15 abril 2009

O nascimento da nova ordem



A Notícia é um pouco atrasada, mas de grande valor para nossa informação, pois estamos à beira de uma Nova Ordem Mundial.

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Depois da tempestade, espera-se pela bonança. Mas, mesmo que ela nunca dê o ar da graça, já é possível identificar, no fim do túnel em que o mundo se encontra, um cenário bem diferente do que temos hoje.

Após um incêndio ter quase destruído o sistema financeiro internacional, numa crise iniciada em 2007, arquitetos já trabalham em uma nova estrutura, enquanto bombeiros ainda lutam contra as chamas. Líderes das 20 principais economias do mundo reúnem-se nesta semana, em Londres, com a missão de dar início à criação de uma nova ordem econômica e política mundial, em substituição àquela surgida após a Segunda Guerra Mundial. Muitos céticos duvidam que se consiga mais do que uma simpática carta de intenções para lidar com os atuais problemas da economia. Mas vários líderes do mundo desenvolvido já admitem: o tempo em que as nações ricas decidiam o futuro do mundo acabou.

Foi o que disse o premiê britânico, Gordon Brown, que passou pelo Brasil e pelo Chile antes de receber os colegas do G20 em sua capital. Apesar de considerado por muitos um dos responsáveis pelos efeitos da crise em seu próprio país, ninguém nega que Brown, ministro das Finanças por dez anos no governo Tony Blair, entende do assunto. Ele fala com a autoridade de quem viu, dos corredores do poder, a globalização se intensificar sem limites por mais de uma década e agora vê seu próprio futuro político ameaçado por suas incongruências (uma eleição no ano que vem ameaça tirá-lo do poder). Por isso o que ele diz merece crédito, mesmo que não seja exatamente uma novidade.

Há muito se fala em aumento do poder dos países emergentes e a transformação do mundo em uma realidade verdadeiramente multipolar. Mas a atual crise econômica parece estar acelerando esse processo, com empresas e governos de países antes considerados subdesenvolvidos ganhando poder e influência. Essa pelo menos é a tese de vários especialistas, entre eles Jim O'Neill, do Goldman Sachs, entrevistado na nossa série especial "BRICs 2020", publicada a partir desta segunda-feira aqui no site da BBC Brasil. O'Neill, que no início da década previu a consolidação de Brasil, Rússia, China e Índia como potências em 2050, afirmou à nossa reportagem que esse processo já estará muito mais claro daqui a 11 anos. A crise global estaria, na sua visão, tirando mais rapidamente dos países desenvolvidos um poder econômico a ser distribuído entre as nações emergentes mais fortes.

Quatro meses atrás, quando resolvemos produzir uma série especial explorando como devem estar os BRICs em 2020, essa realidade não era tão clara. Se tivéssemos entrevistado O'Neil em novembro, quando a série começou a ser produzida, talvez o economista americano não falasse desse processo com tanta convicção. Mas a velocidade do agravamento da crise aumentou a crença de muitos de que, em meio à atual tempestade, o cenário global está mudando de forma mais veloz do que o esperado. A revista The Economist traz inclusive um texto na atual edição que corrobora tal avaliação, mostrando que grandes empresas de países emergentes, a nova geração de multinacionais, continuam se destacando e crescendo apesar da crise.

A BBC Brasil não teve a intenção de prever o futuro. Nossos repórteres foram a vários locais no Brasil, na Rússia, Índia e China para identificar onde está o maior potencial desses países para o ano de 2020 e onde se encontram seus maiores desafios. A força da Rússia na última década, seu potencial energético, pode ser seu calcanhar de Aquiles daqui a 11 anos caso o país não diversifique sua economia. A China aposta na educação, mas acumula uma imagem negativa de vilão do aquecimento global. A Índia pode ter suas ambições prejudicadas se não combater de forma decisiva a pobreza absoluta de grande parte da sua população. O Brasil tem uma chance única em sua história de combinar potencial energético e produção agrícola para se tornar uma potência, enquanto é cada vez mais cobrado na área ambiental.

O G20 pode assumir as rédeas da futura nova ordem internacional a partir do encontro desta semana em Londres. Os quatro BRICs, como maior força dentro da turma dos emergentes, têm muito a ganhar com essa mudança. Talvez até já negociando de igual para igual com os atuais chefes do mundo no ano de 2020.

Fonte BBC Brasil


Grupos extremistas de direita crescem nos EUA, diz relatório

O número de grupos extremistas de direita está crescendo nos Estados Unidos, de acordo com um relatório publicado nesta quarta-feira pelo governo americano.

