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27 outubro 2011

Assis 2011: Bento XVI pede união das religiões contra o terrorismo

Papa reúne 300 líderes religiosos e académicos, alertando para «novas e assustadoras fisionomias» do mal

Assis, Itália, 27 out 2011 (Ecclesia) – Bento XVI pediu aos líderes religiosos de todo o mundo reunidos em Assis (Itália) um empenho conjunto "na luta pela paz", perante “novas e assustadoras fisionomias” de violência como o terrorismo.

“Que, no caso em questão, a religião motive de facto a violência é algo que, enquanto pessoas religiosas, nos deve preocupar profundamente”, alertou, durante um encontro que reúne mais de 300 líderes religiosos e académicos, recordando as “vidas humanas inocentes, que acabam cruelmente ceifadas ou mutiladas”.

O Papa considera que, com o terrorismo, “é posto de lado tudo aquilo que era comummente reconhecido e sancionado como limite à violência no direito internacional”.

“Sabemos que, frequentemente, o terrorismo tem uma motivação religiosa e que precisamente o caráter religioso dos ataques serve como justificação para esta crueldade monstruosa, que crê poder anular as regras do direito por causa do «bem» pretendido”, lamentou.

Para Bento XVI, nestes casos “a religião não está ao serviço da paz, mas da justificação da violência”.
O discurso papal criticou as situações em que a violência é “exercida por defensores de uma religião contra os outros”.

“Esta não é a verdadeira natureza da religião. Ao contrário, é a sua deturpação e contribui para a sua destruição”, disse Bento XVI.

Neste contexto, o Papa recordou os momentos em que, “na história, também se recorreu à violência em nome da fé cristã”.

“Reconhecemo-lo, cheios de vergonha. Mas, sem sombra de dúvida, tratou-se de um uso abusivo da fé
cristã, em contraste evidente com a sua verdadeira natureza”, observou.

A jornada de oração e reflexão pela paz e a justiça no mundo, na terra natal de São Francisco (1182-1226), celebra a primeira iniciativa do género, promovida por João Paulo II há 25 anos.

Bento XVI passou em revista o cenário mundial neste quarto de século, após a queda do muro de Berlim, que aconteceu “sem derramamento de sangue”.

“A vontade de ser livre foi mais forte do que o medo face a uma violência que já não tinha nenhuma cobertura espiritual. Sentimo-nos agradecidos por esta vitória da liberdade, que foi também e sobretudo uma vitória da paz”, referiu o Papa alemão.

Para Bento XVI, no entanto, “infelizmente” não se pode dizer que “desde então a situação se caraterize por liberdade e paz”.

“Embora a ameaça da grande guerra não se aviste no horizonte, todavia o mundo está, infelizmente, cheio de discórdias”, assinalou.

Esta iniciativa conta com a presença de vários prelados católicos, 17 delegações das Igrejas cristãs do Oriente - incluindo o Patriarca Bartolomeu I de Constantinopla (Igreja Ortodoxa) -, 13 Igrejas ocidentais – entre os quais o primaz anglicano, arcebispo Rowan Willams -, uma representação do Grão Rabinato de Israel (judaísmo) e outros 176 representantes de tradições religiosas, para além de quatro não crentes.
Do Médio Oriente e dos países árabes chegaram 48 muçulmanos a Assis, cidade na qual se reuniram líderes religiosos em encontros similares convocados por João Paulo II, em 1986, 1993 e 2002.

Fonte Agência Ecclesia

Nota: Ao mencionar a "violência em nome da fé cristã" ocorrida no passado, BXVI se referia ao período negro da ICAR. Por mais que peçam desculpas, perdão e se envergonhem deste passado, ele marcará para sempre a fase negra que viveu a Igreja Romana, principalmente por que a profecia falou que iria voltar a acontecer no futuro (Apocalipse 12-16), este é o motivo da minha, ou melhor, da nossa preocupação.

Nós, adventistas, repudiamos toda e qualquer forma de terrorismo. Estou pronto para combater e, se necessário, unir-me contra este grande mal.

No entanto, essa informação me deixa preocupado, porque os terroristas são religiosos que afirmam ser o "povo de Deus", será que mais tarde essa união não poderá se virá contra todos aqueles que afirmarem o mesmo?

05 janeiro 2010

EUA fecham cerco a cidadãos de 14 países


Novas regras de segurança nos voos atingem especialmente nações islâmicas

Já muito rigorosas desde o Natal, quando um nigeriano tentou explodir um avião pouco antes do pouso em Detroit, as medidas de segurança nos voos com destino aos EUA ficaram desde ontem ainda mais duras. Desta vez, porém, o alvo é mais específico: cidadãos de 14 países, além de passageiros de outras nacionalidades que passarem por essas nações.

A lista inclui quatro países considerados pelos EUA como patrocinadores do terrorismo – Irã, Sudão, Síria e Cuba. Das 14 nações, 13 são islâmicas ou têm grande população muçulmana. Os passageiros vindos desses locais serão submetidos, no ponto de origem ou nos países em que fizerem escala rumo aos EUA – na Europa, por exemplo –, a revistas e a exames com scanner corporal (quando diponível), entre outras medidas. A bagagem de mão também será revistada. A Administração da Segurança nos Transportes (TSA) americana anunciou as novas regras na noite de domingo, poucas horas antes de sua entrada em vigor.

As mudanças fazem parte da reação americana ao atentado frustrado realizado pelo nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab, que tentou explodir um avião da Northwest Airlines com quase 300 pessoas a bordo pouco antes da aterrissagem. Abdulmutallab, que teria sido treinado pelo braço da rede Al-Qaeda no Iêmen, passou pelos sistemas de segurança em Amsterdã, na Holanda, e foi dominado por passageiros e tripulantes após tentar detonar explosivos que trazia ocultos na cueca.

Ontem, no primeiro dia de aplicação das novas regras, houve dúvidas nos aeroportos e discussões sobre os limites entre segurança e liberdades civis – já que, na prática, os passageiros de 14 países serão discriminados. A ministra de Informação e Comunicação da Nigéria, Dora Akunyili, questionou a inclusão do país na lista.

– É injusto discriminar 150 milhões de nigerianos por conta do comportamento de uma única pessoa – afirmou, referindo-se a Abdulmutallab.

Nos EUA, o aeroporto Newark Liberty viveu momentos de tensão quando um homem entrou na área de embarque sem passar pela segurança. A falha, ocorrida ainda no domingo, resultou em grandes atrasos.

Fonte Zero Hora

Nota: Assista a palestra Crises Mundiais e o Fiel Servo de Deus.

01 janeiro 2010

Um atentado frustrado que gerou mais segurança e menos privacidade. Controle Mundial. Leia as notícias sobre o aumento da segurança em diversos paises.


Polícia alemã testa scanner corporal para segurança aérea

A polícia alemã está testando há um ano e meio os sistemas de scanner corporal para melhorar a segurança aérea, informaram nesta terça fontes policiais, depois que, nos últimos dias, aumentaram os controles dos passageiros com destino aos Estados Unidos.

Os testes acontecem a portas fechadas, em dependências policiais de Lübeck (norte do país), e, até o momento, não foi elaborado nenhum relatório sobre sua eficiência nem estabelecido quanto tempo durarão as provas, acrescentou essa fonte.

As autoridades alemãs, assim como outros países europeus e do resto do mundo, aumentaram o esquema de segurança e controle dos viajantes para os EUA, após a tentativa de atentado realizada por um nigeriano em um avião que fazia a rota Amsterdã-Detroit.

Os passageiros com destino aos EUA devem se apresentar nos aeroportos antes do habitual, mas essas medidas provocaram alguns atrasos nas decolagens desses voos.

A tentativa de atentado no avião com destino a Detroit abriu um debate na Alemanha sobre segurança aérea, enquanto alguns especialistas advertem que esta não pode ficar 100% garantida nem mesmo com scanner corporal, que também representa uma restrição do direito à privacidade.

Por enquanto, a União Europeia (UE) não autorizou a instalação desses aparelhos de maneira generalizada nos aeroportos, devido à oposição manifesta do Parlamento Europeu, em outubro de 2008, a sua implantação.

O sindicato da Polícia alemã reivindicou um reforço dos efetivos nos aeroportos e lembrou que parte das funções de controle foram repassadas para vigilantes e empresas privadas.

Fonte Terra

Holanda anuncia scanner corporal para passageiros com destino aos EUA

Bruxelas, 30 dez (EFE).- Os passageiros que voarem da Holanda aos Estados Unidos serão submetidos em três semanas ao scanner corporal, anunciou hoje a ministra do Interior holandesa, Guusje ter Horst.

