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27 outubro 2011

Assis 2011: Bento XVI pede união das religiões contra o terrorismo

Papa reúne 300 líderes religiosos e académicos, alertando para «novas e assustadoras fisionomias» do mal

Assis, Itália, 27 out 2011 (Ecclesia) – Bento XVI pediu aos líderes religiosos de todo o mundo reunidos em Assis (Itália) um empenho conjunto "na luta pela paz", perante “novas e assustadoras fisionomias” de violência como o terrorismo.

“Que, no caso em questão, a religião motive de facto a violência é algo que, enquanto pessoas religiosas, nos deve preocupar profundamente”, alertou, durante um encontro que reúne mais de 300 líderes religiosos e académicos, recordando as “vidas humanas inocentes, que acabam cruelmente ceifadas ou mutiladas”.

O Papa considera que, com o terrorismo, “é posto de lado tudo aquilo que era comummente reconhecido e sancionado como limite à violência no direito internacional”.

“Sabemos que, frequentemente, o terrorismo tem uma motivação religiosa e que precisamente o caráter religioso dos ataques serve como justificação para esta crueldade monstruosa, que crê poder anular as regras do direito por causa do «bem» pretendido”, lamentou.

Para Bento XVI, nestes casos “a religião não está ao serviço da paz, mas da justificação da violência”.
O discurso papal criticou as situações em que a violência é “exercida por defensores de uma religião contra os outros”.

“Esta não é a verdadeira natureza da religião. Ao contrário, é a sua deturpação e contribui para a sua destruição”, disse Bento XVI.

Neste contexto, o Papa recordou os momentos em que, “na história, também se recorreu à violência em nome da fé cristã”.

“Reconhecemo-lo, cheios de vergonha. Mas, sem sombra de dúvida, tratou-se de um uso abusivo da fé
cristã, em contraste evidente com a sua verdadeira natureza”, observou.

A jornada de oração e reflexão pela paz e a justiça no mundo, na terra natal de São Francisco (1182-1226), celebra a primeira iniciativa do género, promovida por João Paulo II há 25 anos.

Bento XVI passou em revista o cenário mundial neste quarto de século, após a queda do muro de Berlim, que aconteceu “sem derramamento de sangue”.

“A vontade de ser livre foi mais forte do que o medo face a uma violência que já não tinha nenhuma cobertura espiritual. Sentimo-nos agradecidos por esta vitória da liberdade, que foi também e sobretudo uma vitória da paz”, referiu o Papa alemão.

Para Bento XVI, no entanto, “infelizmente” não se pode dizer que “desde então a situação se caraterize por liberdade e paz”.

“Embora a ameaça da grande guerra não se aviste no horizonte, todavia o mundo está, infelizmente, cheio de discórdias”, assinalou.

Esta iniciativa conta com a presença de vários prelados católicos, 17 delegações das Igrejas cristãs do Oriente - incluindo o Patriarca Bartolomeu I de Constantinopla (Igreja Ortodoxa) -, 13 Igrejas ocidentais – entre os quais o primaz anglicano, arcebispo Rowan Willams -, uma representação do Grão Rabinato de Israel (judaísmo) e outros 176 representantes de tradições religiosas, para além de quatro não crentes.
Do Médio Oriente e dos países árabes chegaram 48 muçulmanos a Assis, cidade na qual se reuniram líderes religiosos em encontros similares convocados por João Paulo II, em 1986, 1993 e 2002.

Fonte Agência Ecclesia

Nota: Ao mencionar a "violência em nome da fé cristã" ocorrida no passado, BXVI se referia ao período negro da ICAR. Por mais que peçam desculpas, perdão e se envergonhem deste passado, ele marcará para sempre a fase negra que viveu a Igreja Romana, principalmente por que a profecia falou que iria voltar a acontecer no futuro (Apocalipse 12-16), este é o motivo da minha, ou melhor, da nossa preocupação.

Nós, adventistas, repudiamos toda e qualquer forma de terrorismo. Estou pronto para combater e, se necessário, unir-me contra este grande mal.

No entanto, essa informação me deixa preocupado, porque os terroristas são religiosos que afirmam ser o "povo de Deus", será que mais tarde essa união não poderá se virá contra todos aqueles que afirmarem o mesmo?

22 setembro 2011

O estouro das bolhas pós-11/9

Terça-feira, 11 de setembro de 2001. Era uma manhã comum de trabalho na redação da Casa Publicadora Brasileira. A rotina seguia seu curso: textos para revisar, matérias para escrever, decisões editoriais. Até que alguém gritou da sala de reuniões: “Venham ver isso aqui!” Quando entrei na sala, o relógio marcava nove horas e a TV estava ligada. A imagem que vi parecia a de um desses filmes apocalípticos hollywoodianos, mas o logotipo da emissora norte-americana CNN deixava claro que não se tratava de ficção. Uma das torres gêmeas do World Trade Center em Nova York estava pegando fogo! Assentei-me numa das cadeiras e fiquei sabendo, instantes depois, que um avião da American Airlines (voo 11) havia atingido o arranha-céu fazia poucos minutos. Nem os repórteres (muito menos nós, que estávamos ali naquela sala a mais de oito mil quilômetros de distância) sabiam exatamente o que estava acontecendo. Teria sido um terrível acidente? Às 9h03, com os olhos ainda grudados na tela da TV, tivemos certeza de que aquilo não se tratava de acidente: outro avião, agora da United Airlines (voo 175), acabava de atingir a torre sul. Em duas horas, tudo o que sobrou dos dois edifícios foi uma montanha de entulho e muita poeira. Meus colegas e eu emudecemos. As imagens eram dramáticas e as informações, escassas. Pairava no ar a sensação de que aquele dia mudaria os rumos da história em nosso planeta. E mudou.


Conforme ficamos sabendo depois, os atentados de 11 de setembro de 2001 foram, na verdade, uma série de ataques-suicidas coordenados pela organização terrorista Al Qaida. Na manhã daquela terça-feira, 19 terroristas sequestraram quatro aviões comerciais. Além dos dois que foram lançados contra as torres gêmeas, um atingiu o Pentágono, nos arredores de Washington, e o quarto deveria atingir a Casa Branca ou o Capitólio, não tivessem os passageiros se insurgido e tentado retomar o controle da aeronave, que acabou caindo num campo próximo de Shanksville, na Pensilvânia. O total de mortos nos ataques foi de quase três mil pessoas, incluindo os 19 sequestradores.

Confiando no “auxílio alienígena”

A resposta dos Estados Unidos não demorou muito e ficou conhecida como Guerra ao Terror. O país invadiu o Afeganistão para derrubar o Talibã, que abrigou os terroristas da Al Qaeda, e declarou guerra ao Iraque de Saddam Hussein, com a acusação falsa de que ali havia armas de destruição em massa. Essa ação militar imprópria (para dizer o mínimo) diluiu muito da simpatia mundial com a tragédia americana. Além disso, milhares de vidas e bilhões de dólares foram perdidos na empreitada – mesmo assim, o mundo aceitou tudo. O foco da nação mais poderosa do planeta se tornou a guerra contra o terrorismo e houve descuido em outras áreas, como a econômica. Resultado: o mundo entrou numa época de turbulência econômica sem precedentes e que já dura uma década.

Para o analista de sistemas Marco Dourado, de Curitiba, o crescimento da economia desde o pós-guerra incentivou o consumismo e, a partir dos anos 1980, emergiu uma geração de jovens moralmente insensíveis, agressivos e ávidos, obcecados por fazer fortuna a qualquer preço, preferencialmente antes de atingir os 30 anos de idade – os yuppies. A compulsão pelo ganho fabuloso e imediato encontrou sua melhor expressão no mercado de ações das empresas de novas tecnologias, as chamadas pontocom. “A farra durou até o fim do milênio, quando o estouro dessa bolha ameaçou lançar o mundo em gravíssima recessão. A solução, se é que pode ser assim chamada, foi baixar paulatinamente os juros dos papéis da dívida norte-americana para patamares impensáveis. Isso gerou outra bolha de especulação devido ao crédito fácil, sobretudo no mercado imobiliário. Esse crédito acabou sendo diluído cavilosamente para dentro de diversos setores da economia. Pessoas que estavam pagando hipotecas viáveis dentro de suas expectativas financeiras e profissionais refinanciavam suas dívidas passando a comprar imóveis duas e até três vezes mais caros que o valor da hipoteca inicial. A situação perdurou até 2008, quando essa nova bolha estourou”, avalia e relembra Dourado.

A “solução” do governo Obama? Aumentar o endividamento americano para além da ionosfera. “Como não existe dinheiro no planeta para desmontar essa bolha, os aficionados por ETs creem que apenas auxílio alienígena possa reverter o quadro”, brinca Dourado (embora saiba que o assunto é muito sério, conforme demonstra o gráfico comparativo publicado no site da revista Veja).

Medo e alienação

O que se espera para os Estados Unidos é o mesmo que aconteceu com o Japão: lenta decadência causada por endividamento, inflação e queda do PIB. “Os efeitos políticos e sociais desse cenário tendem a ser devastadores”, prevê Dourado. “Isso vai complicar em muito a política externa. Quando o pragmatismo desbanca a diplomacia, vale a lei do mais forte sem paliativos, sem concessões. Quando um peixe grande abaixa o padrão, os demais seguem na cola. Tendemos à década de 1930, substituindo o conflito ideológico pela agenda ambiental. Não faltarão atores laterais querendo se aproveitar para aumentar sua influência. O Vaticano já desponta nesse sentido. Alguns fatores agravantes (ex.: desastres naturais), se combinados, certamente acelerarão o quadro”, conclui.

O professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas Maurício Santoro também relaciona os atuais problemas econômicos com o 11/9: “Para evitar uma desaceleração econômica, naquela época o governo dos Estados Unidos reduziu os juros e estimulou o consumo da população. Com baixas taxas de retorno, a população começou a consumir e a procurar opções mais rentáveis de investimentos, como a Bolsa de Valores. Muitos compraram casas com financiamento a juros baixos, pegaram empréstimos colocando imóveis como garantia e foram investir em ações e consumir mais, alimentando o descontrole sobre as finanças pessoais e o sistema financeiro como um todo. Construíram um castelo de cartas que ruiu com a crise financeira de 2008.”

