O juiz substituto Fábio Cordeiro Lima, da 1ª Vara Federal de Sergipe, determinou às operadoras de telefonia forneçam dados cadastrais de seus usuários quando forem requisitados por delegados federais e membros do Ministério Público Federal (MPF) que exerçam as suas funções no âmbito dos Estados integrantes da 5ª Região (Estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe). Todavia, o magistrado impôs uma série de restrições para a operação, entre elas a de que as autoridades que receberem as respostas das operadoras devem conferir tratamento sigiloso aos dados, além de limites com relação ao tipo de informação fornecida.
Na ação, o MPF alega que a dificuldade de acesso aos dados prejudica o andamento de seus trabalhos, bem como o da Polícia, principalmente quando é preciso requerer em juízo a interceptação telefônica de determinada pessoa. Estão como rés no processo: Tele Norte Leste Participações S/A (Telemar – Telefonia Fixa e Oi – Celular), Embratel – Empresa Brasileira de Telecomunicações S/A, Intelig Telecomunicações Ltda., Telesergipe Celular S/A (Vivo – Telefonia Celular), TIM – Telecom Italia Mobile e Maxitel S/A, Claro – BCP S/A e Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel.
Apenas o nome, filiação, RG, CPF, endereço e número do telefone podem ser disponibilizados, com as condições de que, em nenhuma hipótese, as informações cedidas conterão registros de ligações telefônicas, nº de conta bancária, comprovante de renda ou qualquer outro dado, que possam expor a privacidade do indivíduo. Segundo o magistrado, os dados em tela não revelam aspectos da personalidade da pessoa e, em conseqüência, não atingem o âmago da privacidade, logo a sua proteção não pode ser tão forte como no sigilo bancário, fiscal ou telefônico. Protege-se o sigilo bancário, fiscal ou telefônico porque tais dados, se revelados, podem fornecer importantes subsídios da vida pessoal – com quem falou, o que comeu, o que comprou etc.
Ora, o dever de sigilo não pode ser mantido quando existirem razões para a publicidade, ainda que restrita a determinados agentes públicos. No presente caso, a restrição ao direito à privacidade é mínima – considerando que os dados não revelam aspectos da personalidade do indivíduo, que não se trata de devassa indiscriminada à vida das pessoas e, sim, pontual e específica, condicionada à satisfação de determinados requisitos – quando comparada com os ganhos da persecução penal. Assim pontuou o juiz, acrescentando: além das situações narradas pelo Ministério Público, entendo que a medida irá agilizar a persecução penal, pois poderá ser utilizada para localizar pessoas a fim de ouvi-las na qualidade de investigada ou testemunha.
O juiz determinou que o agente público que receber as informações albergadas na decisão passa a ser detentor do sigilo, devendo a sua utilização ficar restrita para fins legítimos da investigação e/ou processo judicial em curso, acrescentando que o servidor que se utilizar dos dados para fins estranhos deverá ser submetido cumulativamente à responsabilidade civil, administrativa e penal.
Fábio Cordeiro ainda ressaltou que, na atualidade, com o advento da Internet, é praticamente impossível manter o anonimato. Basta lançar o nome da pessoa em um site de busca da Internet para verificar-se a quantidade de dados disponíveis sobre a pessoa ou, então, publicar um foto, artigo e etc. O dado, uma vez disponibilizado na Internet sem qualquer restrição, se perde por este oceano.
Fonte Plenátio a Notícia
Nota: Isso já era de se esperar. Brevemente eles estarão solicitando informações de pessoas que entrarão na lista de perigosos para o meio ambiente e para família. Alguns "fanáticos religiosos", como serão chamados, passarão por provas e perseguições como jamais houve. Mas em meio a toda esta perseguição se levantará Miguel, o Grande Princípe, para libertá-los das prisões e conceder-lhes a vitória eterna.
