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06 dezembro 2014

Papa compara fundamentalistas cristãos com terroristas

Papa visita Mesquita Azul, na Turquia
No avião que o levou de volta à Itália depois de uma visita de três dias à Turquia, o papa conversou com jornalistas durante quase uma hora. “O Alcorão é um livro de paz.” A declaração do papa Francisco, durante a viagem de volta à Roma, repercutiu no mundo inteiro. “Não se pode dizer que todos os islâmicos são terroristas, assim como não se pode dizer que todos os cristãos são fundamentalistas”, completou o Papa. Para ele, é preciso que os líderes islâmicos - sejam eles políticos, religiosos ou acadêmicos - condenem claramente o terrorismo. Uma condenação mundial, segundo o pontífice, ajudaria a maioria dos muçulmanos a se livrar das reações negativas que enfrentam em vários lugares do planeta. Sobre o momento em que rezou na Mesquita Azul, disse que estava ali como um peregrino e que fez orações pela Turquia e pela paz. A viagem à Turquia foi um dos passos mais importantes que um líder da Igreja Católica romana deu na aproximação com os cristãos ortodoxos desde que eles se separaram no século XI. O papa também manifestou o desejo de se encontrar com o patriarca de Moscou. A Igreja Ortodoxa Russa é a que mantém as relações mais delicadas com o Vaticano.

O papa Francisco declarou ainda que não acredita que a Síria possua armas químicas e afirmou que gostaria de viajar para o Iraque, mas reconhece que neste momento criaria um problema de segurança para as autoridades iraquianas.
Fonte: O Globo

Nota: Ao comparar fundamentalistas cristãos com terroristas islâmicos, Francisco está preparando o caminho para algo há muito tempo descrito nas páginas sagradas da Bíblia. Uma vez que fundamentalistas cristãos para Francisco são aqueles que interpretam Gênesis 1 a 11 de forma literal, a discórdia entre o Sábado (homenagem à Criação literal de seis dias, Gênesis 2:1-3) e o Domingo (homenagem à Igreja Romana e à autoridade papal) está se aproximando rapidamente. Junte a isso a crise climática e teremos o cenário perfeito descrito em Apocalipse 13.

28 novembro 2011

IASD divulga documento sobre observância do sábado

A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece o sábado como sinal distintivo de lealdade a Deus (Êx 20:8-11; 31:13-17; Ez 20:12, 20), cuja observância é pertinente a todos os seres humanos em todas as épocas e lugares (Is 56:1-7; Mc 2:27). Quando Deus “descansou” no sétimo dia da semana da criação, Ele também “santificou” e “abençoou” esse dia (Gn 2:2, 3), separando-o para uso sagrado e transformando-o em um canal de bênçãos para a humanidade. Aceitando o convite para deixar de lado seus “próprios interesses” durante o sábado (Is 58:13), os filhos de Deus observam esse dia como uma importante expressão da justificação pela fé em Cristo (Hb 4:4-11).

A observância do sábado é enunciada em Isaías 58:13, 14 nos seguintes termos: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor.” Com base nesses princípios, a Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia reafirma neste documento seu compromisso com a fidelidade à observância do sábado.

Vida de santificação. A verdadeira observância do sábado se fundamenta em uma vida santificada pela graça de Cristo (Ez 20:12, 20); pois, “a fim de santificar o sábado, os homens precisam ser santos” (O Desejado de Todas as Nações, p. 283).

Crescimento espiritual. Como “um elo de ouro que nos une a Deus” (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 352), o sábado provê um contato mais próximo de Deus. Como tal, não devemos permitir que outras atividades, por mais nobres que sejam, enfraqueçam nossa comunhão com Deus nesse dia.

Preparação para o sábado. Antes do pôr do sol da sexta-feira (cf. Lv 23:32; Dt 16:6; Ne 13:19), as atividades seculares devem ser interrompidas (cf. Ne 13:13-22); a casa deve estar limpa e arrumada; as roupas, lavadas e passadas; os alimentos, devidamente providenciados (cf. Êx 16:22-30); e os membros da família, já prontos.

Início e término do sábado. O sábado é um dia de especial comunhão com Deus, e deve ser iniciado e terminado com breves e atrativos cultos de pôr do sol, com a participação dos membros da família. Nessas ocasiões, é oportuno cantar alguns hinos, ler uma passagem bíblica, seguida de comentários pertinentes, e expressar gratidão a Deus em oração. (Ver Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 356-359.)

Pessoas sob nossa influência. O quarto mandamento do Decálogo orienta que, no sábado, todas as pessoas sob nossa influência devem ser dispensadas das atividades seculares (Êx 20:10). Isso implica os demais membros da família, bem como os empregados e hóspedes; que também sejam estimulados a observar o sábado.

Espírito de comunhão. Como dia por excelência de comunhão com Deus (Ez 20:12, 20), o sábado deve se caracterizar por um prazeroso e alegre compromisso com as prioridades espirituais, com momentos especiais de leitura da Bíblia, oração e, se possível, de contato com a natureza (cf. At 16:13). Esse compromisso deverá ser mantido na escolha dos assuntos abordados também em nossos diálogos informais com familiares e amigos.

Reuniões da igreja. Somos admoestados a não deixar “de congregar-nos, como é costume de alguns” (Hb 10:25). Portanto, as programações e atividades regulares da igreja aos sábados devem ter precedência sobre outros compromissos pessoais e sociais, mesmo que estes sejam pertinentes para o sábado.

Casamentos e festas. O convite para deixar de lado nossos “próprios interesses” no sábado (Is 58:13) indica que casamentos e festas, incluindo seus devidos preparativos, devem ser realizados fora desse período sagrado. Casamentos e algumas festas mais suntuosas não devem ser planejados para os sábados à noite, pois seus preparativos envolvem expectativas e atividades não condizentes com o espírito de comunhão com Deus.

Mídia secular. A mídia secular, em todas as suas formas, deve ser deixada de lado durante as horas do sábado, para que este, rompendo com a rotina da vida, possa ser um dia “deleitoso e santo” (Is 58:13).

Esportes e lazer. Muitas atividades esportivas e de lazer, aceitáveis durante a semana, não são condizentes com a observância do sábado, pois desviam a mente das questões espirituais (Is 58:13).

Horas de sono. A Bíblia define o sábado como dia de “repouso solene” (Êx 31:15), e não como dia de recuperar o sono atrasado da semana. Ricas bênçãos advirão de levantar cedo no sábado, dedicando esse dia ao serviço do Senhor. (Ver Conselhos Sobre a Escola Sabatina, p. 170.)

Viagens. A realização de viagens por questões de trabalho ou interesses particulares é imprópria para o sábado. Existem, porém, ocasiões excepcionais em que se torna necessário viajar no sábado para atender a algum compromisso religioso ou situações emergenciais. Sempre que possível, os devidos preparativos, incluindo a compra de passagens e o abastecimento de combustível, devem ser feitos com a devida antecedência. (Ver Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 359, 360.)

Excursões e acampamentos. A realização de excursões e acampamentos pode promover a socialização cristã (cf. Sl 42:4). Mas seus organizadores e demais participantes devem chegar ao devido local antes do início do sábado e montar sua estrutura, incluindo suas barracas, de modo que o santo dia possa ser observado segundo o mandamento. Além disso, as atividades durante as horas do sábado devem ser condizentes com o espírito sagrado desse dia.

Restaurantes e alimentação. A recomendação de que o alimento deve ser provido com a devida antecedência (Êx 16:4, 5; 22-30) significa que ele deve ser comprado fora das horas do sábado, e que a frequência a restaurantes comerciais nesse dia deve ser evitada.

Medicamentos. A compra de medicamentos durante o sábado é aceitável em situações emergenciais (cf. Lc 14:5), e imprópria quando a pessoa já os necessitava, e acabou postergando sua compra para esse dia.