Mas os maus ventos não sopraram apenas contra a economia.

Em seu artigo “O fim da democracia norte-americana”, o jornalista e professor universitário Ruben Dargã Holdorf mostra que a mídia norte-americana mudou seus valores e que as práticas vigentes enfraquecem cada vez mais o perfil histórico dos Estados Unidos como nação defensora das liberdades de imprensa, expressão e consciência. Holdorf menciona pesquisa segundo a qual apenas 47% das pessoas leem algum jornal nos Estados Unidos. Além disso, “um americano médio investe somente 99 horas anuais na leitura de livros, enquanto torra 1.460 horas em frente a um televisor; e ridículos 11% são os leitores de jornal diário, cujos quadrinhos e classificados de carros usados se demonstram os prediletos”. Nesse cenário de medo e alienação, fica bem mais fácil para uma elite ditar os rumos da política.

“Tortura contra suspeitos de terrorismo”

Holdorf lembra que a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos garante que “o Congresso não fará nenhuma lei... que restrinja a liberdade de expressão ou de imprensa”. Mas, para ele, “algo de anormal” ocorre nos bastidores da mídia norte-americana, e isso vem enfraquecendo um sólido fundamento de mais de 200 anos. “A rivalidade entre o governo e a imprensa se iniciou logo após os atentados de 11/9, quando a conselheira nacional de Segurança, Condoleezza Rice, solicitou à imprensa nacional evitar qualquer notícia prejudicial à ordem no país. Os chefes de redação Ron Gutting e Dan Guthrie, dos jornais City Sun e Daily Courier, respectivamente, ousaram cumprir a Primeira Emenda e criticar o presidente. Amargaram a demissão. Configurava-se aí o princípio da derrocada da Primeira Emenda e o primeiro abalo contra a democracia”, lembra o jornalista.

Para Holdorf, outro fator que atenta contra a diversidade de pensamento é o monopólio da informação. “Quando as comunicações se aglutinam sob o comando e orientação de poucos ou somente uma empresa jornalística, ocorre o risco da manipulação. Os Estados Unidos têm hoje apenas seis grandes empresas de comunicação. E já foram cerca de mil. O número de cidades norte-americanas com pelo menos dois jornais concorrentes é de reduzidos 34 locais”, contabiliza.

Em seu artigo, Holdorf cita estudiosos segundo os quais a morte da democracia na América começa a partir do momento em que os Estados Unidos justificaram ataques militares e invasões a países suspeitos de terrorismo [em seu artigo “Um messias judaico-americano”, o jornalista e doutor em teologia Vanderlei Dorneles sustenta que, provavelmente, a motivação maior dessa guerra e da própria política imperialista norte-americana seja algo que foi tratado apenas superficialmente pelos meios de comunicação no Brasil – uma “utopia” religiosa, entesourada na crença evangélica americana] Após destronarem a democracia, surgiu um Estado fascista e teocrático. E quase ninguém parece se importar, pois talvez não se dê conta de onde isso pode terminar.

Segundo matéria publicada na revista Superinteressante de setembro, para combater o terrorismo (ou com essa justificativa), “os Estados Unidos tomaram medidas radicais. O governo passou a grampear secretamente e-mails e telefonemas da população. Criou cadeias à margem da lei (como a de Guantánamo, que não obedece às regras jurídicas do país) e usou tortura contra suspeitos de terrorismo – que podem ser presos por tempo indeterminado, mesmo sem provas ou sequer uma acusação concreta. Por tudo isso, há quem diga que os Estados Unidos se tornaram um Estado policial”.

“Combatentes inimigos ilegais”

A crescente apatia política do povo norte-americano está abrindo as portas para as ações da Nova Direita, maior movimento religioso dos Estados Unidos, simpatizante do Partido Republicano e que defende a união do Estado com a Igreja. Inclusive, a pré-candidata republicana Michele Bachmannchegou a afirmar que o terremoto e o furacão Irene (que atingiram estados americanos em agosto deste ano) teriam sido provocados por Deus para chamar atenção sobre os problemas da nação. Estariam esses políticos sugerindo o retorno à fé como solução para esses problemas? Mas o retorno a que tipo de fé?

Holdorf aponta a consequência dessa mistura entre política e religião: “Se a condição laica de Estado ruir, com certeza a liberdade de imprensa será a próxima vítima desse poder autoritário” e, “caso essa configuração continue tomando forma, a previsão quanto aos destinos do planeta nas próximas décadas não é nem um pouco otimista. Ao contrário do que se projeta, a ruína da imprensa vai desencadear uma série de fatos que podem conduzir as principais democracias do Ocidente a sua derrocada e ao retrocesso a uma nova `Idade Média´.”

Na opinião do teólogo e blogueiro Sérgio Santeli, de São Paulo, algumas liberdades civis foram atropeladas depois do 11/9. Com a aprovação da Lei Patriótica (Patriot Act), o governo americano passou a ter o direito de investigar qualquer cidadão norte-americano ou estrangeiro que resida nos Estados Unidos, sem necessidade de ordem judicial – basta desconfiarem que alguém esteja ajudando os terroristas. “Quem garante que os `inimigos políticos´ (ou religiosos) do governo não serão colocados no mesmo barco?”, pergunta Santeli.

Ele lembra que, em 2006, foi aprovado também o Ato das Comissões Militares, que dá ao presidente norte-americano autoridade para instituir tribunais militares à parte do sistema judicial, com o propósito de julgar “combatentes inimigos ilegais”. Detalhe: qualquer cidadão americano pode então ser considerado “combatente inimigo ilegal”.

Como gostam “Bauer” e “Batman”

Para o criador do blog Minuto Profético, o 11/9 antecipou a chegada do quadro profético de Apocalipse 13:15-17, segundo o qual os “combatentes inimigos ilegais” do governo norte-americano não poderão comprar nem vender se não tiverem o sinal da besta [em janeiro de 2001, na revista Sinais dos Tempos, o teólogo e jornalista Marcos De Benedicto explicou: “Apocalipse 13 descreve dois poderes, os quais seu autor chama de ‘bestas’ ou ‘monstros’, que vão dominar o cenário mundial no fim dos tempos e perseguir as minorias que discordarem de sua política global. O primeiro desses poderes seria o Vaticano (que tomou o lugar da antiga Roma), e o segundo os Estados Unidos (a nova Roma). Um poder é religioso-político e o outro político-religioso. Como o Vaticano tem influência moral, mas não poder militar, os Estados Unidos emprestariam sua autoridade para a cúpula da Santa Sé levar seus planos adiante”. “O evento também mostrou claramente que, diante de uma tragédia de grandes proporções, as pessoas abrem mão de sua liberdade em troca da promessa de segurança”, avalia o teólogo. “A pergunta é: Não poderia também a lei dominical ser imposta em outro futuro cenário de uma tragédia de grandes proporções, quando a segurança mais uma vez fosse trocada pela liberdade?” Ensaios para essa leijá estão sendo feitos na Europa...

Embora existam muitas teorias conspiratórias relacionadas ao 11/9, algumas parecem ter um fundo de verdade. Para Santeli, o atentado teria sido um evento “falsa bandeira” com o propósito de criar leis para subtrair liberdades civis dos americanos e criar um pretexto para atacar países não alinhados com Washington. “O status quo é mantido pela submissão a uma sociedade e a seus valores. A submissão requer uma causa; uma causa requer um inimigo. O que mudou depois do 11/9 foi a definição de inimigo. Antes eram os comunistas, agora são os `terroristas´ e os `combatentes inimigos ilegais´. Ao mudar o inimigo, muda-se a causa pela qual lutar, mas a submissão ainda permanece e o status quo continua”, conclui Santeli.
Como a arte imita a vida e dela se alimenta, não faltam exemplos de produções cinematográficas e televisivas que, de certa forma, reproduzem a sombra que paira sobre nossa cabeça. Dois exemplos entre muitos: em O Cavaleiro das Trevas, o personagem Batman vai a Hong Kong atrás de um criminoso, captura o bandido e o leva de volta a Gotham (Nova York?) sem dar satisfação a ninguém. Jack Bauer, da série de TV 24 Horas, é um agente do governo que não se submete a leis internacionais ou a acordos bilaterais entre países. Ele faz o que julga ser necessário para “fazer justiça”.

Para o blogueiro português Filipe Reis, em lugar de o ataque ao território americano em 2001 abalar a grande nação norte-americana, tornou-a, na verdade, mais dominadora, seja de forma visível (agora, os americanos invadem qualquer nação sem ser objeto de grandes críticas, pelo menos no Ocidente) ou camuflada (diversas leis e projetos de lei têm sido elaborados para condicionar liberdades). “É engraçado verificar que aqui na Europa, em meio a países profundamente afetados pela crise, os governantes parecem mais concentrados nos esforços para manter a união que supostamente existe entre as nações e se esquecem um pouco dos Estados Unidos”, diz Filipe. É assim que “Bauer” e “Batman” gostam...

Fundamentalistas islâmicos

Além da atuação externa da superpotência do norte, deve-se considerar também o que vem acontecendo internamente por lá – ao lado do que já vimos sobre o controle da mídia e o descontrole da economia. Segundo matéria publicada no Último Segundo, do portal iG, “nas últimas semanas, menções negativas ao islamismo foram feitas por Newt Gingrich, Michele Bachmann, Herman Cain e Mitt Romney, os quatro principais concorrentes à nomeação republicana para a disputa contra o atual presidente dos Estados Unidos, o democrata Obama. Cain, por exemplo, disse publicamente que jamais consideraria contratar um muçulmano como parte da sua equipe. Dias depois, foi elogiado e defendido por Gingrich, que comparou os muçulmanos aos nazistas”.

Segundo Sherman Jackson, professor de estudos islâmicos da Universidade de Michigan, citado na matéria, a atual crise econômica americana dá combustível aos movimentos conservadores nos Estados Unidos, que tendem a criticar e oprimir as minorias, incluindo os muçulmanos. De 2010 para cá, pelo menos dois estados norte-americanos, Oklahoma e Tennessee, aprovaram medidas constitucionais para banir o uso das regras islâmicas nos tribunais americanos.

