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06 janeiro 2015

Papa Francisco quer motivar igreja a combater o aquecimento do planeta

O Papa Francisco anunciou uma meta audaciosa para o ano de 2015. O argentino, que é a principal autoridade oficial católica na Terra, se comprometeu a incentivar todos os fieis a lutarem contra o aquecimento global. Ele ainda pretende estender o esforço às outras religiões.

Assim como o santo que inspira o seu nome, o Papa Francisco está disposto a lutar pelo bem dos animais e da natureza, em geral. O compromisso do representante está dividido em três etapas: emitir uma mensagem sobre o aquecimento global a 1,2 bilhão de católicos, fazer um discurso à Assembleia Geral da ONU e convocar uma reunião de cúpula com representantes das principais religiões do mundo.

Conforme informado pelo bispo Marcelo Sorondo, em declaração ao jornal britânico The Guardian, a intenção do Papa é influenciar positivamente a próxima reunião do clima, realizada em Paris neste ano. O encontro deve marcar a conclusão de negociações tensas para um compromisso universal em relação às reduções na emissão de gases de efeito estufa.

Para alcançar os fiéis, o Papa se comprometeu com a criação de um documento, exortando as pessoas a tomarem medidas por razões morais e científicas. O documento será enviado a cinco mil bispos católicos, 400 mil sacerdotes e, assim, será distribuído aos paroquianos.

O encontro com autoridades de outras religiões deve acontecer em uma Assembleia da ONU, que determinará novas metas de combate à pobreza e cuidados ambientais.

Não é de hoje que o Papa se mostra contrário ao modelo econômico mundial, que incentiva o consumo e a riqueza. Durante um evento realizado em outubro de 2014, o católico alertou para o poder que o dinheiro tem tomado. “Um sistema econômico centrado no deus dinheiro precisa que a natureza seja saqueada, para que possa sustentar o ritmo frenético de consumo que lhe é inerente”, disse o Papa.

Ele ainda completou o discurso dizendo que o modelo está carente de ética e apontou o que está errado. “A monopolização de terras, o desamatamento, a apropriação de água, uso inadequado de agrotóxicos são alguns dos males que separam o homem da terra de seu nascimento. As alterações climáticas, a perda da biodiversidade e o desmatamento já estão mostrando seus efeitos devastadores nos grandes cataclismos que assistimos”, alertou.

Fonte Tribuna da Bahia

Nota: Clique aqui e fique por dentro do tema.

06 dezembro 2014

Papa compara fundamentalistas cristãos com terroristas

Papa visita Mesquita Azul, na Turquia
No avião que o levou de volta à Itália depois de uma visita de três dias à Turquia, o papa conversou com jornalistas durante quase uma hora. “O Alcorão é um livro de paz.” A declaração do papa Francisco, durante a viagem de volta à Roma, repercutiu no mundo inteiro. “Não se pode dizer que todos os islâmicos são terroristas, assim como não se pode dizer que todos os cristãos são fundamentalistas”, completou o Papa. Para ele, é preciso que os líderes islâmicos - sejam eles políticos, religiosos ou acadêmicos - condenem claramente o terrorismo. Uma condenação mundial, segundo o pontífice, ajudaria a maioria dos muçulmanos a se livrar das reações negativas que enfrentam em vários lugares do planeta. Sobre o momento em que rezou na Mesquita Azul, disse que estava ali como um peregrino e que fez orações pela Turquia e pela paz. A viagem à Turquia foi um dos passos mais importantes que um líder da Igreja Católica romana deu na aproximação com os cristãos ortodoxos desde que eles se separaram no século XI. O papa também manifestou o desejo de se encontrar com o patriarca de Moscou. A Igreja Ortodoxa Russa é a que mantém as relações mais delicadas com o Vaticano.

O papa Francisco declarou ainda que não acredita que a Síria possua armas químicas e afirmou que gostaria de viajar para o Iraque, mas reconhece que neste momento criaria um problema de segurança para as autoridades iraquianas.
Fonte: O Globo

Nota: Ao comparar fundamentalistas cristãos com terroristas islâmicos, Francisco está preparando o caminho para algo há muito tempo descrito nas páginas sagradas da Bíblia. Uma vez que fundamentalistas cristãos para Francisco são aqueles que interpretam Gênesis 1 a 11 de forma literal, a discórdia entre o Sábado (homenagem à Criação literal de seis dias, Gênesis 2:1-3) e o Domingo (homenagem à Igreja Romana e à autoridade papal) está se aproximando rapidamente. Junte a isso a crise climática e teremos o cenário perfeito descrito em Apocalipse 13.

22 setembro 2011

O estouro das bolhas pós-11/9

Terça-feira, 11 de setembro de 2001. Era uma manhã comum de trabalho na redação da Casa Publicadora Brasileira. A rotina seguia seu curso: textos para revisar, matérias para escrever, decisões editoriais. Até que alguém gritou da sala de reuniões: “Venham ver isso aqui!” Quando entrei na sala, o relógio marcava nove horas e a TV estava ligada. A imagem que vi parecia a de um desses filmes apocalípticos hollywoodianos, mas o logotipo da emissora norte-americana CNN deixava claro que não se tratava de ficção. Uma das torres gêmeas do World Trade Center em Nova York estava pegando fogo! Assentei-me numa das cadeiras e fiquei sabendo, instantes depois, que um avião da American Airlines (voo 11) havia atingido o arranha-céu fazia poucos minutos. Nem os repórteres (muito menos nós, que estávamos ali naquela sala a mais de oito mil quilômetros de distância) sabiam exatamente o que estava acontecendo. Teria sido um terrível acidente? Às 9h03, com os olhos ainda grudados na tela da TV, tivemos certeza de que aquilo não se tratava de acidente: outro avião, agora da United Airlines (voo 175), acabava de atingir a torre sul. Em duas horas, tudo o que sobrou dos dois edifícios foi uma montanha de entulho e muita poeira. Meus colegas e eu emudecemos. As imagens eram dramáticas e as informações, escassas. Pairava no ar a sensação de que aquele dia mudaria os rumos da história em nosso planeta. E mudou.


Conforme ficamos sabendo depois, os atentados de 11 de setembro de 2001 foram, na verdade, uma série de ataques-suicidas coordenados pela organização terrorista Al Qaida. Na manhã daquela terça-feira, 19 terroristas sequestraram quatro aviões comerciais. Além dos dois que foram lançados contra as torres gêmeas, um atingiu o Pentágono, nos arredores de Washington, e o quarto deveria atingir a Casa Branca ou o Capitólio, não tivessem os passageiros se insurgido e tentado retomar o controle da aeronave, que acabou caindo num campo próximo de Shanksville, na Pensilvânia. O total de mortos nos ataques foi de quase três mil pessoas, incluindo os 19 sequestradores.

Confiando no “auxílio alienígena”

A resposta dos Estados Unidos não demorou muito e ficou conhecida como Guerra ao Terror. O país invadiu o Afeganistão para derrubar o Talibã, que abrigou os terroristas da Al Qaeda, e declarou guerra ao Iraque de Saddam Hussein, com a acusação falsa de que ali havia armas de destruição em massa. Essa ação militar imprópria (para dizer o mínimo) diluiu muito da simpatia mundial com a tragédia americana. Além disso, milhares de vidas e bilhões de dólares foram perdidos na empreitada – mesmo assim, o mundo aceitou tudo. O foco da nação mais poderosa do planeta se tornou a guerra contra o terrorismo e houve descuido em outras áreas, como a econômica. Resultado: o mundo entrou numa época de turbulência econômica sem precedentes e que já dura uma década.

Para o analista de sistemas Marco Dourado, de Curitiba, o crescimento da economia desde o pós-guerra incentivou o consumismo e, a partir dos anos 1980, emergiu uma geração de jovens moralmente insensíveis, agressivos e ávidos, obcecados por fazer fortuna a qualquer preço, preferencialmente antes de atingir os 30 anos de idade – os yuppies. A compulsão pelo ganho fabuloso e imediato encontrou sua melhor expressão no mercado de ações das empresas de novas tecnologias, as chamadas pontocom. “A farra durou até o fim do milênio, quando o estouro dessa bolha ameaçou lançar o mundo em gravíssima recessão. A solução, se é que pode ser assim chamada, foi baixar paulatinamente os juros dos papéis da dívida norte-americana para patamares impensáveis. Isso gerou outra bolha de especulação devido ao crédito fácil, sobretudo no mercado imobiliário. Esse crédito acabou sendo diluído cavilosamente para dentro de diversos setores da economia. Pessoas que estavam pagando hipotecas viáveis dentro de suas expectativas financeiras e profissionais refinanciavam suas dívidas passando a comprar imóveis duas e até três vezes mais caros que o valor da hipoteca inicial. A situação perdurou até 2008, quando essa nova bolha estourou”, avalia e relembra Dourado.

A “solução” do governo Obama? Aumentar o endividamento americano para além da ionosfera. “Como não existe dinheiro no planeta para desmontar essa bolha, os aficionados por ETs creem que apenas auxílio alienígena possa reverter o quadro”, brinca Dourado (embora saiba que o assunto é muito sério, conforme demonstra o gráfico comparativo publicado no site da revista Veja).

Medo e alienação

O que se espera para os Estados Unidos é o mesmo que aconteceu com o Japão: lenta decadência causada por endividamento, inflação e queda do PIB. “Os efeitos políticos e sociais desse cenário tendem a ser devastadores”, prevê Dourado. “Isso vai complicar em muito a política externa. Quando o pragmatismo desbanca a diplomacia, vale a lei do mais forte sem paliativos, sem concessões. Quando um peixe grande abaixa o padrão, os demais seguem na cola. Tendemos à década de 1930, substituindo o conflito ideológico pela agenda ambiental. Não faltarão atores laterais querendo se aproveitar para aumentar sua influência. O Vaticano já desponta nesse sentido. Alguns fatores agravantes (ex.: desastres naturais), se combinados, certamente acelerarão o quadro”, conclui.

O professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas Maurício Santoro também relaciona os atuais problemas econômicos com o 11/9: “Para evitar uma desaceleração econômica, naquela época o governo dos Estados Unidos reduziu os juros e estimulou o consumo da população. Com baixas taxas de retorno, a população começou a consumir e a procurar opções mais rentáveis de investimentos, como a Bolsa de Valores. Muitos compraram casas com financiamento a juros baixos, pegaram empréstimos colocando imóveis como garantia e foram investir em ações e consumir mais, alimentando o descontrole sobre as finanças pessoais e o sistema financeiro como um todo. Construíram um castelo de cartas que ruiu com a crise financeira de 2008.”

Mas os maus ventos não sopraram apenas contra a economia.

Em seu artigo “O fim da democracia norte-americana”, o jornalista e professor universitário Ruben Dargã Holdorf mostra que a mídia norte-americana mudou seus valores e que as práticas vigentes enfraquecem cada vez mais o perfil histórico dos Estados Unidos como nação defensora das liberdades de imprensa, expressão e consciência. Holdorf menciona pesquisa segundo a qual apenas 47% das pessoas leem algum jornal nos Estados Unidos. Além disso, “um americano médio investe somente 99 horas anuais na leitura de livros, enquanto torra 1.460 horas em frente a um televisor; e ridículos 11% são os leitores de jornal diário, cujos quadrinhos e classificados de carros usados se demonstram os prediletos”. Nesse cenário de medo e alienação, fica bem mais fácil para uma elite ditar os rumos da política.

“Tortura contra suspeitos de terrorismo”

Holdorf lembra que a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos garante que “o Congresso não fará nenhuma lei... que restrinja a liberdade de expressão ou de imprensa”. Mas, para ele, “algo de anormal” ocorre nos bastidores da mídia norte-americana, e isso vem enfraquecendo um sólido fundamento de mais de 200 anos. “A rivalidade entre o governo e a imprensa se iniciou logo após os atentados de 11/9, quando a conselheira nacional de Segurança, Condoleezza Rice, solicitou à imprensa nacional evitar qualquer notícia prejudicial à ordem no país. Os chefes de redação Ron Gutting e Dan Guthrie, dos jornais City Sun e Daily Courier, respectivamente, ousaram cumprir a Primeira Emenda e criticar o presidente. Amargaram a demissão. Configurava-se aí o princípio da derrocada da Primeira Emenda e o primeiro abalo contra a democracia”, lembra o jornalista.

Para Holdorf, outro fator que atenta contra a diversidade de pensamento é o monopólio da informação. “Quando as comunicações se aglutinam sob o comando e orientação de poucos ou somente uma empresa jornalística, ocorre o risco da manipulação. Os Estados Unidos têm hoje apenas seis grandes empresas de comunicação. E já foram cerca de mil. O número de cidades norte-americanas com pelo menos dois jornais concorrentes é de reduzidos 34 locais”, contabiliza.

Em seu artigo, Holdorf cita estudiosos segundo os quais a morte da democracia na América começa a partir do momento em que os Estados Unidos justificaram ataques militares e invasões a países suspeitos de terrorismo [em seu artigo “Um messias judaico-americano”, o jornalista e doutor em teologia Vanderlei Dorneles sustenta que, provavelmente, a motivação maior dessa guerra e da própria política imperialista norte-americana seja algo que foi tratado apenas superficialmente pelos meios de comunicação no Brasil – uma “utopia” religiosa, entesourada na crença evangélica americana] Após destronarem a democracia, surgiu um Estado fascista e teocrático. E quase ninguém parece se importar, pois talvez não se dê conta de onde isso pode terminar.

Segundo matéria publicada na revista Superinteressante de setembro, para combater o terrorismo (ou com essa justificativa), “os Estados Unidos tomaram medidas radicais. O governo passou a grampear secretamente e-mails e telefonemas da população. Criou cadeias à margem da lei (como a de Guantánamo, que não obedece às regras jurídicas do país) e usou tortura contra suspeitos de terrorismo – que podem ser presos por tempo indeterminado, mesmo sem provas ou sequer uma acusação concreta. Por tudo isso, há quem diga que os Estados Unidos se tornaram um Estado policial”.

“Combatentes inimigos ilegais”

A crescente apatia política do povo norte-americano está abrindo as portas para as ações da Nova Direita, maior movimento religioso dos Estados Unidos, simpatizante do Partido Republicano e que defende a união do Estado com a Igreja. Inclusive, a pré-candidata republicana Michele Bachmannchegou a afirmar que o terremoto e o furacão Irene (que atingiram estados americanos em agosto deste ano) teriam sido provocados por Deus para chamar atenção sobre os problemas da nação. Estariam esses políticos sugerindo o retorno à fé como solução para esses problemas? Mas o retorno a que tipo de fé?

Holdorf aponta a consequência dessa mistura entre política e religião: “Se a condição laica de Estado ruir, com certeza a liberdade de imprensa será a próxima vítima desse poder autoritário” e, “caso essa configuração continue tomando forma, a previsão quanto aos destinos do planeta nas próximas décadas não é nem um pouco otimista. Ao contrário do que se projeta, a ruína da imprensa vai desencadear uma série de fatos que podem conduzir as principais democracias do Ocidente a sua derrocada e ao retrocesso a uma nova `Idade Média´.”

Na opinião do teólogo e blogueiro Sérgio Santeli, de São Paulo, algumas liberdades civis foram atropeladas depois do 11/9. Com a aprovação da Lei Patriótica (Patriot Act), o governo americano passou a ter o direito de investigar qualquer cidadão norte-americano ou estrangeiro que resida nos Estados Unidos, sem necessidade de ordem judicial – basta desconfiarem que alguém esteja ajudando os terroristas. “Quem garante que os `inimigos políticos´ (ou religiosos) do governo não serão colocados no mesmo barco?”, pergunta Santeli.

Ele lembra que, em 2006, foi aprovado também o Ato das Comissões Militares, que dá ao presidente norte-americano autoridade para instituir tribunais militares à parte do sistema judicial, com o propósito de julgar “combatentes inimigos ilegais”. Detalhe: qualquer cidadão americano pode então ser considerado “combatente inimigo ilegal”.

Como gostam “Bauer” e “Batman”

Para o criador do blog Minuto Profético, o 11/9 antecipou a chegada do quadro profético de Apocalipse 13:15-17, segundo o qual os “combatentes inimigos ilegais” do governo norte-americano não poderão comprar nem vender se não tiverem o sinal da besta [em janeiro de 2001, na revista Sinais dos Tempos, o teólogo e jornalista Marcos De Benedicto explicou: “Apocalipse 13 descreve dois poderes, os quais seu autor chama de ‘bestas’ ou ‘monstros’, que vão dominar o cenário mundial no fim dos tempos e perseguir as minorias que discordarem de sua política global. O primeiro desses poderes seria o Vaticano (que tomou o lugar da antiga Roma), e o segundo os Estados Unidos (a nova Roma). Um poder é religioso-político e o outro político-religioso. Como o Vaticano tem influência moral, mas não poder militar, os Estados Unidos emprestariam sua autoridade para a cúpula da Santa Sé levar seus planos adiante”. “O evento também mostrou claramente que, diante de uma tragédia de grandes proporções, as pessoas abrem mão de sua liberdade em troca da promessa de segurança”, avalia o teólogo. “A pergunta é: Não poderia também a lei dominical ser imposta em outro futuro cenário de uma tragédia de grandes proporções, quando a segurança mais uma vez fosse trocada pela liberdade?” Ensaios para essa leijá estão sendo feitos na Europa...

Embora existam muitas teorias conspiratórias relacionadas ao 11/9, algumas parecem ter um fundo de verdade. Para Santeli, o atentado teria sido um evento “falsa bandeira” com o propósito de criar leis para subtrair liberdades civis dos americanos e criar um pretexto para atacar países não alinhados com Washington. “O status quo é mantido pela submissão a uma sociedade e a seus valores. A submissão requer uma causa; uma causa requer um inimigo. O que mudou depois do 11/9 foi a definição de inimigo. Antes eram os comunistas, agora são os `terroristas´ e os `combatentes inimigos ilegais´. Ao mudar o inimigo, muda-se a causa pela qual lutar, mas a submissão ainda permanece e o status quo continua”, conclui Santeli.
Como a arte imita a vida e dela se alimenta, não faltam exemplos de produções cinematográficas e televisivas que, de certa forma, reproduzem a sombra que paira sobre nossa cabeça. Dois exemplos entre muitos: em O Cavaleiro das Trevas, o personagem Batman vai a Hong Kong atrás de um criminoso, captura o bandido e o leva de volta a Gotham (Nova York?) sem dar satisfação a ninguém. Jack Bauer, da série de TV 24 Horas, é um agente do governo que não se submete a leis internacionais ou a acordos bilaterais entre países. Ele faz o que julga ser necessário para “fazer justiça”.

Para o blogueiro português Filipe Reis, em lugar de o ataque ao território americano em 2001 abalar a grande nação norte-americana, tornou-a, na verdade, mais dominadora, seja de forma visível (agora, os americanos invadem qualquer nação sem ser objeto de grandes críticas, pelo menos no Ocidente) ou camuflada (diversas leis e projetos de lei têm sido elaborados para condicionar liberdades). “É engraçado verificar que aqui na Europa, em meio a países profundamente afetados pela crise, os governantes parecem mais concentrados nos esforços para manter a união que supostamente existe entre as nações e se esquecem um pouco dos Estados Unidos”, diz Filipe. É assim que “Bauer” e “Batman” gostam...