A aplicação desta tecnologia acontece depois do atentado frustrado durante um voo entre Amsterdã e Detroit (EUA), no último dia 25, quando o nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab tentou cometer um atentado contra o avião.

"Nosso ponto de vista é que o scanner corporal poderia ter ajudado" a detectar o explosivo, disse Ter Horst, durante uma entrevista coletiva, embora tenha reconhecido que "não temos uma certeza de 100%".

O plano das autoridades holandesas é introduzir esse tipo de scanner no aeroporto de Schiphol, o único do país com voos aos EUA e um dos mais importantes da Europa.

Este tipo de tecnologia foi rejeitada por organizações de consumidores na Europa, já que pode mostrar uma imagem muito detalhada do corpo dos passageiros.

Ter Horst disse que alguns aparelhos de scanner deste tipo já estão em operação, mas que outros têm que ser equipados com um programa de informática específico para que as imagens sejam analisadas por um computador, e não por pessoas, a fim de garantir o respeito à privacidade.

A ministra holandesa disse que a introdução do scanner será feita devido à insistência das autoridades de segurança americanas. ´

Fonte Último Segundo

Nigéria adotorá scanners

O governo nigeriano tornou obrigatório o uso de scanners 3D em aeroportos. A medida vem após o ataque terrorista fracassado que poderia ter explodido um avião saído do Iêmen, com 300 passageiros.

Os quatro aeroportos internacionais do país terão as máquinas. O passageiro que se recusar a passar pelo scanner será proibido de entrar no avião. As máquinas também serão uma forma eficiente de lidar com o tráfico de drogas.

Além da Nigéria, a Holanda também decidiu adotar scanners para segurança em aeroportos.

Fonte Opinião e Notícia

Leia também Scanner Corporal para segurança divide Alemanha

Nota: Assim como o Aquecimento Global está sendo utilizado como desculpa para restringir a liberdade das pessoas, o terrorismo está sendo usado para o controle dos povos. Nada contra a ecologia e sou totalmente contra o terrorismo, mas devemos estar alerta quanto a estes acontecimentos que contribuem para o cumprimento profético.

Baixe a Palestra: As Crises Mundiais e o Fiel Servo de Deus e entenda o porque, clique aqui para baixar.

27 novembro 2008

Nova Iorque: Estado de alerta após ameaça de atentado

Nova Iorque – Foi reforçada a segurança no estado de Nova Iorque após o anúncio de um possível atentado terrorista da Al-Qaeda na rede de metropolitano nova-iorquina, durante o fim-de-semana prolongado do dia de Acção de Graças.
A polícia de Nova Iorque ficou alerta após a informação não fundamentada de que haveria «planos de terroristas da Al-Qaeda para atacar em massa os transportes de Nova Iorque e imediações.»

Apesar de ser comum este tipo de alertas, a polícia resolveu reforçar a segurança na rede de transportes. O departamento norte-americano de Segurança Interna e o FBI consideram as ameaças credíveis e um porta-voz do FBI confirmou a existência de «informações plausíveis, mas não confirmadas, de que a Al-Qaeda terá discutido» um plano terrorista contra o sistema de transportes da cidade de Nova Iorque e arredores.»

O nível de alerta nacional não foi alterado, cabendo às autoridades locais e estaduais adoptar as medidas que considerem adequadas. Sendo assim, as autoridades optaram por aumentar a segurança nos sistemas de transportes, e aumentar do policiamento e do controlo de passageiros.

Fonte Jornal Digital

19 novembro 2008

'Mensagem da Al-Qaeda' diz que Obama traiu raízes

Uma gravação divulgada nesta quarta-feira, atribuída ao segundo em comando da rede extremista Al-Qaeda, Ayman Al-Zawahiri, critica o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, dizendo que ele traiu suas raízes negras e muçulmanas.

Na mensagem, o suposto Zawahiri diz que Obama “representa o oposto de negros americanos honrados como Malik Shabazz, conhecido também como Malcolm X” e se refere a Obama com um “escravo da casa”.

“Você nasceu de um pai muçulmano, mas decidiu ficar do lado dos inimigos do Islã e rezar como um judeu, embora diga ser um cristão, para que pudesse subir a escada da liderança dos Estados Unidos. Você subiu com o apoio de Israel.”

“Não é estranho que Malcolm X tenha sido morto enquanto você subia a escada para liderar as mais criminosas forças na história e liderar a mais violenta campanha contra os muçulmanos. A declaração de Malcolm X sobre escravos da casa se aplica a você, (o ex- secretário de Estado americano) Colin Powell, (a atual secretária de Estado, Condoleezza) Rice e outros parecidos”, diz o suposto Zawahiri na gravação.

Malcolm X, o ativista muçulmano que defendeu os direitos dos negros americanos na década de 50 e 60, usou a expressão “negro da casa” para se referir a afro-americanos que havia traído suas raízes, em uma conotação de que essas pessoas seriam serviçais dos brancos.

Afeganistão

Na mensagem, Zawahiri também condena os planos de Obama de enviar mais tropas ao Afeganistão.

A mensagem foi divulgada em sites de militantes islâmicos juntamente com imagens estáticas em vídeo que mostram, além de Zawahiri, Malcolm X e Obama usando um solidéu e rezando com judeus no Muro das Lamentações, em Jerusalém.

Se a mensagem for confirmada como genuína, será o primeiro reconhecimento por parte de um representante da Al-Qaeda da vitória de Obama na eleição para a Casa Branca.

O egípcio Zawahiri é tido como braço direito do líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, e o principal formulador da ideologia da organização extremista.

Fonte BBC Brasil

15 novembro 2008

Religiões só podem ser aliadas da paz, declara Vaticano na ONU

O cardeal Tauran toma a palavra na assembléia geral

NOVA YORK, sexta-feira, 14 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- As religiões, quando fiéis à sua natureza, são mensageiras e artífices de fraternidade, declarou o representante de Bento XVI diante da assembléia geral das Nações Unidas, dedicada ao tema «Cultura da paz», em 12 de novembro.

O cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso, regressou ao Palácio de Cristal, no qual interveio em várias ocasiões durante os 13 anos em que foi secretário de João Paulo II para as Relações com os Estados, para trazer esta proposta: «Façamos que a fraternidade não seja só um ideal, mas uma realidade!».

«Que todos juntos, sem renunciar aos nossos aspectos específicos culturais e religiosos, possamos traçar o caminho rumo a um mundo mais seguro e solidário», desejou o purpurado francês, que acaba de organizar no Vaticano uma histórica reunião com representantes muçulmanos de diferentes ramos.

Seu discurso se concentrou em mostrar como, na prática, «as religiões, apesar das fraquezas e contradições de seus adeptos, são mensageiras de reconciliação e de paz».

«Em suas famílias e escolas, assim como nos respectivos lugares de culto, os crentes que rezam – declarou com um inciso sumamente significativo – praticam a solidariedade e alentam todas as iniciativas que contribuem para a defesa da pessoa e da terra, ensinando desta forma a linguagem e os gestos de paz.»

«Esforço por escutar, compreender, respeitar o outro, por confiar nele antes que julgá-lo. Todas estas atitudes educam e abrem um espaço à paz», reconheceu.

«Cada semana, milhões de crentes se reúnem em suas sinagogas, igrejas, mesquitas e outros lugares de culto para rezar. Fazem a experiência da fraternidade. Realizam a unidade na diversidade. Recordam a todos o que ‘o homem não só vive de pão!’», declarou.

O cardeal reconheceu que os crentes querem «pôr à disposição de todos este ‘saber fazer’».

«Ao convidar à interioridade, à harmonia consigo mesmo, com os demais e com a criação, as religiões dão sentido à aventura humana», disse diante da assembléia da ONU, falando em seu idioma materno.

Para isso, em primeiro lugar, advertiu, «é necessário, claro está, que os crentes sejam coerentes e confiáveis. Não podem utilizar a religião para limitar a liberdade de consciência, para justificar a violência, para promover o ódio e o fanatismo ou para minar a autonomia do político e do religioso».

Por outro lado, continuou ilustrando, «ao participar do diálogo público nas sociedades das quais são membros, os crentes se sentem chamados a cooperar na promoção do bem comum, que segue o sulco dos valores comuns a todos, crentes e não-crentes: o caráter sagrado da vida, a dignidade da pessoa humana, o respeito à liberdade de consciência e de religião, o apego à liberdade responsável, a acolhida das opiniões em sua diversidade, o reto uso da razão, a estima pela vida democrática, a atenção aos recursos naturais, e muitos outros».