É bom lembrar, também, que, antes de 11/9, ateus militantes como Dawkins, Hitchens e Harris quase não tinham espaço na mídia. Mark Juergensmeyer, em seu livro Terror in the Mind of God, defende a ideia de que a religião naturalmente induz à violência. Livros com esse tipo de conteúdo e ações da militância neoateísta eram raros antes de 2001. Mas, de lá para cá, esse tipo de discurso se tornou comum e surge justamente nesse mar revoltoso contra as religiões (não apenas o Islã).

A atitude e os métodos da Al Qaida são deploráveis, não resta dúvida. Mas, quando analisamos a teologia e as ideologias de seus aderentes, algumas coisas chamam a atenção: (1) existe aversão ao materialismo e ao secularismo da cultura ocidental, (2) a condenação da sensualidade e da imoralidade, (3) um sentimento contrário ao Vaticano e aos Estados Unidos, e (4) o temor de uma possível união entre esses dois poderes. Se nos lembrarmos de que muçulmanos não comercializam bebidas alcoólicas, vestem-se com modéstia e não comem carne de porco, certamente um grupo de cristãos virá à mente e será mais fácil antever a oposição que se levantará contra ele – à primeira vista, ele se parece muito com um inimigo em comum para boa parte do mundo ocidental (os fundamentalistas islâmicos), embora nada tenha que ver com seus métodos e propósitos.

O cordeiro e o dragão

Em matéria especial sobre os dez anos do 11 de setembro, a revista Veja do dia 7 de setembro abre assim o texto: “Momentos históricos decisivos ocorrem por uma combinação de fatores – mudanças demográficas, decisões políticas e econômicas e desastres naturais, por exemplo podem confluir para que uma sociedade siga por um novo rumo.” Isso me faz lembrar as palavras de Ellen White, no livro Eventos Finais: “As calamidades em terra e mar, as condições sociais agitadas, os rumores de guerra são assombrosos. Prenunciam a proximidade de acontecimentos da maior importância. [...] Grandes mudanças estão prestes a ocorrer no mundo, e os acontecimentos finais serão rápidos” (p. 9).

Veja também dá sua definição de “fundamentalismo”: “Assim como outras formas de radicalismo religioso, ele [o fundamentalismo] exige que se viva sob uma interpretação literal e, portanto, originalmente ‘pura’ dos textos sagrados.” Se nos lembrarmos de que, em 2001, um mês antes dos atentados do dia 11 de setembro, a revista Galileu chamou os criacionistas de “fundamentalistas” e que, em 8 de fevereiro de 2006, a revista Veja afirmou que a “tese” bíblica de que Deus criou todos os seres vivos é “treva”, poderemos concluir que a definição geral de “fundamentalismo” abarca outros grupos religiosos, especialmente aqueles que aceitam a literalidade do relato de Gênesis, a semana literal da criação e a observância do sábado bíblico como memorial dessa criação literal. Diferentemente dos radicais islâmicos, esses cristãos são um grupo pacífico. Mas alguém está interessado em conhecer a diferença?

Então, ponha no liquidificar a crise econômica, a apatia política dos norte-americanos, o cerceamento das liberdades individuais, a mídia amordaçada, o fortalecimento de grupos que torcem pela funesta união entre Igreja e Estado e a aversão pelas minorias consideradas “fundamentalistas”, e tente imaginar no que vai dar essa receita...

Na opinião da escritora especialista em temas religiosos Karen Armstrong, expressa no primeiro capítulo de seu livro Em Nome de Deus, “fundamentalistas cristãos rejeitam as descobertas da biologia e da física sobre as origens da vida e afirmam que o livro do Gênesis é cientificamente exato em todos os detalhes”. Não é mais ou menos isso o que os criacionistas defendem? Não é mais ou menos nisso que creem os guardadores do sábado, mais especificamente [“Como os americanos considerarão alguma denominação religiosa que, sediada em Washington, afirma que os Estados Unidos são a segunda besta do Apocalipse? Esse conceito não é bastante parecido com a ideia que os islâmicos mantêm acerca de Tio Sam? O livro O Grande Conflito, de Ellen White, afirma claramente a identidade dos Estados Unidos com a segunda besta do Apocalipse, na página 584. Esse livro revela, apoiado nas palavras do apóstolo Paulo, em 2 Tessalonicenses 2, que o próprio Satanás imitará a vinda de Cristo, e receberá o culto dos seres humanos. Ele se manifestará com certa medida de glória e procurará recomendar seu reino a todos os seres humanos (ver O Grande Conflito, p. 593, 629). Diz ainda que, `quando a proteção das leis humanas for retirada dos que honram a lei de Deus, haverá, nos diferentes países, um movimento simultâneo com o fim de destruí-los. [...]

Resolver-se-á dar em uma noite um golpe decisivo, que faça silenciar por completo a voz de dissentimento e reprovação´ (ibid, p. 635). Essas predições indicam que a intolerância da `besta´ chegará ao ponto de pretender silenciar mesmo aqueles que manifestam reprovação e discordância só por sua voz” (Vanderlei Dorneles, artigo citado)]?

O mundo está mudando rapidamente e logo, como nunca antes visto neste planeta, o cordeiro falará como dragão.

***

[Michelson Borges, jornalista e mestre em teologia]

Fonte OI

03 maio 2010

Homem é preso após pregar na rua que homossexualismo é pecado

Um pregador britânico foi preso depois de ter dito durante sermão na rua que homossexualismo é um pecado.

Dale McAlpine foi acusado de causar "alarme, intimidação e angústia" depois que um policial comunitário ouviu o pastor batista mencionar vários "pecados" citados na Bíblia, inclusive blasfêmia, embriaguez e relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo, de acordo com o jornal britânico The Daily Telegraph.

Dale McAlpine, de 42 anos, prega nas ruas de Wokington, na região de Cumbria, no noroeste da Inglaterra há anos, e disse que não mencionou homossexualismo quando fazia o sermão do alto de uma pequena escada, mas admitiu ter dito a uma pessoa que passava que acreditava que a prática era contrária aos ensinamentos de Deus.

Segundo o jornal britânico Daily Mail, o policial Sam Adams identificou-se como o agente de ligação entre a polícia e a comunidade gay e transsexual e avisou o pregador, que distribuía folhetos e conversava com as pessoas nas ruas, que ele estava violando a lei. Mas ele continuou pregando e foi levado para a prisão, onde permaneceu por sete horas.

O pregador disse que o incidente foi "humilhante", segundo o Daily Telegraph. "Eu me sinto profundamente chocado e humilhado por ter sido preso em minha própria cidade e tratado como um criminoso comum na frente de pessoas que eu conheço."

"Minha liberdade foi tolhida por rumores vindos de alguém que não gostou do que eu disse, e fui acusado usando-se uma lei que não se aplica", afirmou Dale.

O processo contra McAlpine por supostas declarações públicas contra gays ocorre semanas depois que um juiz britânico disse que não há proteção especial na lei para crenças cristãs.

O juiz decidiu favoravelmente a uma organização que demitiu um terapeuta de casais por se recusar a atender casais gays alegando que isso seria contra seus princípios cristãos.

Fonte BBC Brasil

20 outubro 2009

Espiões norte-americanos querem acompanhar você na Web


A In-Q-Tel, braço de investimentos da CIA, está investindo em uma empresa de software chamada “Visible Technologies” que monitora informações publicadas nas mídias sociais como blogs, resenhas em sites de venda, vídeos ou qualquer tipo atualização. Sites como o Twitter, Flickr, YouTube, o site de vendas Amazon.com, fóruns e conversas online estão na mira do software espião. Por enquanto o site de relacionamento Facebook não entrou na lista dos que serão espionados.

Segundo a In-Q-Tel, monitorar as redes sociais estrangeiras serviria para saber sobre as tendências de outros países. O programa espião poderá ser considerado invasor, pois acompanhará as atualizações de páginas de usuários comuns. A In-Q-Tel pretende melhorar a capacidade da Visible de compreender línguas estrangeiras. Ela já está capacitada em árabe, francês, espanhol e outras nove línguas estrangeiras.

Fonte Opinião e Notícia

02 outubro 2009

VATICANO EXPRESSA O DESEJO DE FAZER CALAR TODOS QUE FALAM CONTRA ELES - DE VOLTA À IDADE MÉDIA


O representante da Santa Sé no Conselho de Direitos Humanos da ONU, D. Silvano Tomasi, considerou que a liberdade de expressão não deve chocar com a liberdade religiosa.

O caminho aponta em direcção a uma implementação global das normas existentes para proteger o direito à liberdade de religião e de crença, a um uso sábio da liberdade de expressão, a uma maior sensibilidade em relação ao direito de expressar convicções religiosas”, em público ou em privado, individualmente ou em grupo, afirmou D. Tomasi.

Fonte Agência Ecclesia

Nota: Isto significa que temos direito de escolher qual religião seguir, mas não podemos falar das verdades relatadas na Bíblia que possam ferir as crenças de outras igrejas. Se alguém assim fizer será considerado funtamentalista e fomentador de discórdia. Já sabemos no que isso vai dar. Na verdade eles desejam que muitos se calem com respeito ao que as profecias afirma sobre a Igreja Romana e suas filhas. Parece que estamos voltando à idade média.

21 agosto 2009

Fifa quer proibir orações no Mundial da África

De acordo com jornal espanhol AS, a Fifa pretende proibir as orações e qualquer manifestação religiosa dentro de campo para a Copa do Mundo de 2010, que será realizada na África do Sul. O Vaticano teria entrado em contato com o presidente da maior entidade do futebol, Joseph Blatter, para pedir que reconsidere a proibição.

Na final da Copa das Confederações, os jogadores da Seleção Brasileira se reuniram após conquistarem o título para uma oração dentro de campo e isso provocou a reclamação do presidente da Federação Dinamarquesa, Jim Stjerne Hansen, que afirmou que a "religião não tem lugar no futebol".

A Fifa quer regular as manifestações religiosas dos astros do futebol para evitar problemas, mas o Vaticano é contra a medida.

"Blatter e a federação dinamarquesa erraram. É um erro esvaziar o futebol dos valores éticos que a fé cristã e a Igreja Católica defendem há séculos. Espero que eles reconsiderem", afirmou Eddio Constantini.

Nota: Começamos presenciar as restrições religiosas no esporte, isto é decorrente das diversas guerras que são realizadas em nome da religião. Satanás trabalhou de forma inteligente. Por meio do terrorismo ele deseja alcançar os verdadeiros cristãos.

