ensina a interpretar atentamente os sinais dos tempos”.
Fonte Agência Ecclesia
14 janeiro 2010
COMEÇA HOJE O XX DIA DE REFLEXÃO JUDAICO-CRISTÃ EM ROMA - Igreja Católica Discutirá o quarto mandamento com os Judeus - Sábado ou Domingo?
Roma, 14 jan (RV) – "Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo". Este é o tema da reunião agendada para iniciar hoje, quinta-feira, dia 14, e que se estenderá até dia 18, domingo, na Pontifícia Universidade do Latrão, na Cidade do Vaticano.
A reunião será guiada Dom Marco Gnavi, diretor do escritório diocesano para o diálogo ecumênico e inter-religioso em uma mesa redonda que terá como palestrantes o Rabino-Chefe Riccardo Di Segni e o Bispo Vincenzo Paglia.
Antecedendo em três dias a visita de Bento XVI à sinagoga de Roma, a reunião se insere em um caminho que, desde 2005, discute ponto a ponto o Decálogo. Este ano, o ponto é o quarto mandamento: "Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo".
Para o Bispo Benedetto Tuzia, presidente da Comissão Diocesana para o Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso, o objetivo é "encontrar um terreno comum entre cristãos e judeus, por meio da ética dos mandamentos, onde o homem encontra a sua liberdade".
Sobre esta questão, falará o rabino chefe da comunidade judaica de Roma, Riccardo Di Segni e do bispo de Terni-Narni-Amelia Vincenzo Paglia, ex-presidente da Comissão para o Ecumenismo e Diálogo inter-religioso da Conferência Episcopal Italiana.
Dom Tuzia ainda falou que, "para nós será a oportunidade para reiterar o desejo da Igreja italiana de encontrar a comunidade judaica, parando primeiro sobre esta forte raiz comum que são as Escrituras dos mandamentos."(LC)
Fonte Rádio Vaticana
Nota: O texto é bem claro, precisamos esperar para saber o que será decidido. Sabemos que a Igreja Romana deseja estabelecer sua autoridade em todas as religiões. O vinho de sua prostituição deseja alcançar os judeus. Breve, muito breve cumprirá a profecia: "Caiu, caiu a grande Babilónia, e se tornou morada de demónios, e coito de todo o espírito imundo, e coito de toda a ave imunda e aborrecível; Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância das suas delícias. E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniquidades dela." Apocalipse 18:2-5.
Percebemos que o diálogo inter-religioso caminha para um acordo comum entre todas as religiões. Ao que parece esse diálogo está bem adiantado, o que está atrasada é a nossa preparação.
Senhor tenha misericórdia de Seu povo! Abre-nos os olhos para que possamos ver, concede-nos o Seu Espírito Santo. Concede-nos a fé e o amor para nos enriquecer. Vista-nos com a Justiça de Seu Filho para que não seja manifestada a nossa vergonha.
A reunião será guiada Dom Marco Gnavi, diretor do escritório diocesano para o diálogo ecumênico e inter-religioso em uma mesa redonda que terá como palestrantes o Rabino-Chefe Riccardo Di Segni e o Bispo Vincenzo Paglia.
Antecedendo em três dias a visita de Bento XVI à sinagoga de Roma, a reunião se insere em um caminho que, desde 2005, discute ponto a ponto o Decálogo. Este ano, o ponto é o quarto mandamento: "Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo".
Para o Bispo Benedetto Tuzia, presidente da Comissão Diocesana para o Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso, o objetivo é "encontrar um terreno comum entre cristãos e judeus, por meio da ética dos mandamentos, onde o homem encontra a sua liberdade".
Sobre esta questão, falará o rabino chefe da comunidade judaica de Roma, Riccardo Di Segni e do bispo de Terni-Narni-Amelia Vincenzo Paglia, ex-presidente da Comissão para o Ecumenismo e Diálogo inter-religioso da Conferência Episcopal Italiana.