Estágios e práticas escolares. O quarto mandamento do Decálogo (Êx 20:8-11) desabona a realização de atividades seculares no sábado, que gerem lucro ou benefício material. Envolvidos em tais atividades estão os programas de planejamento e preparo para a vida profissional, incluindo a frequência às aulas e a participação em estágios, simpósios, seminários e palestras de cunho profissional, concursos públicos e exames seletivos. Em caso de confinamento para a prestação de exames após o término do sábado, as horas desse dia devem ser gastas em atividades espirituais.

Escolha e exercício da profissão. A estrutura da sociedade em geral nem sempre favorece a observância do sábado, e acaba disponibilizando profissões e atividades que, embora sejam dignas, dificultam essa prática. Os adventistas do sétimo dia devem escolher e exercer profissões condizentes com a devida observância do sábado. Somos advertidos de que, se alguém, “por amor ao lucro, consente em que o negócio em que tem interesses seja atendido no sábado pelo sócio incrédulo, esse alguém é tão culpado quanto o incrédulo; e tem o dever de dissolver a sociedade, por mais que perca por assim proceder” (Evangelismo, p. 245).

Instituições de serviços básicos. A orientação de não fazer “nenhum trabalho” durante o sábado (Êx 20:10) indica que os observadores do sábado devem se abster de trabalhar nesse dia, mesmo em instituições seculares de serviços básicos. Instituições denominacionais que não podem fechar aos sábados (cf. Jo 5:17), incluindo os internatos adventistas, devem ser operadas nesse dia por um grupo reduzido e em forma de rodízio.

Atividades médicas e de saúde. Existem situações emergenciais que os profissionais da saúde devem atender, com base no princípio de que “é lícito curar no sábado” (Lc 14:3). Os hospitais adventistas necessitam dos préstimos de uma equipe médica, de enfermagem e de outros serviços básicos para o funcionamento nas horas do sábado. Mas os plantões rotineiros, tanto médicos quanto de enfermagem, em hospitais não adventistas, são impróprios para as horas do sábado. (Ver Ellen G. White Estate, “Conselhos de Ellen G. White Sobre o Trabalho aos Sábados em Instituições Médicas Adventistas e Não Adventistas”, em www.centrowhite.org.br.)

Projetos assistenciais. Cristo disse que “é licito, nos sábados, fazer o bem” (Mt 12:12). Isso significa que “toda atividade secular deve ser suspensa, mas as obras de misericórdia e beneficência estão em harmonia com o propósito do Senhor. Elas não devem ser limitadas a tempo ou lugar. Aliviar os aflitos, confortar os tristes, é um trabalho de amor que faz honra ao dia de Deus” (Beneficência Social, p. 77). Portanto, é lícito nas horas sagradas do sábado visitar enfermos, viúvas e órfãos, encarcerados e compartilhar uma refeição. Ações sociais que podem ser realizadas em outro dia não devem tomar as sagradas horas do sábado.

Atividades missionárias. O apóstolo Paulo usava o sábado para persuadir “tanto judeus como gregos” acerca do evangelho (At 18:4, 11; cf. 17:2), demonstrando a importância de se reservar um tempo especial nesse dia para atividades missionárias. Sempre que possível, os membros da família devem participar juntos dessas atividades, para desfrutar a socialização cristã e desenvolver o gosto pelo cumprimento da missão evangelística.

Como adventistas do sétimo dia, somos convidados a seguir o exemplo de Deus ao descansar no sétimo dia da semana da criação (Gn 2:2-3; Êx 20:8-11; 31:13-17; Hb 4:4-11), de modo que o sábado seja, para cada um de nós, um sinal exterior da graça de Deus e um canal de Suas incontáveis bênçãos.

(Portal Adventista)

17 maio 2010

Riscos e dificuldades da dupla jornada de trabalho

SÃO PAULO – A necessidade de complementação da renda e a perspectiva de um futuro financeiro melhor estão entre as principais causas da dupla jornada de trabalho dos profissionais brasileiros.

Porém, existem dois tipos de profissionais que aderem à dupla jornada: os que sentem prazer no que fazem e os que recorrem a dois trabalhos porque passam por problemas financeiros. A discrepância entre as duas turmas é gritante.

Dupla jornada, problemas em dobro

Na avaliação do presidente do Insadi (Instituto Avançado de Desenvolvimento Intelectual), Dieter Kelber, o ideal é evitar ao máximo ter dois empregos simultâneos. “O indivíduo pode adoecer e passar grande parte do seu dia estressado”, afirma.

Mas, se isso acontecer, Kelber aconselha que os dois empregos não sejam conflitantes, uma vez que qualquer problema que exista será prontamente depositado nas costas do funcionário em questão. “As pessoas podem desconfiar da fidelidade desse funcionário para com a empresa”.

Quando o profissional necessitar de dois empregos para se manter financeiramente, ele terá de escolher com muita prudência os horários a serem trabalhados. Dois serviços distintos, observa Kelber, podem acabar com a vontade e ímpeto do indivíduo. “É sempre bom que o segundo emprego seja mais prazeroso e que não exija esforço físico, uma vez que este funcionário estará esgotado”, aponta.

O presidente do instituto enumera uma série de riscos que podem prejudicar a vida dupla do profissional. Além do limite físico, que será atingido com o passar das horas, o indivíduo certamente arcará com problemas de desempenho em uma das empresas, o que poderá acabar em demissão. “A partir do momento que ele gostar mais de uma área, ela será privilegiada por ele”.

Benefícios

No caso de ser um funcionário em dois lugares diferentes, é a necessidade que ditará o ritmo do indivíduo. Apesar do desgaste, este profissional poderá analisar e tirar proveito da situação de maneira positiva.

“A parte boa é que você sempre aprende algo, compara os modelos de gestão, as regras e focos das empresas. Além disso, o reforço financeiro torna-se uma consequência”, analisa Kelber.

O presidente sustenta que, para ter condições mínimas para exercer dois tipos de trabalho, torna-se vital que o indivíduo se alimente bem e tenha tempo para um descanso.

Fonte MSN Notícias

Nota: O descanso é vital para o homem e sua vida profissional, bem como, sua vida familiar. O desejo pela realização financeira e, principalmente, o consumismo que atinge a população mundial tem levado pais e mães a multiplicarem os esforços em busca de trabalho que, muitas vezes, ocupa todo o seu tempo, faltando assim com os filhos, e um para o outro. Isso tem gerado filhos que crescem longe da presença dos pais, sendo educados por pessoas estranhas à família, com princípios e valores diferentes, além da influência da televisão, da internet e da mídia em geral em sua educação. Essa busca por crescimento financeiro tem provocado a dissolução de muitas famílias, eis um dos fatores que tem influenciado no crescimento no número de divórcios. É nesse cenário que Deus apela a cada um de nós: “E ele disse-lhes: Vinde vós, aqui aparte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam e vinham, e não tinham tempo para comer.” Mateus 6:31. Jesus sabia da importâncida do descanso, da fuga dos problemas e preocupações do dia a dia, da necessidade de tempo para que, em família, o homem, a mulher e os filhos pudessem ter tempo uns para os outros, e acima de tudo, ter um tempo para estar exclusivamente com Deus. Foi pensando nisso que Deus nos pediu e nos pede hoje: “Lembra-te do dia de Sábado...” Êxodo 20:8. Faça do Sábado um dia de deleite para estar em família e com Deus, fuja dos problemas e preocupações, não permita que o desejo pelo consumo e os “cuidados da vida” o afaste deste precioso dom que Deus, em Seu eterno amor, criou para nós.