05 julho 2009

Liberdade Religiosa em Xeque

Religião no esporte é gol contra

Brasil tricampeão da Copa das Confederações, Kaká o melhor jogador, Luís Fabiano o artilheiro, troféu Fair Play de equipe mais disciplinada... Festa bonita mesmo. Dunga, a Canarinho, a CBF e a torcida estão de parabéns!

Mas agora vou dar uma de estraga-prazer, é o jeito, pois tem algo que me preocupa muito mais que os gols que o Brasil faz ou deixa de fazer: tô falando do proselitismo religioso no esporte. Putz, esse negócio de jogador exibir mensagens religiosas já passou dos limites. A Fifa precisa fazer algo, assim como fez em relação às mensagens políticas, senão em breve o futebol será um grande púlpito de devotos a fazer propaganda de seus deuses e suas religiões pro mundo inteiro.

Lúcio foi o herói do jogo mas não deveria ter posado com aquela camisa onde se lia "I love Jesus". Isso não é um comportamento digno de capitão do time, afinal ele representa o grupo e nele há jogadores com outras crenças. Kaká também usou uma ("I belong to Jesus") após a partida mas não a exibiu durante a premiação. E se outros jogadores fizerem o mesmo? Teremos um palanque religioso cheio de mensagens, com Deus, Alá, Jeová, Jesus, Shiva, Yemanjá e outras entidades disputando a atenção das câmeras. E os ateus, eles também não terão direito a uma camisa?

Se nada for feito, a religião invadirá os campos e quadras e o esporte virará uma cruzada entre os jogadores e seus deuses. Como um jogador evangélico se sentiria ao lado de outro que exibisse na camisa "Reencarnarei com Jesus" ou "Eu pertenço ao Demo"? Ué, se uma religião pode, todas podem. E as torcidas, como se comportarão? Será que esses jogadores não calculam o risco do que fazem num mundo onde as diferenças religiosas patrocinam atentados, guerras e genocídios?

Fonte O Povo Online

A fé que faz bem à saúde

Deu na revista Época desta semana: "Não só a fé parece estar programada em nosso cérebro, como teria benefícios para a saúde. (...) 'Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas a religiosa', diz Jordan Grafman, chefe do departamento de neurociência cognitiva do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame. Grafman é o autor de uma das pesquisas mais recentes sobre o tema, publicada neste mês na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences. (..) [Andrew] Newberg, que estuda as manifestações cerebrais da fé há pelo menos 15 anos, descobriu que as práticas religiosas acionam, entre outras regiões do cérebro, os lobos frontais, responsáveis pela capacidade de concentração, e os parietais, que nos dão a consciência de nós mesmos e do mundo. Em seu novo livro, How God changes the brain (Como Deus muda seu cérebro), que será lançado nesta semana nos Estados Unidos, Newberg explora os efeitos da fé sobre o cérebro e a vida das pessoas. Segundo o neurocientista, os estudos anteriores olhavam para os efeitos de curto prazo de práticas como a meditação e a oração. Agora, ele e seu grupo encararam a difícil tarefa de responder à questão: o que acontecerá se você adotar, com frequência, uma prática como a meditação ou a prece?

(...)"Ainda estão sendo feitos estudos para compreender melhor a meditação e a prece, mas a pesquisa de Newberg mostra que, durante essas atividades, o lobo frontal fica mais ativo, e o lobo parietal menos. Como essa parte do cérebro é responsável pela noção de tempo e espaço, 'desligá-la' geraria a sensação de imersão no mundo e a de ausência de passado e futuro muitas vezes relatadas por religiosos. A maior atividade do lobo frontal, além de melhorar a memória, segundo vários estudos também estaria ligada à diminuição da ansiedade.

'Quando a pessoa volta sua atenção para o momento presente, não há riscos porque não há futuro', diz Paulo de Tarso Lima, médico especializado em medicina integrativa e complementar e responsável pela implantação da especialidade dentro do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O simples fato de acreditar em um ser superior – seja ele qual for – reduziria a ansiedade. "Dois estudos canadenses publicados neste mês mostram que quem crê em Deus tende a lidar melhor com os erros. O grupo de pesquisa, liderado pelo professor de psicologia Michael Inzlicht, da Universidade de Toronto, pediu a pessoas de várias orientações religiosas e também àquelas que não creem em Deus que elas dissessem os nomes das cores que apareciam a sua frente. Quando elas cometiam um erro, uma área do cérebro chamada 'córtex cingulado anterior' era ativada. 'Quanto mais forte a religiosidade e a crença em Deus dos participantes, menor era a resposta dessa região ao erro', diz Inzlicht.

Isso seria uma evidência de que as pessoas religiosas ficam mais calmas diante de um erro. 'Suspeitamos que a crença religiosa protege contra a ansiedade porque dá um sentido para as pessoas. Ajuda-as a saber como agir e, com isso, reduz a incerteza e o estresse', afirma Inzlicht. "A influência da crença em Deus na redução do estresse já é quase um consenso entre os médicos. 'As doenças relacionadas ao estresse, especialmente as cardiovasculares, como a hipertensão, o infarto do miocárdio e o derrame, parecem ser as que mais se beneficiam dos efeitos de uma espiritualidade bem desenvolvida', afirma Marcelo Saad, outro médico do Albert Einstein. (...)

"Para ser benéfica, a fé em Deus teria de ser associada à prática religiosa? Várias pesquisas mostram que participar de um grupo religioso estruturado – seja ele católico, budista, judeu, evangélico, umbandista – traz benefícios por aumentar o suporte social à pessoa. 'Esse apoio social é algo extremamente valioso para a saúde física, inclusive para a sobrevivência e a longevidade', diz o psicólogo americano Michael McCullough, professor da Universidade de Miami que estuda a maneira como a religião molda a personalidade e influencia hábitos saudáveis e relacionamentos sociais. Ao realizar um 'metaestudo' de 42 pesquisas diferentes, o psicólogo descobriu que as pessoas altamente religiosas tinham 29% a mais de chance de estar vivas, em determinado momento do futuro, que as demais. A religiosidade tornaria mais fácil resistir a tentações nocivas à saúde, como o álcool e o fumo. 'Para pessoas que acreditam na vida após a morte, pode ser uma decisão racional postergar os prazeres de curto prazo em nome da recompensa eterna', afirma McCullough.

"Robert Hummer, sociólogo e professor da Universidade do Texas, acompanha um grupo de pessoas desde 1992 para tentar esclarecer, entre outras questões, a relação entre a religião e a saúde. Segundo sua pesquisa, quem nunca praticou uma religião tem um risco duas vezes maior de morrer nos próximos oito anos do que alguém que a pratica uma vez por semana. 'As evidências da influência da fé na saúde são promissoras e mais que justificam o investimento em outros estudos', afirma o neurologista brasileiro Jorge Moll, diretor do Centro de Neurociência da Rede Labs-D’Or, rede de laboratórios particular do Rio de Janeiro. Para Moll, o desafio é quantificar a influência da fé e tentar compará-la com o efeito de outras práticas sem conotação religiosa. (...)"

Fonte Criacionismo

Nota:

Fiz questão de colocar os dois lados da moeda, um que ataca a Deus e a religião, e outro que enaltece e declara que é bom e saudável ser religioso. Há algo de importante neste debate que terminará por cumprir as profecias bíblicas. Vejamos:

Devido ao crescimento do terrorismo a religião está sendo minada pelos críticos, a liberdade religiosa está em cheque. Por outro lado, a religião está em alta devido às recentes pesquisas científicas mostradas acima, não somente por isso, mas a onda crescente da violência, do crime, da crise financeira, das doenças, da crise climática e demais problemas que assolam a humanidade, todas estas coisas mostram que é necessário aderir a uma religião e se sentir seguro mediante tanto medo que este mundo tem causado nas pessoas. Então, torna-se claro que os dos lados irão entrar em acordo e dirão: "sejam religiosos, mas não sejam fundamentalistas ou terroristas, pois isto será motivo de proibição do estado". Entendeu? Todos aqueles que se julgarem donos da verdade e separados dos demais sofrerão perseguições. Frases como estas serão utilizadas, ou melhor, já estão sendo: "Todas as religiões levam a Deus, cada uma de maneira diferente, mas o objetivo é o mesmo". "Levemos em consideração o que nos une, não o que nos separa".

O campo está sendo preparado para a batalha. A mente das pessoas está ficando pronta para ser convencida de que um povo deve ser perseguido e eliminado.

"E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demónios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso". Apocalipse 16:12-14.

Quem somos

Somos um povo pacífico e não agredimos a ninguém. Vivemos em paz com o mundo e queremos ajudar a proteger a natureza e ensinar todos a ter uma vida ecologicamente correta. Rejeitamos todo e qualquer tipo de violência ou crime. Não somos fundamentalistas, muito menos terroristas. Somos apenas um povo que ama a Bíblia e a sua mensagem. Nosso único desejo é que seja-nos permitido que vivamos de acordo com esta mensagem que acreditamos ser o ideal de Deus para a humanidade, mas respeitamos a decisão de cada um, pois todos são livres para escolher. Acreditamos que a liberdade é um dom de Deus concedido à humanidade. Acreditamos que Deus escolheu um dia para que o homem descansasse de suas fadigas, ajudando também o planeta a descansar (Êxodo 20:8-11; Mateus 5:17-19; Marcos 2:27, 28; Atos 16:13). Acreditamos que Deus escolheu uma alimentação ecologicamente correta para o homem (Gênesis 1:29), mas que devido a destruição do mundo no dilúvio, a vegetação desapareceu e foi permitido ao homem que se alimentasse de animais (Gênesis 9:1-3), mas é desejo de Deus que retornemos à alimentação original, e ele começou a fazer esta mudança no povo de Israel (Levítico 11), primeiro ele tirou o imundo, e desejava que o povo continuasse a reforma no regime alimentar paulatinamente, até que depois tirasse a carne vermelha, depois a branca, até ficasse restringidos somente a derivados como leite, mel e ovo, complementando com frutas, verduras e legumes. Temos um conjunto de 28 doutrinas conheça cada uma delas clicando aqui.