Dom Tuzia ainda falou que, "para nós será a oportunidade para reiterar o desejo da Igreja italiana de encontrar a comunidade judaica, parando primeiro sobre esta forte raiz comum que são as Escrituras dos mandamentos."(LC)
Fonte Rádio Vaticana
Nota: O texto é bem claro, precisamos esperar para saber o que será decidido. Sabemos que a Igreja Romana deseja estabelecer sua autoridade em todas as religiões. O vinho de sua prostituição deseja alcançar os judeus. Breve, muito breve cumprirá a profecia: "Caiu, caiu a grande Babilónia, e se tornou morada de demónios, e coito de todo o espírito imundo, e coito de toda a ave imunda e aborrecível; Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância das suas delícias. E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniquidades dela." Apocalipse 18:2-5.
Percebemos que o diálogo inter-religioso caminha para um acordo comum entre todas as religiões. Ao que parece esse diálogo está bem adiantado, o que está atrasada é a nossa preparação.
Senhor tenha misericórdia de Seu povo! Abre-nos os olhos para que possamos ver, concede-nos o Seu Espírito Santo. Concede-nos a fé e o amor para nos enriquecer. Vista-nos com a Justiça de Seu Filho para que não seja manifestada a nossa vergonha.
01 dezembro 2009
CARD. TAURAN: O DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO NÃO É UMA OPÇÃO, MAS UMA NECESSIDADE
Jacarta, 1º dez (RV) - A Indonésia, nação muçulmana mais populosa do mundo, é um exemplo de sociedade multicultural. Foi o que afirmou o presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Card. Jean-Louis Tauran, em visita esses dias ao país.
"Criar uma ponte para o diálogo não é uma opção, mas uma necessidade" – destacou o cardeal, encontrando a ministra do Comércio, Marie Elka Pangestu, e o arcebispo de Jacarta, Card. Julius Riyadi Darmaatmadja.
Na capital, o Cardeal Tauran visitou a mesquita de Istiqlal, que fica diante da Catedral. Quem o recebeu foi o imã da mesquita, Kiai Hajj Syarifuddin Muhammad, que recordou que o templo não é somente a casa dos muçulmanos, mas de todos os fiéis de diversas religiões.
A mesquita, acrescentou, é um símbolo do diálogo inter-religioso, pois quem a construiu foi o arquiteto cristão Frederich Silaban.
O purpurado, por sua vez, agradeceu ao imã pelo acolhimento e manifestou apreço pela atmosfera de amizade: "Parece que não existe uma diferença entre os muçulmanos indonésios e os cidadãos cristãos". Para o Card. Tauran, os cristãos deveriam aprender dos muçulmanos a forte prática de fé e a disciplina.
A visita do purpurado à Indonésia encerra-se amanhã. (BF)
Fonte Rádio Vaticana
"Criar uma ponte para o diálogo não é uma opção, mas uma necessidade" – destacou o cardeal, encontrando a ministra do Comércio, Marie Elka Pangestu, e o arcebispo de Jacarta, Card. Julius Riyadi Darmaatmadja.
Na capital, o Cardeal Tauran visitou a mesquita de Istiqlal, que fica diante da Catedral. Quem o recebeu foi o imã da mesquita, Kiai Hajj Syarifuddin Muhammad, que recordou que o templo não é somente a casa dos muçulmanos, mas de todos os fiéis de diversas religiões.
A mesquita, acrescentou, é um símbolo do diálogo inter-religioso, pois quem a construiu foi o arquiteto cristão Frederich Silaban.
O purpurado, por sua vez, agradeceu ao imã pelo acolhimento e manifestou apreço pela atmosfera de amizade: "Parece que não existe uma diferença entre os muçulmanos indonésios e os cidadãos cristãos". Para o Card. Tauran, os cristãos deveriam aprender dos muçulmanos a forte prática de fé e a disciplina.
A visita do purpurado à Indonésia encerra-se amanhã. (BF)
Fonte Rádio Vaticana
09 novembro 2009
ANGLICANOS DECIDEM INTEGRAR IGREJA CATÓLICA
Londres, 09 nov (RV) - Um grupo de paróquias da Comunhão Anglicana Tradicional (CAT) votou a favor de integrar-se na Igreja Católica. É a primeira resposta concreta à iniciativa do Vaticano. No último dia 20 de outubro a Santa Sé anunciou a criação de ordinariatos pessoais para acolher grupos de fiéis anglicanos que quisessem entrar em comunhão com a Igreja Católica. Foi anunciada a publicação, em breve, de uma Constituição Apostólica com os detalhes. Todavia, ficou já esclarecido que os anglicanos que aderirem podem manter as suas tradições e a sua liturgia.