12 setembro 2008
As Duas Repúblicas
The Two Republics é um grande livro para quem gosta de história e profecia. Escrito por Alonzo T. Jones em 1892 mostra o surgimento e a história de dois importantes poderes cujas participações serão decisivas nos eventos finais: a Igreja Romana e os EUA.Nesse livro é mencionado, entre outras coisas, que em 1863 foi organizada nos EUA a Liga de Reforma Nacional, um movimento de líderes cristãos cujo objetivo seria "lutar pela manutenção das características cristãs existentes no Governo Americano; promover reformas necessárias na ação do Governo no que diz respeito ao sábado [leia-se domingo], à instituição da família, ao elemento religioso na educação, ao juramento e à moralidade pública quando afetada pelo tráfico de bebidas alcoólicas e outros males análogos; e assegurar uma emenda à Constituição dos Estados Unidos tal qual nela se venha a declarar a lealdade da nação a Jesus Cristo, e a sua aceitação das leis, instituições e costumes cristãos de nosso Governo sobre uma inegável base legal inserida na lei fundamental do país" (p. 705).Em 1877 a Liga de Reforma Nacional uniu-se à Liga de Temperança das Mulheres Cristãs, cujo objetivo foi bem expresso em um discurso da Sra. Francis Willard, então presidente da Liga: "A Liga de Temperança das Mulheres Cristãs local, estadual, nacional e universal se inspira num pensamento vivo e orgânico, num objetivo que faz perder de vista todos os demais, num entusiasmo imorredouro, a saber, que Cristo deve ser o Rei deste mundo. O reino de Cristo tem de ser estabelecido na lei, entrando pela porta da política" (p. 735). Em 1884, o órgão oficial da Liga de Reforma Nacional, The Christian Statesman, publicou um artigo onde afirmava: "Dê-se a entender aa todo o mundo que constituimos uma nação cristã e que, por acreditarmos não poder subsistir sem o cristianismo, nos vemos na contingência de conservar por todos os meios o nosso caráter cristão. Inscreva-se isto no pavilhão de nossa Constituição... Obrigue-se a todos que vierem ter em nosso país a obedecer às leis da moral cristã" (p. 722). No final do mesmo ano, outro artigo declarava: "Se a Igreja Católica estiver disposta a agir de comum acordo conosco nesta luta contra o ateísmo político, do melhor grado a reconheceremos como nossa aliada" (p. 727).
Em fevereiro de 1885, na Convenção da Liga de Reforma Nacional, em New York, o Dr. Jonathan Edwards, vice-presidente, declarou: "Queremos uma união de Igreja e Estado e havemos de tê-la. Até onde os negócios do Estado necessitam de religião, esta deve ser a religião revelada de Cristo. O juramento cristão e a moral cristã devem ter neste país uma base legal iniludível" (p. 723).Em janeiro de 1887, um dos secretários distritais da Liga de Reforma Nacional, o Rev. M. A. Gault, afirmou: "O nosso remédio contra todas as influências perniciosas está em decretar o Governo a Lei Moral e reconhecer a autoridade de Deus que está por detrás desta, deitando mão a toda a religião que se não conformar com a mesma" (p. 723).
Ainda naquele mesmo ano, outro movimento se uniu à Liga de Reforma Nacional para engrossar as fileiras daqueles que queriam o fim da separação entre Igreja e Estado nos EUA no século XIX: o Partido Proibicionista (p. 741).
No ano seguinte, 1888, a Liga de Reforma Nacional uniu-se a um terceiro movimento: a American Sabbath Union (Liga Americana do Sábado), cujo principal objetivo era promover a observância obrigatória do domingo nos EUA (p. 744). Numa Convenção em 1889, a Liga de Reforma Nacional, juntamente com o Partido Proibicionista e a Liga de Temperança das Mulheres Cristãs declararam: "Se me derdes uma igreja unida que reconheça que o Senhor Jesus Cristo, e só Ele, é rei; e que pense, fale, pregue, ore, e vote em Seu nome; então virá a vitória, e os reinos deste mundo se tornarão reinos de Deus e de Seu Cristo. E então, quando isso acontecer, virá o milênio" (p. 743).
NOTA: Como pode-se perceber, os protestantes favoráveis à união de Igreja e Estado nos EUA (a maioria, portanto), só não alcançaram seu propósito final já no século XIX porque Deus não permitiu. Isso porque o evangelho, e a pregação do sábado do sétimo dia como verdadeiro sinal entre Deus e o Seu povo, deveriam de ser anunciados ainda nos quatro cantos da Terra. Porém, mais de um século depois o contexto é outro, não faltando quase nada que impeça o desencadeamento da crise final a partir dos EUA (leia-se Lei Dominical). Você está preparado?
11 setembro 2008
Reino Unido e Bangladesh lançam apelo para combater sobre-aquecimento do planeta
O Reino Unido e o Bangladesh lançaram hoje, em Londres, um apelo conjunto para um novo acordo global que combata as consequências catastróficas do sobre-aquecimento do planeta.
"As alterações climáticas são a crise dos nossos dias e não um risco futuro. Já estão a afectar milhões de pessoas no Bangladesh", comentou Douglas Alexander, secretário britânico para o Desenvolvimento Internacional, lembrando a subida do nível do mar e a diminuição das colheitas agrícolas num país com 153 milhões de habitantes.
"Mas a adaptação no terreno não chega. Acreditamos que devemos agir a nível global", acrescentou.
O Governo britânico anunciou hoje um financiamento de 93 milhões de euros para ajudar o Bangladesh e os seus habitantes a adaptarem-se às alterações climáticas.
Mirza Azizul Islam, conselheiro financeiro para o Governo interino do Bangladesh, apelou à comunidade internacional para se esforçar e conseguir um consenso para o sucessor do Protocolo de Quioto, em Copenhaga, no final de 2009. Quioto expira em 2012.