Segundo o documento do Departamento de Segurança Interna, a eleição de Barack Obama, o primeiro presidente negro da história do país, e a crise econômica global podem ter tido influência neste aumento.

O relatório afirma que o aumento do desemprego e outros fatores internos ajudaram a criar um clima como o do início da década de 1990, quando aconteceu um aumento do número dos grupos racistas.

Este crescimento chegou ao fim em 1995 quando o FBI (a polícia federal americana) reprimiu uma série de grupos extremistas após o atentado a bomba na cidade de Oklahoma, atribuído a um extremista racista, Timothy McVeigh.

Além disso, após a eleição de Barack Obama houve um aumento no número de frequentadores de sites que pregam mensagens racistas.

"Solitários"

O estudo afirma que a ameaça oferecida pelo que chamou de "lobos solitários" e "pequenas células terroristas" é mais forte do que nos últimos anos.

Como exemplo, o documenta cita um incidente ocorrido há duas semanas na cidade de Pittsburgh, nordeste do país, quando três policiais foram mortos a tiros por Richard Poplawski, membro de um fórum na internet que prega a superioridade das pessoas brancas.

Mas o texto não apresenta referências a ameaças específicas que estariam sendo planejadas por extremistas.

Conservadores americanos dizem temer que as conclusões do estudo levem o governo a endurecer as leis de controle de armas e a restringir a liberdade de expressão.

Fonte BBC Brasil

Nota:
O inimigo dos sinceros está trabalhando arduamente para tirar a liberdade de expressão, civil e religiosa.

14 abril 2009

Coca-Cola tem que admitir que faz mal à saúde

O Comitê de Defesa do Consumidor da Austrália ordenou nesta quinta-feira [2/04] que a Coca-Cola retifique peças publicitárias segundo as quais o consumo da bebida não acarreta risco para a saúde. Em comunicado, o órgão classificou como "inaceitável" a alegação da empresa de que esses riscos seriam um "mito".

Em outubro passado, a Coca-Cola lançou na Austrália uma campanha intitulada "Maternidade e Caça aos Mitos" com a atriz australiana Kerry Armstrong na qual dizia que beber Coca-Cola é seguro para crianças e que é mentira que a bebida causa obesidade e cáries. Nas peças, a empresa também negava que seu produto contivesse cafeína.

"Agora que descobri o que é mito e o que não é, é bom saber que nossa família pode seguir aproveitando uma de nossas bebidas favoritas", afirmava a atriz em uma das peças. "Meus filhos agora me chamam de mamãe, a caçadora de mitos."

"Essas mensagens são totalmente inaceitáveis e dão a impressão enganosa de que beber Coca-Cola nunca contribuirá para ganho de peso, obesidade, ou danos aos dentes", disse Graeme Samuel, o presidente do Comitê de Defesa do Consumidor, em um comunicado.

Segundo a decisão do órgão, a Coca-Cola, agora, terá de publicar novos anúncios em jornais corrigindo os anteriores e terá que publicar, em seu site na internet, uma série de tabelas que comparam os níveis de cafeína com os de chá e café. Conforme o presidente do Comitê, a empresa já concordou em cumprir a punição.

(Folha Online)

[Pesquisa Michelson Borges: www.criacionismo.com.br]

24 março 2009

A Hora do Planeta - Luzes apagadas pelo planeta

Do oriente ao ocidente mais de 2100 cidades participam da Hora do Planeta no dia 28.

Fonte O Globo

Obama quer ação externa do G20, novos poderes aos EUA

NOVA YORK (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu ações rápidas dos líderes do G20 para estimular a economia mundial e novos poderes para desativar empresas financeiras prestes a falir dentro do país nesta terça-feira, um dia após os mercados terem aplaudido seu plano para absorver ativos tóxicos que têm pesado sobre bancos.

Com o grupo dos ministros de finanças do G20 se preparando para o encontro do dia 2 de abril em Londres, Obama pediu às economias que aprovem gastos de estímulo robustos, reparem os mercados de crédito e estendam ajuda a países pobres.

"Minha mensagem é clara: os Estados Unidos estão prontos para conduzir, e nós convidamos nossos parceiros a se juntar a nós com um senso de urgência e propósito em comum", disse Obama em um artigo publicado em 31 jornais em todo o mundo.

...

