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25 janeiro 2010

Desastres naturais não têm relação com aquecimento


O Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês) passa por nova polêmica. A afirmação do grupo de que o aquecimento global seria o causador de furacões e enchentes cada vez mais fortes estaria errada. Cientistas já haviam avisado que as informações do IPCC seriam “fracas”.

O grupo parece ter se baseado em um relatório de 1999, que só foi publicado em 2008. Na ocasião, os cientistas responsáveis pelo estudo retiraram sua teoria sobre o aquecimento e sua relação com desastres naturais. Para eles, “não existem evidências para sustentar que o aquecimento global tenha alguma relação com o aumento de desastres naturais.” No entanto, o IPCC se baseou nas afirmações de 1999, e não nas de 2008.

Esta suposta consequência do aquecimento global foi um dos temas centrais da Conferência de Copenhague. O presidente norte-americano, Barack Obama, falou sobre o aumento dos desastres naturais, assim como outros ministros e autoridades, durante o evento. O argumento de países pobres para receber US$ 100 bilhões em ajuda para lidar com o aquecimento global se baseia na afirmação do IPCC.

Fonte Opinião e Notícia

Nota: Veja mais erros dos relatórios publicado pela ONU aqui. Creio que, por mais que sejam divulgados dados e informações sobre esses erros, isso não abalará o desejo de promover o ECOmenismo que tem sido amplamente difundido pelos ambientalistas, bem como pelas instituições religiosas.

07 dezembro 2009

ONU rebate acusações sobre manipulação de dados sobre clima


IPCC diz que emissão de gases poluentes contribui para aquecimento

Dois dias antes do início da conferência das Nações Unidas sobre o clima em Copenhague, na Dinamarca, cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês) se defenderam das acusações de que dados sobre a influência humana nas modificações do clima teriam sido exagerados.

Em um comunicado divulgado neste sábado por dois de seus membros, o IPCC afirmou que o “aquecimento no sistema climático é inequívoco” e que defende “firmemente” que as emissões de gases que causam efeito estufa são um dos fatores que contribuíram para o aumento da temperatura global.

O comunicado foi uma resposta às acusações de que dados coletados por pesquisadores da Unidade de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia, na Grã-Bretanha, não seriam confiáveis.

Vazamento

A polêmica teve início após centenas de e-mails trocados por pesquisadores da universidade e de outras instituições terem vazado na internet junto com outros documentos.

Segundo alguns críticos, uma das mensagens que vazaram sugeriria que o chefe da unidade de pesquisas da universidade, professor Phil Jones, queria excluir alguns documentos da próxima avaliação da ONU sobre o clima, levantando suspeitas de uma tentativa de manipulação de dados sobre o aquecimento global.

Jones, que deixou seu cargo, nega que sua intenção fosse manipular os dados. Uma investigação independente sobre o caso está sendo conduzida.

No comunicado divulgado neste sábado, os professores Thomas Stocker e Qin Dahe, chefes do grupo de trabalho 1 do IPCC, condenaram o vazamento dos e-mails na internet, mas evitaram comentar o conteúdo das mensagens.

Os cientistas preferiram tentar rebater diretamente as acusações de que os dados sobre o aquecimento global seriam exagerados.

“(As conclusões da ONU) são baseadas em informações de diversas instituições independentes em todo o mundo, que demonstram mudanças significativas no solo, atmosfera, oceanos e nas partes do planeta cobertas por gelo”, diz o comunicado.

“Por meio de trabalho científico independente envolvendo métodos estatísticos e uma série de modelos climáticos, estas mudanças foram detectadas como desvios significativos da variação climática natural e foram atribuídas ao aumento (na emissão) de gases causadores do efeito estufa”.

‘Conspiração’

Também neste sábado, o professor Jean-Pascal van Ypersele, vice-diretor do IPCC, afirmou acreditar que o vazamento dos e-mails faz parte de uma conspiração para desacreditar os dados sobre o aquecimento global antes da conferência de Copenhague.

“Você acha que é coincidência isto ter acontecido a duas semanas de Copenhague?”, disse o cientista, que acusou hackers russos de receberem dinheiro para publicar os e-mails na internet.

Ele, no entanto, não citou nomes ao dizer quem estaria interessado no vazamento.

“A intenção era claramente abalar a confiança que os negociadores (da conferência) têm na ciência”, declarou Ypersele, que, no entanto, afirmou haver diversas outras evidências que comprovam o aquecimento global.

“Mesmo que as evidências que aqueles cientistas (que tiveram os e-mails vazados) fossem descartadas, nada mudaria nas conclusões do IPCC”.

Fonte BBC Brasil

Nota: Estamos nas mãos de Deus, quando Ele determinar, acontecerá.

02 dezembro 2009

Cientistas manipulam dados para provar aquecimento


Documentos vazados revelaram fraudes no cálculo do aquecimento global. Já conhecido no mundo como “Climategate”, em referência ao caso Watergate, o vazamento mostra que cientistas diretamente ligados à Organização das Nações Unidas (ONU) estavam manipulando índices para provar que o planeta passa por um processo de aquecimento sem precedentes.

O cientista Philip Jones, um dos apontados durante o Climategate, é responsável por criar o mais importante de quatro índices que orientam políticas climáticas de nações e da ONU. Os emails vazados mostram como os cientistas que trabalham com Jones não liberavam dados importantes de suas pesquisas e fabricavam motivos para mantê-los em segredo.

Os cientistas ligados a Jones também tentavam abalar a credibilidade de qualquer pesquisador que fosse contra os resultados apresentados. Entre os pesquisadores envolvidos no Climategate, estão responsáveis por outros índices que orientam a ONU e o braço-direito do ex-vice-presidente norte-americano Al Gore.

Fonte Opinião e Notícia

30 novembro 2009

Limitar população, eterno tabu, agora entra em debate sobre clima

Limitar o crescimento da população mundial foi um assunto considerado tabu durante décadas, mas agora os potenciais impactos do aquecimento global sobre a vida de bilhões de pessoas fez com que o tema entrasse oficialmente na agenda de discussões da cúpula de Copenhague, que acontece de 7 a 18 de dezembro.

Como prova da mudança, o Fundo da ONU para a População (FNUP) afirmou que frear o aumento da população do planeta contribuiria de maneira fundamental com a luta contra os gases causadores do efeito estufa.

"Um crescimento mais lento da população aumentaria a resistência contra o impacto das mudanças climáticas e contribuiria para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa no futuro", indicou a FNUP em um relatório publicado em novembro.