Este responsável anunciou que hoje o Bangladesh apresentou o seu Plano de Acção para as Alterações Climáticas.
Fonte Público.pt
"As alterações climáticas são a crise dos nossos dias e não um risco futuro. Já estão a afectar milhões de pessoas no Bangladesh", comentou Douglas Alexander, secretário britânico para o Desenvolvimento Internacional, lembrando a subida do nível do mar e a diminuição das colheitas agrícolas num país com 153 milhões de habitantes.
"Mas a adaptação no terreno não chega. Acreditamos que devemos agir a nível global", acrescentou.
O Governo britânico anunciou hoje um financiamento de 93 milhões de euros para ajudar o Bangladesh e os seus habitantes a adaptarem-se às alterações climáticas.
Mirza Azizul Islam, conselheiro financeiro para o Governo interino do Bangladesh, apelou à comunidade internacional para se esforçar e conseguir um consenso para o sucessor do Protocolo de Quioto, em Copenhaga, no final de 2009. Quioto expira em 2012.
Este responsável anunciou que hoje o Bangladesh apresentou o seu Plano de Acção para as Alterações Climáticas.
Fonte Público.pt
Adeus privacidade, adeus confiabilidade
A ampla cobertura dada por toda a imprensa nestes últimos tempos não deixa mais dúvidas: se, por ventura, já houve tempos em que a privacidade era um direito sagrado, agora deixou de sê-lo. De acordo com uma figura de destaque que ultimamente vem se caracterizando por frases de efeito, mas inequívocas quanto a sua concepção ideológica autoritária, o melhor que se tem a fazer é ficar de boca fechada. Nada de emails, nada de telefonemas: este é o preço a ser pago por aqueles que desejarem manter sua privacidade. E isto sem falar dos muitos outros expedientes destinados a monitorar cada passo de cada uma das pessoas.
Felizmente a imprensa não se contentou em constatar fatos: ela evidenciou os riscos que isto significa em termos de democracia. E, no entanto, além de tudo o que já foi dito sobre as aberrações representadas por todas as formas de espionagem eletrônica, cada dia mais sofisticadas, talvez seja importante não esquecer um efeito aparentemente colateral, mas que de fato é central: com a invasão da privacidade se acaba com a confiabilidade. Em vez de as pessoas serem convidadas a confiarem umas nas outras e nas instituições, acabam se deixando contaminar por um mal que causa tantos ou maiores danos quantos aqueles ocasionados pela invasão da privacidade: a progressiva perda da confiabilidade em tudo e em todos.Claro que hoje ninguém mais pode ser ingênuo: o mundo está cheio de terroristas, de ladrões e de pessoas mal intencionadas. Entretanto, é justamente nesta certeza que repousa o risco de, ao menos inconscientemente, todos passarem a desconfiar de todos. Neste contexto talvez não faça mal recordar dois princípios: um constitucional e outro bíblico.
O princípio constitucional é o de que toda pessoa deve ser considerada inocente enquanto não se provar o contrário. O princípio bíblico é o de que toda pessoa deve ser acolhida como se fosse um anjo, ou seja, um enviado de Deus. Neste particular convém acenar para alguns episódios e fatos bíblicos. Basta lembrar como Abraão acolheu três homens que chegaram até sua tenda e como depois descobriu que eram mensageiros de Deus com a missão de lhe assegurar o cumprimento das promessas divinas. Outro fato é o de Jesus haver escolhido entre os 12 apóstolos alguns de vida pouco recomendável, além de viver rodeado de pessoas amaldiçoadas pela elite dominante.
Em suma, estamos vivendo um momento decisivo que poderá definir o futuro da nação: aprimorar um dos traços mais característicos da nossa cultura, que é o do espírito de acolhida ou então enveredar definitivamente pela trilha de outras experiências históricas que se revelaram desastrosas: a paranóia da segurança acabou justificando a perda dos valores humanos mais fundamentais.
Fonte Canção Nova Notícia
Felizmente a imprensa não se contentou em constatar fatos: ela evidenciou os riscos que isto significa em termos de democracia. E, no entanto, além de tudo o que já foi dito sobre as aberrações representadas por todas as formas de espionagem eletrônica, cada dia mais sofisticadas, talvez seja importante não esquecer um efeito aparentemente colateral, mas que de fato é central: com a invasão da privacidade se acaba com a confiabilidade. Em vez de as pessoas serem convidadas a confiarem umas nas outras e nas instituições, acabam se deixando contaminar por um mal que causa tantos ou maiores danos quantos aqueles ocasionados pela invasão da privacidade: a progressiva perda da confiabilidade em tudo e em todos.Claro que hoje ninguém mais pode ser ingênuo: o mundo está cheio de terroristas, de ladrões e de pessoas mal intencionadas. Entretanto, é justamente nesta certeza que repousa o risco de, ao menos inconscientemente, todos passarem a desconfiar de todos. Neste contexto talvez não faça mal recordar dois princípios: um constitucional e outro bíblico.