O cardeal concluiu garantindo a vontade da Igreja Católica, de seus pastores e fiéis de «continuar oferecendo a todos os seus irmãos e irmãs na humanidade um espírito – o da fraternidade; uma força – a da oração; uma esperança – a que Cristo oferece».

Fonte Zenit

ONU ressalta importância de tolerância entre religiões

Nações Unidas, 12 nov (EFE).- O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, iniciou hoje o diálogo da Assembléia Geral da entidade que promove a tolerância religiosa como um dos instrumentos para alcançar a paz.

Ban disse em seu discurso que um dos maiores desafios do mundo contemporâneo é transformar a diversidade cultural do planeta em um fator que conduza à segurança.

"Tradicionalmente, a paz depende do equilíbrio da concorrência, mas aprendemos que a paz duradoura requer algo mais que isso. E, para que ela dure, indivíduos, grupos e nações devem respeitar-se e entender-se", disse.

A Assembléia Geral da ONU celebra hoje e amanhã uma reunião sobre a "Cultura da Paz", iniciativa criada pela Arábia Saudita para aprofundar o diálogo entre crenças religiosas.

A ONU também espera a participação de chefes de Estado e de Governo do Grupo dos 20 (G20, que reúne países emergentes e desenvolvidos), que estarão na cúpula dos dias 14 e 15, em Washington. EFE

Fonte Portal G1

Bush defende expansão da democracia contra extremismos religiosos

Nações Unidas, 13 nov (EFE) - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, defendeu hoje na Assembléia Geral da ONU a expansão internacional da democracia como a melhor arma para combater os extremismos religiosos e abrir caminho para a paz.

Em seu último pronunciamento no fórum multilateral antes de deixar a Casa Branca em janeiro, o líder assegurou que nos últimos oito anos teve "o privilégio de presenciar como a liberdade e a fé podem resgatar vidas e dirigir o mundo à paz".

"A melhor maneira de salvaguardar a liberdade de religião é acudir em ajuda da democracia", assegurou o presidente americano em seu discurso no diálogo inter-religioso realizado desde quarta-feira na sede da ONU em Nova York.

"A expansão da democracia também representa o caminho mais promissor à paz", acrescentou.

Bush citou a defesa da liberdade religiosa exercida por seu país em situações que vão desde "a libertação dos campos de concentração na Europa, à proteção de muçulmanos em lugares como o Kosovo, Afeganistão e Iraque".

"Hoje, os EUA continuam com a nobre tradição de considerar a liberdade religiosa como um dos eixos centrais de nossa política externa", ressaltou.

Nesse sentido, estimulou outros países a entender que a liberdade religiosa é o fundamento de uma sociedade "saudável e com esperança".

"Não temos medo de respaldar os dissidentes religiosos e crentes que praticam sua fé, inclusive ali onde não são bem-vindos", disse.

O presidente observou que os povos que gozam de liberdade de expressão e opinião "podem desafiar as ideologias do ódio, defender suas crenças religiosas e denunciar os que querem manipular com fins ruins".

Bush disse que a religião faz parte do "núcleo" de suas crenças e destacou o efeito transformador que a fé teve "há muito anos" em sua vida.

Ele assegurou que sua religião -pertence à Igreja metodista- lhe sustentou ao longo das "dificuldades e alegrias" de sua Presidência.

"Talvez professemos cultos diferentes e oremos em lugares diferentes, mas nossa fé nos conduz a valores comuns", destacou.

O presidente americano advertiu de que a Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada há 60 anos pelas Nações Unidas recolhe a liberdade de professar e mudar de religião.

"A liberdade é o presente de Deus a cada homem, mulher e criança, e essa liberdade inclui o direito de todo o mundo a render culto da maneira mais apropriada que lhe pareça", afirmou.

A reunião que terminou hoje na Assembléia Geral a ONU sobre a "Cultura da Paz" é uma iniciativa da Arábia Saudita para aprofundar o diálogo entre confissões religiosas que começou na conferência realizada em julho em Madri. EFE

Fonte Portal G1

Nota: Discurso alinhado dos três poderes de Apocalipse 16.



21 agosto 2008

Parte da liberdade do mundo está em jogo no Afeganistão, diz Sarkozy

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, afirmou nesta quarta-feira que "uma parte da liberdade do mundo" está em jogo no Afeganistão, país que visitou para homenagear os dez soldados franceses mortos em uma emboscada taleban nesta segunda-feira.

Após afirmar que sua determinação está "intacta", Sarkozy disse que a "França está resolvida a continuar a luta contra o terrorismo, pela democracia e pela liberdade. A causa é justa, defendê-la é a honra da França e de suas Forças Armadas".

Nota: O Terrorismo está deixando o mundo preocupado. Grupos religiosos que poderão ser considerados extremistas poderão sofrer perseguição em nome da liberdade.

14 agosto 2008

Rússia desafia os EUA e atrasa saída da Geórgia

GORI, Geórgia (AFP) — As tropas russas permaneciam em solo georgiano, nesta quinta-feira, apesar do cessar-fogo, da tensão com os Estados Unidos, e de novas acusações do governo de Tbilisi, que garantiu que um comboio de veículos armados inimigos avança por seu território.
Pelo menos 130 veículos armados russos saíram da cidade georgiana de Zugdidi (oeste), rumo ao interior do país, informou o porta-voz do Ministério do Interior, Chota Utiashvili, nesta quinta, à AFP.

Um total de "130 veículos armados russos abandonou Zugdidi e está se dirigindo para Kutaisi", a segunda cidade mais povoada da Geórgia, declarou Chota.

"No momento, estão em Khobi", 20km ao sul de Zugdidi, próximo da república georgiana separatista pró-russos da Abkházia, completou.

Essa denúncia georgiana surge ao término do dia em que os contingentes de Moscou deveriam ter se retirado de Gori. No entanto, uma caravana de 20 caminhões georgianos que se dirigia pela manhã para a cidade deu meia volta, após topar, em um posto de controle, com uma formidável formação militar russa.

Nos arredores da cidade, foram ouvidas explosões, e colunas de fumaça podiam ser vistas. Na periferia, um general russo bastante irritado e um alto responsável georgiano, visivelmente nervoso, reuniram-se.

Antes do encontro, o comandante russo da zona, general Viatcheslav Borisov, junto com o secretário do Conselho de Segurança georgiano, Alexandre Lomaya, arremeteu contra os jornalistas, em uma entrevista coletiva improvisada na periferia de Gori, acusando-os de mentir, ao informarem que a cidade estava destruída.

O embaixador da França na Geórgia, Eric Fournier, cujo país negocia um acordo para deter as hostilidades russo-georgianas, também confirmou que a Rússia havia se comprometido a retirar suas forças armadas de Gori no mais tardar na sexta-feira.

Enquanto no terreno a situação era incerta e o cessar-fogo se mantinha frágil, os pauzinhos eram mexidos no nível diplomático, no Forte de Begançon, no sul da França, onde a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, reuniu-se com o presidente francês, Nicolas Sarkozy.
Em escala rumo a Tbilisi, para onde irá na sexta, Rice reivindicou, junto com Sarkozy, o fim do conflito na Geórgia, reiterando seu apoio à soberania territorial da ex-república soviética frente à Rússia.

"No terreno, as coisas vão melhor, mas é preciso consolidar a paz", frisou o presidente francês, enquanto que, de Washington, o Departamento de Estado confirmava a chegada a Tbilisi de um segundo avião militar C-17 americano com ajuda humanitária.

O conflito foi deflagrado na quinta-feira passada, quando tropas georgianas tentaram retomar o controle da república separatista da Ossétia do Sul, que, assim como a Abkházia, escapou da autoridade de Tbilisi desde o início dos anos de 1990. Ambas pretendem se unir à Federação Russa.

Em represália, Moscou detonou uma ofensiva militar na Geórgia.

Na terça-feira, Geórgia e Rússia assinaram um cessar-fogo que prevê o recuo das tropas para as posições antes da escalada.

O ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, declarou que a integridade territorial da Geórgia está "limitada de fato". Além disso, o presidente russo, Dimitri Medvedev, anunciou que seu país "apoiará" e "garantirá" qualquer decisão da Abkházia e da Ossétia do Sul.
Pouco depois, em uma coletiva de imprensa em Moscou, os chefes dessas duas regiões proclamaram sua firme determinação de se tornarem independentes da Geórgia.