O Vaticano enfatizou que esta é uma resposta a vários pedidos feitos por grupos anglicanos ao longo dos últimos anos. Entre estes estaria a CAT, uma comunhão anglicana autônoma, que no mundo todo contabiliza cerca de 400.000 fiéis. Foram precisamente as cerca de 20 paróquias inglesas desta Igreja que agora manifestaram a intenção de aceitar a proposta do Vaticano. (SP)
Fonte Rádio Vaticana
Nota: A cura da ferida se torna mais evidente a cada dia. João Paulo II fez um grande trabalho para que ela acontecesse e Bento XVI está colocando as diferenças de lado para conquistar a todos que se separaram.
O Vaticano enfatizou que esta é uma resposta a vários pedidos feitos por grupos anglicanos ao longo dos últimos anos. Entre estes estaria a CAT, uma comunhão anglicana autônoma, que no mundo todo contabiliza cerca de 400.000 fiéis. Foram precisamente as cerca de 20 paróquias inglesas desta Igreja que agora manifestaram a intenção de aceitar a proposta do Vaticano. (SP)
Fonte Rádio Vaticana
Nota: A cura da ferida se torna mais evidente a cada dia. João Paulo II fez um grande trabalho para que ela acontecesse e Bento XVI está colocando as diferenças de lado para conquistar a todos que se separaram.
16 outubro 2009
Diálogo entre católicos e protestantes entra em nova fase
Afirma o cardeal Kasper, ao apresentar um livro sobre os 40 anos de diálogo
Por Patricia Navas
CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 15 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- O diálogo oficial entre a Igreja Católica e as comunidades protestantes históricas - anglicana, luterana, reformada e metodista - está entrando em uma nova fase, após fechar a primeira etapa, que percorre os últimos 40 anos, do final do Concílio Vaticano II até hoje.
Assim indicou o presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, cardeal Walter Kasper, ao apresentar hoje, na Sala de Imprensa da Santa Sé, um livro que reúne os resultados desse diálogo.
"Com este livro, nós nos encontramos no fim de uma primeira etapa, repleta de frutos e, ao mesmo tempo, estamos entrando em uma nova fase, que desejamos que seja tão frutífera como a anterior, e que nela possam ser resolvidos os difíceis problemas que estão pendentes", declarou.
O livro, preparado pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos em colaboração com as comunidades protestantes, intitula-se Harvesting the Fruits. Basic Aspects of Christian Faith in Ecumenical Dialogue (Recolhendo os frutos. Aspectos básicos da fé cristã no diálogo ecumênico).
O Conselho analisou, durante 2 anos, o diálogo com as principais comunidades protestantes, porque estas foram as primeiras em estabelecer um diálogo oficial com a Igreja Católica após o concílio.
Conquistas
Segundo o cardeal Kasper, agora é o momento de fazer um balanço da situação do diálogo. E acrescentou: "Nós mesmos estamos gratamente surpresos por tudo o que foi alcançado nestes anos".
Com relação aos frutos do diálogo, aos quais se refere o título do livro, o cardeal Kasper indicou que "se trata de uma colheita verdadeiramente muito rica, que supera as numerosas polêmicas e grandes problemas históricos da Reforma".
"Isso - prosseguiu - pode representar uma clara resposta a opiniões que estão sendo difundidas, às vezes também na Cúria Romana, ou à injustificada acusação de que o ecumenismo com as autoridades protestantes não havia colhido frutos até agora e tinha nos deixado com as mãos vazias."
"Não queremos que a riqueza dos resultados alcançados seja esquecida e que seja preciso começar novamente", afirmou.
"Comportamento ecumênico"
"Desejamos iniciar um processo de recepção destes ricos frutos no corpo da própria Igreja, para chegar a um novo tipo de comportamento ecumênico", revelou.
O cardeal Kasper indicou que, atualmente, no âmbito ecumênico, como em todos os demais, produzem-se rápidas mudanças no Ocidente.