O princípio constitucional é o de que toda pessoa deve ser considerada inocente enquanto não se provar o contrário. O princípio bíblico é o de que toda pessoa deve ser acolhida como se fosse um anjo, ou seja, um enviado de Deus. Neste particular convém acenar para alguns episódios e fatos bíblicos. Basta lembrar como Abraão acolheu três homens que chegaram até sua tenda e como depois descobriu que eram mensageiros de Deus com a missão de lhe assegurar o cumprimento das promessas divinas. Outro fato é o de Jesus haver escolhido entre os 12 apóstolos alguns de vida pouco recomendável, além de viver rodeado de pessoas amaldiçoadas pela elite dominante.
Em suma, estamos vivendo um momento decisivo que poderá definir o futuro da nação: aprimorar um dos traços mais característicos da nossa cultura, que é o do espírito de acolhida ou então enveredar definitivamente pela trilha de outras experiências históricas que se revelaram desastrosas: a paranóia da segurança acabou justificando a perda dos valores humanos mais fundamentais.
Fonte Canção Nova Notícia
Número de suicídios cresce 60% no mundoAlta foi registrada nos últimos 45 anos, segundo a OMS. Cerca de 3 mil pessoas se suicidam por dia, e 60 mil tentam, mas não conseguem. O problema está entre as três principais causas de morte entre pessoas de 25 a 44 anos
Foto OMS
Sobe para sete o número de mortos em terremoto no sul do Irã
Há 40 pessoas feridas, e número de vítimas pode crescer.Epicentro do tremor foi localizado a 55
Pelo menos sete pessoas morreram e 40 ficaram feridas em um terremoto no sul do país nesta quarta-feira (10), segundo balanço divulgado pelas autoridades iraquianas.O tremor ocorreu próximo a Bandar Abbas, um importante porto com instalações petrolíferas que incluem uma refinaria, mas elas não sofreram dano. O Irã é o quarto maior exportador de petróleo do mundo. Uma autoridade do setor disse à Reuters no mês passado que Bandar Abbas processava 320 mil barris de petróleo bruto por dia.
"Felizmente, não houve danos às instalações da indústria petrolífera em Bandar Abbas", disse à Reuters Hojjatollah Ghanimifard, vice-presidente de investimentos da Companhia Nacional de Petróleo Iraniana.
Os terremotos de magnitude 6 podem causar sérios danos. O USGS disse que o terremoto começou às 8h de quarta-feira, a cerca de 53km de Bandar Abbas, em uma profundidade de 55km.
A agência de notícias oficial iraniana, Irna, também disse que o terremoto teve 6,1 graus de magnitude, depois de outros meios terem dito que o tremor chegou a 7,5 graus.
A TV estatal disse que dois dos feridos se encontram em estado crítico e citou ainda uma autoridade do Crescente Vermelho, que teria dito que as buscas por mortos continuam.
Segundo a TV, 15 pessoas ficaram feridas em Qeshm, ilha próxima ao local do tremor. a agência de notícias Isna disse que o terremoto cortou o fornecimento de energia elétrica à ilha.
Várias falhas sísmicas atravessam o território iraniano. Em 2003, cerca de 31 mil pessoas foram mortas, quando um terremoto atingiu a cidade histórica de Bam, a 100 km da capital, Teerã.
Fonte Portal G1
Nota: A frequência de terremotos nunca foi tão grande como tem sido, os acontecimentos relacionados com as profecias nunca foi foram tão precisamente cumpridos, os desastres em terra e mar são, cada vez, mas devastadores, isto indica que temos pouco tempo para preparar nossas vidas. Cristo está voltando! Maranata!
Pelo menos sete pessoas morreram e 40 ficaram feridas em um terremoto no sul do país nesta quarta-feira (10), segundo balanço divulgado pelas autoridades iraquianas.O tremor ocorreu próximo a Bandar Abbas, um importante porto com instalações petrolíferas que incluem uma refinaria, mas elas não sofreram dano. O Irã é o quarto maior exportador de petróleo do mundo. Uma autoridade do setor disse à Reuters no mês passado que Bandar Abbas processava 320 mil barris de petróleo bruto por dia.
"Felizmente, não houve danos às instalações da indústria petrolífera em Bandar Abbas", disse à Reuters Hojjatollah Ghanimifard, vice-presidente de investimentos da Companhia Nacional de Petróleo Iraniana.
Os terremotos de magnitude 6 podem causar sérios danos. O USGS disse que o terremoto começou às 8h de quarta-feira, a cerca de 53km de Bandar Abbas, em uma profundidade de 55km.
A agência de notícias oficial iraniana, Irna, também disse que o terremoto teve 6,1 graus de magnitude, depois de outros meios terem dito que o tremor chegou a 7,5 graus.