Hoje, o presidente americano, George W. Bush, reiterou sua solidariedade com "uma Geórgia livre e soberana". Já o governo russo advertiu que o apoio dos EUA aos líderes georgianos poderia provocar a repetição do "trágico cenário" dos últimos dias e pediu a Washington que adote "uma atitude responsável".

A Geórgia é candidata a aderir à Otan, assim como a Ucrânia, e isso irrita a Rússia, por considerar que está sendo cercada pela Aliança Atlântica, estendendo-se além de suas tradicionais áreas de influência.

A Ucrânia anunciou, por sua vez, nesta quinta, que os navios de guerra russos estacionados frente à Geórgia precisarão de autorização para retornar à sua base, no porto ucraniano de Sebastopol.

Fonte AFP

Nota: Leia a postagem abaixo e esta Ameaça da Aliança Profana. Tudo está caminhando para um desfecho, como já disse antes, de acordo com Daniel 11:40-45.

A ameaça da aliança profana - Final

por Daniel Pipes em 14 de agosto de 2008

Resumo: A florescente aliança entre esquerdistas ocidentais e as fileiras islamistas é um dos mais perturbadores desdobramentos políticos de hoje, o que impede os esforços do Ocidente de proteger-se. © 2008 MidiaSemMascara.org

Por que, então, a formação daquilo que David Horowitz chama de [unholy alliance] “aliança profana” entre esquerda e islamismo? Por quatro razões principais.

Primeiramente, como explica o político britânico George Galloway, “o movimento progressista ao redor do mundo e os muçulmanos têm os mesmos inimigos”, ou seja, a civilização ocidental em geral e os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e Israel em particular, mais os judeus, os cristãos e os capitalistas internacionais. No Irã, de acordo com o analista político Saeed Leylaz, “o governo praticamente permitiu o funcionamento da esquerda desde há cinco anos, de modo a que confrontassem religiosos liberais”.

Percebam estas palavras intercambiáveis: Harold Pinter descreve os Estados Unidos como “um país dirigido por um bando de lunáticos criminosos” e Osama Bin Laden chama o país de “injusto, criminoso e tirânico”. Noam Chomsky denomina os EUA como um “dos principais estados terroristas” e Hafiz Hussain Ahmed, um líder político paquistanês, considera os Estados Unidos “o maior estado terrorista”. A expressão desses atributos tão semelhantes é suficiente para convencer aos dois lados a deixar de lado suas muitas diferenças em favor da cooperação.

Em segundo lugar, os dois lados partilham de alguns objetivos políticos. Uma gigantesca demonstração conjunta em 2003, em Londres, contra a guerra contra Saddam Hussein simbolicamente forjou a aliança. Ambos os lados querem: que as forças da coalizão percam no Iraque, que a Guerra a Terror se encerre, que o antiamericanismo se espalhe e que Israel seja eliminado. Eles concordam em relação ao multiculturalismo e à imigração em massa para o Ocidente. Eles cooperam quanto a esses objetivos em reuniões tais como a anual Conferência Antiguerra do Cairo, que congrega esquerdistas e islamistas para “forjar uma aliança internacional contra o imperialismo e o sionismo”.

Em terceiro, o islamismo tem laços históricos com o marxismo-leninismo. Sayyid Qutb, o pensador islamista egípcio, aceitou a noção marxista de etapas da história, acrescentando apenas um pós-escrito islâmico a elas; ele previu que uma era islâmica eterna viria após o colapso do capitalismo e do comunismo. Ali Shariati, o intelectual chave por detrás da revolução iraniana de 1978-79, traduziu para o farsi (língua iraniana) Franz Fano, Che Guevara e Jean-Paul Sartre. De maneira mais ampla, o analista iraniano Azar Nafisi observa que o islamismo “toma a sua linguagem, objetivos e aspirações tanto das mais crassas formas de marxismo quanto o faz da religião. Seus líderes são influenciados por Lenin, Sartre, Stalin e Fanon, tanto quanto o são pelo Profeta”.

Saindo da teoria para a realidade, os marxistas vêem nos islamistas uma estranha realização de suas profecias. Marx previu que os lucros dos empreendimentos iriam entrar em colapso nos países industriais, levando os patrões a espremer os trabalhadores; o proletariado se empobreceria, se rebelaria e estabeleceria uma ordem socialista. Mas, ao invés disso, o proletariado dos países industriais tornou-se cada vez mais afluente, e seu potencial revolucionário murchou. Por um século e meio, observa o autor Lee Harris, os marxistas esperaram em vão pela crise do capitalismo. Então surgiram os islamistas, começando com a revolução iraniana, seguida do 11 de setembro e de outros ataques ao Ocidente. Finalmente o Terceiro Mundo tinha começado sua revolta contra o Ocidente, realizando as previsões marxistas – ainda que sob a bandeira errada e com objetivos imperfeitos. Olivier Besancenot, um esquerdista francês, vê os islamistas como os “novos escravos” do capitalismo e pergunta se não seria natural que “eles se unissem à classe trabalhadora para destruir o sistema capitalista”. Numa época em que o movimento comunista está em “decadência”, observam o analista Lorenzo Vidino e o jornalista Andrea Morigi, as “Novas Brigadas Vermelhas” da Itália de fato reconhecem o “papel principal dos clérigos reacionários”.

Em quarto lugar, poder: islamistas e esquerdistas podem obter mais juntos do que poderiam separadamente. Na Grã-Bretanha, eles formaram em conjunto a Coalizão “Pare a Guerra”, cujo comitê diretor inclui representação de organizações tais como o Partido Comunista da Grã-Bretanha e a Associação Muçulmana da Grã-Bretanha. O Respect Party britânico mistura socialismo radical internacional com ideologia islamista. Os dois lados juntaram forças nas eleições do Parlamento Europeu de março de 2008 para oferecer listas comuns de candidatos na França e Grã-Bretanha, disfarçadas sob nomes de partidos que pouco revelavam.

Os islamistas beneficiam-se particularmente do acesso, da legitimidade, da experiência e do poder de fogo que a esquerda lhes oferece. Cherie Booth, mulher do então primeiro-ministro Tony Blair, defendeu um caso na Corte de Apelação para ajudar uma garota, Shabina Begum, a poder usar o jibab, uma vestimenta islâmica, numa escola pública britânica. Lynne Stewart, uma advogada esquerdista, infringiu a lei americana e foi para prisão por ajudar Omar Abdel Rahman, o sheik cego, a fomentar a revolução no Egito. Volkert van der Graaf, um fanático dos direitos dos animais, matou o político holandês Pim Fortuyn porque queria impedi-lo de transformar os muçulmanos em “bodes expiatórios”. Vanessa Redgrave custeou metade das £50,000 de fiança a fim de que Jamil el-Banna, um suspeito detido em Guantánamo, acusado de recrutar jihadistas para lutar no Afeganistão e Indonésia, pudesse sair repentinamente de uma prisão britânica; Redgrave descreveu sua ajuda como “uma profunda honra”, a despeito de ele ser procurado na Espanha por acusações relacionadas a terrorismo e de laços com a Al Qaeda. Numa escala maior, o Partido Comunista Indiano fez o trabalho sujo por Teerã ao atrasar por quatro meses o lançamento, a partir de uma base indiana, do TecSar, um satélite espião israelense. E os esquerdistas fundaram o Movimento Internacional de Solidariedade, para evitar que as forças de segurança de Israel protejam o país contra o Hamas e outros grupos terroristas palestinos.

Escrevendo na revista inglesa The Spectator, Douglas Davis chama a coalizão de “uma dádiva para os dos lados. A esquerda, antes um minguante bando de comunistas, trotskistas, maoístas e castristas, estava se agarrando aos restos de uma causa gasta; os islamistas poderiam fornecer multidões e paixão, mas precisavam de um veículo que lhes desse um ponto de apoio no terreno político. Uma aliança tática tornou-se um imperativo operacional”. De maneira mais simples, um esquerdista britânico concorda: “Os benefícios práticos de trabalharmos juntos são suficientes para compensar as diferenças”.

A florescente aliança entre esquerdistas ocidentais e as fileiras islamistas é um dos mais perturbadores desdobramentos políticos de hoje, um que impede os esforços do Ocidente de proteger-se. Quando Stalin and Hitler firmaram seu infame pacto em 1939, a aliança Vermelho-Parda apresentava um perigo mortal para o Ocidente e, na verdade, para a civilização como tal. Com menos dramaticidade, mas com não menos certeza, a coalizão de hoje apresenta a mesma ameaça. Tanto quanto há sete décadas, esta precisa ser revelada, rejeitada, resistida e derrotada.