O texto é o primeiro de uma agência das Nações Unidas a fazer referência tão explícita à relação entre clima e população, destacando a importância de aplicar políticas de contenção demográfica através do acesso apliado a métodos contraceptivos.

Em suas 104 páginas, o relatório da FNUP explica que, se até 2050 a população da Terra for de oito bilhões de pessoas, e não de nove bilhões, entre uma e duas gigatoneladas de dióxido de carbono deixariam de ser lançadas na atmosfera por ano (1 gigatonelada equivale a um bilhão de toneladas).

Em estudo publicado em setembro pela Royal Society britânica, Malcolm Potts, cientista da Universidade da Califórnia, destacou que os atuais 300 milhões de habitantes dos Estados Unidos devem chegar a um número entre 450 e 500 milhões em 2050.

"Cada nascimento não desejado prevenido nos Estados Unidos permitirá ao resto do mundo respirar com um pouco mais de facilidade", destacou Potts.

Além de serem o segundo país mais poluidor do planeta em termos de volume de emissões, os Estados Unidos ocupam também o sétimo lugar em termos per capita, com 23 toneladas de carbono emitidas por pessoa anualmente - volume dez vezes maior que nos países mais pobres da terra.

Gigantes emergentes como China e Índia mantêm há anos políticas de controle de natalidade e isto favoreceu seu crescimento econômico, sustentam especialistas.

Para este grupo de analistas, a redução da natalidade nos países mais pobres do mundo - onde nas últimas quatro décadas foi registrado 99% do crescimento demográfico global - significaria que menos gente ficaria exposta à fome crônica e aos desastres naturais.

Para outros especialistas, o debate sobre controle de natalidade foi deixado de lado pelos defensores do aumento demográfico nos países ricos, que veem como fator positivo o crescimento de suas populações.

Estas vozes também insistem que controlar a natalidade é um risco que expõe o país a sofrer com falta de mão-de-obra e colapso do sistema previdenciário.

Além disso, pesa sobre os defensores de políticas de controle demográfico o estigma das teorias de Thomas Malthus, cujas previsões sobre a fome, doenças e morte em consequência do crescimento da população ficaram obsoletas depois do aumento da produtividade agrícola mundial.

Nas discussões sobre o clima, 37 países desenvolvidos já incluíram o tema da demografia em seus planos nacionais contra o aquecimento global.

No entanto, muitos especialistas são contra o debate deste assunto na cúpula de Copenhague, argumentando que já será difícil conseguir bons resultados e por isso é melhor não abordar um tema tão polêmico na ocasião.

Fonte Último Segundo

Nota: Estamos muito perto de desfecho de todas as coisas...

29 setembro 2009

Amparo do ambiente está relacionado com o desenvolvimento humano integral, diz Bento XVI


Vaticano, 24 Set. 09 / 11:56 am (ACI).- Na vídeo-mensagem enviada aos participantes na Cúpula da ONU sobre mudança climática, que se celebrou no dia 22 de setembro em Nova Iorque, o Papa Bento XVI reiterou que a "Igreja considera que os temas relativos ao meio ambiente e seu amparo estão intimamente relacionados com o desenvolvimento humano integral".

Na mensagem dada a conhecer hoje, o Pontífice explicou que "a terra é realmente um dom precioso do Criador, que ao desenhar sua ordem intrínseca nos proporcionou as diretrizes que nos ajudam a proteger a criação. Precisamente neste contexto, a Igreja considera que os temas relativos ao meio ambiente e seu amparo estão intimamente relacionados com o desenvolvimento humano integral".

"Em minha recente encíclica 'Caritas in veritate', referi a estas questões, recordando a 'urgente necessidade moral de uma renovada solidariedade' não só entre os países, mas também entre os indivíduos, dado que o ambiente natural é dado Por Deus a cada um, e seu uso supõe uma responsabilidade pessoal com toda a humanidade, especialmente com os pobres e com as gerações futuras", continuou.

Por isso, disse o Papa, "é muito importante que a comunidade internacional e cada governo dêem os sinais adequados aos seus cidadãos e consigam rebater formas perigosas de utilização do ambiente. Os que esgotam os recursos compartilhados devem reconhecê-lo claramente e carregar com os custos econômicos e sociais desse fato, que não devem recair sobre outros povos ou sobre as gerações futuras".

"O amparo do ambiente e a proteção dos recursos e do clima obriga a todos os responsáveis a unir seus esforços, respeitando a lei e promovendo a solidariedade com as regiões mais frágeis do mundo. Juntos – prossegue o Santo Padre – podemos construir um desenvolvimento humano integral do qual todos nos beneficiamos, hoje como no futuro. Um desenvolvimento – ressalta evocando a sua última encíclica – que seja "inspirado nos valores da caridade na verdade. Para isso é essencial que o modelo atual de desenvolvimento global se transforme mediante a toma de consciência de uma responsabilidade mais ampla e compartilhada com a criação: exigem-no não só fatores ambientais, mas também o escândalo da fome e a pobreza".

Finalmente o Papa Bento XVI convidou aos participantes na cúpula das Nações Unidas a confrontar o debate "de forma construtiva e com valor generoso. Todos estamos chamados a administrar responsavelmente a criação e a utilizar seus recursos de forma que cada ser humano e cada comunidade viva com dignidade e testemunhe 'a aliança entre os seres humanos e o ambiente, que deveria refletir o amor criador de Deus'".

Fonte ACI Digital

Nota: Ao lermos "desenvolvimento integral do ser humano" ligado com "as diretrizes designadas por Deus para proteger a criação". Percebemos o seguinte:

A família é um local onde se forma o caráter do indivíduo; os princípios familiares têm sido duramente afetados pelo mundo moderno. Então, deve o ser humano ter um desenvolvimento integral começando pela família. Mas como começar? Para uma família ter um desenvolvimento integral dentro dos padrões estabelecidos, onde o respeito, a dignidade, a justiça e o amor devem ser a base, é essencial que os pais tenham tempo para Deus, para seus filhos e para eles mesmos estudarem e conhecerem a respeito da revelação Divina. A Bíblia.

As diretrizes dadas por Deus para proteger a criação foram designadas por Deus em Gênesis 2:1-3. Ele separou o Sétimo Dia da semana para ser reservado para adoração e proteção ao planeta; como também um dia para a família descansar, onde o pai, mãe e filhos teriam tempo para gozarem juntos e terem um desenvolvimento integral do ser humano.

Sim, mas onde está o problema? Simples.