Neste sentido, assinalou que, após o entusiasmo dos primeiros anos depois do concílio, hoje se experimenta certo cansaço no diálogo ecumênico.
"No entanto, a nova sobriedade instaurada pode ser também um sinal de maior maturidade - indicou. Provavelmente, o caminho ecumênico será mais longo do que parecia depois do Concílio."
O livro constata o que as comunidades eclesiais, em diálogo desde o concílio Vaticano II, mudaram ao longo desses 40 anos.
"Talvez nossos interlocutores já não sejam os mesmos, são mais diversificados do que os que encontramos durante e depois do concílio - explicou. Há fragmentações internas, novos problemas no campo da ética, problemas desconhecidos no passado."
E prosseguiu: "Também na Igreja Católica houve mudanças; às vezes, nossos documentos são difíceis de serem digeridos pelos nossos interlocutores".
"Com este livro, queremos fomentar um novo impulso - afirmou. Ilustrando os numerosos resultados positivos desses 40 anos, queremos mostrar que somos capazes de conseguir qualquer coisa se continuarmos comprometidos com o ecumenismo."
O volume destaca, pela primeira vez, os resultados dos 4 diálogos bilaterais com as 4 confissões protestantes, agrupados por temas, para permitir a comparação e uma visão mais clara do alcance das conquistas em 40 anos de diálogo.
O livro também dedica um espaço às áreas de convergência ecumênica, que poderiam ajudar no processo de recepção dos resultados nas diversas confissões.
Sobre os problemas por resolver, o cardeal explica: "Identificamos problemas na hermenêutica, na antropologia, na eclesiologia e também na compreensão da Eucaristia".
Simpósio em 2010
A Igreja Católica e as comunidades protestantes têm a intenção de organizar um simpósio, em fevereiro de 2010, no qual debaterão o futuro do ecumenismo ocidental, anunciou o cardeal.
O livro apresentado hoje no Vaticano servirá de base para as conversas do encontro.
Além do cardeal Kasper, na coletiva de imprensa interveio também Dom Mark Langham, oficial do Conselho e um dos principais colaboradores do purpurado na elaboração do livro.
Dom Langham destacou que o cardeal Kasper "quis dar a conhecer desta maneira o fruto de 40 anos de diálogo ecumênico a uma nova geração, que cresceu no pós-concílio e provavelmente não conhece a fundo o que se conseguiu".
Temas de diálogo
O oficial explicou que o livro se estrutura em 4 capítulos: "Fundamentos da nossa fé comum", "Salvação, justificação e santificação", "A Igreja" e "Batismo e Eucaristia".
Aplicando a metodologia do próprio diálogo ecumênico, o primeiro capítulo aborda as bases comuns a todas as partes em diálogo.
O segundo se ocupa de uma questão central para a Reforma - a salvação, a justificação e a santificação - na qual "se chegou a um acordo significativo, que constitui um marco nas relações ecumênicas", explicou Dom Langham.
No entanto, acrescentou, "restam ainda questões que requerem ulteriores esclarecimentos, como a que se refere à função da doutrina da justificação no seio da eclesiologia inteira".
O terceiro capítulo, o mais longo, examina a missão, autoridade e ministério da Igreja, partindo da maneira como estes aspectos estão apresentados nas declarações comuns cristãs nestes anos.
"Neste sentido, as polêmicas e mal-entendidos do século XVI foram reexaminados e, em parte, superados", disse o especialista, ainda que permaneçam os problemas em questões centrais, como "o que é" e "onde está" a Igreja.
Na opinião de Dom Langham, "isso demonstra que a relação entre os elementos espirituais e concretos que definem a Igreja deverá ser entendida de maneira mais profunda".
No quarto capítulo, fala-se, por exemplo, da controvérsia sobre a Eucaristia, presente durante a Reforma, sobre a qual, "graças a um intenso diálogo e sobretudo a uma renovada ênfase sobre a função do Espírito Santo, foi possível chegar a uma importante convergência", afirmou o oficial.
De qualquer forma, acrescentou, "deverão ser estudadas futuramente algumas questões sobre este sacramento, assim como o caráter de sacrifício da Missa, a presença real do Senhor na Eucaristia e o significado de ‘transubstanciação'".