Fonte Abril

20 março 2009

Mais pólvora

O alvoroço agora foi provocado por um artigo na última edição da publicação científica americana Proceedings of the National Academy of Sciences: um estudo com 52 especialistas afirma que existem 56% de chances de uma mudança dramática acontecer na Terra, se nada for feito para conter as alterações climáticas.

Foram avaliados cinco dos chamados "tipping points", algo como pontos sem volta, em termos científicos, capazes de influenciar o clima no planeta irreversivelmente: o desaparecimento da Amazônia, o derretimento da Groenlândia e da Antártida, a desaceleração da corrente do Golfo (que "esquenta" a Europa) e o fenômeno meteorológico El Niño.

As chances de pelo menos uma dessas "catástrofes" acontecer, caso o aquecimento global até 2200 fique em 4ºC, seriam de uma em seis. Caso ele ultrapasse este teto, o planeta pode chegar a vários desses pontos sem volta, e a probabilidade de pelo menos um deles ocorrer -- provavelmente o derretimento da capa de gelo da Groenlândia ou o desaparecimento da Amazônia -- sobe para 56%.

"Até o momento, um forte aquecimento de mais de 4ºC até 2200 parece um possibilidade clara", afirmou o coordenador do estudo, Elmar Kriegler, do Instituto para Mudanças Climáticas de Potsdam, na Alemanha.

É bom lembrar que as análises levam em conta o ano 2200, ou seja, bem mais adiante que a maioria dos modelos, que costumam ir até 2100, no máximo. Na blogosfera, o estudo já vem despertando a ira dos céticos... Qual é a sua opinião?

Fonte BBC - Blog Planeta e Clima

Nota: Não importa se é em 2100 ou 2200, o importante mesmo é que o mundo está prestes a tomar uma decisão para impedir que isto aconteça. A grande pergunta para nós adventistas é: Como está a nossa vida para encarar tudo isso? Responda para você mesmo sem hipocrisia.

19 março 2009

Cientista britânico prevê 'catástrofe' mundial em 2030

São Paulo

O aumento da população mundial e das demandas por água, energia e alimentos poderão provocar uma "catástrofe" em 2030, segundo previsões do principal conselheiro científico do governo britânico.

John Beddington descreveu a situação como uma "tempestade perfeita", termo usado quando uma combinação de fatores torna uma tempestade que, por si só, não teria tanto efeito, em algo muito mais poderoso. A analogia também é usada para descrever crises econômicas.

Segundo Beddington, com a população mundial estimada em 8,3 bilhões de pessoas em 2030, a demanda por alimentos e energia deve aumentar em 50%, e por água potável deve aumentar em 30%.

As mudanças climáticas devem piorar ainda mais a situação, vai advertir o cientista nesta quinta-feira, na conferência Desenvolvimento Sustentável RU 09, em Londres.

"Não vai haver um colapso total, mas as coisas vão começar a ficar realmente preocupantes se não combatermos esses problemas", afirma Beddington.

Segundo ele, esta crise por recursos vai ser equivalente à atual crise no setor bancário.

"Minha principal preocupação é com o que vai ocorrer internacionalmente, vai haver falta de alimentos e de água", prevê o cientista.

"Nós somos relativamente sortudos no Reino Unido; pode não haver falta, mas podemos esperar um aumento de preço dos alimentos e de energia."

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) prevê falta de água generalizada na África, Ásia e Europa até 2025.

A quantia de água potável disponível por habitante deve diminuir dramaticamente neste período.

A questão da segurança alimentar e energia chegou a entrar no topo da agenda política no ano passado, durante a alta do preço do petróleo e de commodities.

Segundo Beddington, a preocupação agora que os preços voltaram a cair é de que essas questões saiam da agenda doméstica e internacional.

"Não podemos ser complacentes. Só porque os preços caíram, não significa que podemos relaxar", diz ele.

Melhorar globalmente a produtividade agrícola é uma forma de combater o problema, afirma Beddington.

Atualmente, se perdem entre 30% e 40% de toda a produção, antes da colheita, por causa de pragas e doenças.

"Temos que procurar uma solução. Precisamos de mais plantas resistentes a pragas e doenças, e de melhores práticas agrícolas e de colheita", afirma Beddington.

"Os alimentos transgênicos também podem ser parte da solução. Precisamos de plantas que sejam resistentes à seca e à salinidade - uma mistura de modificações genéticas e cruzamento convencional de plantas."

De acordo com o cientista, também são essenciais melhorias na estocagem de água e fontes de energia mais limpas.