15 janeiro 2010

Alemanha reafirma lei dominical


Coincidindo com a aprovação da constituição do Tratado de Lisboa pela União Europeia em 1º de dezembro, o Tribunal Constitucional da Alemanha determinou que a capital da nação deve, como o restante do país, reger-se pela lei que institui o domingo como dia “de descanso do trabalho e de crescimento espiritual” (Deutsche Welle, 1º de dezembro). Desde a guerra, Berlim havia estabelecido sua própria legislação admitindo dez domingos de atividades comerciais por ano. Agora, essa decisão local foi anulada. Valendo a partir de 1º de janeiro de 2010, Berlim deve se alinhar com a lei que institui o domingo como dia de descanso e contemplação religiosa, como manda a Lei Fundamental da Alemanha [Constituição].

A lei atual que estabelece o domingo como dia semanal de adoração na Alemanha consta de um apêndice da Lei Fundamental sob o título: “Extratos da Constituição alemã de 11 de agosto de 1919 [Constituição de Weimar].” Lá, no subtítulo “Religião e Sociedades Religiosas", Artigo 139, encontra-se o que está dito: “Os domingos e feriados reconhecidos pelo Estado devem permanecer protegidos por lei como dias de descanso do trabalho e de crescimento espiritual.”

Embora, sob essa mesma seção, o Artigo 137 (1) declare que não deve haver nenhuma “igreja estatal”, o efeito da lei dominical é institucionalizar o catolicismo romano e suas filhas eclesiásticas como religião estatal na Alemanha. [...e dará do vinho de sua prostituição a todas as nações. Apocalipse 17 e 18. Babilônia e suas filhas. HR]

Os conhecedores da história do Sacro Império Romano da nação alemã verão esse ato da Suprema Corte Alemã como um passo a mais para estabelecer a religião de Roma, não apenas como a religião oficial da Alemanha, mas sobre toda a comunidade europeia sujeita ao tratado nesse dia infame, 1º de dezembro de 2009.

As profecias de Apocalipse 13 assumem assombrosa atualidade com essa recente decisão do Tribunal Constitucional da Alemanha.

(The Trumpet)

14 janeiro 2010

COMEÇA HOJE O XX DIA DE REFLEXÃO JUDAICO-CRISTÃ EM ROMA - Igreja Católica Discutirá o quarto mandamento com os Judeus - Sábado ou Domingo?


Roma, 14 jan (RV) – "Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo". Este é o tema da reunião agendada para iniciar hoje, quinta-feira, dia 14, e que se estenderá até dia 18, domingo, na Pontifícia Universidade do Latrão, na Cidade do Vaticano.

A reunião será guiada Dom Marco Gnavi, diretor do escritório diocesano para o diálogo ecumênico e inter-religioso em uma mesa redonda que terá como palestrantes o Rabino-Chefe Riccardo Di Segni e o Bispo Vincenzo Paglia.

Antecedendo em três dias a visita de Bento XVI à sinagoga de Roma, a reunião se insere em um caminho que, desde 2005, discute ponto a ponto o Decálogo. Este ano, o ponto é o quarto mandamento: "Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo".

Para o Bispo Benedetto Tuzia, presidente da Comissão Diocesana para o Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso, o objetivo é "encontrar um terreno comum entre cristãos e judeus, por meio da ética dos mandamentos, onde o homem encontra a sua liberdade".

Sobre esta questão, falará o rabino chefe da comunidade judaica de Roma, Riccardo Di Segni e do bispo de Terni-Narni-Amelia Vincenzo Paglia, ex-presidente da Comissão para o Ecumenismo e Diálogo inter-religioso da Conferência Episcopal Italiana.

Dom Tuzia ainda falou que, "para nós será a oportunidade para reiterar o desejo da Igreja italiana de encontrar a comunidade judaica, parando primeiro sobre esta forte raiz comum que são as Escrituras dos mandamentos."(LC)

Fonte Rádio Vaticana

Nota: O texto é bem claro, precisamos esperar para saber o que será decidido. Sabemos que a Igreja Romana deseja estabelecer sua autoridade em todas as religiões. O vinho de sua prostituição deseja alcançar os judeus. Breve, muito breve cumprirá a profecia: "Caiu, caiu a grande Babilónia, e se tornou morada de demónios, e coito de todo o espírito imundo, e coito de toda a ave imunda e aborrecível; Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância das suas delícias. E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniquidades dela." Apocalipse 18:2-5.

Percebemos que o diálogo inter-religioso caminha para um acordo comum entre todas as religiões. Ao que parece esse diálogo está bem adiantado, o que está atrasada é a nossa preparação.

Senhor tenha misericórdia de Seu povo! Abre-nos os olhos para que possamos ver, concede-nos o Seu Espírito Santo. Concede-nos a fé e o amor para nos enriquecer. Vista-nos com a Justiça de Seu Filho para que não seja manifestada a nossa vergonha.

14 setembro 2009

O SINAL DO FIM - ESTA CHEGANDO A HORA DA COLHEITA

“E será pregado este evangelho do reino por todo mundo, para testemunho de todas as nações, então virá o fim” (Mat. 24:14)
Para sabermos sobre a proximidade do fim devemos atentar para o cumprimento das profecias. Mas para sabermos algo consistente sobre o fim, devemos atentar para a Igreja Adventista do Sétimo Dia, aquela que tem a incumbência de pregar este evangelho a todas as nações (Mat. 28:19 e 20). Enquanto a igreja estiver em estado de Laodicéia, morna, o fim não virá. Mas assim que a igreja de CRISTO despertar, e isto é o reavivamento, a oposição aparece, e se desencadeia o fim, e JESUS volta. “Haja um reavivamento da fé e poder da primitiva igreja, e o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se os fogos da perseguição” (História da Redenção, 325).
Então vem a pergunta: a Igreja Adventista está reavivando, ou ainda não? Resposta: está sim, e o reavivamento está acelerando.
Em 2006, nos Estados Unidos das América, foi distribuído um livreto sobre os Dez Mandamentos. Em 2007, no Brasil se fez o mesmo. Antes disso, a igreja, por meio da liderança maior, vem desenvolvendo programas de reavivamento em todos os lugares, como as 40 madrugadas, e outros programas. Foi distribuído o folheto Viva com esperança, o livreto Sinais de esperança e agora vai ser disponibilizado o livro Tempo de Esperança, do pastor Mark Finley. Isso para citar alguns exemplos. Nessas campanhas de distribuição de livretos e folhetos milhares saem às ruas num só dia, como foi no caso do folheto, que deve ter mobilizado perto de um milhão de pessoas.
A campanha “Impacto Esperança” de 2010 terá como tema principal o sábado bíblico, ensinando sobre as bênçãos de sua santificação. Esse será, sem dúvida alguma, o maior impacto que a IASD terá dado na América Latina desde que foi fundada, mas não o maior daí por diante, pois esse reavivamento continuará crescendo, até o dia em que a grande incumbência for concluída com todo o poder do ESPÍRITO SANTO.
Portanto, para quem deseja saber, o fim está próximo e JESUS vai voltar logo. Esse é o sinal!
Fonte Cristo Voltará

Nota: Apesar de existir muitos que criticam a liderança desta igreja, eu continuo acreditando que Deus a tem em suas mãos, e que, apesar de todas as debilidades, erros e pecados, ela é o único instrumento de Deus para terminar sua obra nesta terra. A estratégia utilizada pela Divisão Sul, é de origem Divina, devemos orar por ela e nos esforçarmos para participar desta pregação.

14 setembro 2008

Papa adverte contra fundamentalismo e arbitrariedade subjetiva

Bento XVI encontra-se com intelectuais no 1º dia de viagem à França.No sábado, ele celebra o 150º aniversário das aparições em Lourdes.

O Papa Bento XVI advertiu que a atual geração deve enfrentar "os extremos da arbitrariedade subjetiva e do fanatismo fundamentalista", em um encontro com 700 intelectuais e acadêmicos, no primeiro dia da visita a França.