No capítulo final, o cardeal Kasper aborda a síntese dos 4 diálogos e a importância de tudo que se conseguiu.
Fonte Zenit
Por Patricia Navas
CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 15 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- O diálogo oficial entre a Igreja Católica e as comunidades protestantes históricas - anglicana, luterana, reformada e metodista - está entrando em uma nova fase, após fechar a primeira etapa, que percorre os últimos 40 anos, do final do Concílio Vaticano II até hoje.
Assim indicou o presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, cardeal Walter Kasper, ao apresentar hoje, na Sala de Imprensa da Santa Sé, um livro que reúne os resultados desse diálogo.
"Com este livro, nós nos encontramos no fim de uma primeira etapa, repleta de frutos e, ao mesmo tempo, estamos entrando em uma nova fase, que desejamos que seja tão frutífera como a anterior, e que nela possam ser resolvidos os difíceis problemas que estão pendentes", declarou.
O livro, preparado pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos em colaboração com as comunidades protestantes, intitula-se Harvesting the Fruits. Basic Aspects of Christian Faith in Ecumenical Dialogue (Recolhendo os frutos. Aspectos básicos da fé cristã no diálogo ecumênico).
O Conselho analisou, durante 2 anos, o diálogo com as principais comunidades protestantes, porque estas foram as primeiras em estabelecer um diálogo oficial com a Igreja Católica após o concílio.
Conquistas
Segundo o cardeal Kasper, agora é o momento de fazer um balanço da situação do diálogo. E acrescentou: "Nós mesmos estamos gratamente surpresos por tudo o que foi alcançado nestes anos".
Com relação aos frutos do diálogo, aos quais se refere o título do livro, o cardeal Kasper indicou que "se trata de uma colheita verdadeiramente muito rica, que supera as numerosas polêmicas e grandes problemas históricos da Reforma".
"Isso - prosseguiu - pode representar uma clara resposta a opiniões que estão sendo difundidas, às vezes também na Cúria Romana, ou à injustificada acusação de que o ecumenismo com as autoridades protestantes não havia colhido frutos até agora e tinha nos deixado com as mãos vazias."
"Não queremos que a riqueza dos resultados alcançados seja esquecida e que seja preciso começar novamente", afirmou.
"Comportamento ecumênico"
"Desejamos iniciar um processo de recepção destes ricos frutos no corpo da própria Igreja, para chegar a um novo tipo de comportamento ecumênico", revelou.
O cardeal Kasper indicou que, atualmente, no âmbito ecumênico, como em todos os demais, produzem-se rápidas mudanças no Ocidente.
Neste sentido, assinalou que, após o entusiasmo dos primeiros anos depois do concílio, hoje se experimenta certo cansaço no diálogo ecumênico.
"No entanto, a nova sobriedade instaurada pode ser também um sinal de maior maturidade - indicou. Provavelmente, o caminho ecumênico será mais longo do que parecia depois do Concílio."
O livro constata o que as comunidades eclesiais, em diálogo desde o concílio Vaticano II, mudaram ao longo desses 40 anos.
"Talvez nossos interlocutores já não sejam os mesmos, são mais diversificados do que os que encontramos durante e depois do concílio - explicou. Há fragmentações internas, novos problemas no campo da ética, problemas desconhecidos no passado."
E prosseguiu: "Também na Igreja Católica houve mudanças; às vezes, nossos documentos são difíceis de serem digeridos pelos nossos interlocutores".
"Com este livro, queremos fomentar um novo impulso - afirmou. Ilustrando os numerosos resultados positivos desses 40 anos, queremos mostrar que somos capazes de conseguir qualquer coisa se continuarmos comprometidos com o ecumenismo."
O volume destaca, pela primeira vez, os resultados dos 4 diálogos bilaterais com as 4 confissões protestantes, agrupados por temas, para permitir a comparação e uma visão mais clara do alcance das conquistas em 40 anos de diálogo.
O livro também dedica um espaço às áreas de convergência ecumênica, que poderiam ajudar no processo de recepção dos resultados nas diversas confissões.
Sobre os problemas por resolver, o cardeal explica: "Identificamos problemas na hermenêutica, na antropologia, na eclesiologia e também na compreensão da Eucaristia".