02 julho 2009

Fifa repreende comemoração religiosa da seleção brasileira

A comemoração da seleção pelo título da Copa das Confederações e o comportamento dos jogadores brasileiros após a vitória sobre os Estados Unidos causam polêmica na Europa. A queixa é de que o time brasileiro estaria usando o futebol como palco para a religião.

A Fifa confirmou ao Estado que mandou um alerta à CBF pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, já que a manifestação ocorreu após o apito final. Ao final do jogo contra os EUA, os jogadores da seleção fizeram uma roda no centro do campo e rezaram. A Associação Dinamarquesa de Futebol é uma das que não estão satisfeitas com a Fifa e quer posição mais firme. Pede punições para evitar que isso volte a ocorrer.

Com centenas de jogadores africanos, vários países europeus temem que a falta de uma punição por parte da Fifa abra caminho para extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes europeus hoje.

Tanto a Fifa quanto os europeus concordam que não querem que o futebol se transforme em um palco para disputas religiosas, um tema sensível em várias partes do mundo. Mas, por enquanto, a Fifa não ousa punir a seleção brasileira. "A religião não tem lugar no futebol", afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi "exagerada". "Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora", disse o dirigente ao jornal Politiken, da Dinamarca.

Ao Estado, a entidade confirmou que espera que a Fifa tome "providências" e que busca apoio de outras associações. As regras da Fifa de fato impedem mensagens políticas ou religiosas em campo. A entidade prevê punições em casos de descumprimento. Por enquanto, a Fifa não tomou nenhuma decisão e insiste que a manifestação religiosa apenas ocorreu após a partida. Essa não é a primeira vez que o tema causa polêmica. Ao fim da Copa de 2002, a comemoração do pentacampeonato brasileiro foi repleta de mensagens religiosas.A Fifa mostrou seu desagrado na época. Mas disse que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã do mundo de comemorar à sua maneira. A entidade diz que está "monitorando" a situação. E confirma que "alertou a CBF sobre os procedimentos relevantes sobre o assunto". A Fifa alega que, no caso da final da Copa das Confederações, o ato dos brasileiros de se reunir para rezar ocorreu só após o apito final. E as leis apenas falam da situação em jogo.


NOTA Minuto Profético: Querer silenciar as pessoas quanto à sua fé ou sua ideologia política é violar um direito humano básico: a liberdade. Todos têm uma ideologia política e uma religião ainda que inconscientemente. A preocupação legítima e até necessária do Estado (e de entidades particulares) deve ser não misturar política e religião. Mas proibir a expressão religiosa em si é uma violação da liberdade. De mais a mais não custa perguntar: será que eles estariam preocupados se alguns jogadores estivessem defendendo o homossexualismo, o aborto ou a legalização das drogas? Tenho minhas dúvidas... A matéria acima parece mais refletir o perigoso espírito antireligioso moderno...

Nota Resta Uma Esperança: A liberdade religiosa está sendo minada a cada dia que passa, brevemente veremos um grande golpe nesta liberdade. Há algum tempo atrás alguns diziam que jamais esta liberdade poderia sofrer mudanças, principalmente em mundo onde a "democracia está em constante crescimento", mas o inimigo das almas se preocupou com os detalhes, e aos poucos foi minando a consciência das pessoas, o terrorismo foi fundamental neste aspecto, daí a grande importância do ataque terrorista em 2001 para a profecia Apocalíptica. Estamos à beira de maiores acontecimentos que irão definir quem estará apto para herdar o Reino dos Céus. Preparemo-nos já!!!

15 abril 2009

Grupos extremistas de direita crescem nos EUA, diz relatório

O número de grupos extremistas de direita está crescendo nos Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado nesta quarta-feira pelo governo americano.

Segundo o documento do Departamento de Segurança Interna, a eleição de Barack Obama, o primeiro presidente negro da história do país, e a crise econômica global podem ter tido influência neste aumento.

O relatório afirma que o aumento do desemprego e outros fatores internos ajudaram a criar um clima como o do início da década de 1990, quando aconteceu um aumento do número dos grupos racistas.

Este crescimento chegou ao fim em 1995 quando o FBI (a polícia federal americana) reprimiu uma série de grupos extremistas após o atentado a bomba na cidade de Oklahoma, atribuído a um extremista racista, Timothy McVeigh.

Além disso, após a eleição de Barack Obama houve um aumento no número de frequentadores de sites que pregam mensagens racistas.

"Solitários"

O estudo afirma que a ameaça oferecida pelo que chamou de "lobos solitários" e "pequenas células terroristas" é mais forte do que nos últimos anos.

Como exemplo, o documenta cita um incidente ocorrido há duas semanas na cidade de Pittsburgh, nordeste do país, quando três policiais foram mortos a tiros por Richard Poplawski, membro de um fórum na internet que prega a superioridade das pessoas brancas.

Mas o texto não apresenta referências a ameaças específicas que estariam sendo planejadas por extremistas.

Conservadores americanos dizem temer que as conclusões do estudo levem o governo a endurecer as leis de controle de armas e a restringir a liberdade de expressão.

Fonte BBC Brasil

Nota:
O inimigo dos sinceros está trabalhando arduamente para tirar a liberdade de expressão, civil e religiosa.

13 janeiro 2009

Freedom House denuncia retrocesso da liberdade no mundo

Taipé, 13 jan (EFE).- A liberdade no mundo retrocedeu pelo terceiro ano consecutivo em 2008, com declínio em 34 países e avanços em outros 14, afirmou hoje a ONG "Freedom House" na apresentação de seu relatório "Liberdade no Mundo" em Taiwan.

Entre as regiões mais negativas para a liberdade estão a África Subsaariana e a ex-repúblicas soviéticas Rússia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Quirguistão e Moldávia, acrescentou o relatório divulgado no Grand Hotel da capital da ilha, Taipé.

Na Ásia, houve avanços em direitos políticos, mas países como China seguem entre os últimos a liberdades do mundo, junto com Mianmar, Coréia do Norte e Laos, assinalou a professora Bridget Welsh, da Universidade Johns Hopkins, durante a apresentação.

Paquistão, Maldivas e Butão tiveram avanços e subiram de "não-livres" a "parcialmente livres", enquanto Bangladesh e Nepal também melhoraram.

Taiwan foi classificada como "livre" com os mesmos pontos que o Japão, Coréia do Sul, e na frente de Índia e Indonésia, que, ainda assim, também conseguiram esta classificação, assim como o Brasil.

Sobre os Estados Unidos, Freedom House considera que se produziram avanços de 2000 a 2005, mas que desde 2006 as liberdades estão retrocedendo.

"Embora o fomento da democracia seja bom, não justifica os erros nos enfoques do Governo de (George W.) Bush", assinalou Welsh, que acrescentou que "as violações de direitos humanos nos Estados Unidos prejudicam a causa mundial da liberdade".

A Freedom House é uma ONG com sede em Washington DC e com escritórios em cerca de uma dúzia de países, fundada por Wendell Willkie, Eleanor Roosevelt, George Field, Dorothy Thompson e Herbert Bayard Swope, entre outros, em 1941.

Originalmente, ela foi promovida contra a ameaça ideológica do nazismo, mas atualmente se define como "uma voz em favor da democracia no mundo". EFE

Fonte Portal G1

Nota: Com a Crise Financeira e com o, já declarado, combate ao aquecimento global por parte de Obama, a tendência é essa liberdade sofrer maiores ataques. É profético.

02 outubro 2008

EUA em Crise - Informação Importante - Preparação ainda mais.

Recebi um e-mail do irmão e amigo Jabson Lacerda, um dos responsáveis pelo site http://www.maravilhosojesus.com.br/, que depois de muita luta interna comigo mesmo, pois não quero causar pânico nas pessoas, resolvi postar, mas quero que esta informação sirva para cada leitor deste blog apenas para nos manter informado das coisas que acontecem ao redor do mundo. Não posso garantir se esta informação é 100% confiável, porém confio na pessoa que me enviou a informação. Resolvi postar esta informação pelo fato de ter como princípio a declaração de Paulo em I Tessalonicenses 5:21 "Examinai todas as coisas e retei o que é bom". Não quero causar pânico nas pessoas, repito, só quero que tenhamos o discernimento necessário para assimilar a informação e preparar-nos para enfrentar venha o que vier.

Ninguém sabe quando o fim irá acontecer, mas sabemos que está próximo, os acontecimentos apontam para isso.

Todas estas informações são procedentes de sites não adventistas. Só estou postando para questão de informação.

Fontes que você pode pesquisar para verificar estas informações:
http://www.cecac.org.br/MATERIAS/Bush_lei_marcial_EUA_07.htm
http://resistir.info/eua/rex_84.html
http://segredosdoplanetashan.blogspot.com/2008_09_26_archive.html

Links em Inglês:
http://www.infowars.net/Pages/Sept05/270905Martiallaw.htm
http://www.youtube.com/watch?v=OLpSJdIRM5o
http://www.globalresearch.ca/articles/CHO504B.html

Hoje são 02 de outubro de 2008 e ainda nada aconteceu. Creio que todas estas informações só servem para nos colocar em situação de pessoas informadas quanto à preparação de um cerco que está acontecendo contra os filhos de Deus. Quanto ao tempo que este cerco virá, não sabemos, só sabemos que virá e que o tempo de vir está próximo. Quero que saiba que o mais importante de tudo isso não é a informação, mas sim a nossa preparação. Como está sua vida com Deus? Como está sua lâmpada?

Eis o e-mail:

O plano de Lei Marcial arquitetado pelo governo Bush é tão chocante que nem mesmo alguns membros do Congresso podem vê-lo.

"O plano de Lei Marcial do presidente Bush desenvolvido no pós-terrorismo é tão chocante que mesmo membros do Congresso e da Segurança Interna foram impedidos de ver", diz um artigo do site Prison Planet.

Por exemplo, o artigo cita a diretiva PDD 51, onde diz que a execução de uma Lei Marcial pode ser feita a qualquer momento diante de uma emergência nacional declarada.

E uma nova legislação assinada em 9 de maio de 2007, declara que, "no caso de um 'evento catastrófico', o Presidente pode assumir o controle total do governo e do país, ultrapassando todos os outros níveis de governo no estado, federal, local, territorial e tribal, e, portanto, garantindo total poder ditatorial sem precedentes".