A TV estatal disse que dois dos feridos se encontram em estado crítico e citou ainda uma autoridade do Crescente Vermelho, que teria dito que as buscas por mortos continuam.
Segundo a TV, 15 pessoas ficaram feridas em Qeshm, ilha próxima ao local do tremor. a agência de notícias Isna disse que o terremoto cortou o fornecimento de energia elétrica à ilha.
Várias falhas sísmicas atravessam o território iraniano. Em 2003, cerca de 31 mil pessoas foram mortas, quando um terremoto atingiu a cidade histórica de Bam, a 100 km da capital, Teerã.
Fonte Portal G1
Nota: A frequência de terremotos nunca foi tão grande como tem sido, os acontecimentos relacionados com as profecias nunca foi foram tão precisamente cumpridos, os desastres em terra e mar são, cada vez, mas devastadores, isto indica que temos pouco tempo para preparar nossas vidas. Cristo está voltando! Maranata!
Fortes terremotos atingiram Japão e Indonésia.Tremor foi de 7,2 graus. Na Indonésia, terra tremeu perto das Molucas.

Japão suspende alerta de tsunami após terremoto
Fortes terremotos atingiram Japão e Indonésia.Tremor foi de 7,2 graus. Na Indonésia, terra tremeu perto das Molucas.
Indonésia
Um outro tremor de 6,6 de magnitude atingiu a região de Simeulue, na Indonésia.
O tremor ocorreu às 5h locais desta quinta (19 horas de Brasília), a 119 km ao norte de Ternate, nas Ilhas Molucas. O epicentro foi a 93 km de profundidade.
Segundo o governo, não há relatos imediatos sobre feridos ou danos.
Um morador da ilha de Ternate, a 120 km do epicentro, disse por telefone à agência Reuters que o tremor foi ligeiramente sentido e não provocou pânico.
Terremotos são comuns no Japão, que fica em uma das regiões sísmicas mais ativas do planeta. O país registra cerca de um em cada cinco terremotos de magnitude acima de 6 em todo o mundo. Em outubro de 2004, um terremoto de magnitude 6,8 atingiu a região de Niigata, no norte do Japão, matando 65 pessoas e ferindo mais de 3.000. Foi o tremor mais mortal desde que um terremoto de 7,3 graus atingiu a cidade de Kobe em 1995, matando mais de 6.400 pessoas. Em dezembro de 2004, um tremor no chamado "anel de fogo do Pacífico", zona de grande concentração de terremotos, provocou um tsunami que causou a morte de cerca de 168 mil pessoas no norte de Sumatra, e de outras 60 mil em Índia, Sri Lanka, Tailândia e outras nações banhadas pelo Índico.
Fortes terremotos atingiram Japão e Indonésia.Tremor foi de 7,2 graus. Na Indonésia, terra tremeu perto das Molucas.
As autoridades japonesas suspenderam o alerta de tsunami emitido após um forte terremoto sacudir a ilha de Hokkaido, no norte do país, nesta quinta-feira (11). O tremor tem magnitude 7,2, segundo o Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA.
O tremor durou cerca de 30 segundos e ocorreu às 9h20 locais (21h20 de Brasília) próximo à costa, a 112,7 km de Kushiro, a uma profundidade de 58 km. A região fica a cerca de 700 km da capital, Tóquio.
Não há notícia imediata de feridos ou danos, segundo o governo. Seguem, porém, alertas para os moradores da costa na área afetada agirem com "cautela".
Tremores secundários foram registrados cerca de dez minutos depois do principal em outras localidades da ilha e também na região de Tohoku, na ilha de Honshu.
Os aeroportos e as estações de trem de Hokkaido estão sendo averiguados em busca de possíveis danos, segundo a agência de notícias Kyodo.
O tremor durou cerca de 30 segundos e ocorreu às 9h20 locais (21h20 de Brasília) próximo à costa, a 112,7 km de Kushiro, a uma profundidade de 58 km. A região fica a cerca de 700 km da capital, Tóquio.
Não há notícia imediata de feridos ou danos, segundo o governo. Seguem, porém, alertas para os moradores da costa na área afetada agirem com "cautela".
Tremores secundários foram registrados cerca de dez minutos depois do principal em outras localidades da ilha e também na região de Tohoku, na ilha de Honshu.
Os aeroportos e as estações de trem de Hokkaido estão sendo averiguados em busca de possíveis danos, segundo a agência de notícias Kyodo.
IndonésiaUm outro tremor de 6,6 de magnitude atingiu a região de Simeulue, na Indonésia.
O tremor ocorreu às 5h locais desta quinta (19 horas de Brasília), a 119 km ao norte de Ternate, nas Ilhas Molucas. O epicentro foi a 93 km de profundidade.
Segundo o governo, não há relatos imediatos sobre feridos ou danos.