John Beddington está a frente de um subgrupo de um novo departamento do governo criado para combater a segurança alimentar.

Fonte Terra

Encontro do presidente do episcopado norte-americano com Obama

O cardeal George mobiliza a opinião pública a favor da objeção de consciência

WASHINGTON, quarta-feira, 18 de março de 2009 (ZENIT.org).- O cardeal Francis George, OMI, arcebispo de Chicago e presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, teve um encontro nesta terça-feira à tarde com o presidente Barack Obama no Salão Oval da Casa Branca.

No encontro privado, que durou cerca de 30 minutos, «o presidente e o cardeal George falaram de uma ampla gama de questões, inclusive importantes oportunidades para o governo e a Igreja Católica de seguir sua longa relação para enfrentar alguns dos desafios mais urgentes da nação», acrescenta a nota.

Uma declaração da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos explica que, ao final do encontro, o purpurado «expressou sua gratidão pelo encontro e sua esperança de que promova um fecundo diálogo a favor do bem comum».

Em uma recente vídeo-mensagem (http://www.usccb.org/conscienceprotection), o cardeal George abordou dois temas particularmente importantes para a vida do país: a liberdade religiosa e a liberdade de consciência.

Em 27 de fevereiro, recordou, a administração Obama publicou, em uma página web federal, a notícia segundo a qual pretende eliminar a regra da objeção de consciência no Departamento para a Saúde e os Serviços Humanos.

Esta norma, explica o cardeal, «faz parte da ampla gama de proteções legais para quem trabalha no setor de saúde» e «tem problemas de consciência ao ficar envolvido em abortos ou outros procedimentos de homicídio que são contrários à sua fé».

O purpurado confessa que está «profundamente preocupado pelo fato de que uma ação assim por parte do governo possa ser o primeiro passo para levar nosso país da democracia ao despotismo».

«Nenhum governo deveria intrometer-se entre o indivíduo e Deus», declara.

«Por que motivo nosso governo e nosso sistema legal não deveriam permitir a objeção de consciência no caso de uma ação moralmente negativa, o homicídio de uma criança no seio materno?», pergunta o purpurado.

Segundo o cardeal George, «as pessoas entendem o que acontece realmente em um aborto»: «mata-se a um membro da família humana». Por este motivo, declara, «ninguém deveria ver-se obrigado pelo governo a atuar como se fosse cego diante desta realidade».

Por este motivo, o cardeal pede a todos os cidadãos que manifestem ao governo seu dever de defesa da objeção de consciência através da páginahttp://www.usccb.org/conscienceprotection/.

Fonte Zenit

Nota:Apocalipse 13 está se cumprindo exatamente como previsto, precisamos está alerta e vigiando em oração, e não vamos esquecer das reformas necessárias para nos encontrar com Cristo.

Mandamentos, convite à libertação, diz cardeal

Dom Geraldo Agnelo fala sobre o Decálogo
SALVADOR, quarta-feira, 18 de março de 2009 (ZENIT.org).- «O Decálogo é o convite de Deus ao homem para libertar-se da escravidão do pecado e do mal, para conduzir a uma existência límpida e limpa no seu amor», afirma o arcebispo primaz do Brasil.
O cardeal Geraldo Agnelo, arcebispo de Salvador, explica que «o Decálogo vem a ser para o homem a proposta dos valores verdadeiros, que enriquecem, que levam à maturidade, à plenitude de vida».
O arcebispo faz esse comentário em artigo enviado a Zenit ontem. O texto está no âmbito das leituras da liturgia de domingo passado, com a proclamação dos Dez Mandamentos de Deus no livro do Êxodo.
«Decálogo quer dizer dez palavras, dez enunciados. Constituem o fundamento da Aliança», afirma.
«Recordamos as tábuas da lei: os três primeiros enunciados, escritos sobre a primeira tábua, dizem respeito à conduta que o homem deve ter para com Deus: “Não terás outro Deus fora de mim”; “Não tomarás o nome de Deus em vão”; “Recorda-te de santificar as festas” (os dias de preceito)
«Os sete outros enunciados propõem as condições para a convivência social, de irmãos entre irmãos: “Honrar o pai e a mãe”; “Não matar”; “Não cometer atos impuros”; “Não roubar”; “Não dar falso testemunho”; “Não desejar a mulher dos outros”; “Não desejar as coisas dos outros”», afirma.
Segundo o arcebispo, pode-se refletir «ao infinito» sobre os dez mandamentos. «Eles constituem um empenho moral vinculante especialmente depois que Jesus Cristo revelou quem é Deus para nós, e quem somos nós para Deus e quem somos nós, uns para os outros: um Pai, filhos, irmãos».
«Os dez mandamentos não são nem imposição de um Deus tirano, nem simples resultado de um esforço de vontade, mas a consequência da nova vida que Deus nos deu, na morte e ressurreição de Jesus Cristo», afirma Dom Geraldo Agnelo.
Fonte Zenit.org
Nota: Não posso descrever em palavras o sentimento que tive ao ler este artigo, pois como pode alguém modificar os mandamentos de Deus e ainda conceder a esta modificação os mesmos requisitos dos Dez Mandamentos escritos pelo Dedo de Deus. Este decálogo citado pelo Cardeal não é obra das mãos de Deus, mas obra da igreja católica que modificou os mandamentos de Deus, adulterando a lei e ainda ensinando seus erros para o mundo. O que mais me impressiona é que existem milhares de outras denominações que se julgam protestantes mas adotam este mesmo decálogo adulterado, enganando a si mesmas. O que me alegra é que tudo que está acontecendo mostra quão próximo está a volta de Nosso Senhor Jesus Cristo, pois tudo foi profetizado e está escrito nas Santas Escrituras, a Bíblia. Para você amado visitante que precisa de esclarecimento bíblico para entender tudo aqui abordado por favor entre em contato pelo e-mail: restaumaesperanca@hotmail.com