Lembrando que no caso de uma Lei Marcial decretada, há total permissão para "atirar para matar".

Prisão portátil em formato "bloco lego" assusta americanos.

Preparativos para uma guerra civil?

Fotos de "prisões de concreto" sendo descarregadas em vagões em Utah, no início deste mês, foram divulgadas na internet, provocando uma tempestade de discussões sobre a sua real finalidade.

As "prisões de concreto" aparentemente foram projetadas para que fosse possível agrupá-las lado a lado e/ou uma acima da outra, como "blocos lego".
Cada bloco parece conter 2 células de pouco mais de seis metros quadrados cada uma.

A pergunta que fica é: quem seriam os prisioneiros? Alguns especulam que sejam os próprios americanos rebelados nos distúrbios civis que vão ocorrer caso a economia americana entre *oficialmente* em colapso e Bush decrete a Lei Marcial e interrompa as eleições. Com certeza os americanos não vão gostar nada disso e vão se rebelar contra o governo e congresso.

Toda a economia dos EUA está em perigo, afirma Bush.

Bush faz apelo a partidos para que aprovem plano de resgate da economia.

Na TV, presidente dos EUA diz que a economia americana corre perigo.

Pacote, segundo ele, garantiria segurança financeira dos cidadãos.

O presidente dos EUA, George W. Bush, fez um apelo nesta quarta-feira (24) para que o Congresso aprove o plano de resgate da economia. Ele afirmou que o problema é grave e que, caso o plano de ajuda de US$ 700 bilhões não seja aprovado, a economia real - incluindo os empregos dos cidadãos americanos - podem ser postos em perigo.

George W. Bush se esforçou para mostrar que a ajuda não se destina a Wall Street, mas sim a proteger a economia e o contribuinte norte-americanos. Ele afirmou, por exemplo, que a "ação dramática do governo" é necessária neste momento e que, normalmente, acredita que "empresas que tomam más decisões devem sair do mercado". "Mas não estamos em uma situação normal", frisou.

Exército americano mobiliza tropas para "operação interna" a partir de 1-10.

Preparativos para uma guerra civil por causa da quebra da economia?

O blog investigativo "Hal Turner Show" denuncia que o exército americano está sendo mobilizado para "operações internas" de prontidão a uma possível chamada emergencial federal para combater distúrbios civis. As tropas estarão de prontidão a partir de 1-10.

"Os soldados estão aprendendo a usar armas denominadas "não-letais" projetadas para dominar os indivíduos incontroláveis ou perigosos e multidões. Não é nenhuma coincidência que o Exército está fazendo isto neste momento.", diz o blog.

14 setembro 2008

Vaticano quer punição de comediante que chamou Papa de "passivo"

"Dentro de vinte anos, o Papa estará onde ele deve estar, no inferno, atormentado por um grande número de demônios bufantes - e muito mais ativo, e não passivo, queridos ", disse a comediante italiana Sabina Guzzanti se referindo a interferência do Vaticano em questões como direitos dos homossexuais, durante um comício em Roma.

Devido a sua satirização, Guzzanti é acusada pelo vaticano de "ofender a honra da pessoa sagrada e inviolável" do Papa Bento XVI.

A instituição religiosa quer a punição da comediante e pressiona o Ministro da Justiça Italiana com base em uma lei de 1929, assinada pelo líder fascista Benito Mussoline, que determina que um insulto ao Papa tem a mesma relevância que um insulto ao Presidente italiano.

Fonte A Capa

Nota: Brevemente aqueles que acusam o Papa de a Besta de Apocalipse 13 estarão sofrendo o mesmo tipo de punição ou ainda pior. Isto é só uma amostra do que em breve está para acontecer.

25 agosto 2008

Mentira temível

Mentira temível
por Olavo de Carvalho em 21 de agosto de 2008

Resumo: O fascismo atrai ódio porque é uma relíquia macabra do passado. O comunismo está vivo e sua periculosidade não diminuiu nem um pouco. © 2008 MidiaSemMascara.org
O protesto do governo russo contra a equiparação moral de nazismo e comunismo condensa uma das falsificações históricas mais temíveis de todos os tempos. Temível pelas dimensões da mentira que engloba e duplamente temível pela credulidade fácil com que é acolhida, em geral, pelos não-comunistas e mesmo anticomunistas.

Até John Earl Haynes, o grande historiador do anticomunismo americano, subscreve esse erro: “Ao contrário do nazismo, que explicitamente colocava a guerra e a violência no cerne da sua ideologia, o comunismo brotou de raízes idealísticas.” Nada, nos documentos históricos, justifica essa afirmativa. Séculos antes do surgimento do nazismo e do fascismo, o comunismo já espalhava o terror e o morticínio pela Europa, atingindo um ápice de violência na França de 1793. A concepção mesma de genocídio – liquidação integral de povos, raças e nações – é de origem comunista, e sua expressão mais clara já estava nos escritos de Marx e Engels meio século antes do nascimento de Hitler e Mussolini.

O idealismo romantizado está na periferia e não no cerne da doutrina comunista: os líderes e mentores sempre riram dele, deixando-o para a multidão dos “idiotas úteis”. É significativo que Marx, Engels, Lênin, Stalin, Mao ou Che Guevara tenham dedicado pouquíssimas linhas à descrição da futura sociedade comunista e das suas supostas belezas, preferindo preencher volumes inteiros com a expressão enfática do seu ódio não somente aos burgueses e aristocratas, mas a milênios de cultura intelectual e moral, explicados pejorativamente como mera camuflagem ideológica do interesse financeiro e do desejo de poder. Entre os não-comunistas, a atribuição usual de motivos idealísticos ao comunismo não nasce de nenhum sinal objetivo que possam identificar nas obras dos próceres comunistas, mas simplesmente da projeção reversa da retórica de acusação e denúncia que nelas borbulha como num caldeirão de ódio. A reação espontânea do leitor ingênuo ante essas obras é imaginar que tanta repulsa ao mal só pode nascer de um profundo amor ao bem. Mas é próprio do mal odiar-se a si mesmo, e simplesmente não é possível que a redução de todos os valores morais, religiosos, artísticos e intelectuais da humanidade à condição de camuflagens ideológicas de impulsos mais baixos seja inspirada no amor ao bem. O olhar de suspicácia feroz que Marx e seus continuadores lançam sobre as mais elevadas criações dos séculos passados denota antes a malícia satânica que procura ver o mal em tudo para assim parecer mais suportável na comparação. Para aceitar como verdade a lenda do idealismo comunista, teríamos de inverter todos os padrões de julgamento moral, admitindo que os mártires que se deixaram matar na arena romana agiram por interesses vis, ao passo que os assassinos de cristãos na URSS e na China agiram por pura bondade.

Nos raros instantes em que algum dos teóricos comunistas se permite contemplar imaginativamente as supostas virtudes da sociedade futura, ele o faz em termos tão exagerados e caricaturais que só se podem explicar como acessos de auto-excitação histérica sem qualquer conexão com o fundo substantivo das suas teorias. Ninguém pode reprimir um sorriso de ironia quando Trotski diz que na sociedade comunista cada varredor de rua será um novo Leonardo da Vinci. Como projeto de sociedade, isso é uma piada – o comunismo inteiro é uma piada. Ele só é sério enquanto empreendimento de ódio e destruição.

Ademais, o protesto russo suprime, propositadamente, dois dados históricos fundamentais:

(1) O fascismo nasceu como simples dissidência interna do movimento socialista e não como reação externa. Sua origem está, comprovadamente, na decepção dos socialistas europeus com a adesão do proletariado das várias nações ao apelo patriótico da propaganda belicista na guerra de 1914. Fundados na idéia de que a solidariedade econômica de classe era um laço mais profundo e mais sólido do que as identidades nacionais – alegadamente invenções artificiosas da burguesia para camuflar seus interesses econômicos –, Lênin e seus companheiros de partido acreditavam que, na eventualidade de uma guerra européia, os proletários convocados às trincheiras se levantariam em massa contra seus respectivos governos e transformariam a guerra num levante geral socialista. Isso foi exatamente o contrário do que aconteceu. Por toda parte o proletariado aderiu entusiasticamente ao apelo do nacionalismo belicoso, ao qual não permaneceram imunes nem mesmo alguns dos mais destacados líderes socialistas da França e da Alemanha. Ao término da guerra, era natural que o mito leninista da solidariedade de classe fosse submetido a análises críticas dissolventes e que o conceito de “nação” fosse revalorizado como símbolo unificador da luta socialista. Daí a grande divisão do movimento revolucionário: uma parte manteve-se fiel à bandeira internacionalista, obrigando-se a complexas ginásticas mentais para conciliá-la com o nacionalismo soviético, enquanto a outra parte preferiu simplesmente criar uma nova fórmula de luta revolucionária – o socialismo nacionalista, ou nacional-socialismo.

Não deixa de ser significativo que, na origem do "socialismo alemão" – como na década de 30 era universalmente chamado –, a dose maior de contribuições financeiras para o partido de Hitler viesse justamente da militância proletária (v. James Pool “Who Financed Hitler: The Secret Funding of Hitler's Rise to Power, 1919-1933”, New York, Simon & Schuster, 1997). Para uma agremiação que mais tarde os comunistas alegariam ser puro instrumento de classe da burguesia, isso teria sido um começo bem paradoxal, se essa explicação oficial soviética da origem do nazismo não fosse, como de fato foi e é, apenas um engodo publicitário para camuflar ex post facto a responsabilidade de Stalin pelo fortalecimento do regime nazista na Alemanha.