Um morador da ilha de Ternate, a 120 km do epicentro, disse por telefone à agência Reuters que o tremor foi ligeiramente sentido e não provocou pânico.
Terremotos são comuns no Japão, que fica em uma das regiões sísmicas mais ativas do planeta. O país registra cerca de um em cada cinco terremotos de magnitude acima de 6 em todo o mundo. Em outubro de 2004, um terremoto de magnitude 6,8 atingiu a região de Niigata, no norte do Japão, matando 65 pessoas e ferindo mais de 3.000. Foi o tremor mais mortal desde que um terremoto de 7,3 graus atingiu a cidade de Kobe em 1995, matando mais de 6.400 pessoas. Em dezembro de 2004, um tremor no chamado "anel de fogo do Pacífico", zona de grande concentração de terremotos, provocou um tsunami que causou a morte de cerca de 168 mil pessoas no norte de Sumatra, e de outras 60 mil em Índia, Sri Lanka, Tailândia e outras nações banhadas pelo Índico.
10 setembro 2008
Maior acelerador de partículas do mundo começa a operar
Primeiro feixe de prótons foi introduzido no início desta quarta-feira (10).O LHC consumiu 20 anos e mais de 3 bilhões de euros para ser construído.
O LHC, maior acelerador de partículas do mundo, recebeu seus primeiros feixes de prótons nesta quarta-feira (10). As primeiras tentativas foram iniciadas pelos cientistas por volta das 4h30 (9h30 no horário suíço). Tudo correu conforme as expectativas, e o mundo não acabou -- nem vai acabar, segundo os responsáveis pelos experimentos. A equipe do Cern (Organização Européia para a Pesquisa Nuclear) está transmitindo os eventos ao vivo pela internet, com direito a passagens pelo centro de controle e entrevistas com cientistas. (Clique aqui para ver.) "Há duas emoções, o prazer de completar uma grande tarefa e a esperança de grandes descobertas à nossa frente", disse o diretor-geral do Cern, Robert Aymar.
O projeto, que custou, por baixo, 3 bilhões de euros (há quem diga que o valor total chegou a 10 bilhões), estava sendo gestado nas últimas duas décadas.
Grosso modo, o LHC (sigla para Grande Colisor de Hádrons) é uma espécie de "rodoanel" para prótons, as partículas que caracterizam os elementos existentes no universo. Um túnel circular de 27 km, localizado sob a fronteira entre a Suíça e a França, ele usará poderosíssimos ímãs, construídos com tecnologia de supercondutores, para acelerar feixes de partículas até 99,99% da velocidade da luz. Produzindo um feixe de prótons em cada direção, a idéia é colidi-los quando estiverem em máxima velocidade. O impacto é capaz de simular condições próximas às que existiram logo após o Big Bang, gerando um sem-número de partículas elementares. Uma forma simples de imaginá-lo é como uma imensa máquina de esmigalhar prótons, colidindo-os uns com os outros. Os caquinhos que emergirem das colisões são as partículas que os cientistas pretendem estudar. Mas isso ainda terá de esperar um pouco.
"Hoje não haverá colisão", diz Sérgio Novaes, físico da Unesp (Universidade Estadual Paulista) envolvido com o projeto. "Os feixes apenas girarão em direções opostas, sem colidir uns com os outros", completa, dizendo que as primeiras colisões ainda precisarão de pelo menos 60 dias para acontecer. Aí sim começarão as atividades científicas.
A partícula de Deus
Quando o LHC estiver promovendo colisões para valer, começará uma busca frenética por uma partícula em especial: o bóson de Higgs.
O nome assusta, e o apelido mais ainda -- ele é chamado popularmente como "a partícula de Deus". Mas, por que, afinal, o bóson de Higgs é tão especial?
Existe uma teoria muito querida pelos físicos de partículas, chamada de modelo padrão. Ela é basicamente uma lista de todas as peças -- ou seja, todas as partículas -- usadas na confecção de um universo como o nosso. Ela explica como os prótons e os nêutrons são feitos de quarks, e como os elétrons fazem parte de um grupo de partículas chamado de léptons, em que também se incluem os neutrinos, partículas minúsculas de carga neutra. O modelo padrão também explica como funcionam as partículas portadoras de força (como o glúon, responsável por manter estáveis os núcleos atômicos, ou o fóton, que compõe a radiação eletromagnética, popularmente conhecida como luz).
Mas para todo esse imenso "lego" científico funcionar corretamente, os físicos prevêem a existência de uma partícula que explicaria como todas as outras adquirem sua massa. É onde entra o bóson de Higgs. Infelizmente, até agora os cientistas não encontraram nenhum sinal concreto de sua existência. Por maior que fossem os aceleradores de partículas, o Higgs continuava ocultando sua existência. Agora, com a nova jóia da ciência européia, ele não terá mais onde se esconder.