De acordo com Êxodo 20:8-11, o sétimo dia é o Sábado, e a igreja católica afirma ter sido mudado para o domingo, sem nenhuma autorização bíblica para isso; esta mudança foi profetizada em Daniel 7:25, e o fim de quem realizou a mudança seria trágico, assim como o fim daqueles que obedecem a esta mudança. (Apocalipse 14:9-12). Portanto, como a igreja católica prega o domingo, eis o problema. O Sábado foi dia separado por Deus para isto, que Ele escreveu com seu próprio dedo (Êxodo 31:18). Ninguém tem autoridade para mudar algo que Deus não mudou.

Alguns podem argumentar que é só um dia e nada tem haver, eis um problema; Adão comeu só um frutinha, e veja no que deu.

Deus afirmou que sua igreja guardaria os seus mandamentos e a fé em Jesus. (Apocalipse 12:17). Tiago afirma que aquele que guardar nove mandamentos e esquecer do décimo teria muitos problemas. (Tiago 2:10). Jesus afirma que não veio abolir a lei, e que aqueles que mudassem um mandamento, por menor que seja, não seria nada no reino de Deus. (Mateus 5:17-19). Portanto, eu pergunto: a quem devemos obedecer: a Deus ou aos homens?. Eu prefiro ficar com a resposta de Pedro: "antes importa obedecer a Deus do que aos homens." Atos 5:29.

E tem mais: o sábado é o sinal entre Deus e seu povo. (Ezequiel 20:12).

Outros afirmam que o sábado é somente para os judeus. Para responder a isto leia Isaías 56. Percebam o convite de Deus aos estrangeiros que não pertenciam a nação judaica para guardarem o Sábado e as bênçãos que os seguia se assim fizessem.

17 setembro 2009

A Santa Sé Pede Uma Reforma da ONU

Que cada Estado promova seus interesses em função do bem comum mundial

NOVA YORK, quarta-feira, 16 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- A reforma de que a ONU precisa para evitar perder relevância afeta o modo como se tomam as decisões no organismo internacional e passa pela vontade política de cada Estado membro de promover seus interesses em função do bem comum mundial.

Foi o que afirmou o observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas em Nova York, Dom Celestino Migliore, ante os microfones de Rádio Vaticano nesta terça-feira, dia de início do 64º período de sessões da Assembleia Geral da ONU, que reúne 130 chefes de Estado e de Governo de 23 a 30 de setembro em Nova York.

O representante da Santa Sé afirmou que “existe, sem dúvidas, a percepção com preocupação de que sem uma precisa reforma da modalidade de decisão a ONU retrocederá para uma perigosa perda de relevância”.

Também apontou que “o problema não é encontrar soluções técnicas e institucionais adequadas; “de fato as propostas sensatas e eficazes abundam”, disse.

Para Dom Migliore, “a questão está na vontade política de cada um dos membros que compõem a Organização, e especialmente dos que exercem uma maior influência política, econômica, militar ou demográfica, de saber usar, ou seja, de ter a audácia de promover os próprios interesses nacionais no contexto e em função da promoção do bem comum mundial”.

Dever-se-ia fazer, das organizações internacionais, um lugar não de partilha do poder, mas de atenção e resposta efetiva aos problemas das pessoas”, indicou.

A necessidade de que a organização mundial seja reformada também foi destacada nesta terça-feira pelo novo presidente da Assembleia Geral da ONU, o ex-ministro líbio Ali Treki, ao iniciar o debate geral anual das Nações Unidas.

“A Assembleia Geral, que representa o mundo inteiro, encontrou obstáculos em seu caminho; não pôde implementar ou fazer valer suas resoluções”, reconheceu Treki.

A Organização das Nações Unidas deve-se reformar, recuperar a legitimidade internacional e fazer que se escute sua voz e se apliquem suas resoluções”, declarou.

O ex-chanceler líbio opinou que as Nações Unidas são o caminho para um futuro melhor, onde as pessoas de todas as cores, religiões e origens devem cooperar.

Sobre a reforma institucional da ONU, e concretamente do Conselho de Segurança, Dom Migliore destacou que “não se trata de pensar unicamente na ampliação a novos países, mas sobretudo da questão do veto”.

Na opinião do observador permanente da Santa Sé, o veto no Conselho de Segurança “não pode ser visto mais em termos de privilégio ou de poder, mas deve ser considerado à luz da justiça e da solidariedade para responder rapidamente às emergências internacionais”.

Por outro lado, a recente conferência sobre a crise econômica e financeira e seu impacto sobre o desenvolvimento estabeleceu um grupo de trabalho para oferecer contribuições destinadas a desenhar de novo as instituições financeiras mundiais, recordou o arcebispo.

Sobre a democratização da ONU, também defendida nesta terça-feira por Ali Treki, o representante da Santa Sé destacou que “atualmente, as grandes questões econômicas e financeiras se debatem e regulam no seio de grupos restringidos, como o G8 e o G20, enquanto que as Nações Unidas representam o G192”.

Dom Migliore advogou por “incluir no debate e nas propostas todos os 192 países do mundo presentes na ONU” e para que os grupos mais poderosos “prestem atenção e consideração à voz do G192”.

O representante da Santa Sé também se referiu à autoridade mundial capaz de enfrentar adequadamente os problemas da comunidade internacional, que Bento XVI defende em sua encíclica Caritas in veritate.

Explicou que a encíclica reconhece as Nações Unidas como autoridade pública capaz de garantir uma ordem social em âmbito mundial.

Dom Migliore acrescentou que o documento do Papa “pôs o acento na necessidade de que esta ordem social reconheça e respeite também uma precisa ordem ética e moral das coisas e esta é uma via imprescindível se queremos que a ONU mantenha relevância e eficácia”.

Fonte Zenit

Nota: O interesse em respeitar as decisões da ONU é um objetivo do Vaticano, na verdade tanto o Vaticano, os EUA e a ONU devem ser respeitados de acordo com a visão de Bento XVI, já sabemos no isso resultará.

01 setembro 2009

ONU pede ação urgente contra mudança climática

REUTERS

Por Wojciech Moskwa

LONGYEARBYEN, Noruega (Reuters) - O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu na segunda-feira que os líderes mundiais tomem medidas urgentes contra o aquecimento, pelo bem "do futuro da humanidade".

Em visita a Svalbard, arquipélago norueguês no Ártico, Ban disse que essa região pode não ter mais gelo dentro de 30 anos, caso a atual tendência climática persista.

Ele tenta promover um acordo acerca de um novo tratado climático global, a ser definido na cúpula de dezembro em Copenhague. O atual tratado, chamado Protocolo de Kyoto, expira em 2012.