13 março 2009

Leia estas notícias e Pense no Filme "A Última Batalha" sendo produzido hoje, se não conseguir entender, leia a nota no final da postagem.

Piores cenários sobre aquecimento global podem estar se concretizando, dizem cientistas

Iceberg na Antártida (AFP)

As piores previsões sobre as mudanças climáticas feitas pela Organização das Nações Unidas há dois anos podem já estar se concretizando, afirmaram nesta quinta-feira cientistas reunidos em uma conferência em Copenhague, na Dinamarca.

Em um comunicado final onde delinearam seis pontos-chave para alertar os líderes políticos do mundo, os cientistas afirmam que há um risco crescente de mudanças climáticas abruptas e irreversíveis.

"Observações recentes confirmam que, dados os altos índices de emissões, as piores projeções do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), ou ainda piores, estão sendo percebidas", diz o documento.

"O clima já está se modificando além dos padrões de variabilidade natural. (...) Há uma possibilidade significativa de que muitos desses padrões irão se acelerar, levando a um risco crescente de mudanças climáticas abruptas e irreversíveis".

Os pesquisadores também alertaram que mesmo aumentos modestos de temperatura afetarão milhões de pessoas, particularmente em países em desenvolvimento.

Mas, segundo eles, a maioria das ferramentas necessárias para diminuir as emissões de dióxido de carbono já existe.

Mais de 2.500 pesquisadores e economistas de 80 países participaram do encontro que teve como objetivo apresentar os últimos estudos na área como preparação para a Conferência sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas, que acontece em dezembro deste ano.

Novos dados

Novos dados apresentados no encontro apontam que as projeções feitas pelo IPCC há dois anos sobre o aumento nos níveis dos oceanos já estão desatualizadas.

Segundo as novas previsões, o nível das águas pode subir mais de um metro em várias partes do globo, com enormes impactos para milhões de pessoas.

Foram divulgadas também novas informações sobre como a Floresta Amazônica irá sofrer com os aumentos nas temperaturas.

Um estudo do Centro Meteorológico da Grã-Bretanha concluiu que pode haver uma perda de 75% na cobertura florestal em um século se a temperatura mundial aumentar em 3ºC.

"Nós observamos muitos dados novos. Podemos ver onde estamos e temos um problema", afirmou Katherine Richardson, que liderou o comitê científico que organizou a conferência.

Migrações em massa

O economista britânico Nicholas Stern, autor de um impactante relatório sobre as consequências econômicas das mudanças climáticas, publicado em 2006, também participou do encontro.

Durante a reunião, ele afirmou que seu relatório subestimou a escala dos riscos e a velocidade com que o planeta está se aquecendo.

Ele pediu aos cientistas que alertem os políticos sobre o que pode acontecer com o planeta caso medidas para combater o aquecimento global não sejam tomadas.

Segundo ele, se a temperatura do planeta aumentar em 5º C até o próximo século, as consequências serão dramáticas para milhões de pessoas.

Stern afirmou que o aumento do nível dos oceanos fará com que muitas áreas se tornem inabitáveis, levando a migrações em massa e conflitos violentos.