Com uma potência nunca antes vista num acelerador, o LHC quase com certeza encontrará o bóson de Higgs. Ou coisa que o valha.
"Ninguém duvida que a idéia que está por trás do bóson de Higgs esteja correta", afirma Adriano Natale, físico da Unesp (Universidade Estadual Paulista). "Se o bóson de Higgs, exatamente como foi proposto, não for encontrado, aparecerão outros sinais -- partículas -- que indicarão o novo caminho a ser seguido. Podemos não achar o bóson de Higgs, mas, seja qual for a física que está por trás, algo vai aparecer, e este algo pode até levar a uma nova revolução na física."
Aliás, a física bem que anda precisando de uma "nova revolução".
Em busca da unificação
Hoje, o entendimento do mundo físico se assenta sobre dois pilares. De um lado, há a física quântica, base para todo o modelo padrão da física de partículas. De outro lado, há a teoria da relatividade geral, que explica como funciona a gravidade.
Até aí, tudo certo. Temos duas teorias, cada uma regendo seu próprio domínio de ação, e ambas funcionam muito bem, obrigado, na hora de prever os fenômenos. Qual é o problema? O dilema surge porque há circunstâncias muito especiais no universo que exigem o uso das duas teorias ao mesmo tempo. Aliás, o próprio nascimento do cosmo só pode ser explicado juntando as duas teorias. E aí é que a porca torce o rabo: as equações da relatividade e da física quântica não fazem sentidos, quando usadas juntas para resolver um problema. Começam a aparecer cálculos insolúveis e resultados infinitos -- sintomas de que há algo muito errado em uma das duas teorias, ou até em ambas.
Por isso, os cientistas têm uma esperança muito grande de que exista uma teoria maior, mais poderosa, que incluísse tanto o modelo padrão como a relatividade num único conjunto coeso de equações. Só essa nova teoria "de tudo" poderia realmente acabar com os mistérios remanescentes no universo.
A badalada hipótese das supercordas -- que prevê que as partículas elementares na verdade seriam cordas estupidamente minúsculas vibrando num espaço com dez dimensões -- é hoje a principal candidata a assumir essa função de teoria de tudo.
Só que, até o momento, seus defensores não conseguiram apresentar nenhuma evidência real de que essa maluquice de supercordas e dimensões extra realmente exista. Suas esperanças estarão agora depositadas no LHC. É possível -- mas não muito provável -- que ele atinja um nível de energia suficiente para revelar a existência de novas dimensões, além das três que costumamos vivenciar no cotidiano.
E, ainda que não chegue lá, o LHC tem boas chances de produzir objetos que emergem diretamente da interação entre a gravidade e o mundo quântico, como miniburacos negros. "Esses possíveis objetos transcendem a relatividade real. Suas propriedades podem dar informações seobre regimes em que a relatividade geral não é mais válida, como, por exemplo, o regime da gravitação quântica", diz Alberto Saa, pesquisador da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
O acelerador do medo
Ei, mas peraí. Miniburacos negros? Mas os buracos negros não são aqueles objetos terríveis que existem nas profundezas do espaço, engolindo tudo que está ao seu redor, até mesmo a luz? Será que é uma boa idéia criar um miniburaco negro no subsolo terrestre?
A imensa maioria dos físicos diz que não haverá perigo algum. "Esses possíveis buracos negros são microscópicos", diz Saa. "Uma vez criados, seriam quase imediatamente destruídos, espalhando diversas partículas com padrões muito peculiares. A imagem do buraco negro faminto, devorando impiedosamente tudo ao seu redor, se aplica apenas aos buracos negros astrofísicos, nunca a buracos negros microscópicos."
Embora os miniburacos negros pareçam ser inofensivos, há uma outra hipótese um pouco mais ameaçadora.
Os vilões dessa vez são chamados de "strangelets". Seriam partículas de um tipo exótico de matéria que não existe normalmente. O problema é que a teoria diz que, se um strangelet conseguisse tocar o núcleo de um átomo convencional, o átomo seria convertido em strangelet. Ou seja, se o LHC produzir strangelets, alguns físicos dizem que eles poderiam interagir com a matéria normal da Terra e iniciar uma reação em cadeia que consumiria o planeta inteiro.
Muitos e muitos estudos dizem que isso não vai acontecer. Mas como decidir o que fazer, se o risco, embora baixíssimo, envolve a destruição da Terra? Sir Martin Rees, o astrônomo real britânico, escreveu um livro inteiro ("Hora Final", ou "Our Final Hour", no original) para alertar sobre experimentos como esse, que, embora com uma probabilidade muito baixa, têm chance de causar resultados catastróficos.
Por isso, há quem esteja muito preocupado. Mas a verdade é que o universo produz eventos muito mais agressivos que o LHC, com supernovas, buracos negros e tudo mais, e ainda estamos aqui para estudá-los e compreendê-los.