Fundamentalistas islâmicos

Além da atuação externa da superpotência do norte, deve-se considerar também o que vem acontecendo internamente por lá – ao lado do que já vimos sobre o controle da mídia e o descontrole da economia. Segundo matéria publicada no Último Segundo, do portal iG, “nas últimas semanas, menções negativas ao islamismo foram feitas por Newt Gingrich, Michele Bachmann, Herman Cain e Mitt Romney, os quatro principais concorrentes à nomeação republicana para a disputa contra o atual presidente dos Estados Unidos, o democrata Obama. Cain, por exemplo, disse publicamente que jamais consideraria contratar um muçulmano como parte da sua equipe. Dias depois, foi elogiado e defendido por Gingrich, que comparou os muçulmanos aos nazistas”.

Segundo Sherman Jackson, professor de estudos islâmicos da Universidade de Michigan, citado na matéria, a atual crise econômica americana dá combustível aos movimentos conservadores nos Estados Unidos, que tendem a criticar e oprimir as minorias, incluindo os muçulmanos. De 2010 para cá, pelo menos dois estados norte-americanos, Oklahoma e Tennessee, aprovaram medidas constitucionais para banir o uso das regras islâmicas nos tribunais americanos.

É bom lembrar, também, que, antes de 11/9, ateus militantes como Dawkins, Hitchens e Harris quase não tinham espaço na mídia. Mark Juergensmeyer, em seu livro Terror in the Mind of God, defende a ideia de que a religião naturalmente induz à violência. Livros com esse tipo de conteúdo e ações da militância neoateísta eram raros antes de 2001. Mas, de lá para cá, esse tipo de discurso se tornou comum e surge justamente nesse mar revoltoso contra as religiões (não apenas o Islã).

A atitude e os métodos da Al Qaida são deploráveis, não resta dúvida. Mas, quando analisamos a teologia e as ideologias de seus aderentes, algumas coisas chamam a atenção: (1) existe aversão ao materialismo e ao secularismo da cultura ocidental, (2) a condenação da sensualidade e da imoralidade, (3) um sentimento contrário ao Vaticano e aos Estados Unidos, e (4) o temor de uma possível união entre esses dois poderes. Se nos lembrarmos de que muçulmanos não comercializam bebidas alcoólicas, vestem-se com modéstia e não comem carne de porco, certamente um grupo de cristãos virá à mente e será mais fácil antever a oposição que se levantará contra ele – à primeira vista, ele se parece muito com um inimigo em comum para boa parte do mundo ocidental (os fundamentalistas islâmicos), embora nada tenha que ver com seus métodos e propósitos.

O cordeiro e o dragão

Em matéria especial sobre os dez anos do 11 de setembro, a revista Veja do dia 7 de setembro abre assim o texto: “Momentos históricos decisivos ocorrem por uma combinação de fatores – mudanças demográficas, decisões políticas e econômicas e desastres naturais, por exemplo podem confluir para que uma sociedade siga por um novo rumo.” Isso me faz lembrar as palavras de Ellen White, no livro Eventos Finais: “As calamidades em terra e mar, as condições sociais agitadas, os rumores de guerra são assombrosos. Prenunciam a proximidade de acontecimentos da maior importância. [...] Grandes mudanças estão prestes a ocorrer no mundo, e os acontecimentos finais serão rápidos” (p. 9).

Veja também dá sua definição de “fundamentalismo”: “Assim como outras formas de radicalismo religioso, ele [o fundamentalismo] exige que se viva sob uma interpretação literal e, portanto, originalmente ‘pura’ dos textos sagrados.” Se nos lembrarmos de que, em 2001, um mês antes dos atentados do dia 11 de setembro, a revista Galileu chamou os criacionistas de “fundamentalistas” e que, em 8 de fevereiro de 2006, a revista Veja afirmou que a “tese” bíblica de que Deus criou todos os seres vivos é “treva”, poderemos concluir que a definição geral de “fundamentalismo” abarca outros grupos religiosos, especialmente aqueles que aceitam a literalidade do relato de Gênesis, a semana literal da criação e a observância do sábado bíblico como memorial dessa criação literal. Diferentemente dos radicais islâmicos, esses cristãos são um grupo pacífico. Mas alguém está interessado em conhecer a diferença?

Então, ponha no liquidificar a crise econômica, a apatia política dos norte-americanos, o cerceamento das liberdades individuais, a mídia amordaçada, o fortalecimento de grupos que torcem pela funesta união entre Igreja e Estado e a aversão pelas minorias consideradas “fundamentalistas”, e tente imaginar no que vai dar essa receita...

Na opinião da escritora especialista em temas religiosos Karen Armstrong, expressa no primeiro capítulo de seu livro Em Nome de Deus, “fundamentalistas cristãos rejeitam as descobertas da biologia e da física sobre as origens da vida e afirmam que o livro do Gênesis é cientificamente exato em todos os detalhes”. Não é mais ou menos isso o que os criacionistas defendem? Não é mais ou menos nisso que creem os guardadores do sábado, mais especificamente [“Como os americanos considerarão alguma denominação religiosa que, sediada em Washington, afirma que os Estados Unidos são a segunda besta do Apocalipse? Esse conceito não é bastante parecido com a ideia que os islâmicos mantêm acerca de Tio Sam? O livro O Grande Conflito, de Ellen White, afirma claramente a identidade dos Estados Unidos com a segunda besta do Apocalipse, na página 584. Esse livro revela, apoiado nas palavras do apóstolo Paulo, em 2 Tessalonicenses 2, que o próprio Satanás imitará a vinda de Cristo, e receberá o culto dos seres humanos. Ele se manifestará com certa medida de glória e procurará recomendar seu reino a todos os seres humanos (ver O Grande Conflito, p. 593, 629). Diz ainda que, `quando a proteção das leis humanas for retirada dos que honram a lei de Deus, haverá, nos diferentes países, um movimento simultâneo com o fim de destruí-los. [...]

Resolver-se-á dar em uma noite um golpe decisivo, que faça silenciar por completo a voz de dissentimento e reprovação´ (ibid, p. 635). Essas predições indicam que a intolerância da `besta´ chegará ao ponto de pretender silenciar mesmo aqueles que manifestam reprovação e discordância só por sua voz” (Vanderlei Dorneles, artigo citado)]?

O mundo está mudando rapidamente e logo, como nunca antes visto neste planeta, o cordeiro falará como dragão.

***

[Michelson Borges, jornalista e mestre em teologia]

Fonte OI

24 novembro 2010

Questões ambientais podem levar Portugal ao Tribunal de Justiça Europeu

Portugal pode ter que ir ao Tribunal de Justiça Europeu. Isto porque não está a combater eficazmente as micropartículas em suspensão emitidas pela indústria, trânsito e aquecimento doméstico, divulga a Comissão Europeia.

Existem valores limite, fixados por uma directiva de 2008, que os Estados membros da União Europeia devem seguir de modo a limitar a exposição da população às micropartículas conhecidas como PM10. A Comissão Europeia revelou que «os valores limite para as PM10 não foram respeitados em diversas zonas» de Portugal, assim como não foram no Chipre, Itália e Espanha.

Apesar de Portugal ter alegadamente pedido uma prorrogação do prazo de cumprimento, que seria 2005, a Comissão «considera que as condições para conceder tais prorrogações não foram preenchidas relativamente a diversas zonas em que as normas de qualidade do ar não foram cumpridas».

Por esse motivo, e por comprometer a saúde dos cidadãos, a Comissão decidiu «intentar uma acção junto do Tribunal contra Portugal, Chipre, Itália e Espanha».

Fonte A Bola

Nota: Quem não cumprir com as normas será levado aos tribunais.

02 outubro 2009

VATICANO EXPRESSA O DESEJO DE FAZER CALAR TODOS QUE FALAM CONTRA ELES - DE VOLTA À IDADE MÉDIA


O representante da Santa Sé no Conselho de Direitos Humanos da ONU, D. Silvano Tomasi, considerou que a liberdade de expressão não deve chocar com a liberdade religiosa.

“O caminho aponta em direcção a uma implementação global das normas existentes para proteger o direito à liberdade de religião e de crença, a um uso sábio da liberdade de expressão, a uma maior sensibilidade em relação ao direito de expressar convicções religiosas”, em público ou em privado, individualmente ou em grupo, afirmou D. Tomasi.

Fonte Agência Ecclesia

Nota: Isto significa que temos direito de escolher qual religião seguir, mas não podemos falar das verdades relatadas na Bíblia que possam ferir as crenças de outras igrejas. Se alguém assim fizer será considerado funtamentalista e fomentador de discórdia. Já sabemos no que isso vai dar. Na verdade eles desejam que muitos se calem com respeito ao que as profecias afirma sobre a Igreja Romana e suas filhas. Parece que estamos voltando à idade média.

30 setembro 2009

Estejam preparados para mais uma batalha no ENEM


Caros Colegas

Lamentavelmente o Governo Federal não se preparou adequadamente para o novo ENEM.
Estejam preparados para enfrentar muitos problemas, de toda ordem, principalmente para os guardadores do Sábado.

Como muitos alunos adventistas se inscreveram antes da definição dada pelo MEC, de que deveriam solicitar no ato da inscrição um atendimento diferenciado, como guardador do sábado, aconselhamos apresentar no portão de entrada uma declaração assinada pelo pastor de que é membro regular da igreja. Essa declaração deverá ter firma reconhecida em cartório pelo pastor. (outros fizeram a opção pelo atendimento diferenciado e o MEC não separou sala de “reclusão”)

Em contato com o Governo, foi nos colocado de que o MEC não pediu nada disso, porém não faria mal algum adotar esse procedimento, tendo em vista que muitos centros de aplicação do exame poderão pedir uma identificação da igreja.