Simpósio em 2010
A Igreja Católica e as comunidades protestantes têm a intenção de organizar um simpósio, em fevereiro de 2010, no qual debaterão o futuro do ecumenismo ocidental, anunciou o cardeal.
O livro apresentado hoje no Vaticano servirá de base para as conversas do encontro.
Além do cardeal Kasper, na coletiva de imprensa interveio também Dom Mark Langham, oficial do Conselho e um dos principais colaboradores do purpurado na elaboração do livro.
Dom Langham destacou que o cardeal Kasper "quis dar a conhecer desta maneira o fruto de 40 anos de diálogo ecumênico a uma nova geração, que cresceu no pós-concílio e provavelmente não conhece a fundo o que se conseguiu".
Temas de diálogo
O oficial explicou que o livro se estrutura em 4 capítulos: "Fundamentos da nossa fé comum", "Salvação, justificação e santificação", "A Igreja" e "Batismo e Eucaristia".
Aplicando a metodologia do próprio diálogo ecumênico, o primeiro capítulo aborda as bases comuns a todas as partes em diálogo.
O segundo se ocupa de uma questão central para a Reforma - a salvação, a justificação e a santificação - na qual "se chegou a um acordo significativo, que constitui um marco nas relações ecumênicas", explicou Dom Langham.
No entanto, acrescentou, "restam ainda questões que requerem ulteriores esclarecimentos, como a que se refere à função da doutrina da justificação no seio da eclesiologia inteira".
O terceiro capítulo, o mais longo, examina a missão, autoridade e ministério da Igreja, partindo da maneira como estes aspectos estão apresentados nas declarações comuns cristãs nestes anos.
"Neste sentido, as polêmicas e mal-entendidos do século XVI foram reexaminados e, em parte, superados", disse o especialista, ainda que permaneçam os problemas em questões centrais, como "o que é" e "onde está" a Igreja.
Na opinião de Dom Langham, "isso demonstra que a relação entre os elementos espirituais e concretos que definem a Igreja deverá ser entendida de maneira mais profunda".
No quarto capítulo, fala-se, por exemplo, da controvérsia sobre a Eucaristia, presente durante a Reforma, sobre a qual, "graças a um intenso diálogo e sobretudo a uma renovada ênfase sobre a função do Espírito Santo, foi possível chegar a uma importante convergência", afirmou o oficial.
De qualquer forma, acrescentou, "deverão ser estudadas futuramente algumas questões sobre este sacramento, assim como o caráter de sacrifício da Missa, a presença real do Senhor na Eucaristia e o significado de ‘transubstanciação'".
No capítulo final, o cardeal Kasper aborda a síntese dos 4 diálogos e a importância de tudo que se conseguiu.
Fonte Zenit
21 setembro 2009
Rio: 80 mil se manifestam contra a intolerância religiosa
Católicos, evangélicos, muçulmanos, judeus e, principalmente, seguidores de religiões de origem afro se reuniram na Praia de Copacabana neste domingo durante a 2ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa. Cerca de 80 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, tomaram quase 1 km da orla.
Participaram do evento o ministro da Igualdade Racial, Edson Santos; o secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso; além de representantes dos estados e da Nigéria. Marcada para as 10h, a manifestação atrasou quatro horas para esperar o grupo judeus, que estava na sinagoga.
Para representar a unidade entre as religiões, o sucesso evangélico Faz um Milagre em Mim, de Regis Danese, foi cantado em iorubá pelo sacerdote do candomblé Babá Òguntundelewa.
"Votamos o estatuto da Igualdade Racial para dignificar, sobretudo, as religiões afrodescendentes. Mas o governo federal apoia todos os segmentos religiosos", defende o ministro Edson Santos.
Segundo a coordenadora da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, Rosiane Rodrigues, o ato tem o objetivo de alertar para os malefícios da discriminação religiosa. "Não há nada pior do que o fundamentalismo. Todas as religiões estão aqui, menos os neopentecostais", critica ela.
Representando a Arquidiocese do Rio, o padre Fábio Luiz considerou o ato importante para concretizar o discurso de paz e tolerância pregado pelas religiões. "Temos que viver isso e combater a mentalidade intolerante", declara.