Fonte Mídia Sem Máscara

Nota: Sobre este tema sugiro a leitura do post A ameaça da aliança profana. Estamos no limiar da última guerra descrita em Daniel 11. Pois o início de Daniel 12 é o nosso resgate.

08 agosto 2008

A ameaça da aliança profana

Parte Ipor Daniel Pipes em 07 de agosto de 2008

Resumo: Uma análise sobre paradoxal, mas cada vez mais real, aproximação entre fanáticos islâmicos e revolucionários comunistas e socialistas, unidos por uma causa comum: o ódio ao Ocidente e tudo que ele representa. © 2008 MidiaSemMascara.org

“Aqui estão dois países irmãos, unidos como um único punho cerrado”, disse o socialista Hugo Chávez durante uma visita a Teerã em novembro passado, celebrando sua aliança com o islamista Mahmoud Ahmadinejad. O filho de Che Guevara, Camilo, que também visitou Teerã no ano passado, declarou que seu pai teria “apoiado o país em sua atual luta contra os Estados Unidos”. Ambos seguiram os passos de Fidel Castro, que, numa visita feita em 2001, declarou a seus anfitriões que “Irã e Cuba, em cooperação, podem fazer os Estados Unidos ficarem de joelhos”. Por sua vez, Ilich Ramírez Sánchez (“Carlos, o Chacal”) escreveu em seu livro l’Islam révolutionnaire (Islã Revolucionário) que “somente uma coalizão de marxistas e islamistas pode destruir os Estados Unidos”.

Não são apenas os esquerdistas latino-americanos que vêem potencial no islamismo. Ken Livingstone, o trotskista ex-prefeito de Londres, literalmente abraçou o pensador islamista[1] Yusuf al-Qaradawi. Ramsey Clark, o ex-procurador geral dos Estados Unidos, visitou o Aiatolá Khomeini e ofereceu seu apoio. Noam Chomsky, o professor do MIT, visitou o líder do Hezbollah Hassan Nasrallah e apoiou a manutenção de armas por esse grupo terrorista. Ella Vogelaar, a ministra holandesa para a habitação, vizinhanças e integração, é tão simpática ao islamismo que um de seus críticos, o professor de origem iraniana Afshin Ellian, a chamou de “ministra da islamização”.

Dennis Kucinich, durante sua primeira campanha presidencial em 2004, citou o Corão e incitou um público muçulmano a entoar “Allahu akbar” (“Deus é grande”), chegando a anunciar: “Eu guardo uma cópia do Corão em meu escritório”. Spark, um jornal para jovens do Partido Trabalhista Socialista britânico, louvou Asif Mohammed Hanif, o homem-bomba britânico que atacou um bar em Tel Aviv, como um “herói da juventude revolucionária” que levou a cabo sua missão “no espírito do internacionalismo”. Workers World, um jornal comunista americano, publicou um obituário laudatório ao mestre terrorista do Hezbollah, Imad Mughniyeh.
Alguns esquerdistas vão mais longe. Vários deles – Carlos, o Chacal, Roger Garaudy, Jacques Vergés, Yvonne Ridley e H. Rap Brown – chegaram a se converter ao Islã. Outros reagem com alegria à violência e brutalidade do islamismo. O compositor alemão Karlheinz Stockhausen considerou o 11 de Setembro “a maior obra de arte de todo o cosmos”, enquanto o falecido escritor americano Norman Mailer chamou de “brilhantes” os autores do ataque.

E nada disso é novidade. Durante a Guerra Fria, os islamistas favoreciam a União Soviética em detrimento dos Estados Unidos. Tal como o Aiatolá Khomeini afirmou em 1964, “Os Estados Unidos são piores do que a Grã-Bretanha, a Grã-Bretanha é pior do que os Estados Unidos e a União Soviética é pior do que ambos. Cada um é pior que o outro, cada um é mais abominável que o outro. Mas hoje estamos preocupados com a entidade maliciosa que é a América”. Em 1986, eu escrevi que “a URSS recebe uma pequena fração do ódio e malevolência devotados aos Estados Unidos”.

Os esquerdistas retribuíram. Em 1978-79, o filósofo francês Michel Foucault expressou grande entusiasmo pela revolução iraniana. Janet Afary e Kevin B. Anderson explicam:

“Ao longo de sua vida, o conceito de autenticidade de Foucault significava observar situações onde pessoas viviam perigosamente e flertavam com a morte: o lugar de onde a criatividade se originava. Na tradição de Friedrich Nietzsche e George Bataille, Foucault seguiu os artistas que forçaram os limites da racionalidade; ele escreveu com grande paixão em defesa de irracionalidades que rompiam novas barreiras. Em 1978, Foucault descobriu tamanhos poderes transgressivos na figura revolucionária do Aiatolá Khomeini e nos milhões que se arriscavam a morrer na medida em que o seguiam no curso da revolução. Ele sabia que tais experiências ‘limite’ poderiam levar a novas formas de criatividade e ele apaixonadamente as apoiou”.
Um outro filósofo francês, Jean Baudrillard, retratou os islamistas como se estes fossem escravos rebelando-se contra a ordem repressiva. Em 1978, Foucault chamou o Aiatolá Khomeini de “santo” e, um ano mais tarde, Andrew Young, embaixador na ONU do governo Jimmy Carter, chamou-o de “um tipo de santo”.

Esta boa vontade pode parecer surpreendente, dadas as profundas diferenças entre os dois movimentos. Comunistas são ateus e os esquerdistas em geral, seculares; os islamistas executam ateus e impõem a lei religiosa. A esquerda exalta os trabalhadores; o islamismo privilegia os muçulmanos. Uma sonha com o paraíso dos trabalhadores; a outra, com um califado. Socialistas querem socialismo; os islamistas aceitam o livre mercado. O marxismo implica igualdade entre os sexos; o islamismo oprime as mulheres. Esquerdistas desprezam a escravidão, alguns islamistas a endossam. Como ressalta o jornalista Bret Stephens, a esquerda devotou “as últimas quatro décadas defendendo as exatas liberdades às quais o Islã se opõe: liberdades sexuais e reprodutivas, direitos gays, liberdade das normas religiosas, pornografia, várias formas de transgressão artística, pacifismo e assim por diante”.

Tais discordâncias parecem anular as pequenas similaridades que Oskar Lafontaine, ex-presidente do Partido Social Democrata alemão, conseguiu encontrar: “O Islã depende da comunidade, o que o coloca em oposição extrema ao individualismo, que ameaça desmoronar no Ocidente. Além disso, do muçulmano devoto é requerido que divida sua riqueza com outros. Os esquerdistas também desejam ver os fortes ajudando os fracos”.

Fonte Mídia Sem Máscara

Nota: A união dos revolucionários comunistas e fanáticos islâmicos tem sida formada por causa do ódio aos EUA, mas o que realmente impressiona é a diferença entre os dois. É muito grande. Porém eles estão colocando as diferenças de lados para combater o seu inimigo. Isso poderá ter um impacto sem precedentes no mundo. Os EUA têm seus aliados como a Inglaterra e outros países (Clique aqui e leia: Países decidem levar sanções contra o Irã - afirma porta voz americano, nesta informação podemos ver a força dos EUA e seus aliados). Ellen White advertiu: "O mundo está insuflado pelo espírito de guerra. As profecias do capítulo onze de Daniel já alcançaram quase o seu final cumprimento". Review and Herald, 24 de novembro de 1904. Final do capítulo 11 de Daniel prever uma última guerra que poderá ser esta: Ocidente contra o Oriente - EUA contra o Terrorismo, ou vice-versa. E não esqueçamos que os EUA e seus aliados por causa desta guerra, poderão se virar contra todo e qualquer grupo religioso que o acusa de besta do Apocalipse e assim perseguir a muitos.

"...e sairá com grande furor, para destruir e extirpar a muitos. E armará as tendas do seu palácio entre o mar grande e o monte santo e glorioso; mas virá ao seu fim, e não haverá quem o socorra". Daniel 11:44-45.

"E NAQUELE tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta pelos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação, até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que se achar escrito no livro". Daniel 12:1.

Tudo está sendo preparado para o último assalto ao povo de Deus. Preparemos nossa vida!