"Seria fatal se a cultura européia de hoje entendesse a liberdade apenas como a falta total de vínculos e com isto favorecesse inevitavelmente o fanatismo e a arbitrariedade", afirmou o Papa em um discurso pronunciado em francês em um colégio no centro de Paris.

"No cristianismo existe um vínculo superior ao da letra dos textos sagrados", que definiu como o "vínculo do entendimento e do amor".

Bento XVI afirmou que esta maneira de interpretar os textos sagrados do cristianismo "exclui tudo o que hoje se chama fundamentalismo", em um discurso no qual explicou a relação da fé e da razão do catolicismo e suas raízes no monarquismo medieval.

"O cristianismo não é apenas uma religião do Livro no sentido clássico", manifestou, recordando uma frase de São Paulo: "a letra mata e o Espírito dá vida".

Apresentada como uma reunião com o mundo da cultura, o encontro teve a presença de dois ex-presidentes, Valerie Giscard d'Estang e Jacques Chirac, o prefeito de Paris, Bertrand Delanoe, e líderes muçulmanos, como Dalil Bubaker, reitor da grande mesquita de Paris.

Também participaram os escritores Daniel Pennac, François Cheng e Jonathan Littel, o filósofo Régis Debray, o chef Alain Passart, assim como os historiadores Emmanuel Le Roy Ladurie e Max Gallo.

Diante deles, o Sumo Pontífice alertou para os riscos de uma cultura "meramente positivista" que reduza a religião a um tema de crenças pessoais.

"Uma cultura meramente positivista que circunscrevesse ao campo subjetivo, como não científica, a pergunta sobre (a existência de) Deus, seria a capitulação da razão", argumentou.

"O que é a base da cultura da Europa, a busca de Deus e a disponibilidade para escutá-lo, continua sendo ainda hoje o fundamento de toda verdadeira cultura", decretou.

O Papa também insistiu na necessidade de ter o Criador "como modelo" no trabalho e na "determinação da história por parte do homem".

"Onde este modelo falta e o homem se torna a si mesmo criador deiforme, a formação do mundo pode facilmente transformar-se em sua destruição", completou.

Em seguida o Papa celebrou as vésperas em Notre-Dame.

No sábado, Bento XVI viajará a Lourdes para celebrar o 150º aniversário das 18 aparições da Virgem Maria à pastora Bernadette Soubirous, em 1858.

Fonte Portal G1

Nota: Bento XVI tem falado em todos os seus discursos, usando termos diferentes, mas sempre com o mesmo significado contra o "extremismo religioso", desta vez utilizou o termo de Paulo "a letra mata" e que quem age diferente, age contra o amor. Tudo isso é um recado para quem? Não será um recado para cada guardador do sábado que prega que este dia continua sendo o dia escolhido por Deus para adoração. Que este dia nunca perdeu o seu significado deste os tempos mais antigos. Que este dia foi o escolhido por Deus para que o homem O reconhecesse como Criador de todas as coisas.

Bento XVI está apenas preparando o caminho, para que em breve todos possam dizer que ele está certo e que o povo que deseja obedecer a Deus está errado. Por isso Paulo advertiu: "Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus". II Tes. 2:3-4. Vejam que Paulo nos diz que haveria um homem que se levantaria com sendo representante de Deus e se colocaria contra o próprio Deus e contra a sua adoração, não será este homem aquele que está tentando mudar o que Deus escreveu com seu próprio dedo, a sua Lei, onde ensina que o dia dedicado exclusivamente para adoração do Criador é o Sábado. Êxodo 20:8-11.

30 junho 2008

Circulo Católico de Operários do Porto e a “Batalha” pelo descanso dominical

Conferência de D. Manuel Clemente no 110º aniversário do C.C.O.P.

1. O Círculo Católico de Operários do Porto trouxe ao movimento católico português um cariz propriamente contemporâneo. Na verdade, é com ele que se ultrapassa a fase “paternalista”, que, num quadro ainda muito tradicional e pré-urbano, procurava resolver a questão social mais pela responsabilidade das elites do que pela movimentação autónoma dos trabalhadores: “Um movimento social católico, integrado ‘por operários’, e não só ‘para operários’, vai surgir apenas com o lançamento dos C. C. O. [Círculos Católicos de Operários]. O primeiro é fundado no Porto, a 9 de Junho de 1898, por Manuel Frutuoso da Fonseca, que será seu presidente até à data da sua morte, em 1908” (CRUZ, Manuel Braga da – As origens da democracia cristã e o salazarismo. Lisboa: Editorial Presença / Gabinete de Investigações Sociais, 1980, p. 125-126. E ainda, ibidem, p. 134, nota: “À excepção do Porto, quase todos os demais foram fundados por padres e aristocratas conservadores. O C. C. O. do Porto, presidido pelo jornalista M. F. da Fonseca, tinha na sua direcção não poucos operários e jornalistas recém-convertidos oriundos do ‘campo revolucionário’, tais como o ex-socialista ‘manipulador de tabaco’ Manuel Duarte de Almeida e o ex-dirigente anarco-sindicalista José Martins”).

2. No seu programa (publicado n’ O Grito do Povo de 17 de Junho de 1899) surgiram 14 itens elucidativos, que podemos resumir assim: 1º) descanso dominical; 2º) ensino religioso; 3º) diminuição dos encargos militares, que pesavam mais sobre os pobres; 4º) reforma do imposto, para que incidisse mais sobre os objectos de luxo do que sobre os géneros de primeira necessidade; 5º) extinção da agiotagem e da usura; 6º) diminuição das despesas de justiça; 7º) representação do trabalho e dos interesses profissionais; 8º) comissões mistas de patrões e operários; 9º) máximo do dia de trabalho, não mais de onze horas; 10º) redução do trabalho nocturno; 11º) proibição do trabalho de menores de 14 anos e cuidados com o trabalho da mulher; 12º) salário mínimo, começando no sector público; 13º) caixas de socorro na doença, acidentes e velhice; 14º) casas para operários.

3. O Círculo Católico de Operários do Porto nunca desistiu até ver realizado o primeiro item do seu programa, o descanso dominical. É aliás a melhor demonstração da incidência social duma convicção tão humanitária como religiosa. Em 1907, o governo de João Franco legislou finalmente nesse sentido, com imediato aplauso do C. C. O. portuense (cf. GONÇALVES, Eduardo C. Cordeiro – O Círculo Católico de Operários do Porto e o Catolicismo Social em Portugal (1898 – 1910). Porto: CCOP, 1998, p. 34- 35).

Interessante a argumentação do Círculo, ligando a prescrição religiosa à consideração antropológica. Como neste trecho de Fernandes da Silva, n’ O Grito do Povo de 12 de Agosto de 1899: “O domingo não é somente o dia do Senhor, mas também do homem. Deus criando o homem dotou-o de corpo e alma, e tão intimamente ligada com aquele, que se o corpo descansa a alma também descansa. Porém Deus para prover a esta necessidade estabeleceu o descanso do domingo, sendo regulado segundo o organismo e forças humanas”.

E, se este ponto foi porventura o mais consequente da doutrina e da projecção do Círculo Católico de Operários do Porto, poderá ser hoje o mais actual da sua herança a recolher. De facto, nas actuais condições sócio-económicas, o descanso dominical, arduamente conseguido há um século, é posto em causa por outros motivos. O modo corrente de viver e descansar, menos comunitário, mais individualizado, faz do “fim-de-semana” o tempo do comércio e dos “centros comerciais” o espaço social mais centrípeto e convidativo. Aliás, os serviços de apoio ao lazer exigem cada vez mais trabalho ao sábado e Domingo.