"Gostaria de chamar a atenção do mundo para a ação urgente a ser tomada em Copenhague (...). Não temos muito tempo a perder", disse Ban a jornalistas, a bordo de um navio da Guarda-Costeira norueguesa.

Ban disse esperar que os líderes "concordem com um acordo global que seja abrangente, equitativo e equilibrado para o futuro da humanidade e o futuro do planeta Terra."

O objetivo da cúpula de Copenhague é estabelecer limites rígidos para emissões de gases do efeito estufa e um mecanismo para a transferência aos países pobres de tecnologias destinadas a reduzir tais emissões.

Ban disse que o gelo do Ártico está desaparecendo a um ritmo mais acelerado do que as geleiras de outras partes do mundo, acabando rapidamente com a camada branca que reflete o calor e evita que as regiões polares absorvam ainda mais calor do sol, o que por sua vez acelera ainda mais o aquecimento.

"As calotas de gelo polares são o refrigerador do mundo, ajudando-nos a nos manter frescos por refletirem tanto calor", disse à Reuters o ambientalista Lars Haltbrekker, diretor da entidade Friends of the Earth Norway.

"Alguns cientistas acreditam que já estamos em um ponto de virada, no qual até 2050 a concentração dos gases humanos (do efeito estufa) já presentes na atmosfera irão derreter o gelo do mar Ártico durante o verão."

No verão boreal de 2007, a área coberta por gelo no Ártico atingiu o menor nível já registrado. Houve uma ligeira recuperação no ano passado, e neste ano deve ocorrer o terceiro menor nível da história, segundo cientistas.

Se o clima permitir, na terça-feira Ban irá visitar um navio de pesquisas que analisa o gelo polar do Ártico ao norte de Svalbard.

Fonte MSN Notícias

11 agosto 2009

Reunião tenta romper impasse sobre emissões de gases do efeito estufa

Negociações sobre substituto do Protocolo de Kyoto estão emperradas.

Representantes de cerca de 190 países se reúnem na cidade de Bonn, na Alemanha, a partir desta segunda-feira (10) até a sexta-feira (14) para mais uma rodada de negociações em busca de um acordo para combater as mudanças climáticas.

A expectativa é de que um tratado para substituir o Protocolo de Kyoto (que estabelece metas para redução das emissões de gases que provocam o efeito estufa) a partir de 2012 seja aprovado na reunião anual das Nações Unidas sobre o assunto, marcada para dezembro, em Copenhague, na Dinamarca.

No entanto, os países desenvolvidos e em desenvolvimento chegaram a um impasse sobre limites de emissões.

As metas apresentadas pelos ricos são consideradas insatisfatórias pelo bloco dos países em desenvolvimento. Por outro lado, China e Índia se recusam a adotar qualquer tipo de meta de emissões, sob o argumento de que isso poderia atrapalhar o desenvolvimento.

O encontro de cinco dias vem sendo visto como a grande esperança para destravar as negociações, a menos de 120 dias do início do encontro de Copenhague. Mas os obstáculos são grandes.

O apoio financeiro para adaptação de alguns países pobres - os mais duramente atingidos pelas mudanças climáticas - de modo a tirar as suas economias da dependência de combustíveis fósseis também está longe de ser um consenso.

Fonte de dinheiro

O problema não são as altas cifras necessárias, nisso todos concordam, mas a fonte dessa verba milionária.

Em Bonn, os representantes vão tentar reduzir a versão atual do pré-acordo, com cerca de 200 páginas. O problema é que há poucos meses, antes das primeiras reuniões, o texto tinha apenas 50 páginas. Ou seja: a cada rodada de negociações, mais ideias vêm sendo lançadas, em vez de chegar-se a acordos sobre os temas polêmicos.

O representante máximo da ONU para mudanças climáticas, Yvo de Boer, destacou que "o tempo está se esgotando".

"O desafio desta seção é reduzir o texto. Temos muito chão para percorrer", disse De Boer, que recentemente afirmou que os países ricos devem estar prontos a "pôr na mesa" em Copenhague pelo menos US$ 10 bilhões.

A secretaria-executiva da Convenção-Quadro das Nações Unidas para Mudança Climática vem insistindo que o custo de combater o aquecimento global precisa ser dividido, e que o dinheiro deve ser usado para ajudar países em desenvolvimento.

Além disso, a secretaria sustenta que os principais países também devem estar dispostos a assinar um acordo com metas para redução de emissões de gases.

Em seu relatório de 2007, o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) recomendou reduções de 25% a 40% nas emissões até 2020, para manter o aquecimento global dentro dos limites considerados aceitáveis pelos cientistas.

Fonte Portal G1

01 julho 2009

Chefe da ONU diz que novo pacto de emissão deve ser assinado

TÓQUIO - O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta quarta-feira, 1º, que o mundo precisa entrar em acordo sobre um novo tratado para diminuir a poluição na convenção de dezembro em Copenhagen e pediu aos líderes empresariais que unam esforços contra o aquecimento global.

Ban, que colocou as mudanças climáticas do planeta no topo de suas prioridades desde que assumiu o cargo na ONU, disse que mobilizaria "cada esforço" para chegar a um acordo na convenção da ONU para adotar medidas que substituiriam o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.

"Precisamos selar um acordo em Copenhagen, em dezembro deste ano", disse o chefe da ONU a líderes empresariais japoneses. "Será o momento da verdade em Copenhagen, quando decidiremos se vamos continuar no caminho do desastre tomando a mesma atitude lucrativa de sempre ou se vamos encontrar o caminho do crescimento sustentável", disse. "Sabemos a resposta. Temos que tomar o caminho do crescimento sustentável", completou.

O secretário realiza uma viagem de três dias ao Japão antes de ir para Mianmar, na sexta-feira, 3. Ban se encontrará com o primeiro-ministro japonês, Taro Aso, nesta quarta-feira para discutir a situação de Mianmar, país governado pelos militares, que mantiveram o líder da oposição, Aung San Suu Kyi preso por mais de 13 dos últimos 19 anos, a maioria deles em prisão domiciliar. As ameaças nucleares da Coreia do Norte também estão na pauta de debates entre os dois líderes.

Sobre as mudanças climáticas, Ban pediu aos líderes japoneses que ajudem o mundo na redução da emissão de gases poluentes. "Seu papel é extremamente, crucialmente importante. Conto com sua liderança", disse o secretário.

O Japão, o quinto maior país emissor de gases poluentes do mundo, anunciou em junho uma nova meta de cortar em 15% suas emissões até 2020 considerando os índices de 2005. O premiê japonês disse que o objetivo está de acordo com os índices estipulados pela União Europeia e pelos EUA.