Em contato com as secretarias municipais de educação, a maior parte delas não estavam sabendo, nem de que teriam de ter um horário especial para os guardadores do sábado e muito menos uma sala separada para reclusão. O que deveremos fazer é copiar a regulamentação do MEC sobre o assunto, anexando junto a carta de identificação como membro regular, e escalar professores para acompanhar nossos alunos até o portão de entrada dos centros de aplicação do exame, para que, se necessário, possam ajudar os nossos alunos nessas questões especiais.

Vamos orar e solicitar as orações de todos!

Nosso pedido é não deixar os alunos sozinhos nessa hora.

Muito obrigado por sua ajuda nesta hora difícil.

Pr. Orlando Mário Ritter
UCB - Educação

[Copiado do blog Diário da Profecia]

21 agosto 2009

Fifa quer proibir orações no Mundial da África

De acordo com jornal espanhol AS, a Fifa pretende proibir as orações e qualquer manifestação religiosa dentro de campo para a Copa do Mundo de 2010, que será realizada na África do Sul. O Vaticano teria entrado em contato com o presidente da maior entidade do futebol, Joseph Blatter, para pedir que reconsidere a proibição.

Na final da Copa das Confederações, os jogadores da Seleção Brasileira se reuniram após conquistarem o título para uma oração dentro de campo e isso provocou a reclamação do presidente da Federação Dinamarquesa, Jim Stjerne Hansen, que afirmou que a "religião não tem lugar no futebol".

A Fifa quer regular as manifestações religiosas dos astros do futebol para evitar problemas, mas o Vaticano é contra a medida.

"Blatter e a federação dinamarquesa erraram. É um erro esvaziar o futebol dos valores éticos que a fé cristã e a Igreja Católica defendem há séculos. Espero que eles reconsiderem", afirmou Eddio Constantini.

Nota: Começamos presenciar as restrições religiosas no esporte, isto é decorrente das diversas guerras que são realizadas em nome da religião. Satanás trabalhou de forma inteligente. Por meio do terrorismo ele deseja alcançar os verdadeiros cristãos.

05 julho 2009

Liberdade Religiosa em Xeque

Religião no esporte é gol contra

Brasil tricampeão da Copa das Confederações, Kaká o melhor jogador, Luís Fabiano o artilheiro, troféu Fair Play de equipe mais disciplinada... Festa bonita mesmo. Dunga, a Canarinho, a CBF e a torcida estão de parabéns!

Mas agora vou dar uma de estraga-prazer, é o jeito, pois tem algo que me preocupa muito mais que os gols que o Brasil faz ou deixa de fazer: tô falando do proselitismo religioso no esporte. Putz, esse negócio de jogador exibir mensagens religiosas já passou dos limites. A Fifa precisa fazer algo, assim como fez em relação às mensagens políticas, senão em breve o futebol será um grande púlpito de devotos a fazer propaganda de seus deuses e suas religiões pro mundo inteiro.

Lúcio foi o herói do jogo mas não deveria ter posado com aquela camisa onde se lia "I love Jesus". Isso não é um comportamento digno de capitão do time, afinal ele representa o grupo e nele há jogadores com outras crenças. Kaká também usou uma ("I belong to Jesus") após a partida mas não a exibiu durante a premiação. E se outros jogadores fizerem o mesmo? Teremos um palanque religioso cheio de mensagens, com Deus, Alá, Jeová, Jesus, Shiva, Yemanjá e outras entidades disputando a atenção das câmeras. E os ateus, eles também não terão direito a uma camisa?

Se nada for feito, a religião invadirá os campos e quadras e o esporte virará uma cruzada entre os jogadores e seus deuses. Como um jogador evangélico se sentiria ao lado de outro que exibisse na camisa "Reencarnarei com Jesus" ou "Eu pertenço ao Demo"? Ué, se uma religião pode, todas podem. E as torcidas, como se comportarão? Será que esses jogadores não calculam o risco do que fazem num mundo onde as diferenças religiosas patrocinam atentados, guerras e genocídios?

Fonte O Povo Online

A fé que faz bem à saúde

Deu na revista Época desta semana: "Não só a fé parece estar programada em nosso cérebro, como teria benefícios para a saúde. (...) 'Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas a religiosa', diz Jordan Grafman, chefe do departamento de neurociência cognitiva do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame. Grafman é o autor de uma das pesquisas mais recentes sobre o tema, publicada neste mês na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences. (..) [Andrew] Newberg, que estuda as manifestações cerebrais da fé há pelo menos 15 anos, descobriu que as práticas religiosas acionam, entre outras regiões do cérebro, os lobos frontais, responsáveis pela capacidade de concentração, e os parietais, que nos dão a consciência de nós mesmos e do mundo. Em seu novo livro, How God changes the brain (Como Deus muda seu cérebro), que será lançado nesta semana nos Estados Unidos, Newberg explora os efeitos da fé sobre o cérebro e a vida das pessoas. Segundo o neurocientista, os estudos anteriores olhavam para os efeitos de curto prazo de práticas como a meditação e a oração. Agora, ele e seu grupo encararam a difícil tarefa de responder à questão: o que acontecerá se você adotar, com frequência, uma prática como a meditação ou a prece?

(...)"Ainda estão sendo feitos estudos para compreender melhor a meditação e a prece, mas a pesquisa de Newberg mostra que, durante essas atividades, o lobo frontal fica mais ativo, e o lobo parietal menos. Como essa parte do cérebro é responsável pela noção de tempo e espaço, 'desligá-la' geraria a sensação de imersão no mundo e a de ausência de passado e futuro muitas vezes relatadas por religiosos. A maior atividade do lobo frontal, além de melhorar a memória, segundo vários estudos também estaria ligada à diminuição da ansiedade.

'Quando a pessoa volta sua atenção para o momento presente, não há riscos porque não há futuro', diz Paulo de Tarso Lima, médico especializado em medicina integrativa e complementar e responsável pela implantação da especialidade dentro do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O simples fato de acreditar em um ser superior – seja ele qual for – reduziria a ansiedade. "Dois estudos canadenses publicados neste mês mostram que quem crê em Deus tende a lidar melhor com os erros. O grupo de pesquisa, liderado pelo professor de psicologia Michael Inzlicht, da Universidade de Toronto, pediu a pessoas de várias orientações religiosas e também àquelas que não creem em Deus que elas dissessem os nomes das cores que apareciam a sua frente. Quando elas cometiam um erro, uma área do cérebro chamada 'córtex cingulado anterior' era ativada. 'Quanto mais forte a religiosidade e a crença em Deus dos participantes, menor era a resposta dessa região ao erro', diz Inzlicht.

Isso seria uma evidência de que as pessoas religiosas ficam mais calmas diante de um erro. 'Suspeitamos que a crença religiosa protege contra a ansiedade porque dá um sentido para as pessoas. Ajuda-as a saber como agir e, com isso, reduz a incerteza e o estresse', afirma Inzlicht. "A influência da crença em Deus na redução do estresse já é quase um consenso entre os médicos. 'As doenças relacionadas ao estresse, especialmente as cardiovasculares, como a hipertensão, o infarto do miocárdio e o derrame, parecem ser as que mais se beneficiam dos efeitos de uma espiritualidade bem desenvolvida', afirma Marcelo Saad, outro médico do Albert Einstein. (...)

"Para ser benéfica, a fé em Deus teria de ser associada à prática religiosa? Várias pesquisas mostram que participar de um grupo religioso estruturado – seja ele católico, budista, judeu, evangélico, umbandista – traz benefícios por aumentar o suporte social à pessoa. 'Esse apoio social é algo extremamente valioso para a saúde física, inclusive para a sobrevivência e a longevidade', diz o psicólogo americano Michael McCullough, professor da Universidade de Miami que estuda a maneira como a religião molda a personalidade e influencia hábitos saudáveis e relacionamentos sociais. Ao realizar um 'metaestudo' de 42 pesquisas diferentes, o psicólogo descobriu que as pessoas altamente religiosas tinham 29% a mais de chance de estar vivas, em determinado momento do futuro, que as demais. A religiosidade tornaria mais fácil resistir a tentações nocivas à saúde, como o álcool e o fumo. 'Para pessoas que acreditam na vida após a morte, pode ser uma decisão racional postergar os prazeres de curto prazo em nome da recompensa eterna', afirma McCullough.

"Robert Hummer, sociólogo e professor da Universidade do Texas, acompanha um grupo de pessoas desde 1992 para tentar esclarecer, entre outras questões, a relação entre a religião e a saúde. Segundo sua pesquisa, quem nunca praticou uma religião tem um risco duas vezes maior de morrer nos próximos oito anos do que alguém que a pratica uma vez por semana. 'As evidências da influência da fé na saúde são promissoras e mais que justificam o investimento em outros estudos', afirma o neurologista brasileiro Jorge Moll, diretor do Centro de Neurociência da Rede Labs-D’Or, rede de laboratórios particular do Rio de Janeiro. Para Moll, o desafio é quantificar a influência da fé e tentar compará-la com o efeito de outras práticas sem conotação religiosa. (...)"

Fonte Criacionismo

Nota:

Fiz questão de colocar os dois lados da moeda, um que ataca a Deus e a religião, e outro que enaltece e declara que é bom e saudável ser religioso. Há algo de importante neste debate que terminará por cumprir as profecias bíblicas. Vejamos:

Devido ao crescimento do terrorismo a religião está sendo minada pelos críticos, a liberdade religiosa está em cheque. Por outro lado, a religião está em alta devido às recentes pesquisas científicas mostradas acima, não somente por isso, mas a onda crescente da violência, do crime, da crise financeira, das doenças, da crise climática e demais problemas que assolam a humanidade, todas estas coisas mostram que é necessário aderir a uma religião e se sentir seguro mediante tanto medo que este mundo tem causado nas pessoas. Então, torna-se claro que os dos lados irão entrar em acordo e dirão: "sejam religiosos, mas não sejam fundamentalistas ou terroristas, pois isto será motivo de proibição do estado". Entendeu? Todos aqueles que se julgarem donos da verdade e separados dos demais sofrerão perseguições. Frases como estas serão utilizadas, ou melhor, já estão sendo: "Todas as religiões levam a Deus, cada uma de maneira diferente, mas o objetivo é o mesmo". "Levemos em consideração o que nos une, não o que nos separa".