4. Neste contexto, a actual doutrina social da Igreja tem retomado e aprofundado muita da argumentação de há cem anos. Fundamental neste ponto é a carta apostólica de João Paulo II Dies Domini, sobre a santificação do Domingo, de 1998. Por exemplo, no seu nº 66: “No contexto histórico actual, permanece a obrigação de batalhar para que todos possam conhecer a liberdade, a calma e o descanso necessários à sua dignidade de homens, com as consequentes exigências religiosas, familiares, culturais, interpessoais, que dificilmente podem ser satisfeitas, se não ficar salvaguardado pelo menos um dia semanal para gozarem juntos da possibilidade de repousar e fazer festa”. Sem esquecer de acrescentar: “Obviamente, este direito do trabalhador ao descanso pressupõe o seu direito ao trabalho”.

Está em causa uma visão integrada da pessoa humana, a qual, muito mais do que mero “indivíduo”, é sujeito de relações múltiplas, indispensáveis para a sua realização integral. Isto significa família, sociedade, cultura e religião, tudo realidades conjuntas que precisam de tempos e espaços de encontro, ritmados, de todos para todos. E as reais necessidades de garantir serviços públicos ou particulares não podem iludir tal realidade essencial, mas proporcioná-la, também àqueles que nem sempre possam descansar ao Domingo. Uma sociedade que se perde como convivência integradora desfaz-se na pulverização dos interesses. Deixa mesmo de ser “sociedade”, perde-se como humanidade.

- Há muito a retomar, do que no Círculo Católico de Operários do Porto foi propósito e consequência, há mais de um século!

Manuel Clemente, 27 de Junho de 2008

Fonte Agência Ecclesia

Nota: "O domingo não é somente o dia do Senhor, mas também o dia do homem". Esta declaração bate contra a declaração de Cristo em Marcos 2:27-28: "E prosseguiu: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. Pelo que o Filho do homem até do sábado é Senhor". Filho do Homem é Senhor do Sábado. O Sábado foi feito para o homem. Novamente a Igreja Romana muda o Cristo disse. Você vai acreditar em quem?

06 junho 2008

Viver o Domingo com a Igreja Católica

Instrução Pastoral sobre o Domingo e sua celebração completa 30 anos, mantendo actualidade em questões fulcrais

O Domingo é das mais antigas e mais “importantes instituições cristãs” (Cf. «A Instrução Pastoral sobre o Domingo e sua celebração»). O respeito e a vivência do descanso e da missa dominicais são índices significativos da penetração do cristianismo na alma duma população. Publicada a 9 de Junho de 1978, esta instrução pastoral aborda as questões fulcrais sobre este dia da semana.

A reunião dos fiéis para a celebração do mistério pascal era a nota dominante do Domingo cristão nos primórdios. Actualmente, nas sociedades de velha tradição cristã “a vivência social do Domingo é sobretudo marcada por ser o dia de descanso” – sublinha o documento da Conferência Episcopal Portuguesa. E acrescenta: “mesmo que a muitos escape o sentido espiritual e religioso do descanso dominical, ele é um valor que a Igreja se empenha em defender”.

Depois do primeiro recenseamento à prática dominical realizado a 6 de Fevereiro de 1977, os bispos portugueses constataram que “é baixa a frequência das missas dominicais, quase se perdeu a tradição das devoções de Domingo à tarde”. Este dia da semana foi-se adaptando, ao longo dos séculos, às circunstâncias mutáveis da vida social. Hoje, ele defronta uma das “mais profundas mudanças socioculturais, a passagem da civilização da estabilidade – para a moderna civilização urbana – civilização da mobilidade”. A pastoral do Domingo tem de enfrentar com “realismo esta mudança, superando as dificuldades e aproveitando as oportunidades que dela advêm” – realça o documento.

Passados trinta anos, a realidade ainda continua em mobilidade constante. No entanto, no capítulo «Para uma Pastoral realista do Domingo», os bispos portugueses apontam as soluções: “A pastoral do Domingo tem, pois, de contar com realidades como a dispersão das pessoas nos fins de semana, férias e turismo, sem esquecer as peregrinações e visitas a santuários; os pequenos grupos, a começar pelos que se formam por motivos de vida espiritual e apostolado; e os meios de comunicação social, com tudo o que representam de distracção dos valores espirituais e religiosos, mas também de possibilidade novas de transmissão da mensagem evangélica ou de promoção dos valores cristãos”.

Com o aproximar dos tempos de veraneio, a mobilidade acentua-se. O valor do Domingo poderá cair no esquecimento de alguns. Para que tal não aconteça, os bispos portugueses apelam no referido documento para “um esforço de aprofundamento doutrinal, que ponha mais a claro a origem, o conteúdo de fé e a espiritua-lidade o dia do Senhor”. Encontrar o valor do Domingo é palavra de ordem...

Nesta linha de aprofundamento, os prelados portugueses aprovaram – a 11 de Novembro de 1993 – uma Nota Pastoral «O Domingo numa sociedade em mudança». Os pseudo-valores ganharam novo impacto. O documento continua com alertas. “A laicização da vida moderna e a crise de valores levaram ao amortecimento da fé ou das suas expressões”.

As melhores formas dos cristãos actuarem foram expressas na instrução pastoral, mas a nota pastoral reforça as linhas. “O trabalho contínuo, a multiplicação das indústrias e dos serviços dos tempos livres, a mobilidade das populações e a já referida crise de valores levantam, em muitos lugares, sérias dificuldades a uma autêntica vivência do Domingo”.

Apesar de ser um tempo reservado a Deus, o Domingo também é um tempo para o homem, para cada homem e para todos os homens. Este descanso dominical é um espaço aberto à convivência, ao encontro e prestação gratuita de serviços, extraordinariamente importantes para a vida comunitária e colectiva dos homens. “Antes de mais, para a vida familiar, hoje tão afectada pela dispersão dos membros da família, pelo desencontro de horários, por dificuldades económicas e de habitação, pela degradação das ideias e costumes que infectam o ambiente e penetram mesmo, através dos meios de comunicação social, até ao interior dos lares” – expressa a Nota Pastoral «O Domingo numa Sociedade em Mudança».

A Igreja percebe as contingências da sociedade e convoca os cristãos para uma pastoral do Domingo com criatividade. “Criatividade pastoral e social” – avança o documento.

E finaliza: “Não podemos viver sem o Domingo”


Fonte: Agência Ecclesia•06/06/2008

Nota: É verdade que tem havido certo desprezo quanto ao domingo, isso tem levado a Igreja Católica a reinvindicar sua autoridade e ainda colocar no domingo as mesmas atribuições do sábado. Agora com as crises familiares, valores morais em baixa, o meio ambiente em sofrimento pela poluição do planeta, a Igreja Católica tentar levantar o domingo ao um nível ao qual irá afetar a Lei de Deus em seu âmago. Precisamos defender a Lei de Deus mediante todos os esforços que nós, como seres humanos, podemos fazer, pois o impossível pertence a Deus e isso Ele fará com certeza. O domingo é o maior sinal da autoridade que Igreja Católica advoga ter, pois alterou a Lei de Deus substituindo o sábado pelo domingo (Daniel 7:25), por isso ela deseja elevar esse sinal ao mais alto destaque no cenário mundial, isso estará acontecendo muito em breve. Se você duvida, é só espera para ver...

03 junho 2008

Papa não aceita audiência solicitada com líderes internacionais, por motivo de vários compromissos já agendados.

A sala de imprensa da Santa Sé publicou esta manhã um comunicado oficial a explicar os motivos que levaram Bento XVI a não receber alguns dos líderes internacionais presentes em Roma para a cimeira da FAO.

A nota refere a “algumas ilações jornalísticas” que circularam por estes dias, a respeito dessa recusa, com a Santa Sé a precisar que “Bento XVI não pôde responder positivamente aos pedidos de audiência privada” feitos por vários chefes de Estado e de Governo, “por causa do número de pedidos, da restrição do tempo e dos compromissos já assumidos”.

O Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano, escreveu a cada um dos interessados, dando conta da “tristeza” do Papa por esta “impossibilidade”, mas reafirmando “a disponibilidade de os receber numa próxima ocasião”.

O comunicado da Santa Sé lembra que não estamos na presença de um facto inédito, dado que desde Abril de 2006 foi comunicado às missões diplomáticas junto da Santa Sé que “seria muito difícil acolher os pedidos de audiência por ocasião de conferências e congressos internacionais”.

Fonte Ecclesia

Nota: Há algumas semanas atrás foi divulgada uma lista de 100 personalidades mais influentes no mundo, o Papa não estava entre elas, isso despertaou algumas críticas. O Papa realmente não influencia na roupa que veste, na comida ou na bebida que gosta ou em aspectos da vida normal. A influência do Papa é na política, isto é provado pela quantidade de audiências solicitadas, o que o levou a recusar receber a visita de alguns lideres mundiais. Hoje podemos perceber que a sua influência é maior do que se imagina e não demorará muito para vermos sua influência impor o domingo como dia da família e de proteção ao meio ambiente, levando milhões a reverenciar este dia no lugar do Sábado do Senhor e assim cumprindo a profecia de Apocalipse 13:14 - "E engana os que habitam na terra, com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra, que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia". O mundo protestante com sinais e milagres liderado pelos EUA, a maior nação protestante do mundo, levantarão o Domingo como dia de descanso mundial e assim farão uma imagem à besta que foi ferida de morte e hoje vivi e influencia o mundo político, utilizarão o pretexto de proteger o meio ambiente que tem sido devastado assustadoramente, pois mundo parando em um dia da semana daria um grande impacto na proteção do planeta e utilizarão este mesmo dia como sendo dedicado à família. O que será daqueles que se colocarão contra esta instituição espúria? O Sábado foi o dia escolhido por Deus que, como Criador, havia feito todas as coisas e hoje apela a cada ser humano "Dizendo, com grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, porque é vinda a hora do seu juízo, e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas" Apocalipse 14:7. O apelo de Deus para cada ser humano é para adorá-lo como o Deus que fez o céu, a terra, o mar e as fontes das águas - como Criador. Leia este outro texto das escrituras: "Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus: não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou" Êxodo 20:8-11. O apelo de Deus para adorá-lO como Criador nos convida a guardar o Sábado "Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou" Verso 11. Então o Sábado é o dia a ser guardado para proteger o planeta e a família, pois foi neste dia que Deus descansou e convidou a humanidade a fazer o mesmo. Quem guarda o sábado reconhece Deus como sendo o Criador de todas as coisas e assim protege a Criação de Deus - a natureza e nós seres humanos. Se é para proteger o planeta e a família é o Sábado que deve ser guardado e não Domingo, pois o Domingo é uma instituição católica, leia esta citação Católica: “No ano 1893, o Catholic Mirror, de Baltimore, Maryland, foi o órgão do Cardeal Gibbons. Em seu número de 23 de setembro daquele ano publicou ele está notável declaração: "A Igreja Católica, mais de cem anos antes da existência de um único protestante, em virtude de sua divina missão, mudou o dia de sábado para o domingo." "O descanso cristão é, por conseguinte, neste dia, o conseqüente reconhecimento da Igreja Católica como esposa do Espírito Santo, sem uma palavra de protesto do mundo protestante." - Reimpresso pelo Catholic Mirror como um folheto, The Christian Sabbath, págs. 29 e 31.”. A Igreja Católica mudou a lei de Deus como Daniel previu (Daniel 7:25) e hoje o mundo protestante obedece a Igreja Católica e reconhece seu poder ao guardar o domingo, desprezando assim a verdade de Deus e seguindo a mentira criada por homens, substituindo o Deus Criador que convidou o homem para descansar no sábado e reconhecer a Criação de Deus, para descansar no domingo e reconhecer o poder da Igreja Católica. (Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém - Romanos 1:25) Alguns podem argumentar e dizer que os dias são todos iguais e que tanto faz o sábado ou domingo o importante é guardar um dia para proteger o planeta e que não devemos ser tão radicais, afinal é só um dia e Deus não irá reclamar, pois estamos adorando a Ele como Criador no domingo. Será que Deus aceita o que nós queremos ou Ele só aceita o que Ele pede? Para responder esta pergunta precisamos ir para a Bíblia e verificar a atitude de Deus quando alguém tentou oferecer para Ele outra coisa que não foi o que Ele pediu.
Leia Gênesis 4:1-7. Conta a história de Caim e Abel, Deus pediu para eles uma oferta, Abel levou o que Deus havia pedido, um animal, o primogênito, Caim levou o que Ele quis – frutas, verduras e legumes - Deus aceitou a oferta de Abel e recusou a oferta de Caim. Por que? É simples. Deus só aceita o que ele pede e não que nós queremos. Você entende? Veja este outro exemplo: “E os filhos de Aarão, Nadabe e Abiú, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e puseram incenso sobre ele, e trouxeram fogo estranho perante a face do Senhor, o que lhes não ordenara. Então saiu fogo de diante do Senhor e os consumiu; e morreram perante o Senhor”. Levítico 10:1-2. Vejam que Deus recusou o fogo estranho de Nadabe e Abiú, pois Deus tinha ateado fogo divino para queimar o incenso e eles trouxeram outro fogo, considerado estranho, e Deus recusou e os matou pela afronta de tentar mudar a ordem Divina. Novamente repito: Deus não aceita o que nós queremos, Ele só aceita o que Ele pede, então se Ele pediu o Sábado devemos dá o Sábado, se qualquer outra pessoa oferecer o Domingo ele irá recusar como fez com Caim, Nadabe e Abiú, e outros mais que a Bíblia relata, pois são vários casos relatados nas escrituras que mostram esta posição. Veja o Pedro disse: “Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens” Atos 5:29.

21 maio 2008

Mais uma vez a KTF e o Decreto Dominical

É a terceira oportunidade que tratamos do assunto. As advertências anteriores ainda são pertinentes, não serão repetidas.

A KTF editou novo sermão onde trata de diversas questões que poderiam se relacionar com a edição na prática do decreto dominical e, trata também de manifestar-se sobre o sermão anterior que editou neste tema. O original do texto que ora comentamos pode ser lido mais uma vez diretamente no site da KTF Ministry.

Para resumir, o sermão trata de analisar as necessárias retificações do texto anterior, com base na busca de elementos que pudessem sustentar as afirmativas feitas, muito embora reitere que tivesse tomado o cuidado de checar cada uma das palavras anteriormente utilizadas com sua fonte. Assume ainda que verificar dados de uma reunião secreta é uma missão inglória, bem como que poderia ter melhor verificado os fatos antes de veicular a notícia.

A partir daí o Pastor passa a reiterar, sob o benefício razoável da dúvida, a possibilidade de que sua fonte seja fidedigna, apontando questões relacionadas com a eventual veracidade dos fatos narrados, inclusive citando links que já consideramos neste espaço quando fizemos a primeira checagem acerca dos termos do sermão em consideração.

Analisa ainda, individualmente, questões relacionadas à presença de personagens citados no sermão anterior (Gore, Pelosi, etc) e o paralelo das questões ambientais, o que, como já inclusive relatado neste espaço, nos parecia o ponto alto do relato, por se alinhar com muito do que tem sido postado aqui.

Finalmente, conclui que é bastante razoável acreditar-se na existência de tal reunião em novembro passado, enumerando cada um dos fatores que litigam a favor da tese, especialmente na possibilidade de se acreditar na pessoa do Pr. Allen Fine.