Fonte O Estadão

04 junho 2009

ONU: aquecimento global ameaça segurança internacional

NOVA YORK, EUA (AFP) — A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou nesta quarta-feira, por consenso, uma resolução que admite, pela primeira vez, que o aquecimento global pode ter implicações na segurança internacional.

O texto, apoiado por 63 Estados, pede aos órgãos competentes da ONU que intensifiquem seus esforços consagrados ao estudo e tratamento do problema da mudança climática, "fundamentalmente suas repercussões sobre a segurança".

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, foi encarregado de preparar um relatório detalhado, para a próxima sessão da Assembleia, em setembro, "sobre as eventuais repercussões da mudança climática na segurança", tendo em conta os pontos de vista dos Estados-membros e das organizações regionais e internacionais relevantes".

A resolução é resultado de uma campanha de um ano promovida por uma coalizão de pequenos Estados insulares em desenvolvimento, para chamar a atenção do mundo sobre as graves ameaças das mudanças climáticas.

"O aquecimento ameaça nossa própria existência", declarou a embaixadora de Nauru, Marlene Moses, que preside a coalizão.

Estas pequenas ilhas são particularmente vulneráveis ao aumento do nível dos oceanos que, segundo especialistas, vai subir um metro ou mais até 2100.

26 fevereiro 2009

Degelo nos polos se acentua, alerta agência da ONU

SÃO PAULO - A Antártida está derretendo a um ritmo mais rápido do que se imaginava. O alerta é de estudo da Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência das Nações Unidas. A consequência é a elevação dos oceanos a níveis não previstos pelo Painel Internacional sobre Mudanças Climáticas (IPCC). As conclusões do painel deveriam servir como base de políticas públicas sobre mudanças climáticas.

O relatório, preparado no âmbito das comemorações do Ano Polar, indica que os polos estão sofrendo ?acelerada e generalizada? perda de gelo. Colin Summerhayes, diretor-executivo do Comitê Científico de Pesquisas sobre a Antártida, admitiu que não esperava conclusão tão sombria. O estudo foi realizado durante dois anos e envolveu mais de mil cientistas de 60 países.

Para chegar ao resultado, eles utilizaram satélites, submarinos e alta tecnologia. A pesquisa concluiu que, em dez anos, as águas próximas ao continente aqueceram duas vezes mais que o resto dos oceanos nos últimos 30 anos. ?Pode ser o indício de um colapso da cobertura de gelo da Antártida?, alertou Summerhayes. ?Essas mudanças provam que o aquecimento global está afetando a Antártida de formas que não conhecíamos antes?, afirmou.

Outra conclusão foi que o número de blocos de gelo deslocados do continente atinge uma taxa sem precedentes. Isso seria parte das evidências de que há uma mudança climática na região. A maior preocupação se refere ao Glacial de Pine: o degelo faz com que se mova 40% mais rápido que a taxa média registrada nos anos 1970. No caso do Glacial Smith, a velocidade é 83% maior que a verificada em 1992. Segundo os cientistas, a aceleração é uma variável que indica perda de gelo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte O Estadão

09 janeiro 2009

Europa congela, mas o mundo está ficando mais quente, diz ONU

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009 12:13 BRST

GENEBRA (Reuters) - Pode estar bastante frio na Europa agora, mas o mundo fica mais quente e o aquecimento global continua sendo um perigo, disse a agência da ONU para o clima na sexta-feira.

"O secretário-geral da WMO (sigla da agência em inglês), Michel Jarraud, afirmou que não podemos confundir o tempo que estamos vendo agora com o aquecimento global", disse Gaelle Sevenier, porta-voz da WMO, em um comunicado à imprensa.

As temperaturas atingiram recordes de baixa na Alemanha e Marselha, que agora deveria estar ensolarada, teve fortes nevascas na quinta-feira. A Suíça também enfrenta temperaturas negativas pelo oitavo dia consecutivo.

Os estudos do clima desde 1850 mostram um aumento inegável na temperatura, disse Sevenier.

"O senhor Jarraud ressaltou que não pode haver dúvida de que a tendência ainda é o aquecimento e que a temperatura da superfície da Terra aumentou três quartos de grau desde o meio do século dezenove."

A maioria dos cientistas acredita que o aquecimento global está causando tempos extremos, o que ocasiona furacões, enchentes e secas que destroem e matam.

Embora 2008 tenha sido mais frio do que o ano anterior, é o décimo ano mais quente desde que a medição começou, segundo Sevenier.

O porta-voz afirmou que o frio na Europa se deve ao fenômeno "La Niña", no qual a água da superfície do oceano Atlântico fica mais fria do que o comum devido a complexos processos meteorológicos que influenciam o clima no oceano Atlântico.

La Nina -- que significa "menina" em espanhol -- é um fenômeno periódico que se alterna com o "El Niño" ("menino"), quando a água fica mais quente que o normal. Ambos podem afetar o clima no mundo.

(Reportagem de Jonathan Lynn)

Fonte Reuters Brasil

Nota: Leia esta notícia com as outras que estão abaixo e faça uma reflexão sobre sua vida, e não deixe de ler a postagem "Uma Questão de Escolha".

O mundo está totalmente desordenado, assim com descrito em Lucas 21: 25, 26. Precisamos olhar para estes eventos como sendo avisos para nossa preparação. Não podemos mais adiar o que a muito foi adiado. Se você está esperando algo grande acontecer para se preparar, saiba que quando acontecer, não haverá mais tempo para encher a lâmpada. Estamos sendo avisados. "Eis que vo-lo tenho predito", foram as palavras de Cristo.

Breve, muito em breve o mundo e seus governantes começarão a realizar reformas em seus sistemas de governo para tentar solucionar o problema.

Estas notícias parecem com o Filme o "Dia Depois de Amanhã". A ficção imitou a realidade. Afinal, o maior conhecedor das profecias é o próprio inspirador desses filmes.

"Prepare-se para se encontrar com o teu Deus"

24 dezembro 2008

A ONU e a ameaça aos direitos humanos

Entrevista com mons. Michel Schooyans

Por Alexandre Ribeiro

SÃO PAULO, quinta-feira, 25 de dezembro de 2008 (ZENIT.org). - Quando se celebram os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a maior ameaça ao documento e aos princípios ali proclamados vem da própria entidade que deu vida ao texto: a ONU.

Neste mês de aniversário da Declaração de 1948, Zenit entrevistou mons. Michel Schooyans, renomado especialista em filosofia política e demografia.