O campo está sendo preparado para a batalha. A mente das pessoas está ficando pronta para ser convencida de que um povo deve ser perseguido e eliminado.

"E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demónios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso". Apocalipse 16:12-14.

Quem somos

Somos um povo pacífico e não agredimos a ninguém. Vivemos em paz com o mundo e queremos ajudar a proteger a natureza e ensinar todos a ter uma vida ecologicamente correta. Rejeitamos todo e qualquer tipo de violência ou crime. Não somos fundamentalistas, muito menos terroristas. Somos apenas um povo que ama a Bíblia e a sua mensagem. Nosso único desejo é que seja-nos permitido que vivamos de acordo com esta mensagem que acreditamos ser o ideal de Deus para a humanidade, mas respeitamos a decisão de cada um, pois todos são livres para escolher. Acreditamos que a liberdade é um dom de Deus concedido à humanidade. Acreditamos que Deus escolheu um dia para que o homem descansasse de suas fadigas, ajudando também o planeta a descansar (Êxodo 20:8-11; Mateus 5:17-19; Marcos 2:27, 28; Atos 16:13). Acreditamos que Deus escolheu uma alimentação ecologicamente correta para o homem (Gênesis 1:29), mas que devido a destruição do mundo no dilúvio, a vegetação desapareceu e foi permitido ao homem que se alimentasse de animais (Gênesis 9:1-3), mas é desejo de Deus que retornemos à alimentação original, e ele começou a fazer esta mudança no povo de Israel (Levítico 11), primeiro ele tirou o imundo, e desejava que o povo continuasse a reforma no regime alimentar paulatinamente, até que depois tirasse a carne vermelha, depois a branca, até ficasse restringidos somente a derivados como leite, mel e ovo, complementando com frutas, verduras e legumes. Temos um conjunto de 28 doutrinas conheça cada uma delas clicando aqui.

02 julho 2009

Fifa repreende comemoração religiosa da seleção brasileira

A comemoração da seleção pelo título da Copa das Confederações e o comportamento dos jogadores brasileiros após a vitória sobre os Estados Unidos causam polêmica na Europa. A queixa é de que o time brasileiro estaria usando o futebol como palco para a religião.

A Fifa confirmou ao Estado que mandou um alerta à CBF pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, já que a manifestação ocorreu após o apito final. Ao final do jogo contra os EUA, os jogadores da seleção fizeram uma roda no centro do campo e rezaram. A Associação Dinamarquesa de Futebol é uma das que não estão satisfeitas com a Fifa e quer posição mais firme. Pede punições para evitar que isso volte a ocorrer.

Com centenas de jogadores africanos, vários países europeus temem que a falta de uma punição por parte da Fifa abra caminho para extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes europeus hoje.

Tanto a Fifa quanto os europeus concordam que não querem que o futebol se transforme em um palco para disputas religiosas, um tema sensível em várias partes do mundo. Mas, por enquanto, a Fifa não ousa punir a seleção brasileira. "A religião não tem lugar no futebol", afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi "exagerada". "Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora", disse o dirigente ao jornal Politiken, da Dinamarca.

Ao Estado, a entidade confirmou que espera que a Fifa tome "providências" e que busca apoio de outras associações. As regras da Fifa de fato impedem mensagens políticas ou religiosas em campo. A entidade prevê punições em casos de descumprimento. Por enquanto, a Fifa não tomou nenhuma decisão e insiste que a manifestação religiosa apenas ocorreu após a partida. Essa não é a primeira vez que o tema causa polêmica. Ao fim da Copa de 2002, a comemoração do pentacampeonato brasileiro foi repleta de mensagens religiosas.A Fifa mostrou seu desagrado na época. Mas disse que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã do mundo de comemorar à sua maneira. A entidade diz que está "monitorando" a situação. E confirma que "alertou a CBF sobre os procedimentos relevantes sobre o assunto". A Fifa alega que, no caso da final da Copa das Confederações, o ato dos brasileiros de se reunir para rezar ocorreu só após o apito final. E as leis apenas falam da situação em jogo.


NOTA Minuto Profético: Querer silenciar as pessoas quanto à sua fé ou sua ideologia política é violar um direito humano básico: a liberdade. Todos têm uma ideologia política e uma religião ainda que inconscientemente. A preocupação legítima e até necessária do Estado (e de entidades particulares) deve ser não misturar política e religião. Mas proibir a expressão religiosa em si é uma violação da liberdade. De mais a mais não custa perguntar: será que eles estariam preocupados se alguns jogadores estivessem defendendo o homossexualismo, o aborto ou a legalização das drogas? Tenho minhas dúvidas... A matéria acima parece mais refletir o perigoso espírito antireligioso moderno...

Nota Resta Uma Esperança: A liberdade religiosa está sendo minada a cada dia que passa, brevemente veremos um grande golpe nesta liberdade. Há algum tempo atrás alguns diziam que jamais esta liberdade poderia sofrer mudanças, principalmente em mundo onde a "democracia está em constante crescimento", mas o inimigo das almas se preocupou com os detalhes, e aos poucos foi minando a consciência das pessoas, o terrorismo foi fundamental neste aspecto, daí a grande importância do ataque terrorista em 2001 para a profecia Apocalíptica. Estamos à beira de maiores acontecimentos que irão definir quem estará apto para herdar o Reino dos Céus. Preparemo-nos já!!!

15 abril 2009

Grupos extremistas de direita crescem nos EUA, diz relatório

O número de grupos extremistas de direita está crescendo nos Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado nesta quarta-feira pelo governo americano.

Segundo o documento do Departamento de Segurança Interna, a eleição de Barack Obama, o primeiro presidente negro da história do país, e a crise econômica global podem ter tido influência neste aumento.

O relatório afirma que o aumento do desemprego e outros fatores internos ajudaram a criar um clima como o do início da década de 1990, quando aconteceu um aumento do número dos grupos racistas.

Este crescimento chegou ao fim em 1995 quando o FBI (a polícia federal americana) reprimiu uma série de grupos extremistas após o atentado a bomba na cidade de Oklahoma, atribuído a um extremista racista, Timothy McVeigh.

Além disso, após a eleição de Barack Obama houve um aumento no número de frequentadores de sites que pregam mensagens racistas.

"Solitários"

O estudo afirma que a ameaça oferecida pelo que chamou de "lobos solitários" e "pequenas células terroristas" é mais forte do que nos últimos anos.

Como exemplo, o documenta cita um incidente ocorrido há duas semanas na cidade de Pittsburgh, nordeste do país, quando três policiais foram mortos a tiros por Richard Poplawski, membro de um fórum na internet que prega a superioridade das pessoas brancas.

Mas o texto não apresenta referências a ameaças específicas que estariam sendo planejadas por extremistas.

Conservadores americanos dizem temer que as conclusões do estudo levem o governo a endurecer as leis de controle de armas e a restringir a liberdade de expressão.

Fonte BBC Brasil

Nota:
O inimigo dos sinceros está trabalhando arduamente para tirar a liberdade de expressão, civil e religiosa.

13 março 2009

Leia estas notícias e Pense no Filme "A Última Batalha" sendo produzido hoje, se não conseguir entender, leia a nota no final da postagem.

Piores cenários sobre aquecimento global podem estar se concretizando, dizem cientistas

Iceberg na Antártida (AFP)

As piores previsões sobre as mudanças climáticas feitas pela Organização das Nações Unidas há dois anos podem já estar se concretizando, afirmaram nesta quinta-feira cientistas reunidos em uma conferência em Copenhague, na Dinamarca.

Em um comunicado final onde delinearam seis pontos-chave para alertar os líderes políticos do mundo, os cientistas afirmam que há um risco crescente de mudanças climáticas abruptas e irreversíveis.

"Observações recentes confirmam que, dados os altos índices de emissões, as piores projeções do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), ou ainda piores, estão sendo percebidas", diz o documento.

"O clima já está se modificando além dos padrões de variabilidade natural. (...) Há uma possibilidade significativa de que muitos desses padrões irão se acelerar, levando a um risco crescente de mudanças climáticas abruptas e irreversíveis".

Os pesquisadores também alertaram que mesmo aumentos modestos de temperatura afetarão milhões de pessoas, particularmente em países em desenvolvimento.

Mas, segundo eles, a maioria das ferramentas necessárias para diminuir as emissões de dióxido de carbono já existe.

Mais de 2.500 pesquisadores e economistas de 80 países participaram do encontro que teve como objetivo apresentar os últimos estudos na área como preparação para a Conferência sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas, que acontece em dezembro deste ano.

Novos dados

Novos dados apresentados no encontro apontam que as projeções feitas pelo IPCC há dois anos sobre o aumento nos níveis dos oceanos já estão desatualizadas.

Segundo as novas previsões, o nível das águas pode subir mais de um metro em várias partes do globo, com enormes impactos para milhões de pessoas.

Foram divulgadas também novas informações sobre como a Floresta Amazônica irá sofrer com os aumentos nas temperaturas.

Um estudo do Centro Meteorológico da Grã-Bretanha concluiu que pode haver uma perda de 75% na cobertura florestal em um século se a temperatura mundial aumentar em 3ºC.