No segundo dia de comemoração da chegada da imagem de N. Sª. de Nazaré ao Rio de Janeiro, a santa foi levada em carreata pelas ruas da cidade. A saída foi do heliponto da Lagoa, onde a imagem chegou após procissão marítima nas barcas Rio-Niterói. Da Lagoa, a santa seguiu para a Feira dos Nordestinos em São Cristóvão e para a Favela da Maré, onde foi recebida com show de Elba Ramalho. Hoje às 12h, será realizada cerimônia do Angelus no Corcovado e, às 19h30, a santa segue para o Maracanãzinho, onde acontece show do Padre Fabio de Melo.
Fonte Terra
Nota: Uma Caminhada com Evangélicos, Católicos, Mulçumanos, Judeus e religiões de origem afro, e, para encerrar, a imagem de uma santa. A igreja católica sempre mostrou em seus eventos o poder que possui, conduziu todas as religiões a adorar uma de suas imagens de escultura. Assim ela fará com respeito ao domingo. Apesar de muitos neopentecostais não haverem participado do evento por causa, com certeza, da imagem de escultura, isto não irá acontecer quando o assunto for o domingo, pois nisto eles concordam.
Espero que nenhum adventista tenha comparecido a esta caminhada. Se alguém compareceu deve dobrar os joelhos e clamar pelo perdão.
Outro ponto interessante é a crítica contra os "fundamentalistas religiosos", imagine quando o assunto for o domingo em prol da preservação do planeta, e os fiéis servos de Deus se colocarem ao lado da Verdade.
Participaram do evento o ministro da Igualdade Racial, Edson Santos; o secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso; além de representantes dos estados e da Nigéria. Marcada para as 10h, a manifestação atrasou quatro horas para esperar o grupo judeus, que estava na sinagoga.
Para representar a unidade entre as religiões, o sucesso evangélico Faz um Milagre em Mim, de Regis Danese, foi cantado em iorubá pelo sacerdote do candomblé Babá Òguntundelewa.
"Votamos o estatuto da Igualdade Racial para dignificar, sobretudo, as religiões afrodescendentes. Mas o governo federal apoia todos os segmentos religiosos", defende o ministro Edson Santos.
Segundo a coordenadora da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, Rosiane Rodrigues, o ato tem o objetivo de alertar para os malefícios da discriminação religiosa. "Não há nada pior do que o fundamentalismo. Todas as religiões estão aqui, menos os neopentecostais", critica ela.
Representando a Arquidiocese do Rio, o padre Fábio Luiz considerou o ato importante para concretizar o discurso de paz e tolerância pregado pelas religiões. "Temos que viver isso e combater a mentalidade intolerante", declara.
No segundo dia de comemoração da chegada da imagem de N. Sª. de Nazaré ao Rio de Janeiro, a santa foi levada em carreata pelas ruas da cidade. A saída foi do heliponto da Lagoa, onde a imagem chegou após procissão marítima nas barcas Rio-Niterói. Da Lagoa, a santa seguiu para a Feira dos Nordestinos em São Cristóvão e para a Favela da Maré, onde foi recebida com show de Elba Ramalho. Hoje às 12h, será realizada cerimônia do Angelus no Corcovado e, às 19h30, a santa segue para o Maracanãzinho, onde acontece show do Padre Fabio de Melo.
Fonte Terra
Nota: Uma Caminhada com Evangélicos, Católicos, Mulçumanos, Judeus e religiões de origem afro, e, para encerrar, a imagem de uma santa. A igreja católica sempre mostrou em seus eventos o poder que possui, conduziu todas as religiões a adorar uma de suas imagens de escultura. Assim ela fará com respeito ao domingo. Apesar de muitos neopentecostais não haverem participado do evento por causa, com certeza, da imagem de escultura, isto não irá acontecer quando o assunto for o domingo, pois nisto eles concordam.
Espero que nenhum adventista tenha comparecido a esta caminhada. Se alguém compareceu deve dobrar os joelhos e clamar pelo perdão.
Outro ponto interessante é a crítica contra os "fundamentalistas religiosos", imagine quando o assunto for o domingo em prol da preservação do planeta, e os fiéis servos de Deus se colocarem ao lado da Verdade.
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