Fonte Diário da Profecia

Visita do Papa à ONU terá impacto sobre Direito Internacional

Entrevista ao arcebispo Celestino Migliore, observador permanente
Por Jesús Colina

NOVA YORK, terça-feira, 20 de maio de 2008 (ZENIT.org).- A visita de Bento XVI às Nações Unidas provocou um grande entusiasmo no Palácio de Cristal e está destinada a ter um impacto sobre o Direito Internacional, explica o observador permanente da Santa Sé na ONU.
O arcebispo Celestino Migliore, que recebeu o Papa em sua residência durante os dias de sua permanência em Nova York, nesta entrevista concedida à Zenit revela alguns detalhes dos encontros privados que teve com o Pontífice e fala sobre como as palavras do Papa foram acolhidas nas Nações Unidas.

–Que momento da visita do Papa ficou mais gravado em sua memória?
–Dom Migliore: São muitos, como você pode imaginar. Os americanos estavam à espera de ver e experimentar pessoalmente a espiritualidade, o intelecto e a humanidade de Bento XVI, que haviam podido acompanhar através da mídia. À sua chegada, viram um Papa feliz de ter chegado aos Estados Unidos e desejoso de conhecer os americanos em todos os níveis.
Em todos os eventos nos quais participou, reinava um clima de festa, de acolhida e de entendimento recíproco. E depois, a profunda empatia do Papa diante do que permanece como o símbolo mais vivo para os americanos: o Ground Zero.
Na cerimônia, que se desenvolveu quase sem palavras, em uma comunicação de coração a coração, o Papa se fez como um deles, expressando ao mesmo tempo uma grande autoridade ao comunicar sua mensagem. Do mesmo modo, duas vezes à tarde, o Papa saiu da residência de Nova York para encontrar-se com as centenas de pessoas que se reuniram para cantar e felicitá-lo por seu aniversário.
No sábado à tarde, entre as pessoas na primeira fila havia 50 crianças visivelmente afetadas por diversos tipos de câncer. As manifestações de afeto e o sentido de profunda dignidade expressos pelo Papa revelaram sua mais elevada autoridade moral, que infunde esperança e confiança.

–O senhor pode nos dizer o que o Santo Padre lhe disse?
–Dom Migliore: Tive o privilégio e o grande prazer de passar 3 dias com o Santo Padre na residência de seu representante perante as Nações Unidas. Durante as refeições, intercambiamos nossas sensações, impressões e notícias sobre o desenvolvimento da visita papal e sobre a cálida acolhida que ele estava recebendo.
Mas, por ocasião do 3º aniversário de seu pontificado, foi ele quem quis dar um presente maravilhoso: quis que todos meus colaboradores jantassem na mesa conosco. Foi um momento extraordinário para todos nós, no qual tivemos oportunidade de compartilhar com o Santo Padre as alegrias e as fadigas, além dos momentos divertidos de nossa atividade nas Nações Unidas.

–Quais foram as reações das delegações nacionais presentes na ONU sobre o discurso do Papa?
–Dom Migliore: Também a ONU se encontra em um período de dificuldades e de tensões. Mas o Papa teve a capacidade de elevar os ânimos. Sabendo que na ONU nem tudo são flores, tive a impressão de que muitos diplomatas que o ouviram sublinhar os aspectos mais potencialmente belos das Nações Unidas, sentiram-se confortados e animados a trabalhar por uma ONU que funcione.
Sem dúvida, foi o encontro com essas pessoas que suscitou maior entusiasmo nas Nações Unidas. Durante sua intervenção, o Papa olhou várias vezes para a audiência sorrindo. Seu calor e seu sentir-se à vontade encontraram eco na resposta das pessoas, com sua excitação e aplausos e com a longa ovação que lhe tributaram. Uma resposta entusiasta que não era só uma excitação de estado, mas estava motivada também pelo conteúdo de sua mensagem.

–O Papa disse que a Igreja crê nas Nações Unidas e convidou a ONU a voltar aos princípios fundadores da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Como esta mensagem foi recebida pelos membros das Nações Unidas?
–Dom Migliore: A impressão geral é de que o Papa estava lendo em seus corações o desejo pessoal de justiça e liberdade. Pelos comentários dos diplomatas e dos funcionários da ONU, as palavras do Papa estão destinadas a ter uma ressonância e um seguimento profundo e consciente, sobretudo com relação ao papel das Nações Unidas e do Direito Internacional.

–De que forma a «responsabilidade de proteger», citada pelo Santo Padre, poderá se apresentar como um novo princípio do Direito Internacional? Em que se diferencia da tradicional resposta da comunidade internacional contra os governos opressores?
–Dom Migliore: O Papa sustentou que o fundamento moral no qual um governo pode afirmar sua autoridade, sua soberania, é seu senso de responsabilidade, sua vontade e sua eficácia em proteger sua população de todo tipo de violação dos direitos humanos.
Assumindo esta expressão do documento final aprovado pelos chefes de estado e de governo em 2005, o Papa estendeu o conceito: a responsabilidade de proteger cobre não só as chamadas intervenções humanitárias (militares), mas poderia ser usada como sinônimo de soberania, que por sua vez não é só um direito, mas é sobretudo uma responsabilidade dirigida a proteger e promover as populações em sua vida cotidiana.

Fonte Zenit

Nota: Nunca estiver tão perto do fim! "E disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos, e orai, para que não entreis em tentação" Lucas 22:46. O mundo se prerapara para fim, as armadilhas para o povo de Deus estão ficando prontas, o cerco está se armando. Vejamos que já não tenha passada a hora de enchermos nossas lâmpadas. Ainda resta uma esperança! Prepare-se já!

19 maio 2008

Direita Religiosa inclinando-se em direção aos Democratas?




11 de maio de 2008

Durante décadas, evangélicos têm sido vistos como sólidos apoiadores do Partido Republicano. Isso poderia estar mudando. A Direita Religiosa, base da chamada revolução Reagan - a batalha sobre a lei do aborto, e do casamento homossexual - quer uma mudança. Pelo menos alguns evangélicos querem.

Um grupo de influentes líderes cristãos declarou-se cansado da divisão política, cansado de assistir lutas sobre algumas questões que superam tudo de bom que poderiam estar fazendo.

"Nossa proposta em [nosso] manifesto é o de unir forças com todos aqueles que apóiam um nível público civil comum... Uma visão da vida pública em que as pessoas de todas as fés - o que, é claro, significa também os sem fé - sejam livres para entrar e participar da vida pública, com base na sua fé", declarou o líder evangélico Os Guinness.

Para os democratas, o momento é bom. O partido tem sido pressionado a superar a "lacuna da fé", que muitos sentem prejudicar os eleitores que vão a igreja. Os candidatos estão aparecendo em mais ambientes e conversas religiosas.

"O que tento fazer é como melhor posso ser um instrumento da Sua vontade", afirmou o Senador Barack Obama.

Eu obviamente tive a sorte de poder confiar e fundamentar-se na minha fé que foi uma âncora para mim por toda vida", disse a Senadora Hillary Clinton.

Mara Vanderslice, da Common Good Strategies é parte deste esforço.

"Creio que a nosso maior erro é a maneira de dizer que nós queremos apenas uma separação entre a Igreja e o Estado e de só falar de religião em termos de separação", disse Vanderslice.

Os Evangélicos agora estão dando apoio público em muitas questões essenciais para os democratas: campanhas globais contra a AIDS, a fome e a pobreza. Mesmo os Democratas do Congresso, como Michael Cromartie, do Centro de Ética e Política Pública, vêem o poder de uma parceria.

"Penso que há, como é óbvio, pessoas genuinamente religiosas no Partido Democrata, as quais já disseram, você sabe, ’precisamos parar de minimizar como a nossa fé relaciona-se a questões de política pública', quer se trate de meio ambiente ou quer se trate de questões de economia ou de guerra e paz", disse ele.

"E nós precisamos começar a estruturar as nossas preocupações em linguagem religiosa, para que se possa recorrer aos crentes religiosos na América".