"Nós observamos muitos dados novos. Podemos ver onde estamos e temos um problema", afirmou Katherine Richardson, que liderou o comitê científico que organizou a conferência.

Migrações em massa

O economista britânico Nicholas Stern, autor de um impactante relatório sobre as consequências econômicas das mudanças climáticas, publicado em 2006, também participou do encontro.

Durante a reunião, ele afirmou que seu relatório subestimou a escala dos riscos e a velocidade com que o planeta está se aquecendo.

Ele pediu aos cientistas que alertem os políticos sobre o que pode acontecer com o planeta caso medidas para combater o aquecimento global não sejam tomadas.

Segundo ele, se a temperatura do planeta aumentar em 5º C até o próximo século, as consequências serão dramáticas para milhões de pessoas.

Stern afirmou que o aumento do nível dos oceanos fará com que muitas áreas se tornem inabitáveis, levando a migrações em massa e conflitos violentos.

"Nós poderemos ver centenas de milhões de pessoas, provavelmente bilhões, que terão que se mudar, e sabemos que isso pode causar conflitos. Então, poderemos ver um grande período de conflitos em todo o mundo, de décadas ou séculos", afirmou Stern.

"Acho que é importante que entendamos a magnitude do risco que estamos correndo".

Stern ainda afirmou que um acordo global sobre as mudanças climáticas é urgentemente necessário para evitar esse cenário, e que a crise econômica pode ajudar de alguma maneira.

"A inação é indefensável. Esta é uma oportunidade, já que os recursos ficarão mais baratos do que no futuro. Agora é o momento de fazer com que os desempregados da Europa trabalhem em (projetos) de eficiência energética", disse.

O primeiro-ministro dinamarquês, Andres Fogh Rasmussen, afirmou que as tecnologias sustentáveis são a solução para os problemas climáticos e econômicos.

"Os negócios não serão mais como antes. O crescimento verde é a resposta para nossos problemas econômicos e climáticos", afirmou.

Fonte BBC Brasil

Nota Resta Uma Esperança: O cenário é apocalíptico. Leia esta notícia e compare com esta outra:

Economista Britânico defende alarmismo para combater aquecimento global

Os cientistas devem deixar claros os efeitos desastrosos da mudança climática para que o mundo aja agora na redução das emissões de carbono, disse nesta quinta-feira o influente economista Nicholas Stern.

"É preciso dizer muito clara e fortemente às pessoas como é difícil (um aumento de temperatura) de quatro, cinco, seis ou sete graus Celsius", afirmou Stern, professor da London School of Economics e ex-economista do Tesouro britânico. "Bilhões de pessoas teriam de se mudar, e haveria um conflito muito severo."

"Essa é uma história que precisa ser contada para convencer as pessoas de que é uma péssima ideia chegar perto de (um aumento de) 5C. É uma grande probabilidade de um resultado devastador", acrescentou Stern a uma plateia de 2.000 cientistas no Congresso sobre a Mudança Climática em Copenhague.

Em um relatório de 2006, o economista alertou que a falta de ação climática poderia causar problemas econômicos equivalentes aos da Grande Depressão na década de 1930.

Com um aquecimento superior a 2C, centenas de milhões de pessoas teriam menos acesso à água; com 3C, a produção mundial de alimentos deve diminuir, segundo relatório de 2007 de uma comissão científica da ONU.

O professor John Schellnhuber, do Instituto Potsdam para a Pesquisa do Impacto Climático, disse, antes de Stern, que um aquecimento de 5C significaria que o planeta só teria condições de abrigar uma população 1 bilhão de pessoas inferior à atual.

A definição de um novo acordo climático global, para vigorar a partir de 2013, depende em grande parte de os países em desenvolvimento aceitarem medidas para reduzir suas emissões de gases do efeito estufa. O tratado deve ser discutido no final do ano em Copenhague.

Stern disse que os países ricos deveriam aceitar uma redução de 80 por cento das suas emissões até 2050, e que em nível global a redução deveria ser de 50 por cento.

"Por 1 ou 2 por cento do PIB global, podemos manter as concentrações (de carbono na atmosfera) abaixo de 500 partes por milhão, e baixar a partir daí", disse Stern. "Isso diminuiria a possibilidade de um aquecimento de 5C para apenas 2 ou 3 por cento. Soa bastante bom para mim. Podemos fazer um seguro bastante poderoso."

Fonte: Estadão Online

Nota Resta Uma Esperança: Agora clique aqui e veja outra notícia e compare com a palestra de Michelson Borges sobre ECOmenismo.

Lembrando do Filme "A Última Batalha"

Creio que não restam mais dúvidas, ficou bem claro. Quando? Nós não sabemos, mas como e por quais motivos já nos é conhecido.

Quando o filme "A Última Batalha" foi produzido, o surgimento da Lei Dominical no início do filme deixou algumas perguntas no ar: Por quê? Por quais motivos haveria de vir uma lei como esta? Por quais motivos iria ser decretada morte aos transgressores desta lei? Parecia que nos faltava informação para responder estas perguntas, as respostas dadas pelo filme se mostraram insuficientes para convencer a muitos, se alguém tinha respostas melhores, faltavam ser publicadas. Agora, depois de tantas informações e provas concretas destes fatos, os produtores do filme têm material suficiente para responder as perguntas sem deixar dúvidas.

12 fevereiro 2009

Parlamento Europeu quer consagrar o descanso dominical

Cinco membros do Parlamento Europeu lançaram uma declaração para a protecção do Domingo. O Secretariado da COMECE - Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia, as Igrejas alemãs protestantes e a Igreja de Inglaterra saudou a iniciativa de vários membros do Parlamento Europeu, que solicitam o pronunciamento dos restantes membros sobre a Declaração escrita acerca da “protecção do Domingo livre como pilar essencial do Modelo Social Europeu e como parte da herança cultural da Europa”.

Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, os bispos da UE indicam que tal declaração “pode constituir um importante compromisso para a «Europa social». Seria agora importante encontrar a maioria necessária para esta resolução para além partidos subscritores”.

A Declaração para a protecção do Domingo foi lançada pelos parlamentares europeus Anna Záborská, Martin Kastler, Jean Louis Cottigny, Patrizia Toia, Konrad Szymański, de diferentes partidos políticos, a 2 de Fevereiro.

Os bispos da UE afirma que “a crise económica e financeira tornou-nos mais conscientes de que nem todos os aspectos da vida podem ser sujeitos a forças de mercado” e indicam que “homem e mulher, que trabalham ao Domingo, estão a ser colocados em desvantagem nas suas relações sociais: na família, no desenvolvimento e até a saúde estão comprovadamente afectadas”.

A COMECE sublinha ainda que o Domingo livre “faz parte da herança cultural da Europa e advém de uma longa tradição”. “O Domingo livre de trabalho é um factor decisivo no equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar. É de fundamental importância para as relações familiares, mas também para a vida social e cultural, salvaguardar uma das poucas ocasiões em que pais e crianças se podem encontrar”.

Segundo a lei da UE, o Domingo é um dia de descanso semanal para crianças e adolescentes. Por isto, segundo os bispos, “o respeito pelo Domingo tem o potencial de se tornar no pilar do modelo social europeu”.

O episcopado da UE alerta para o facto de a protecção do Domingo “estar a ser esquecida em alguns Estados membros, com o objectivo de aumentar a produção e o consumo. Os trabalhadores experimentaram a fragmentação das suas vidas privadas, enquanto que as pequenas e médias empresas, que não permitem horário ininterruptos, perderam terreno no mercado”.

A declaração, agora introduzida no Parlamento Europeu, apela aos Estados membros e às instituições da UE que “protejam o Domingo, como um dia de descanso, nas legislações nacionais e internacional, para reforçar a protecção dos trabalhadores em áreas como a saúde e a conciliação entre a vida profissional e familiar”.

Para que seja adoptada, é necessário que a Declaração seja assinada pela maioria dos membros do Parlamento Europeu, ou seja, 394 membros, antes de 7 de Maio de 2009.

O artigo 116, que se refere às regras de procedimento do Parlamento Europeu, estipula que uma Declaração Escrita seja um texto com no máximo 200 palavras e seja apresentada por no máximo cinco membros parlamentares, submetida a todos os membros durante um período de três meses.

Se a Declaração recolher a maioria das assinaturas, torna-se um acto oficial do Parlamento Europeu, sendo transmitida aos destinatários citados.

O texto original da proposta pode ser consultado aqui.

Fonte: Ecclesia

NOTA Minuto Profético: Essa iniciativa demonstra que o mundo está próximo de atingir o estágio final para o cumprimento da profecia do Apocalipse 13:15-17, que começará nos EUA. A Igreja Católica está por alcançar seu objetivo supremo: o reconhecimento mundial de sua supremacia política-religiosa pela aceitação do descanso dominical. O Ecumenismo (como demonstra a notícia acima) é uma estratégia chave para os planos da Santa Sé. Os protestantes deveriam se levantar contra essa armadilha e anunciar o que a Bíblia ensina: "Levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável. Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse" (Is 58:12-14).

13 janeiro 2009

Freedom House denuncia retrocesso da liberdade no mundo

Taipé, 13 jan (EFE).- A liberdade no mundo retrocedeu pelo terceiro ano consecutivo em 2008, com declínio em 34 países e avanços em outros 14, afirmou hoje a ONG "Freedom House" na apresentação de seu relatório "Liberdade no Mundo" em Taiwan.

Entre as regiões mais negativas para a liberdade estão a África Subsaariana e a ex-repúblicas soviéticas Rússia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Quirguistão e Moldávia, acrescentou o relatório divulgado no Grand Hotel da capital da ilha, Taipé.