2) Desde a década de 20, o governo soviético, persuadido de que o nacionalismo alemão era um instrumento útil para a quebra da ordem burguesa na Europa, tratou de fomentar em segredo a criação de um exército alemão em território russo, boicotando a proibição imposta pelo tratado de Versailles. Sem essa colaboração, que se intensificou após a subida de Hitler ao poder, teria sido absolutamente impossível à Alemanha transformar-se numa potência militar capaz de abalar o equilíbrio mundial. Parte da militância comunista sentiu-se muito decepcionada com Stalin quando da assinatura do famoso tratado Ribentropp-Molotov, que em 1939 fez da União Soviética e da Alemanha parceiros no brutal ataque imperialista à Polônia. Mas o tratado só surgiu como novidade escandalosa porque ninguém, fora dos altos círculos soviéticos, sabia do apoio militar já velho de mais de uma década, sem o qual o nazismo jamais teria chegado a constituir uma ameaça para o mundo. Denunciar o nazismo em palavras e fomentá-lo mediante ações decisivas foi a política soviética constante desde a ascensão de Hitler – política que só foi interrompida quando o ditador alemão, contrariando todas as expectativas de Stalin, atacou a União Soviética em 1941. Tanto do ponto de vista ideológico quanto do ponto de vista militar, o fascismo e o nazismo são ramos do movimento socialista. (Deixo de enfatizar, por óbvia demais, a origem comum de ambos os regimes no evolucionismo e no "culto da ciência". Quem deseje saber mais sobre isto, leia o livro de Richard Overy, “The Dictators. Hitler’s Germany, Stalin’s Russia” New York, Norton, 2004.)

Mas ainda resta um ponto a considerar. Se o comunismo se revelou uniformemente cruel e genocida em todos os países por onde se espalhou, o mesmo não se pode dizer do fascismo. A China comunista logo superou a própria URSS em furor genocida voltado contra a sua própria população, mas nenhum regime fascista fora da Alemanha jamais se comparou, nem mesmo de longe, à brutalidade nazista. Na maior parte das nações onde imperou, o fascismo tendeu antes a um autoritarismo brando, que não só limitava o uso da violência aos seus inimigos armados mais perigosos, mas tolerava a coexistência com poderes hostis e concorrentes. Na própria Itália de Mussolini o governo fascista aceitou a concorrência da monarquia e da Igreja – o que já basta, na análise muito pertinente de Hannah Arendt, para excluí-lo da categoria de "totalitarismo". Na América Latina, nenhuma ditadura militar – "fascista" ou não – jamais alcançou o recorde de cem mil vítimas que, segundo os últimos cálculos, resultou da ditadura comunista em Cuba. Comparado a Fidel Castro, Pinochet é o menino-passarinho. Em outras áreas do Terceiro Mundo, nenhum regime alegadamente fascista fez nada de parecido com os horrores do comunismo no Vietnam e no Cambodja. O nazismo é uma variante especificamente alemã do fascismo, e essa variante se distinguiu das outras pela dose anormal de violência e crueldade que desejou e realizou. Em matéria de periculosidade, o comunismo está para o fascismo assim como a Máfia está para um estuprador de esquina. Mas não podemos esquecer aquilo que diz Sto. Tomas de Aquino: a diferença entre o ódio e o medo é uma questão de proporção – quando o agressor é mais fraco, você o odeia; quando é mais forte, você o teme. É fácil odiar o fascismo simplesmente porque ele sempre foi mais fraco do que o comunismo e sobretudo porque, como força política organizada, está morto e enterrado. O fascismo jamais teve a seu serviço uma polícia secreta das dimensões da KGB, com seus 500 mil funcionários, orçamento secreto ilimitado e pelo menos cinco milhões de agentes informais por todo o mundo. Mesmo em matéria de publicidade, as mentiras de Goebbels eram truques de criança em comparação com as técnicas requintadas de Willi Münzenberg e com a poderosa indústria de desinformatzia ainda em plena atividade no mundo. Se, no fim da II Guerra, a pressão geral das nações vencedoras colocou duas dúzias de réus no Tribunal de Nuremberg e inaugurou a perseguição implacável a criminosos de guerra nazistas, que dura até hoje, o fim da União Soviética foi seguido de esforços gerais para evitar que qualquer acusação, por mínima que fosse, recaísse sobre os líderes comunistas responsáveis por um genocídio cinco vezes maior que o nazista. No Camboja, o único país que teve a coragem de esboçar uma investigação judicial contra os ex-governantes comunistas, a ONU fez de tudo para boicotar essa iniciativa, que até hoje se arrasta entre mil entraves burocráticos, aguardando que a morte por velhice livre os culpados da punição judicial. O fascismo atrai ódio porque é uma relíquia macabra do passado. O comunismo está vivo e sua periculosidade não diminuiu nem um pouco. O temor que inspira transmuta-se facilmente em afetação de reverência exatamente pelos mesmos motivos com que o entourage de Stalin fingia amá-lo para não ter de confessar o terror que ele lhe inspirava.

Fonte Mídia Sem Máscara

05 agosto 2008

O Brasil rumo à ditadura homossexual

Luiz Sérgio Solimeo em 01 de agosto de 2008

Resumo: Um projeto de lei, já aprovado na Camara dos Deputados do Brasil e que se encontra em discussão no Senado dá uma idéia do tipo de ditadura que o Movimento Homossexual pretende impor ao mundo cristão. © 2008 MidiaSemMascara.org

Um projeto de lei, já aprovado na Camara dos Deputados do Brasil e que se encontra em discussão no Senado, nos dá uma idéia do tipo de ditadura que o Movimento Homossexual pretende impor ao mundo cristão.

Se esse projeto se transformar em lei ele punirá, com pena de prisão, todo aquele que criticar a prática ou a ideologia homossexual. Isto daria grande força para o movimento homossexual pelo mundo afora, reforçando o mesmo nos diversos países.

Ao mesmo tempo, tal projeto desmascara os verdadeiros objetivos do movimento homossexual, o que é de suma importância para todos aqueles que, por toda a parte, amam a liberdade.

Perseguição religiosa

O bispo de Dourados, no Estado de Mato Grosso do Sul, Dom Redovino Rizzardo, escrevendo sobre esse projeto de lei advertiu:

"O Senado Federal está apreciando o Projeto de Lei 122/2006, destinado a proteger a quem opta por atitudes e práticas homossexuais. ... Se aprovado, o projeto criará situações constrangedoras para a Igreja Católica que, em seu proceder, procura se pautar pelo Evangelho. Assim, um sacerdote que, em sua homilia, condenar o homossexualismo, poderá ser julgado por 'ação constrangedora de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica'. A decisão do reitor de não admitir no seminário um candidato homossexual poderá lhe acarretar de três a cinco anos de reclusão."[1]

Homossexualismo não é fonte de direitos

O Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz − que se tem destacado no combate ao aborto e ao homossexualismo − publicou significativo artigo contra o projeto de lei, inserindo-o numa perspectiva mais ampla: a sistemática ofensiva do governo do atual presidente socialista do Brasil − Luís Inácio Lula da Silva − contra a vida e contra a família, em oposição frontal a princípios fundamentais da moral católica.

Em seu artigo, sob o título O governo Lula e o combate à castidade, Pe. Lodi estabelece o nexo entre o movimento abortista e o movimento homossexual:

"No governo Lula, a causa pró-aborto — que ataca diretamente a vida humana — anda de mãos dadas com a causa pró-homossexualismo — que ataca frontalmente a virtude da castidade, sobre a qual se funda a família. Desde o início de 2003, o governo vem fazendo todo o possível, seja internamente, seja perante a comunidade internacional (ONU e OEA), para glorificar o homossexualismo e tratar como criminosos ("homofóbicos") os que se opõem à conduta homossexual." [2]

Depois de fazer um elenco cronológico de todas as medidas do Governo Lula no sentido de favorecer o homossexualismo, o Pe. Lodi da Cruz analisa o atual projeto em discussão no Senado, o qual transformará o homossexualismo numa fonte de privilégio:

"Que significa isso? Que além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todas as pessoas, os praticantes do homossexualismo terão direitos em virtude do homossexualismo por eles praticado. O projeto pretende dar aos homossexuais direitos, não na qualidade de pessoas, mas na qualidade de homossexuais. Ora, o homossexualismo (entendido como prática da conjunção carnal entre pessoas do mesmo sexo) é um vício contra a natureza, que não pode acrescentar direito algum a alguém."[3]

O vício transformado em fonte de mérito

Por seu lado, a advogada Maria das Dores Dolly Guimarães pondera que, de acordo com o projeto, "o homossexualismo deixará de ser um vício para ser um mérito. E quem ousar criticar tal conduta será tratado como criminoso." [4]

"Os primeiros a sofrerem perseguição serão os cristãos", enfatiza a advogada, que é presidente da Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida.

Ela exemplifica com alguns artigos do projeto de lei:

"A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno ('manifestação de afetividade') por homossexuais (art. n.º 7)". Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças, após descobrir que ela é lésbica (art. n.º 4).

"A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo n.º 8: 'ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica'", acrescenta, acentuando que "o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual poderá ser condenado a 3 a 5 anos de reclusão (art. n.º 5)."[5]

"Lei da Mordaça Gay"

Esse projeto de lei está sendo conhecido no Brasil como "Lei da Mordaça Gay", uma vez que, caso aprovado, tornará ilegal qualquer condenação ou crítica que se faça à prática homossexual.

Esse é justamente o tílulo do estudo do advogado Paulo Medeiros Krause: A lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo[6], no qual afirma:

"O projeto é flagrantemente inconstitucional e significa a implantação do totalitarismo e do terrorismo ideológico de Estado, com manifesta violação dos direitos à igualdade, à livre manifestação do pensamento, à inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença, à não-discriminação por motivos de crença religiosa, convicção filosófica e política, e ao devido processo legal material ou substantivo (art. 5.º, caput, IV, VI, VIII, LIV, da Constituição)."[7]
Em outro artigo sobre o mesmo tema, o Dr. Krause mostra o aspecto ideológico marxista subjacente ao projeto em questão:

"O que está por trás realmente do projeto de lei de homofobia é a tentativa de impor a todos o dogma da moralidade ou naturalidade do homossexualismo, que não é científico, mas de origem ideológica, marxista, tornando-se penalmente punível a contestação a essa pretensa verdade. Nada mais truculento. Nada mais inadmissível. Trata-se de evidente policiamento ideológico. .... Por certo, a lei não poderia obrigar quem quer que fosse a aceitar o dogma da infalibilidade papal. Todavia, almeja-se impor aos brasileiros o dogma da infalibilidade de Erich Fromm e Herbert Marcuse."[8]

Homossexualidade não é "gênero", é conduta

O Prof. Uziel Santana, da Universidade Federal do Sergipe, explica de maneira simples e categórica o porque a "Lei da Mordaça Gay" é inconstitucional:

"Por que o Projeto de Lei 122/2006 é inconstitucional? É inconstitucional porque a Constituição Federal estabelece, no art. 5º, como direito e garantia fundamental, que, primeiramente, "homens" e "mulheres" são iguais em direitos e obrigações, de modo que a Constituição não reconhece um terceiro gênero: o homossexual. E, se assim o é, como um projeto de lei ordinária pode tentar estabelecer super-direitos e a impossibilidade absoluta de crítica a um grupo de pessoas que, enquanto homossexuais, nem reconhecidos são pela Constituição? Para a Magna Carta, queiram eles ou não, estes são homens ou mulheres."[9]

Implantação de um regime policial

Podemos concluir esta resenha sobre o perigo que corre o Brasil de se transformar na primeira Ditadura Homossexual do mundo, com as seguintes considerações do já citado bispo de Dourados, Dom Revidio Rizzato:

"Pelo que tudo indica, a partir da vigência do decreto de lei, além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todos os cidadãos brasileiros, os homossexuais terão privilégios e benesses que derivam de sua opção sexual. Em contrapartida, todos aqueles que não se conformam com comportamentos homossexuais, deverão silenciar ou preparar-se para ocupar uma cela em algum presídio do país."[10]

Fonte Mídia Sem Máscara

11 julho 2008

Liberdade? Onde? Isso ainda existe?