Alguns evangélicos conservadores mais zelosos são fortemente críticos em relação à nova aproximação. Eles se orgulham dos ganhos que alcançaram através dos laços com os republicanos conservadores.

E, se os Democratas querem compartilhar de seu apoio, alguns analistas políticos dizem que os democratas terão de dar algo em troca – em uma questão ardentemente debatida como o aborto.(Online)

NOTA: O que se vê é alguns evangélicos (geralmente eleitores do Partido Republicano) buscando uma aproximação e a união de interesses com os Democratas; e os Democratas, por sua vez, querendo, entre outras coisas, usar de uma linguagem religiosa para conquistar mais religiosos conservadores. Em síntese, uma completa união de interesses entre política e religião. Esta união de interesses é, talvez a única coisa que faltava para a derradeira união da Igreja e do Estado e a imposição da Lei Dominical nos EUA profetizada em Apocalipse 13:14-17. Pelo jeito, isso não tardará em acontecer...

Extraído de Minuto Profético

Lutar contra o relativismo e o laicismo

O papa Bento XVI incentivou os católicos a "enfrentar os desafios do mundo", como "o materialismo, o relativismo e o laicismo", durante a missa que oficiou na cidade de Savona, primeira etapa de uma viagem de dois dias à província de Ligúria, no norte da Itália. Enquanto Bento XVI pedia aos católicos para combater o laicismo, em Gênova ocorria uma manifestação em favor de um Estado laico na Itália.

O pontífice começou sua viagem a Ligúria, que terminará amanhã em Gênova, com uma visita, em Savona, aos apartamentos onde Pio VII foi confinado durante três anos por Napoleão.

Depois, o papa oficiou uma missa, na qual elogiou o exemplo de "serena firmeza" dado por Pio VII, que conseguiu fazer chegar as mensagens necessárias para evitar a nomeação de bispos por Napoleão, escondendo-as em cestos de verdura.

"Essa página obscura da história da Europa" ensina "a coragem para enfrentar os desafios do mundo: materialismo, relativismo e laicismo; sem ceder jamais aos compromissos e dispostos a sofrer na própria carne as conseqüências para permanecer fiéis ao Senhor e à sua Igreja", disse.

O pontífice também lembrou aos católicos as "raízes cristãs do domingo" e encorajou os jovens a "seguir Cristo", o que "comporta sempre a coragem de ir contra a corrente".

Fonte: O Estado de São Paulo Online

NOTA: Para entender a diferença que a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) estabelece entre "laicismo" e "laicidade" leia antes aqui. Na prática essa diferença pode existir já que a cultura atual predominante - materialista secular (baseada no ateísmo) - tem a tendência de isolar (até mesmo de ignorar) do debate público qualquer pessoa que se apresente com argumentos considerados "cristãos" (Leia mais aqui). Todavia, o que a ICAR geralmente "esquece" de enfatizar é que o Estado laico é também um Estado neutro, onde se prioriza a pluralidade de idéias e não se exerce o poder público em benefício apenas da religião majoritária (prejudicando grupos minoritários). Aí é que está o perigo. Qual é a verdadeira intenção da ICAR? Será que ela não pretende alcançar uma maior abertura no debate público (usando inclusive o argumento da laicidade) nos países de tradição cristã apenas para impor seus dogmas (em especial, a santificação do domingo) a toda a sociedade? (Na matéria acima há mais uma vez a ênfase nas "raízes cristãs do domingo" - conheça a verdade sobre esse tema aqui e aqui). Levando-se em conta que a ICAR não mudou em nada seus dogmas nem o espírito que os inspirou, como ficariam aqueles que guardam o sábado bíblico (sétimo dia)?

Extraído do Minuto Profético

16 maio 2008

Mais uma vez o Senador Joseph Lieberman

Há pouco tempo transcrevi do Minuto Profético um texto sobre "Cristãos teocratas usam seu megafone para promover a Comissão dos Dez Mandamentos ". Neste se analisava a questão do reconhecimento do poder público americano o projeto de reconhecimento dos Dez Mandamentos como norma fundamental de construção do estado americano.

No mesmo post, em comentários, relembrei de uma postagem mais antiga, "O Ato de Segurança Climática da América - 2007", onde se propõe também o posicionamento político do estado americano acerca das mudanças climáticas, com a regulação através de lei de situações que vislumbrem a preservação da natureza.

Pois agora deparei-me com outro projeto, também em trâmite no Congresso americano, para que se regule por lei a liberdade do povo americano em tomar partido de discussões contrárias ao interesse do governo, limitando portanto seu direito de livre expressão. Algo como "Ato de Prevenção à radicalização violenta e terrorismo interno".

O anelo entre todos estes assuntos? Além de gravitarem claramente acerca de temas que temos discutido neste espaço, tendentes à imposição de uma lei de descanso obrigatória, calcada nos "mandamentos" de Deus, na necessidade de preservar a natureza e, protegida pela impossibilidade de contestação, temos o Senador Joseph Lieberman.

O Senador Liberman, o qual temos um perfil traçado no link sobre clima supra declinado, participa da elaboração de todos estes projetos. Mera coincidência?

Fonte: Diário da Profecia

09 maio 2008

Corrente Evangélica Aderindo ao Sábado

Um número crescente de cristãos das mais diferentes tradições confessionais tem expressado um interesse sem precedentes pelo sábado. Líderes eclesiásticos, organizações religiosas e pessoas de todos as áreas de atividade estão redescobrindo a validade e valor do sábado para a sua existência. O recém-lançado Catálogo de 400 Igrejas e Grupos Sabatarianos na América, a maioria dos quais veio à existência nos últimos trinta anos, o comprova.

Surpreendentemente, mesmo dentro de denominações tradicionais (batista, metodista, menonita, e pentecostal), há igrejas que estão transferindo seus cultos do domingo para o sábado. Um breve relatório dessas ocorrências consta de meu livro The Sabbath Under Crossfire [O sábado sob fogo cruzado]. O capítulo tem por título “Redescobrindo o Sábado”. Para efeito de brevidade mencionarei somente alguns episódios, especialmente o de uma igreja batista do sul que conheço pessoalmente.

...

Os exemplos precedentes são de pessoas de diferentes posições que estão redescobrindo a observância do sábado “do pôr do sol da sexta-feira ao pôr do sol do sábado” sem “cozinhar, nem fazer compras ou pagar contas, nem arrancar ervas daninhas ou aparar arbustos, nem limpar ou arrumar a casa, nem mesmo falar ou pensar sobre o trabalho e as atividades do escritório”.

Como pudemos ver, pessoas de diferentes ramos de atividade estão redescobrindo o sábado como um divino remédio para nossas vidas carregadas de tensão e estresse desmentem a alegação do Pr. Taylor [ex-pastor adventista] de que o sábado constitui “uma pedra de tropeço” para muitos virem a Cristo. O fato é que hoje mais do que nunca antes as pessoas necessitam do descanso e renovação que o sábado tem por fito propiciar.

Um correto entendimento e experiência do sábado torna as pessoas receptivas e responsivas ao convite de Cristo de ir a Ele para Nele encontrar descanso. Assim, o sábado pode ser, não uma pedra de tropeço, mas uma pedra que serve de degrau para alcançar a Cristo.

Leia na íntegra em Gilberto Theiss

"O Senhor tem fiéis vigias nos muros de Sião para clamarem em alta voz e não pouparem, para erguerem sua voz como trombeta, e mostrar a Seu povo sua transgressão e à casa de Jacó os seus pecados. O Senhor permitiu ao inimigo da verdade fazer decidido esforço contra o sábado do quarto mandamento. É desígnio Seu despertar por esse meio interesse decidido naquela questão que é um teste para os últimos dias. Isto abrirá o caminho a que a terceira mensagem angélica seja proclamada com poder." (Mensagens Escolhidas Vol. 2 - Ellen. G. White - Pág. 370)