Na Ásia, houve avanços em direitos políticos, mas países como China seguem entre os últimos a liberdades do mundo, junto com Mianmar, Coréia do Norte e Laos, assinalou a professora Bridget Welsh, da Universidade Johns Hopkins, durante a apresentação.

Paquistão, Maldivas e Butão tiveram avanços e subiram de "não-livres" a "parcialmente livres", enquanto Bangladesh e Nepal também melhoraram.

Taiwan foi classificada como "livre" com os mesmos pontos que o Japão, Coréia do Sul, e na frente de Índia e Indonésia, que, ainda assim, também conseguiram esta classificação, assim como o Brasil.

Sobre os Estados Unidos, Freedom House considera que se produziram avanços de 2000 a 2005, mas que desde 2006 as liberdades estão retrocedendo.

"Embora o fomento da democracia seja bom, não justifica os erros nos enfoques do Governo de (George W.) Bush", assinalou Welsh, que acrescentou que "as violações de direitos humanos nos Estados Unidos prejudicam a causa mundial da liberdade".

A Freedom House é uma ONG com sede em Washington DC e com escritórios em cerca de uma dúzia de países, fundada por Wendell Willkie, Eleanor Roosevelt, George Field, Dorothy Thompson e Herbert Bayard Swope, entre outros, em 1941.

Originalmente, ela foi promovida contra a ameaça ideológica do nazismo, mas atualmente se define como "uma voz em favor da democracia no mundo". EFE

Fonte Portal G1

Nota: Com a Crise Financeira e com o, já declarado, combate ao aquecimento global por parte de Obama, a tendência é essa liberdade sofrer maiores ataques. É profético.

30 outubro 2008

Papa a canadenses: liberdade não é valor individual absoluto, mas dom de Deus

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 30 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- O Papa afirmou hoje, em seu discurso à nova embaixadora do Canadá na Santa Sé, Anne Leahy, que a liberdade «não pode ser invocada para justificar certos excessos» que poderão levar a «uma regressão no conceito de ser humano», especialmente em questões como a vida e a família.

É necessária, explicou, uma «redefinição do sentido da liberdade», cada vez mais percebida como «um direito intocável do indivíduo», enquanto se ignora «a importância de suas origens divinas e sua dimensão comunitária».

«Segundo esta interpretação, o indivíduo sozinho poderia decidir e escolher a fisionomia, as características e as finalidades da vida, da morte e do matrimônio», disse o Papa.

Contudo, acrescentou, «a verdadeira liberdade se funda e se desenvolve ultimamente em Deus. É um dom que é possível acolher como um germe e fazer amadurecer de maneira responsável, para enriquecer verdadeiramente a pessoa e a sociedade», e tem como referência «uma lei moral natural de caráter universal, que precede e une todos os direitos e deveres».

O Papa mostrou seu convencimento de que uma cultura de vida, especialmente quanto à defesa da vida e da família, «poderá revitalizar novamente o conjunto da existência canadense pessoal e social. Sei que é possível e que seu país é capaz disso», acrescentou.

Fonte Zenit

Nota: Isto confirma o que foi dito em posts anteriores quanto à liberdade religiosa. Só terá direito à liberdade que estiver aderido ao ecumenismo e ao ecomenismo que terão como ponto de união a Lei Natural (Dez mandamentos católicos) para proteger o planeta e a família, que estão sofrendo as mais severas ameaças pelo homem. Quem não aceitar as imposições da Lei natural serão considerados contra a vida e contra a família, então deles será tirada a liberdade. A preservação da vida tem a haver quanto à preservação do planeta e o bem estar da família que precisa ter tempo para reavivar os laços familiares. BXVI já deixou claro quanto ao Sentido Ecólogico do Domingo que é um bem para o planeta e para a família e consta na lei natural do dez mandamentos católicos. O recado foi dado e nós entendemos, ou melhor, já haviamos entendido e faz algum tempo.

27 outubro 2008

Papa: obedecer palavra divina desenvolve liberdade

A obediência à Palavra de Deus não é um ataque à liberdade individual, "mas desenvolve todas as possibilidades de nossa liberdade", disse hoje o papa Bento XVI aos 253 bispos que participaram do Sínodo e aos quais ofereceu um almoço de despedida.

Um dia antes de Bento XVI encerrar a 12ª Assembléia sinodal com uma missa solene na Basílica de São Pedro, o pontífice ofereceu hoje um almoço aos prelados no átrio da Sala Paulo VI, perante os quais ressaltou que o Sínodo foi uma escola de "ouvir".

"Ouvimo-nos uns aos outros e aprendemos a escutar melhor a Palavra de Deus", afirmou o pontífice.

"Não sei se o Sínodo foi mais interessante ou edificante, mas, em qualquer caso, foi comovente, já que nos enriquecemos ouvindo", acrescentou.

O papa acrescentou que, no ato de escutar, "aprendemos a realidade mais profunda, a obediência à Palavra de Deus, a conformação de nosso pensamento, uma obediência que não é um ataque à liberdade, mas desenvolve todas as possibilidades de nossa liberdade".

Bento XVI disse se sentir "um pouco preocupado", já que achava que estava violando "o direito humano de alguns ao repouso noturno e também ao descanso de domingo, que são direitos realmente fundamentais".

O pontífice se referia à quantidade de trabalho gerada pelo Sínodo nestes 21 dias e que obrigou muitas pessoas a trabalhar horas e horas, sem levar em conta se era domingo, manhã ou noite.
"Temos que refletir como melhorar nos próximos Sínodos estas situações", ressaltou.

Fonte Terra

Projeto que proíbe provas aos sábados, em respeito a preceitos religiosos, será debatido em audiência pública

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) realiza audiência pública, nesta quarta-feira (22), para discutir projeto de lei do Senado (PLS 261/04), de autoria da ex-senadora e atual governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, que proíbe a realização, aos sábados, de provas de concursos públicos, disciplinas curriculares e exames vestibulares promovidos pela administração pública direta e indireta, autárquica e funcional.

O projeto tem por objetivo respeitar os adventistas do sétimo dia e os seguidores de outras religiões que, de acordo com seus preceitos religiosos, dedicam os sábados exclusivamente às atividades religiosas. Também visa diminuir as demandas do Poder Judiciário com mandados de segurança impetrados para garantir a realização de provas em horários alternativos ao período compreendido entre as 18h de sexta-feira até as 18h de sábado.

A audiência pública contará com a participação do presidente da Associação Nacional de Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, Amaro Henrique Pessoa Lins; do diretor-executivo da Confederação Israelita do Brasil, Luiz Sérgio Steinecke; do assessor jurídico da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, Daniel Avelino; do presidente da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil, José Marioni; e do assessor jurídico da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Alcides Coimbra.

Da Redação / Agência Senado(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
79097

Fonte: http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=79097& codApli cativo=2

Nota: Quando estiverem falando de paz e segurança... (I Tes. 5:3) Tomemos cuidado. O fim está muito próximo, pois o mundo está se preparando para dá o assalto final, e se fala de liberdade religiosa em todo o mundo e agora o senado brasileiro sai com esta. Eu pergunto: não será apenas uma forma que o nosso inimigo elaborou para nos manter despreocupados e continuarmos vivendo achando que nada irá acontecer dentro dos próximos anos? Não sei. Só tempo irá dizer. Porém a profecia é clara: "pois quando estiverem dizendo: Paz e segurança! então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão". I Tes. 5:3. Este "de modo nenhuma escaparão" é somente para aqueles que derem ouvidos às notícias de "paz e segurança" e não se preocuparam em manter a vida e o caráter preparados. Para aqueles que estão se preparando e acompanhando o desenrolar das profecias, está claro que o mundo e Satanás estão se arregimentando para o conflito final, só o cego não consegue ver.

09 outubro 2008

Bento XVI afirma que Igreja não ameaça liberdade

ROMA (AFP) — O Papa Bento XVI foi recebido neste sábado pelo presidente da Itália, Giorgio Napolitano, para o qual assegurou que a Igreja Católica não ameaça a liberdade.

"Não há razões para temer uma prevaricação em detrimento da liberdade por parte da Igreja e de seus membros, que esperam o reconhecimento da liberdade de não trair sua consciência iluminada pelo Evangelho", afirmou o Papa.

As correntes laicas, minoritárias na Itália, acusam com freqüência o Vaticano e a Conferência Episcopal Italiana de intervencionismo no debate político.

Desde 1929, as relações entre o Estado italiano e a Santa Sé são regidas por uma concordata.
Bento XVI visitara o Palácio de Quirinale, sede da presidência italiana, em 24 de junho de 2005, no início de seu pontificado. Na ocasião foi recebido pelo então presidente da Itália, Carlo Azeglio Ciampi.


Fonte AFP


Nota: Lobo em pele de cordeiro. Ninguém que deseja armar uma gaiola para prender um passarinho vai espantá-lo antes que ele esteja completamente aprisionado.

03 outubro 2008

Bento XVI exalta liberdade de religião

ROMA - Para contrastar os flagelos de violência e terrorismo, extremismo e fundamentalismo, é preciso medidas legislativas, afirmou o papa Bento XVI durante seu discurso aos bispos da Ásia Central, recebidos em audiência 'ad limina', tradicional encontro que a cada cinco anos os bispos de um país ou região eclesiástica têm com o Pontífice.

- Nunca porém a força do direito pode se transformar em iniqüidade, nem pode ser limitado o livre exercício das religiões, pois professar livremente a própria fé é um dos direitos universalmente reconhecidos - ressaltou Bento XVI.

No discurso, o papa também declarou que o catolicismo é contrário ao proselitismo.

- Parece-me útil reforçar que a Igreja Católica não impõe, mas propõe livremente a fé católica, sabendo bem que a conversão é o fruto misterioso da ação do Espírito Santo - explicou.