Mons. Schooyans é membro da Pontifícia Academia para a Vida, da Pontifícia Academia das Ciências Sociais e professor emérito da Universidade de Lovaina (Bélgica).

Quais as consequências?

–Mons. Michel Schooyans: São trágicas. O positivismo jurídico abriu e abre o caminho para todas as formas de ditadura. Como o próprio Kelsen dizia, na União Soviética de Stalin havia estado de direito, já que havia leis. Era um ditador, mas ele fazia a lei. Mas que lei? A lei que era a expressão da vontade dele, da brutalidade dele. Não tinha referência a direitos que seriam naturais, que seriam objeto de uma verdade à qual a gente adere e que se impõe pelo seu fulgor. A lei no tempo de Stalin era reflexo da vontade do mais forte. Hoje em dia, a lei que permite o aborto, que permite a eutanásia, não é outra coisa. É uma lei que permite que vença a força do mais forte, que diz: já que tal é a minha vontade, nós vamos decidir quem pode ser admitido à existência e quem não pode.

Essa mentalidade entrou em várias agências da ONU. E a ONU hoje em dia está se comportando como uma superpotência global, transnacional, na linha exata de Kelsen. Ele mesmo diz que as leis nacionais, as que conhecemos nos nossos Códigos nacionais, devem ser submetidas à aprovação, validação, de um centro de poder piramidal. A validez das leis nacionais depende da validade outorgada, concedida pelo poder supranacional aos códigos nacionais, particulares. Isso significa que as nações ficam totalmente alienadas da sua soberania e os seres humanos de sua autonomia. A gente observa isso todos os dias, nas discussões parlamentares. Muitos parlamentos são simplesmente teatros de marionetes que executam determinações vindo de fora, cumprem a vontade de quem impõe suas decisões, eventualmente comprando os votos, através da corrupção.

Isso tudo se passa sob o simulacro da globalização, que merece muito a nossa vigilância. É que, na mentalidade de quem adere a essa concepção puramente positivista do direito, a lei não está a serviço dos homens e da comunidade humana; está apenas a serviço deste ou daquele centro de poder. Este pode ser uma nação como os Estados Unidos, mas pode ser sobretudo a trama das vontades que se aglomeram nas Nações Unidas, apoiadas por numerosas ONGs, e também por algumas sociedades secretas, como a maçonaria. Isso mostra que hoje em dia o direito internacional tende a prevalecer sobre os direitos nacionais, a esmagá-los, pois estão sendo aos poucos desativados. É uma coisa terrível! Estamos assistindo à emergência de um direito internacional tirânico porque puramente positivista, ignorando os direitos humanos inalienáveis proclamados em1948. E a gente não percebe...

–Um novo tipo de totalitarismo?

–Mons. Michel Schooyans: Sim, porque daqui em diante a soberania das nações é pura fachada. Kelsen explica muito bem isso: o direito internacional, que dita sua lei às nações, deve ser ele mesmo validado, aprovado, pelo topo da pirâmide, pela instância suprema. Vejamos um exemplo: no momento em que estamos falando, há uma discussão na sede das Nações Unidas sobre a introdução ou não do aborto como “novo direito humano”. Seria uma nova versão da Declaração de 1948. Uma modificação calamitosa porque introduziria sub-repticiamente um princípio puramente positivo numa declaração que é antropológica e moral. Ali se colocaria também o direito à eutanásia. Restaria às nações particulares ratificar estes “novos direitos humanos” emanando da instância suprema. Isso significa que, como a referência aos direitos naturais dos homens já teria sido desativada, essa nova Declaração se tornaria um documento de direito puramente positivo, que deveria ser aplicado por todas as nações que aderissem ao novo texto da Declaração ou a algum outro documento similar.

É uma coisa pavorosa o que está quase acontecendo. E vai mais longe. A Corte Penal Internacional, que foi instituída há alguns anos, vai ter como área de competência julgar as nações ou as entidades que se recusarem a reconhecer esses “novos direitos” inventados ou a serem inventados. A Igreja Católica é um dos alvos possíveis dessa Corte Internacional. Já houve quem dissesse há anos que o Papa João Paulo II poderia ter sido intimado a comparecer no Tribunal Internacional por se opor a um “novo direito”, o “direito” da mulher ao aborto. Ameaça semelhante paira sobre Bento XVI. E no domínio da educação é a mesma coisa com a ideologia do gênero. Em virtude de um “novo direito humano”, as pessoas escolheriam o seu gênero, poderiam mudar de gênero. Então o gênero deve ser ensinado nas escolas. É doutrinação ideológica em grande escala, a ponto de quem não subscrever a essa ideologia ser passível de punição por uma corte internacional.

Leia a intrevista na íntegra clicando aqui

Nota: Conhecemos as profecias e sabemos que isto é o que acontece nos bastidores da política. A ONU é um poder semelhante à Igreja Romana e aos EUA. A ONU representando as ONG's e Sociedades Secretas puramente espíritas, o Vaticano representando o Poder Católico e os EUA o poder protestante, exatamente como descrito em Apocalipse 16. No momento eles ainda estão em fase de alinhamento de pensamentos e doutrinas, por isso ainda existem divergências entre eles, mas como os três são regidas por um único ser, não demorará muito para que tudo seja acertado finalmente e caminhem para a perseguição final contra o povo de Deus.

Novamente repito: Vamos reconstruir os altares a muito destruídos. Vamos fazer a obra do verdadeiro Elias, esta é a nossa missão. Deus ainda concede tempo para seu povo reformar sua vida, não podemos nos demorar muito nesta tarefa, caso contrário, conhecemos o resultado.

15 novembro 2008

Religiões só podem ser aliadas da paz, declara Vaticano na ONU

O cardeal Tauran toma a palavra na assembléia geral

NOVA YORK, sexta-feira, 14 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- As religiões, quando fiéis à sua natureza, são mensageiras e artífices de fraternidade, declarou o representante de Bento XVI diante da assembléia geral das Nações Unidas, dedicada ao tema «Cultura da paz», em 12 de novembro.

O cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso, regressou ao Palácio de Cristal, no qual interveio em várias ocasiões durante os 13 anos em que foi secretário de João Paulo II para as Relações com os Estados, para trazer esta proposta: «Façamos que a fraternidade não seja só um ideal, mas uma realidade!».

«Que todos juntos, sem renunciar aos nossos aspectos específicos culturais e religiosos, possamos traçar o caminho rumo a um mundo mais seguro e solidário», desejou o purpurado francês, que acaba de organizar no Vaticano uma histórica reunião com representantes muçulmanos de diferentes ramos.