04 agosto 2008

Ataque mata 16 policiais na China a quatro dias das Olimpíadas de Pequim

Grupo islâmico assume autoria e ameaça a realização dos Jogos chineses

A quatro dias do início das Olimpíadas de Pequim, 16 pessoas foram mortas em Kashi, na província de Xinjiang, região que faz fronteira com o Tibete no sul, por um ataque supostamente terrorista. O local é conhecido por sua habitação muçulmana, o que teria provocado a atitude radical de um grupo islâmico. O ataque foi desferido por meio de um caminhão, que colidiu propositalmente com a delegacia da cidade. Testemunhas garantem que os tripulantes do veículo também jogaram granadas contra os policiais e usaram facas para manter alguns oficiais como reféns antes de serem detidos. Além das 16 vítimas fatais, pelo menos mais 16 policiais ficaram feridos na ação.

A porta-voz do Comitê Olímpico Internacional (COI), Giselle Davies, tentou desvincular o ataque dos Jogos Olímpicos.

- Confiamos que as autoridades farão tudo que é humanamente possível para garantir um evento seguro. Esse foi um incidente que aconteceu na China, mas não é por isso que devemos estabelecer nenhum vínculo direto com as Olimpíadas – disse a porta-voz.

Uma das bases de controle de terrorismo dos Estados Unidos, a IntelCenter, anunciou que o grupo Partido Islâmico do Turcomenistão divulgou um vídeo intitulado “Nossa abençoada Jihad”, onde seu líder, o comandante Seyfullah, se responsabiliza pelo ataque e ameaça as Olimpíadas de Pequim. - Os chineses estão ignorando nossos avisos – anunciava ele na gravação, segundo publicou a rede de TV britânica, “BBC”, em seu site. Na última semana, um oficial do exército chinês afirmou que os separatistas islâmicos eram considerados “a maior ameaça às Olimpíadas”. No entanto, a China não confirmou que o ataque desta madrugada de segunda-feira (horário de Brasília) tenha sido terrorista.

Segundo Sun Weide, porta-voz do Comitê Organizador das Olimpíadas, as autoridades chinesas estão preparadas para defender a cidade de qualquer ataque.

- A China concentrou-se em fortalecer a proteção às Olimpíadas, à Vila Olímpica e aos locais de competição. Estamos preparados para qualquer ameaça.

Fonte Portal G1

Nota: Quero abrir este espaço para solicitar de cada leitor deste blog que ore implorando a Deus misericórdia para os inocentes que poderão sofrer com ataques terroristas durante os jogos olímpicos na China. Nós como o sal da terra precisamos interceder por eles. Os terroristas estão, com toda certeza, armando ataques maiores, vamos dobrar nossos joelhos em profunda oração para clamar a Deus por Sua proteção. O terrorismo tem tomado dimensões assustadoras nestes últimos anos e nós sabemos o por que.

29 julho 2008

Mulheres-bomba matam 57 pessoas no Iraque

RIO - Três mulheres-bomba mataram pelo menos 57 pessoas e feriram outras 200 quando detonaram explosivos em meio a procissões realizadas por xiitas. Os ataques, um dos mais sangrentos dos últimos meses no Iraque, chamam atenção para a fragilidade dos recentes avanços realizados no país ocupado, onde o número de incidentes violentos está em seu menor patamar desde o início de 2004.

A intensificação dos esforços americanos não são suficientes para conter a violência, mesmo com um forte esquema de segurança montado em virtude do festival religioso.

Ninguém assumiu a responsabilidade pelas explosões de Bagdá, mas a rede Al Qaeda, organização sunita, já realizou vários atentados contra peregrinos xiitas.
A rede passou a usar um número crescente de mulheres em seus atentados suicidas porque as militantes conseguem escapar com maior facilidade das revistas.

Só este ano, 27 ataques ocorridos no Iraque foram realizados por mulheres, um grande aumento em relação aos oito do ano passado.

Explosões

Os ataques ocorreram em dois locais, no povoado xiita de Karradah. As primeiras bombas explodiram perto do Teatro Nacional, e foram seguidas por um ataque próximo ao alojamento dos peregrinos. Os três bombardeios quase simultâneos intensificaram o clima de insegurança em todo o país.

Ao menos 1 milhão de pessoas deve participar da peregrinação na capital iraquiana, que chega a seu ápice hoje e marca a morte de um dos 12 imãs do islã xiita.

Militares dos EUA disseram que “três agressores suicidas podem ter realizado os ataques na capital”, mas não admitiram que se tratava de mulheres.

No domingo, a polícia disse que homens armados mataram sete peregrinos na zona sul de Bagdá. Ontem, porém, algumas autoridades questionaram esse relato, afirmando não ter tomado ciência de nenhuma agressão do tipo.

Em Kirkuk, imagens de TV mostraram milhares de pessoas protestando contra uma lei eleitoral quando uma explosão provocou uma correria. Os ataques na capital começaram às 7h15, quando as mulheres detonaram as bombas em locais distintos a menos de 1 km de distância umas das outras.

Na cidade, de composição étnica mista, o toque de recolher deve ficar em vigor até hoje.
Os bombardeios em Bagdá deixaram pilhas de destroços e vidros nas ruas, junto com pedaços de carros e sandálias de peregrinos, muitos dos quais haviam dormido em acampamentos antes de saírem de madrugada para começar a marcha anual para um santuário.

Os quartos de emergência dos hospitais ficaram todos lotados.

– Escutei mulheres e crianças chorando e gritando – lamentou Mustapha Abdullah, de 32 anos, que foi ferido na barriga e nas pernas.

Este foi o ataque com o maior número de vítimas na capital desde 17 de junho, quando um caminhão-bomba matou 63 pessoas em Hurriyah.

As forças de segurança do Iraque tinham preparado cerca de 200 mulheres esta semana para investigar as peregrinas em Kazimiyah, mas os ataques ocorreram ainda longe do templo. Havia poucas mulheres para cuidar da segurança da procissão em si.

Xiitas na rota para Kazimiyah têm sido atacados nos últimos anos em áreas do sul de Bagdá. Nenhum grande bombardeio havia sido registrado, embora pelo menos mil pessoas tenham morrido numa ponde da capital no que se acredita ter sido um ataque suicida em 2005.

Desde a queda de Saddam Hussein, que era sunita, em 2003, os partidos políticos xiitas encorajam grandes manifestações, procissões e festivais religiosos na cidade, para exibir a o setor de poder majoritário no Iraque. Os extremistas sunitas sempre organizam ataques para fomentar a guerra, mas isso não impede os xiitas de se reunirem de novo.

Fonte JB Online

Nota: Os terroristas estão fazendo seu papel incumbidos pelo inimigo para que todos os filhos de Deus, homens e mulheres, fiquem impossibilitados de pregar o evangelho durante o período de angústia, realmente a obra irá ser terminada pelas crianças, como proferiu Ellen White.

14 julho 2008

Violência no Afeganistão deixa mais de 70 mortos

Atentado suicida na região central do país provocou a morte de 24 pessoas, crianças na maioria

Em um dos dias mais violentos desde a invasão americana em 2001, mais de 70 pessoas morreram, ontem, no Afeganistão. Na província de Urzugan, na região central do país, 24 pessoas foram mortas após um atentado a bomba no mercado da cidade de Ded Rawud – crianças eram maioria entre as vítimas fatais deste ataque que deixou ainda mais de 40 feridos. No norte do Afeganistão, nove soldados americanos foram mortos durante ofensiva das milícias talebans. Na província de Helmand, de acordo com as forças americanas, morreram 40 integrantes dos talebãs.

No atentado de Deh Rawood, “pelo menos 24 pessoas morreram e 27 ficaram feridas”, disse o chefe da polícia da província, Juma Gul Hemat.Hemat explicou que os explosivos estavam em uma bicicleta de transporte de mercadorias. O Ministério do Interior afegão, no entanto, afirma que as bombas estavam presas a uma motocicleta.

A bomba explodiu no meio do bazar, segundo testemunhas. “Umas 15 lojas foram destruídas. Vi muitas pessoas mortas e feridas. Havia corpos destroçados em meio a pedaços de metal, madeira e roupas rasgadas. Era um mar de sangue”, disse uma testemunha.

O secretário de Saúde da província, Jan Agha Miajail, contou ao correspondente da AFP que 31 feridos foram levados para o principal hospital da localidade, incluindo quatro crianças de menos de 10 anos.