As informações que chegam através da mídia são preocupantes. Estão tirando nossa liberdade de uma maneira tão sutil que muitos não percebem. Os telefones e internet estão sendo monitorados, os e-mail estão sendo interceptados, até as contas bancárias estão sendo monitoradas por um tal de COAF de Brasília. Tudo é feito em nome da segurança.

A segurança é direito garantido pela constituição, isso não discutimos, mas o que nos preocupa são os ataques à liberdade que estão sendo feitos em todo o mundo. Os EUA acabam de aprovar uma lei que permite escutas telefônicas sem autorização judicial. Em alguns países europeus isso já acontece clique aqui e veja.

Alguns anos atrás quando falei sobre os eventos de Apocalipse 13 para um amigo, este me disse que em um mundo onde o comunismo estava sendo instinto jamais seria tirado a liberdade dos cidadãos, ele disse ainda que este tipo de atitude remontaria à idade medieval. Eu respondi para ele e disse: brevemente veremos quem tem a razão, você ou a Bíblia.

Com os desastres naturais ocasionados pelo Aquecimento Global é evidente que a liberdade sofrerá maiores ataques. Isto já foi anunciado. Vejam as postagens neste blog e muitos outros como o Diário da Profecia e Minuto Profético.

O Livro o Grande Conflito deve ser muito usado para pregar utilizando estas informações, depois da Bíblia, é claro, ele é a melhor ferramenta que temos. Os comentários de Ellen White sobre as profecias bíbilicas se tornam cada vez mais verdadeiros. O que dirão agora os críticos dela diante de tantas evidências?

Líder americano assina lei que autoriza grampos sem autorização judicial para combater o terrorismo

Bush assina lei que autoriza escutas nos EUAWASHINGTON - O presidente americano George W. Bush disse nesta quinta-feira, 10, que a nova lei de escutas ajuda o serviço secreto a proteger os cidadãos e previne o país de novos atentados terroristas. Em declarações na Casa Branca, em uma cerimônia para promulgar a medida, Bush qualificou o projeto como "vital" para os esforços da inteligência em vigiar de maneira "rápida e efetiva" a comunicação dos terroristas no exterior.

Veja também: Senado americano aprova lei que autoriza escutas telefônicas

O líder americano falou após o Senado aprovar na quarta-feira a reforma de uma lei de espionagem que concede imunidade às empresas de telecomunicações que colaboram com o governo em seus esforços de identificar suspeitos de terrorismo através de escutas telefônicas.

Entre outros elementos, o projeto autoriza os grampos sem permissão judicial nas redes de telecomunicação dos Estados Unidos, seja para investigar americanos ou estrangeiros.

Dessa forma, os EUA reformam a chamada "Lei de Supervisão de Dados da Inteligência sobre Estrangeiros" (FISA), de 1978, que ainda não incluía as novas tecnologias como telefones celulares e internet.

Bush acrescentou que uma das lições mais importantes que aprendeu no governo após os atentados de 11 de setembro foi que os serviços de inteligência não dispunham dos instrumentos necessários para vigiar a comunicação de suspeitos de terrorismo no exterior.

Os atentados de 11 de setembro mudaram os EUA "para sempre", indicou Bush, que disse ainda que neste momento se deu conta de que "os violentos extremistas não medem esforços para matar."

"Levando isso em conta, não imaginávamos que estaríamos hoje aqui, sete anos depois, sem nenhum outro atentado em solo americano", completou.

O projeto foi discutido de modo acalorado no Congresso durante meses. A aprovação foi uma grande vitória para o governo impopular de Bush, que conseguiu sucesso no Congresso quando foram debatidos temas de segurança nacional e espionagem.

A União Americana de Liberdades Civis (ACLU) declarou que a lei "dá ao governo um cheque em branco para interceptar sem autorização judicial as comunicações internacionais de americanos inocentes". Antes da sanção presidencial, a ACLU informou que contestaria a medida nos tribunais.

Fonte O Estadão

Nota: Sempre ações desta natureza vêm como sendo benéficas para a população. Mas já conhecemos os resultados. A liberdade individual está correndo sério perigo.

10 julho 2008

Lei proíbe manifestação contra o poder papal

Uma nova lei vai permitir que as autoridades australianas proíbam, e eventualmente prendam, pessoas que provocarem os fiéis e peregrinos que estiverem em Sydney durante a visita do Papa no fim de julho, informa nesta quarta, a agência AP.

A nova regulamentação prevê multa de até US$ 5,3 mil (R$ 8,5 mil). A reação popular foi imediata e a cidade recebeu um pequeno protesto de um grupo que fez pouco caso da nova lei. Na manifestação cartazes e camisetas questionavam a existência de Deus.

O papa Bento XVI desembarca em Sydney no dia 15 de julho para participar do Dia Mundial da Juventude que acontece na cidade até o dia 20. O evento espera atrair pelo menos 125 estrangeiros.

Fonte: Terra

NOTA: É muito importante manter a lei e a ordem dentro das sociedades. Todavia, proibir a livre manifestação do pensamento é um ato arbitrário e remonta à Idade Média (ainda mais preocupante é o fato desta lei ter sido aprovada em benefício do poder papal).

Fonte - Minuto Profético

21 junho 2008

BUSH PEDE QUE CONGRESSO APROVEI LEI DAS ESCUTAS TELEFÔNICAS

WASHINGTON, 20 JUN (ANSA) - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, pediu hoje que o Congresso aprove o mais rápido possível a lei que autoriza a implantação de grampos telefônicos, com o objetivo de combater o terrorismo. As duas câmaras chegaram a um acordo após as discordâncias entre os dois partidos sobre o texto da lei que Bush considera indispensável na luta contra o terrorismo. Um dos obstáculos para a aprovação da lei é o destino das ações legais contra as companhias telefônicas que colaboraram com processos de espionagem sem seguir os procedimentos previstos. Bush disse hoje na Casa Branca que a lei ajudará os Estados Unidos a desmantelar planos de ataque contra o país.

Fonte (ANSA) 20/06/2008 12:43

Nota: Desde do ataque em 11 de setembro de 2001, os EUA tem feito mudanças severas na sua constituição, mudanças que atingem a liberdade e privacidade das pessoas, estas mudanças são vistas hoje como sendo necessárias para combater o terrorismo, mas na verdade elas terão impacto muito maior na vida dos fiéis filhos de Deus que viverão nos últimos dias desta terra. As mudanças na constituição Norte Americana para a imposição de uma lei que obrigue a guarda de um dia da semana, tirando assim, a liberdade das pessoas, se não já foram, estão a ponto de serem concretizadas. O país da democracia e da liberdade se tornaria o país da tirania e da perseguição ("Tendo aparência de cordeiro, mas falava como um Dragão". Apocalipse 13:11)

20 junho 2008

ONU proíbe que se fale de religião no Conselho de Direitos Humanos

Os oradores ante o Conselho de Direitos Humanos da ONU devem se abster de discutir questões religiosas, segundo uma decisão adotada pelo presidente dessa instância, depois de uma acirrada discussão entre países muçulmanos e ocidentais.

O direito de criticar a sharia (lei muçulmana) e o destino das mulheres nos países que a aplicam gerou uma acalorada discussão na noite de segunda-feira ante o Conselho de Direitos Humanos reunido em Genebra.

A discussão concluiu com uma declaração do presidente do conselho, o embaixador romeno Doru Romulus Costea, que deu a ordem ao representante de duas ONGs de se absterem de qualquer julgamento de valor sobre uma crença ou uma lei religiosa.

As críticas do Egito, Paquistão e Irã caíram sobre um orador que leu uma declaração conjunta das ONGs Associação para a Educação Mundial e União Ética e Humanística Internacional denunciando o apedrejamento de mulheres adúlteras e o casamento de meninas de 9 anos, praticados nos países "que aplicam a sharia".

"O Islã não será crucificado ante este Conselho", exclamou o representante do Egito, Amr Roshdy, que ameaçou solicitar uma votação no Conselho de Direitos Humanos para fazer calar o orador, acusando-o de islamofobia.

O presidente suspendeu então a sessão e, ao retomá-la, leu sua declaração pedindo que os temas religiosos não sejam mencionados.

Fonte - Elnet

Nota DDP:Por enquanto a proibição será intra muros. Mas certamente se espalhará para um mundo globalizado onde se pretende implantar um governo único, que exige somente uma religião.

ECOmenismo: o controle da liberdade

Václav Klaus, Presidente da República Tcheca, denuncia em seu livro, Blue Planet in Green Shackles (Planeta Azul, Obstáculos Verdes) [Outra tradução: O Planeta Azul em Algemas Verdes], publicado pelo Competitive Enterprise Institute, que o movimento para "salvar" o meio ambiente foi tomado por ideólogos que defendem o controle total do governo sobre as nossas vidas. Ele diz que o ambientalismo pode ser considerado uma forma de comunismo, socialismo ou mesmo fascismo. De qualquer forma que o chamemos, o resultado será a extinção da liberdade humana. [Leia toda a matéria aqui]