Seu discurso se concentrou em mostrar como, na prática, «as religiões, apesar das fraquezas e contradições de seus adeptos, são mensageiras de reconciliação e de paz».

«Em suas famílias e escolas, assim como nos respectivos lugares de culto, os crentes que rezam – declarou com um inciso sumamente significativo – praticam a solidariedade e alentam todas as iniciativas que contribuem para a defesa da pessoa e da terra, ensinando desta forma a linguagem e os gestos de paz.»

«Esforço por escutar, compreender, respeitar o outro, por confiar nele antes que julgá-lo. Todas estas atitudes educam e abrem um espaço à paz», reconheceu.

«Cada semana, milhões de crentes se reúnem em suas sinagogas, igrejas, mesquitas e outros lugares de culto para rezar. Fazem a experiência da fraternidade. Realizam a unidade na diversidade. Recordam a todos o que ‘o homem não só vive de pão!’», declarou.

O cardeal reconheceu que os crentes querem «pôr à disposição de todos este ‘saber fazer’».

«Ao convidar à interioridade, à harmonia consigo mesmo, com os demais e com a criação, as religiões dão sentido à aventura humana», disse diante da assembléia da ONU, falando em seu idioma materno.

Para isso, em primeiro lugar, advertiu, «é necessário, claro está, que os crentes sejam coerentes e confiáveis. Não podem utilizar a religião para limitar a liberdade de consciência, para justificar a violência, para promover o ódio e o fanatismo ou para minar a autonomia do político e do religioso».

Por outro lado, continuou ilustrando, «ao participar do diálogo público nas sociedades das quais são membros, os crentes se sentem chamados a cooperar na promoção do bem comum, que segue o sulco dos valores comuns a todos, crentes e não-crentes: o caráter sagrado da vida, a dignidade da pessoa humana, o respeito à liberdade de consciência e de religião, o apego à liberdade responsável, a acolhida das opiniões em sua diversidade, o reto uso da razão, a estima pela vida democrática, a atenção aos recursos naturais, e muitos outros».

O cardeal concluiu garantindo a vontade da Igreja Católica, de seus pastores e fiéis de «continuar oferecendo a todos os seus irmãos e irmãs na humanidade um espírito – o da fraternidade; uma força – a da oração; uma esperança – a que Cristo oferece».

Fonte Zenit

ONU ressalta importância de tolerância entre religiões

Nações Unidas, 12 nov (EFE).- O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, iniciou hoje o diálogo da Assembléia Geral da entidade que promove a tolerância religiosa como um dos instrumentos para alcançar a paz.

Ban disse em seu discurso que um dos maiores desafios do mundo contemporâneo é transformar a diversidade cultural do planeta em um fator que conduza à segurança.

"Tradicionalmente, a paz depende do equilíbrio da concorrência, mas aprendemos que a paz duradoura requer algo mais que isso. E, para que ela dure, indivíduos, grupos e nações devem respeitar-se e entender-se", disse.

A Assembléia Geral da ONU celebra hoje e amanhã uma reunião sobre a "Cultura da Paz", iniciativa criada pela Arábia Saudita para aprofundar o diálogo entre crenças religiosas.

A ONU também espera a participação de chefes de Estado e de Governo do Grupo dos 20 (G20, que reúne países emergentes e desenvolvidos), que estarão na cúpula dos dias 14 e 15, em Washington. EFE

Fonte Portal G1

Bush defende expansão da democracia contra extremismos religiosos

Nações Unidas, 13 nov (EFE) - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, defendeu hoje na Assembléia Geral da ONU a expansão internacional da democracia como a melhor arma para combater os extremismos religiosos e abrir caminho para a paz.

Em seu último pronunciamento no fórum multilateral antes de deixar a Casa Branca em janeiro, o líder assegurou que nos últimos oito anos teve "o privilégio de presenciar como a liberdade e a fé podem resgatar vidas e dirigir o mundo à paz".

"A melhor maneira de salvaguardar a liberdade de religião é acudir em ajuda da democracia", assegurou o presidente americano em seu discurso no diálogo inter-religioso realizado desde quarta-feira na sede da ONU em Nova York.

"A expansão da democracia também representa o caminho mais promissor à paz", acrescentou.

Bush citou a defesa da liberdade religiosa exercida por seu país em situações que vão desde "a libertação dos campos de concentração na Europa, à proteção de muçulmanos em lugares como o Kosovo, Afeganistão e Iraque".

"Hoje, os EUA continuam com a nobre tradição de considerar a liberdade religiosa como um dos eixos centrais de nossa política externa", ressaltou.

Nesse sentido, estimulou outros países a entender que a liberdade religiosa é o fundamento de uma sociedade "saudável e com esperança".

"Não temos medo de respaldar os dissidentes religiosos e crentes que praticam sua fé, inclusive ali onde não são bem-vindos", disse.

O presidente observou que os povos que gozam de liberdade de expressão e opinião "podem desafiar as ideologias do ódio, defender suas crenças religiosas e denunciar os que querem manipular com fins ruins".

Bush disse que a religião faz parte do "núcleo" de suas crenças e destacou o efeito transformador que a fé teve "há muito anos" em sua vida.

Ele assegurou que sua religião -pertence à Igreja metodista- lhe sustentou ao longo das "dificuldades e alegrias" de sua Presidência.

"Talvez professemos cultos diferentes e oremos em lugares diferentes, mas nossa fé nos conduz a valores comuns", destacou.

O presidente americano advertiu de que a Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada há 60 anos pelas Nações Unidas recolhe a liberdade de professar e mudar de religião.

"A liberdade é o presente de Deus a cada homem, mulher e criança, e essa liberdade inclui o direito de todo o mundo a render culto da maneira mais apropriada que lhe pareça", afirmou.

A reunião que terminou hoje na Assembléia Geral a ONU sobre a "Cultura da Paz" é uma iniciativa da Arábia Saudita para aprofundar o diálogo entre confissões religiosas que começou na conferência realizada em julho em Madri. EFE

Fonte Portal G1

Nota: Discurso alinhado dos três poderes de Apocalipse 16.



08 outubro 2008

ONU Notícias

130 mi foram afetados por desastres em 2008

Catástrofes naturais como o ciclone Nargis, o terremoto na China e a passagem dos furacões pelo Caribe deixaram 229 mil mortos no primeiro semestre.

Perdas com crise podem aumentar, diz FMI

Relatório do Fundo Monetário Internacional afirma que os prejuízos registrados durante a nova crise financeira nos EUA devem chegar a US$ 1,4 trilhão. Melhorias monetárias de mercados emergentes podem estar em risco, alerta documento.