Até o momento, nenhuma milícia reivindicou o ataque. A província de Oruzgan é um dos bastiões da insurreição talibã - além de importante centro de cultivo de ópio do país.A Cruz Vermelha diz que cerca de 250 civis morreram ou ficaram feridos este mês por causa da violência na região. Na segunda-feira passada, um atentado na capital, Cabul, matou mais de 40 pessoas.

***
Ataque mata 9 soldados americanos

Nove soldados americanos foram mortos em choques com militantes do Talebã no Afeganistão. O comandante americano Daniel Dwyer disse à rede britânica BBC que os soldados morreram no nordeste do país. O ataque foi um dos piores sofridos pelas tropas dos EUA desde a invasão no país, em 2001.

Um porta-voz militar americano disse que soldados americanos e membros do Exército Nacional afegão foram atacados na província de Kunar. Segundo a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), os insurgentes atiraram com “armas pequenas, metralhadoras, granadas e morteiros usando casas, lojas e a mesquita da vila de Wanat como escudos”.

Autoridades locais disseram que civis e militantes também morreram no confronto. Forças internacionais e afegãs vêm lutando contra o Talebã em diversas frentes no país. Segundo as forças americanas, 40 rebeldes das milícias foram mortos na província de Helmand nas últimas 24 horas.

O ataque aos americanos começou às 4h da manhã e durou o dia todo. A coronel Rumi Nielson-Green, principal porta-voz das tropas militares dos EUA no Afeganistão, disse que não podia comentar o caso, pois a batalha ainda se desenrolava. A Otan informou em comunicado que houve mortes dos dois lados, mas os números não podiam ser divulgados, sob o mesmo argumento de que o confronto não havia terminado.

Caso as nove mortes se confirmem, esse seria o ataque mais mortífero às tropas dos EUA desde junho de 2005, quando 16 americanos foram mortos na mesma província de Kunar. Os militares afirmaram que ataques aéreos têm sido usados e que 30 “barcos inimigos” e várias pequenas pontes foram destruídas no Rio Helmand.

Fonte Correio da Bahia

07 julho 2008

Pior atentado no Afeganistão neste ano deixa ao menos 40 mortos

Ao menos 40 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas em um atentado suicida próximo à Embaixada da Índia em Cabul, capital do Afeganistão. O ataque é o mais mortal neste ano realizado na capital afegã.

Informações do Ministério da Defesa afegão apontam que o ataque, realizado em um carro bomba, pode ser de autoria do Taleban.

Segundo o porta-voz afegão do ministério general Zahir Azimi, o atentado aconteceu por volta das 8h30 da manhã (1h de Brasília), quando o suicida detonou um carro perto da entrada principal da embaixada. O edifício fica situado em frente do Ministério do Interior afegão, em uma região movimentada do centro de Cabul.

A explosão atingiu alguns carros e várias pessoas que formavam uma fila na porta da Embaixada em busca de vistos para a Índia. Muitas pessoas também iam para o trabalho no momento em que aconteceu a explosão.

Várias lojas e comércios na região foram atingidos. "Muitas pessoas morreram. Vi muitos homens e mulheres sob escombros", disse Ghulam Dastagir, um comerciantes que foi ferido no atentado.
Uma mulher saiu correndo de um hospital de Cabul chorando a perda de seus dois filhos, um menino e uma menina, que morreram no atentado.

Governos

Abdullah Fahim, porta-voz do Ministério de Saúde, confirmou o número de mortos, cuja contagem foi realizada a partir de balanços dos hospitais que receberam as vítimas na cidade.
O presidente Hamid Karzai condenou o atentado e acusou grupos terroristas de tentar desestabilizar os laços entre o Afeganistão e a Índia.

Em Nova Délhi, o Ministério de Relações Exteriores indiano declarou que o incidente não vai impedir o esforço de "cumprir nosso compromisso com o governo e o povo afegão".

Entre os cinco mortos, dois eram seguranças da Embaixada. No Hospital Central de Cabul havia 50 feridos internados, segundo um porta-voz do centro de saúde, Kabir Amiri.

O embaixador indiano em Cabul, Jayant Parsat, disse que o atentado causou a morte de um guarda indiano de segurança e deixou outros cinco funcionários da embaixada feridos.

Taleban e Al Qaeda

Segundo testemunhas, a explosão causou uma nuvem de fumaça que podia ser avistada a grande distância na cidade. Cabul, como a maior parte do país, tem sido alvo de explosões recentemente.
Embora a autoria do ataque ainda não tenha sido revelada, autoridades locais citam que o atentado foi perpetrado pelo grupo terrorista Taleban e seus aliados da Al Qaeda.

Cabul sempre foi alvo de vários ataques e atentados suicidas perpetrados pelos insurgentes talebans, como o ocorrido no mês passado na estrada que leva ao aeroporto da cidade, que causou seis mortos.

Enquanto o Afeganistão vê o crescimento da violência neste ano, Cabul tem sido alvo de ataques do Taleban contra a luta antiterrorista do Exército afegão e da coalizão de forças internacionais lideradas pelos EUA.

Em setembro de 2006, um suicida próximo ao Ministério do Interior matou 12 pessoas e feriu 42. Após o ataque, o governo aumentou o contingente de seguranças e colocou mais barreiras na área para impedir novos ataques.

Ataque aéreo

No fim de semana, ao menos 22 pessoas --a maioria mulheres e crianças-- em um bombardeio das tropas da coalizão liderada pelos Estados Unidos na Província de Nangarhar, no leste do Afeganistão. As vítimas foram atingidas durante uma ofensiva aérea quando voltavam de um casamento.

O comando militar americano informou que vários supostos talebans morreram em ataques aéreos lançados pelas tropas da coalizão em Nangarhar. Segundo um comunicado, os militares detectaram a presença de supostos terroristas na região e iniciaram os bombardeios.
Segundo dados oficiais, até agora mais de 1.800 pessoas morreram vítimas da violência no Afeganistão neste ano.

25 junho 2008

Mensagem cifrada?

Um dos principais assessores do provável candidato republicano à Casa Branca John McCain declarou em entrevista que um ataque terrorista aos EUA ajudaria a campanha republicana.

Em entrevista à revista "Fortune" --que será publicada em 7 de julho, o conselheiro sênior de McCain, Charlie Black, afirmou que um atentado deste tipo ao território norte-americano "certamente seria uma grande vantagem" para McCain.

Black, conhecido por seu trabalho como lobista em Washington, também disse à revista que o "infeliz" assassinato da líder paquistanesa Benazir Bhutto "ajudou" os republicanos a conquistar popularidade.

Após discurso em Fresno, na Califórnia, McCain foi à uma entrevista coletiva na qual rebateu os comentários do seu conselheiro. "Eu não posso imaginar ele dizendo isso. Não é verdade. Eu trabalhei sem descanso desde [os ataques terroristas] de 11 de setembro para evitar um novo ataque aos Estados Unidos da América. Meu histórico é muito claro", disse....

Fonte - Folha

Nota DDP:São sabidos os efeitos do 11/9 no arraial americano, como por exemplo a aprovação da recente lei de segurança que viola a pivacidade dos seus cidadãos, em flagante contrariedade à quarta emenda da constituição daquele país. É sabido também que há muito se fala na possibilidade de um evento similar que pudesse colocar em ação todas as leis restritivas de direitos que foram aprovadas após os citados eventos. Enfim, não é de se estranhar, até porque as notícias dão como aumentada a diferença entre Obama e McCain de 5 para 12% no dia de hoje, que os replubicanos realmente quisessem algo deste naipe para se manterem no poder, que claramente está escorrendo por seus dedos...

21 junho 2008

BUSH PEDE QUE CONGRESSO APROVEI LEI DAS ESCUTAS TELEFÔNICAS

WASHINGTON, 20 JUN (ANSA) - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, pediu hoje que o Congresso aprove o mais rápido possível a lei que autoriza a implantação de grampos telefônicos, com o objetivo de combater o terrorismo. As duas câmaras chegaram a um acordo após as discordâncias entre os dois partidos sobre o texto da lei que Bush considera indispensável na luta contra o terrorismo. Um dos obstáculos para a aprovação da lei é o destino das ações legais contra as companhias telefônicas que colaboraram com processos de espionagem sem seguir os procedimentos previstos. Bush disse hoje na Casa Branca que a lei ajudará os Estados Unidos a desmantelar planos de ataque contra o país.