Isto porque, segundo o papa, 'a fé é um dom e obra de Deus, justamente por isso, é proibida toda forma de proselitismo que constrinja ou induza alguém a abraçar a fé'.

- Uma pessoa não pode se abrir à fé depois de madura e responsável reflexão, ela deve poder realizar livremente esta íntima aspiração. Isto acontece em favor não só do indivíduo, mas de toda a sociedade, pois a fiel observância dos preceitos divinos ajuda a construir uma convivência mais justa e solidária - esclareceu

Fonte JB Online

Nota: Brevemente veremos se esta declaração é verdadeira ou mera hipocrisia.

02 outubro 2008

EUA em Crise - Informação Importante - Preparação ainda mais.

Recebi um e-mail do irmão e amigo Jabson Lacerda, um dos responsáveis pelo site http://www.maravilhosojesus.com.br/, que depois de muita luta interna comigo mesmo, pois não quero causar pânico nas pessoas, resolvi postar, mas quero que esta informação sirva para cada leitor deste blog apenas para nos manter informado das coisas que acontecem ao redor do mundo. Não posso garantir se esta informação é 100% confiável, porém confio na pessoa que me enviou a informação. Resolvi postar esta informação pelo fato de ter como princípio a declaração de Paulo em I Tessalonicenses 5:21 "Examinai todas as coisas e retei o que é bom". Não quero causar pânico nas pessoas, repito, só quero que tenhamos o discernimento necessário para assimilar a informação e preparar-nos para enfrentar venha o que vier.

Ninguém sabe quando o fim irá acontecer, mas sabemos que está próximo, os acontecimentos apontam para isso.

Todas estas informações são procedentes de sites não adventistas. Só estou postando para questão de informação.

Fontes que você pode pesquisar para verificar estas informações:
http://www.cecac.org.br/MATERIAS/Bush_lei_marcial_EUA_07.htm
http://resistir.info/eua/rex_84.html
http://segredosdoplanetashan.blogspot.com/2008_09_26_archive.html

Links em Inglês:
http://www.infowars.net/Pages/Sept05/270905Martiallaw.htm
http://www.youtube.com/watch?v=OLpSJdIRM5o
http://www.globalresearch.ca/articles/CHO504B.html

Hoje são 02 de outubro de 2008 e ainda nada aconteceu. Creio que todas estas informações só servem para nos colocar em situação de pessoas informadas quanto à preparação de um cerco que está acontecendo contra os filhos de Deus. Quanto ao tempo que este cerco virá, não sabemos, só sabemos que virá e que o tempo de vir está próximo. Quero que saiba que o mais importante de tudo isso não é a informação, mas sim a nossa preparação. Como está sua vida com Deus? Como está sua lâmpada?

Eis o e-mail:

O plano de Lei Marcial arquitetado pelo governo Bush é tão chocante que nem mesmo alguns membros do Congresso podem vê-lo.

"O plano de Lei Marcial do presidente Bush desenvolvido no pós-terrorismo é tão chocante que mesmo membros do Congresso e da Segurança Interna foram impedidos de ver", diz um artigo do site Prison Planet.

Por exemplo, o artigo cita a diretiva PDD 51, onde diz que a execução de uma Lei Marcial pode ser feita a qualquer momento diante de uma emergência nacional declarada.

E uma nova legislação assinada em 9 de maio de 2007, declara que, "no caso de um 'evento catastrófico', o Presidente pode assumir o controle total do governo e do país, ultrapassando todos os outros níveis de governo no estado, federal, local, territorial e tribal, e, portanto, garantindo total poder ditatorial sem precedentes".

Lembrando que no caso de uma Lei Marcial decretada, há total permissão para "atirar para matar".

Prisão portátil em formato "bloco lego" assusta americanos.

Preparativos para uma guerra civil?

Fotos de "prisões de concreto" sendo descarregadas em vagões em Utah, no início deste mês, foram divulgadas na internet, provocando uma tempestade de discussões sobre a sua real finalidade.

As "prisões de concreto" aparentemente foram projetadas para que fosse possível agrupá-las lado a lado e/ou uma acima da outra, como "blocos lego".
Cada bloco parece conter 2 células de pouco mais de seis metros quadrados cada uma.

A pergunta que fica é: quem seriam os prisioneiros? Alguns especulam que sejam os próprios americanos rebelados nos distúrbios civis que vão ocorrer caso a economia americana entre *oficialmente* em colapso e Bush decrete a Lei Marcial e interrompa as eleições. Com certeza os americanos não vão gostar nada disso e vão se rebelar contra o governo e congresso.

Toda a economia dos EUA está em perigo, afirma Bush.

Bush faz apelo a partidos para que aprovem plano de resgate da economia.

Na TV, presidente dos EUA diz que a economia americana corre perigo.

Pacote, segundo ele, garantiria segurança financeira dos cidadãos.

O presidente dos EUA, George W. Bush, fez um apelo nesta quarta-feira (24) para que o Congresso aprove o plano de resgate da economia. Ele afirmou que o problema é grave e que, caso o plano de ajuda de US$ 700 bilhões não seja aprovado, a economia real - incluindo os empregos dos cidadãos americanos - podem ser postos em perigo.

George W. Bush se esforçou para mostrar que a ajuda não se destina a Wall Street, mas sim a proteger a economia e o contribuinte norte-americanos. Ele afirmou, por exemplo, que a "ação dramática do governo" é necessária neste momento e que, normalmente, acredita que "empresas que tomam más decisões devem sair do mercado". "Mas não estamos em uma situação normal", frisou.

Exército americano mobiliza tropas para "operação interna" a partir de 1-10.

Preparativos para uma guerra civil por causa da quebra da economia?

O blog investigativo "Hal Turner Show" denuncia que o exército americano está sendo mobilizado para "operações internas" de prontidão a uma possível chamada emergencial federal para combater distúrbios civis. As tropas estarão de prontidão a partir de 1-10.

"Os soldados estão aprendendo a usar armas denominadas "não-letais" projetadas para dominar os indivíduos incontroláveis ou perigosos e multidões. Não é nenhuma coincidência que o Exército está fazendo isto neste momento.", diz o blog.

14 setembro 2008

PAPA PEDE, NA FRANÇA, REFLEXÃO SOBRE LAICIDADE

PARIS, 12 SET (ANSA) - O papa Bento XVI pediu hoje por uma "nova reflexão sobre o verdadeiro significado e sobre a importância da laicidade", durante um discurso para as autoridades francesas no primeiro dia de sua viagem a França.

No Palácio presidencial do Eliseu, o Pontífice afirmou que "as raízes de França, como as da Europa, são cristãs".

Bento XVI lembrou o discurso proferido em dezembro na basílica de São João de Latrão, em Roma, pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, que falou do "laicismo francês".

Antes do discurso, durante o vôo a Paris, o Papa falou que "a laicidade não está em contradição com a fé" e que isto vale para os franceses e para os cristãos em geral.

"É importante viver a liberdade da nossa fé com alegria. Mostrar a fé é algo necessário, hoje, para a sociedade", disse Bento XVI aos jornalistas no avião a caminho da França, décima viagem internacional em seu pontificado.

O Papa visitará o santuário de Lourdes em ocasião do 150º aniversário das aparições da Virgem.

O Pontífice, de 81 anos, foi recepcionado no aeroporto de Orly pelo Sarkozy e sua esposa, Carla Bruni.

O presidente da França, laica, demonstrou uma forte sintonia com vários temas de interesse do Papa: a distinção entre fé e política - "seria uma loucura privar as pessoas das religiões" - assim como um capitalismo que não pense no seu crescimento, "mas no desenvolvimento da pessoa".

Sarkozy também expressou sua "preocupação" pela natureza, e elogiou a presença das reflexões religiosas, "ricas após tantos séculos", sobre as questões bioéticas.

"Não queremos uma retomada das guerras religiosas, trabalhamos pela paz", disse Sarkozy ilustrando, ao lado de Bento XVI no Eliseu, seu conceito de "laicidade positiva".

"Com freqüência tenho a oportunidade de falar das raízes cristãs da França: isso não nos impede de fazer tudo para que nossos compatriotas mulçumanos possam viver sua religião da mesma forma que os demais", acrescentou o presidente francês.

Sarkozy afirmou que a França possui uma "diversidade" cultural populacional muito grande e "exige para si como uma riqueza", e acrescentou que "a prática da laicidade positiva é a busca de um significado, o respeito das convicções". (ANSA) 12/09/2008 16:55

Fonte Ansalatina.com.br

Nota: Para quem ainda não sabe ao certo o significado de Laicismo leiam como João Paulo II definiu: é "uma ideologia que leva gradualmente, de forma mais ou menos consciente, à restrição da liberdade religiosa até promover um desprezo ou ignorância de tudo o que seja religioso, relegando a fé à esfera do privado e opondo-se à sua expressão pública". Agora o que é Laicismo positivo? Simples. É considerar o que a Igreja indica como sendo um bem comum para todos, como o próprio Sarkozy fala de sua preocupação com a natureza e a bioética, o Aquecimento Global, e assim impor para todos, a liberdade religiosa será tirada somente de alguns. BXVI já falou do sentido ecológico do domingo. Está claro, não está? Toda essa discussão em torno do laicismo é para que o Estado se una com a Igreja para que possam combater o aquecimento global, tentando assim, salvar a natureza. Não sabendo eles, ou sabendo, que a instituição do domingo como dia de guarda, substituindo o sábado, é uma afronta a Deus, pois foi o sábado que Deus instituiu para isso. Assim sendo, a liberdade religiosa será tirada somente de um pequeno povo. Imagine quem? Esse é o laicismo positivo pregado por Bento XVI que já tem ganhado simpatizantes como Sarkozy, presidente francês, e mediante tanta badalação da amizade de BXVI e Bush, por que não dizer que Bush tambám já é simpatizante.