Fonte ONU

26 setembro 2008

Assembléia/ONU: Demanda vice-presidente cubano nova ordem mundial

HAVANA, Cuba, 24 set (ACN) José Ramón Machado Ventura, primeiro vice-presidente cubano, demandou uma nova ordem internacional mais justa e eqüitativa, durante seu discurso, pronunciado na quarta-feira no 63º período de sessões da Assembléia Geral da ONU, que se celebra em Nova Iorque.

Depois de felicitar o nicaragüense Miguel d’Escoto por sua eleição como cabeça da Assembléia, Machado Ventura significou que se vive um momento decisivo na história da Humanidade, já que as ameaças que pendem sobre o mundo atentam contra a existência da espécie humana.
Destacou que a promoção da paz, a solidariedade, da justiça social e o desenvolvimento sustentável é o único caminho para assegurar o futuro.

A ordem internacional vigente, injusta e insustentável, deve ser substituída por um sistema verdadeiramente democrático e eqüitativo, disse.

O vice-preside salientou ainda que o novo ordenamento mundial deve se fundamentar no respeito ao direito internacional e em princípios de solidariedade e justiça, para pôr fim às desigualdades e à exclusão às que foram condenadas as amplas maiorias da população do planeta.
Depois de afirmar que não existem alternativas, assinalou que devem assumir suas responsabilidades, justamente, os responsáveis desse estado de coisas: os países industrializados, em particular a única Superpotência (os Estados Unidos).

Não se pode seguir dilapidando fabulosas fortunas, enquanto milhões de seres humanos padecem fome, morrem de doenças curáveis.

Machado Ventura manifestou que não é possível seguir contaminando o ar, envenenando os mares, pois destrói as condições de vida para as gerações futuras.

Nem os povos, nem o próprio planeta o permitirão, sem grandes convulsões sociais e gravíssimos desastres naturais, precisou.

Denunciou como as mais graves ameaças à paz e segurança internacional as guerras de conquista, a agressão e ocupação ilegal de países, a intervenção militar e o bombardeio a civis inocentes, o armamentismo, o saque e a usurpação de recursos naturais do Terceiro Mundo, e a ofensiva imperial para vergar a resistência dos povos.

Mais adiante, Machado acrescentou que conceitos como limitação de soberania, guerra preventiva ou mudança de regime são expressão da pretensão de mutilar a independência de nossos países.

Sublinhou que o suposto combate ao terrorismo ou a pretendida promoção das liberdades servem de pretexto à agressão e à ocupação militar, à tortura, a detenção arbitrária e a negação da livre determinação dos povos.

Há injustos bloqueios e sanções impostas unilateralmente, denunciou o vice cubano, que também fustigou a imposição de modelos políticos, econômicos e sociais, que facilitam a dominação imperial em franco desprezo à história, culturas e vontade soberana dos povos.

Significou que os Países Não-Alinhados estão pagando o custo da irracionalidade e da especulação de uma poucas nações desenvolvidas do Norte.

Fonte Cuba Notícias

Nota: O desejo por uma reorganização no mundo é da parte de todos, o grande problema é como isso irá acontecer. Aqueles que estão acompanhando de perto os acontecimento proféticos já podem deslumbrar o fim de todas as coisas.

17 setembro 2008

Papa pede esforços à ONU para construir um mundo de liberdade e paz

Roma, 16 set (EFE).- O papa Bento XVI expressou hoje seu desejo de que as Nações Unidas "fortaleçam seu compromisso" para construir um mundo de maior solidariedade, liberdade e paz, em mensagem enviada aos participantes do encontro de oração organizado por ocasião da abertura da sessão da Assembléia Geral da ONU.

Na mensagem, que o Vaticano publicou hoje, Bento XVI também "implora" a Deus para que dê "a guia e a fortaleza necessárias para realizar as tarefas urgentes que as Nações Unidas devem enfrentar nos próximos meses".

Entre elas, o papa citou a colocação em prática dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, o programa do Nepad (Nova Parceria para o Desenvolvimento da África) e outras iniciativas "encaminhadas a assegurar que toda a família humana compartilhe os benefícios da globalização".

Bento XVI lembrou sua visita à sede das Nações Unidas em Nova York em abril passado e como naquela ocasião renovou sua chamada aos líderes internacionais "para que voltem a tornar sua a visão moral elevada e os princípios transcendentes de justiça plasmados nos documentos de fundação das Nações Unidas". EFE

Fonte Portal G1

Nota: O Apelo é sugestivo. Precisamos esperar para ver o que vai acontecer. Pode ser que não aconteça nada, mas a visita do Papa à sede da ONU em abril passado nos avisa para ficarmos alerta. As postagens Nasce a Tríplice Aliança e a Visita do Papa à ONU terá impacto sobre o Direito Internacional é que nos fornece melhores informações. Oremos para que Deus nos capacite a enfrentar venha o que vier.

20 junho 2008

ONU proíbe que se fale de religião no Conselho de Direitos Humanos

Os oradores ante o Conselho de Direitos Humanos da ONU devem se abster de discutir questões religiosas, segundo uma decisão adotada pelo presidente dessa instância, depois de uma acirrada discussão entre países muçulmanos e ocidentais.

O direito de criticar a sharia (lei muçulmana) e o destino das mulheres nos países que a aplicam gerou uma acalorada discussão na noite de segunda-feira ante o Conselho de Direitos Humanos reunido em Genebra.

A discussão concluiu com uma declaração do presidente do conselho, o embaixador romeno Doru Romulus Costea, que deu a ordem ao representante de duas ONGs de se absterem de qualquer julgamento de valor sobre uma crença ou uma lei religiosa.

As críticas do Egito, Paquistão e Irã caíram sobre um orador que leu uma declaração conjunta das ONGs Associação para a Educação Mundial e União Ética e Humanística Internacional denunciando o apedrejamento de mulheres adúlteras e o casamento de meninas de 9 anos, praticados nos países "que aplicam a sharia".

"O Islã não será crucificado ante este Conselho", exclamou o representante do Egito, Amr Roshdy, que ameaçou solicitar uma votação no Conselho de Direitos Humanos para fazer calar o orador, acusando-o de islamofobia.

O presidente suspendeu então a sessão e, ao retomá-la, leu sua declaração pedindo que os temas religiosos não sejam mencionados.

Fonte - Elnet

Nota DDP:Por enquanto a proibição será intra muros. Mas certamente se espalhará para um mundo globalizado onde se pretende implantar um governo único, que exige somente uma religião.