"Nós poderemos ver centenas de milhões de pessoas, provavelmente bilhões, que terão que se mudar, e sabemos que isso pode causar conflitos. Então, poderemos ver um grande período de conflitos em todo o mundo, de décadas ou séculos", afirmou Stern.

"Acho que é importante que entendamos a magnitude do risco que estamos correndo".

Stern ainda afirmou que um acordo global sobre as mudanças climáticas é urgentemente necessário para evitar esse cenário, e que a crise econômica pode ajudar de alguma maneira.

"A inação é indefensável. Esta é uma oportunidade, já que os recursos ficarão mais baratos do que no futuro. Agora é o momento de fazer com que os desempregados da Europa trabalhem em (projetos) de eficiência energética", disse.

O primeiro-ministro dinamarquês, Andres Fogh Rasmussen, afirmou que as tecnologias sustentáveis são a solução para os problemas climáticos e econômicos.

"Os negócios não serão mais como antes. O crescimento verde é a resposta para nossos problemas econômicos e climáticos", afirmou.

Fonte BBC Brasil

Nota Resta Uma Esperança: O cenário é apocalíptico. Leia esta notícia e compare com esta outra:

Economista Britânico defende alarmismo para combater aquecimento global

Os cientistas devem deixar claros os efeitos desastrosos da mudança climática para que o mundo aja agora na redução das emissões de carbono, disse nesta quinta-feira o influente economista Nicholas Stern.

"É preciso dizer muito clara e fortemente às pessoas como é difícil (um aumento de temperatura) de quatro, cinco, seis ou sete graus Celsius", afirmou Stern, professor da London School of Economics e ex-economista do Tesouro britânico. "Bilhões de pessoas teriam de se mudar, e haveria um conflito muito severo."

"Essa é uma história que precisa ser contada para convencer as pessoas de que é uma péssima ideia chegar perto de (um aumento de) 5C. É uma grande probabilidade de um resultado devastador", acrescentou Stern a uma plateia de 2.000 cientistas no Congresso sobre a Mudança Climática em Copenhague.

Em um relatório de 2006, o economista alertou que a falta de ação climática poderia causar problemas econômicos equivalentes aos da Grande Depressão na década de 1930.

Com um aquecimento superior a 2C, centenas de milhões de pessoas teriam menos acesso à água; com 3C, a produção mundial de alimentos deve diminuir, segundo relatório de 2007 de uma comissão científica da ONU.

O professor John Schellnhuber, do Instituto Potsdam para a Pesquisa do Impacto Climático, disse, antes de Stern, que um aquecimento de 5C significaria que o planeta só teria condições de abrigar uma população 1 bilhão de pessoas inferior à atual.

A definição de um novo acordo climático global, para vigorar a partir de 2013, depende em grande parte de os países em desenvolvimento aceitarem medidas para reduzir suas emissões de gases do efeito estufa. O tratado deve ser discutido no final do ano em Copenhague.

Stern disse que os países ricos deveriam aceitar uma redução de 80 por cento das suas emissões até 2050, e que em nível global a redução deveria ser de 50 por cento.

"Por 1 ou 2 por cento do PIB global, podemos manter as concentrações (de carbono na atmosfera) abaixo de 500 partes por milhão, e baixar a partir daí", disse Stern. "Isso diminuiria a possibilidade de um aquecimento de 5C para apenas 2 ou 3 por cento. Soa bastante bom para mim. Podemos fazer um seguro bastante poderoso."

Fonte: Estadão Online

Nota Resta Uma Esperança: Agora clique aqui e veja outra notícia e compare com a palestra de Michelson Borges sobre ECOmenismo.

Lembrando do Filme "A Última Batalha"

Creio que não restam mais dúvidas, ficou bem claro. Quando? Nós não sabemos, mas como e por quais motivos já nos é conhecido.

Quando o filme "A Última Batalha" foi produzido, o surgimento da Lei Dominical no início do filme deixou algumas perguntas no ar: Por quê? Por quais motivos haveria de vir uma lei como esta? Por quais motivos iria ser decretada morte aos transgressores desta lei? Parecia que nos faltava informação para responder estas perguntas, as respostas dadas pelo filme se mostraram insuficientes para convencer a muitos, se alguém tinha respostas melhores, faltavam ser publicadas. Agora, depois de tantas informações e provas concretas destes fatos, os produtores do filme têm material suficiente para responder as perguntas sem deixar dúvidas.