Fonte (ANSA) 20/06/2008 12:43

Nota: Desde do ataque em 11 de setembro de 2001, os EUA tem feito mudanças severas na sua constituição, mudanças que atingem a liberdade e privacidade das pessoas, estas mudanças são vistas hoje como sendo necessárias para combater o terrorismo, mas na verdade elas terão impacto muito maior na vida dos fiéis filhos de Deus que viverão nos últimos dias desta terra. As mudanças na constituição Norte Americana para a imposição de uma lei que obrigue a guarda de um dia da semana, tirando assim, a liberdade das pessoas, se não já foram, estão a ponto de serem concretizadas. O país da democracia e da liberdade se tornaria o país da tirania e da perseguição ("Tendo aparência de cordeiro, mas falava como um Dragão". Apocalipse 13:11)

19 junho 2008

Explosão de carro-bomba mata 51 em mercado de Bagdá

Um carro-bomba atingiu um movimentado mercado em uma área xiita de Bagdá nesta terça-feira, matando ao menos 51 e ferindo 75 --inclusive mulheres e crianças. Foi o maior ataque na capital desde fevereiro, quando mulheres-bomba mataram 99 em dois mercados.

A explosão ocorreu um pouco antes das 18h (12h de Brasília), quando o mercado, localizado no bairro de Al Hurriyah, noroeste de Bagdá, estava repleto de consumidores.

Ninguém reivindicou a autoria da ação, mas, segundo a polícia, os métodos utilizados remetem à rede terrorista Al Qaeda.

O ataque interrompeu a relativa calma que predominava em Bagdá desde 10 de maio, quando foi acertado um cessar-fogo entre as forças de segurança iraquianas e a milícia do clérigo radical xiita Moqtada al Sadr.

Comandantes dos EUA dizem ter forçado recuos à Al Qaeda no Iraque, mas ressaltam que os insurgentes mantêm capacidade de promover ações de grande porte.

O nível de violência no país é o menor dos últimos quatro anos.

Novo Parlamento

O atentado ocorreu no mesmo dia em que o Parlamento iraquiano anunciou que irá promover sessões fora da Zona Verde --área protegida pelos Estados Unidos-- a partir do dia 1º de setembro, na última aposta das autoridades iraquianas para conquistar a confiança do público para empreender avanços na segurança e alcançar sua independência.

As sessões deverão ocorrer no prédio em que estava sediado o Parlamento durante a era do ex-ditador Saddam Hussein, no distrito de Allawi, a 500 metros da Zona Verde.

O local foi saqueado e incendiado no caos que se seguiu à queda Saddam, mas já foi totalmente reformado, segundo o deputado iraquiano Kahlid al Attiyah. A realocação deve ser temporária, até que uma nova edificação possa ser construída, de acordo com Al Attiyah.

O Poder Legislativo iraquiano sofre críticas por não tirar proveito do declínio da violência para fazer progressos na promoção da reconciliação nacional entre sunitas, xiitas e curdos.

O governo do primeiro-ministro xiita, Nouri al Maliki, tenta demonstrar que os ganhos recentes na área da segurança podem ser mantidos, e lança ofensivas para tomar o controle de algumas das regiões mais violentas de Bagdá.

O governo também negocia com a administração do atual presidente dos EUA, George W, Bush, para um acordo que substitua o mandato da ONU (Organização das Nações Unidas) por um liderado pelos EUA que expire no final do ano.

Mais violência

Em outro episódio violento, um repórter da TV estatal iraquiana foi baleado perto do seu apartamento em Mossul, ao norte de Bagdá, segundo a polícia.

De acordo com o Comitê para a Proteção de Jornalistas, baseado em Nova York, além deste, já são 129 jornalistas e 50 trabalhadores de apoio assassinados desde o começo da guerra.

Um homem-bomba em uma moto atingiu um posto de controle comandado por aliados dos EUA, matando um e ferindo quatro. Um carro-bomba acertou um posto policial em Baquba, nordeste de Bagdá, matando um policial e ferindo 19 pessoas. Homens armados mataram um policial veterano e dois dos seus guardas perto de Aziziyah, uma área xiita a 55 km da capital.

Em Amarah, ao sul, o porta-voz do ministro do Interior iraquiano, Abdul Karim Khalaf, disse que um grande número de insurgentes renderam-se às forças do governo e depuseram as armas dois dias antes de uma operação militar na região.

O governo iraquiano deu um prazo até a quarta-feira para que os moradores de Amarah, um reduto da milícia xiita Exército Mahdi, leais a Sadr, deponham todas as suas armas pesadas.
A operação faz parte de uma ofensiva do governo de Maliki para retomar áreas sob controle de milícias xiitas em várias partes do Iraque.

Fonte Folha On-Line

05 junho 2008

Começa julgameto de acusados de planejar 11 de setembro

Cinco homens acusados de planejarem e ajudarem na execução do plano dos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, compareceram, nesta quinta-feira, perante uma corte militar na base de Guantánamo, em Cuba.

Esta será a primeira vez que o grupo será acusado formalmente em um julgamento.
Entre os cinco está o suposto mentor do plano, Khalid Sheikh Mohammed. Segundo o correspondente da BBC para assuntos de segurança, Rob Watson, Mohammed é considerado o mais importante integrante da Al-Qaeda já capturado - ele seria o terceiro no comando da organização.

A promotoria pede a pena de morte para todos os cinco réus.

Um dos poucos homens de origem paquistanesa entre os árabes no comando da organização, Mohammed foi chamado pelos Estados Unidos e "um dos terroristas mais infames da história".
Em 11 de setembro de 2001, 19 homens seqüestraram quatro aviões, três dos quais se chocaram contra as torres do World Trade Center, em Nova York, e o Pentágono, em Washington. O quarto avião caiu na Pensilvânia. Cerca de 3 mil pessoas morreram.

Legitimidade

Segundo o correspondente da BBC Jonathan Beale, um dos 60 jornalistas que assistirão ao tribunal, os depoimentos dos réus levanta uma série de questões relativas à legitimidade das comissões militares dos Estados Unidos.

Depois de sua captura, no Paquistão em 2003, Mohammed foi mantido em uma prisão secreta da CIA e a própria organização admitiu ter usado uma polêmica técnica de interrogatório que simula a sensação de afogamento (waterboarding).
De acordo com Rob Watson a CIA admite o uso desta técnica com apenas três prisioneiros e Mohammed é um deles. Promotores militares americanos afirmam que ele e os outros réus teriam confessado seus crimes em interrogatórios mais "benignos".

Há dois anos, Mohammed foi transferido para Guantánamo.

Militares americanos afirmam que, além de admitir o envolvimento nos ataques de 11 de setembro de 2001 em Washington e Nova York, ele também confessou o envolvimento em outras 30 ações terroristas em todo o mundo, incluindo planos de ataques contra o Big Ben e a área de Canary Wharf, em Londres.

Mohammed também teria admitido ser o responsável pela decapitação do jornalista Daniel Pearl, no Paquistão, em 2002.

Outros suspeitos

Os outros suspeitos são Ramzi Binalshibh, saudita, descrito pelos Estados Unidos como o coordenador dos ataques de 11 de setembro de 2001.

Mustafa Ahmad al-Hawsawi, outro saudita que, segundo serviços secretos americanos, teria sido usado por Mohammed para financiar o seqüestro dos aviões em setembro de 2001.
Ali Ban al-Aziz Ali, também conhecido como Amar al-Balochi, acusado de servir como um importante assessor de Mohammed, que é seu tio, na organização dos planos de ataque.
Walled bin Attach, iemenita que, segundo o Pentágono, admitiu ter planejado o ataque contra o destróier americano USS Cole, no Golfo de Aden, em 2000, que matou 17 marinheiros. Ele também é acusado de envolvimento nos ataques de 11 setembro de 2001.

Ao todo, as acusações incluem "169 atos cometidos pelos réus para promover os eventos de 11 de setembro" de 2001.

Os réus deverão ser julgados em um polêmico tribunal militar sob os termos do Ato das Comissões Militares, criado para julgar suspeitos de terrorismo que não sejam cidadãos americanos e aprovado pelo Congresso americano em 2006.

Atentado suicida mata 13 pessoas em Bagdá

BAGDÁ - Um homem-bomba matou 13 pessoas e feriu 52 em um atentado realizado contra uma importante autoridade policial em Bagdá nesta quarta-feira.

O terrorista encontrava-se em um caminhão e jogou o veículo contra a casa do brigadeiro-general da polícia Nadhim Taeih, na zona norte de Bagdá.

Um sobrinho dele morreu na explosão, que ainda deixou gravemente feridos alguns membros da família do policial.

Fonte JB Online