28 Novembro 2011
Um desafio aos pregadores da Teologia da Prosperidade
Nota: Não sei a qual denominação este pastor faz parte, mas suas palavras estão impregnadas com uma verdade que todo pastor deveria (principalmente os disseminadores da teologia da prosperidade) bem atentar.
Pregar em regiões ricas, onde existem condições favoráveis e vida fácil ao pregador é "moleza". Quero ver missionários nos cantos remotos da terra, onde o evangelho é quase inexistente, onde pregadores são caçados e mortos, onde a fome e a miséria são adversários constantes, onde o dízimo e ofertas são quase nada, e o pastor sobrevive pela graça de Deus. Esses são verdadeiros heróis da fé.
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O povo nas regiões pobres apesar de toda humildade, falta de recursos e dificuldades, estão entregues ao erro e ao pecado... Por mais distante que essas regiões estejam das cidades, há quase sempre um barzinho com jogo de sinuca, um campo de futebol onde ao final dos jogos a turma se junta pra beber cachaça ou mesmo um pequeno clube onde o povo se reúne nos finais de semana pra dançar ao som de músicas degradantes. A pregação do evangelho quase não chega a esses colocais. E quando chega a minoria demonstra algum interesse. Existe também o fator catolicismo, que é muito forte nesses locais. Moro no interior do Ceará, numa cidade com aproximadamente 26.000 habitantes. Há no mínimo cinco igrejas "evangélicas" aqui, sem contar a IASD. Há menos de 20 adventistas e desses, os que realmente são "firmes" representa menos da metade. Me incluo nessa lista vergonhosa. Não temos pastor nem obreiros aqui.
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