A dúvida sobre os perigos do LHC não durará muito. Nesta quarta, ele receberá seu primeiro feixe de prótons. Em breve, serão iniciadas as primeiras colisões com objetivos científicos. E aí, ou os rumores sobre a destruição do mundo se mostrarão completamente infundados, ou ninguém estará aqui para dizer que tinha razão.
Colaboração de alto nível
Dezenas de países participam, em maior ou menor grau, do projeto. E o Brasil é um deles. Um grupo liderado por Sérgio Novaes, da Unesp (Universidade Estadual Paulista), será responsável por processar dados oriundos de dois dos detectores instalados no LHC.
"Esta é uma colaboração internacional a um nível que não temos nas demais atividades humanas", diz Adriano Natale. "Uma congregação de países e pessoas para a qual é muito difícil atribuir um valor, mas se formos totalmente calculistas, nós temos de contabilizar todo o desenvolvimento tecnológico realizado no Cern, o laboratório que gere o LHC. Temos grandes supercondutores, temos computação sendo desenvolvida para a análise dos resultados etc. O desenvolvimento em computação que o LHC vai gerar certamente irá impactar no desenvolvimento mundial no futuro próximo. E o valor é pequeno, se consideramos o que está sendo gasto em armamentos e em guerras."
Fonte Portal G1
Nota: O homem herdou de Satanás o desejo de ser igual a Deus, por este motivo gasta milhões para explicar a origem do universo e põe em risco, embora que pequeno, a destruição do Planeta. Brevemente eles verão este Deus vir sobre as nuvens do céu para requerer seu lugar como Criador de todas as coisas.
O LHC, maior acelerador de partículas do mundo, recebeu seus primeiros feixes de prótons nesta quarta-feira (10). As primeiras tentativas foram iniciadas pelos cientistas por volta das 4h30 (9h30 no horário suíço). Tudo correu conforme as expectativas, e o mundo não acabou -- nem vai acabar, segundo os responsáveis pelos experimentos. A equipe do Cern (Organização Européia para a Pesquisa Nuclear) está transmitindo os eventos ao vivo pela internet, com direito a passagens pelo centro de controle e entrevistas com cientistas. (Clique aqui para ver.) "Há duas emoções, o prazer de completar uma grande tarefa e a esperança de grandes descobertas à nossa frente", disse o diretor-geral do Cern, Robert Aymar.
O projeto, que custou, por baixo, 3 bilhões de euros (há quem diga que o valor total chegou a 10 bilhões), estava sendo gestado nas últimas duas décadas.
Grosso modo, o LHC (sigla para Grande Colisor de Hádrons) é uma espécie de "rodoanel" para prótons, as partículas que caracterizam os elementos existentes no universo. Um túnel circular de 27 km, localizado sob a fronteira entre a Suíça e a França, ele usará poderosíssimos ímãs, construídos com tecnologia de supercondutores, para acelerar feixes de partículas até 99,99% da velocidade da luz. Produzindo um feixe de prótons em cada direção, a idéia é colidi-los quando estiverem em máxima velocidade. O impacto é capaz de simular condições próximas às que existiram logo após o Big Bang, gerando um sem-número de partículas elementares. Uma forma simples de imaginá-lo é como uma imensa máquina de esmigalhar prótons, colidindo-os uns com os outros. Os caquinhos que emergirem das colisões são as partículas que os cientistas pretendem estudar. Mas isso ainda terá de esperar um pouco.
"Hoje não haverá colisão", diz Sérgio Novaes, físico da Unesp (Universidade Estadual Paulista) envolvido com o projeto. "Os feixes apenas girarão em direções opostas, sem colidir uns com os outros", completa, dizendo que as primeiras colisões ainda precisarão de pelo menos 60 dias para acontecer. Aí sim começarão as atividades científicas.
A partícula de Deus
Quando o LHC estiver promovendo colisões para valer, começará uma busca frenética por uma partícula em especial: o bóson de Higgs.
O nome assusta, e o apelido mais ainda -- ele é chamado popularmente como "a partícula de Deus". Mas, por que, afinal, o bóson de Higgs é tão especial?
Existe uma teoria muito querida pelos físicos de partículas, chamada de modelo padrão. Ela é basicamente uma lista de todas as peças -- ou seja, todas as partículas -- usadas na confecção de um universo como o nosso. Ela explica como os prótons e os nêutrons são feitos de quarks, e como os elétrons fazem parte de um grupo de partículas chamado de léptons, em que também se incluem os neutrinos, partículas minúsculas de carga neutra. O modelo padrão também explica como funcionam as partículas portadoras de força (como o glúon, responsável por manter estáveis os núcleos atômicos, ou o fóton, que compõe a radiação eletromagnética, popularmente conhecida como luz).
Mas para todo esse imenso "lego" científico funcionar corretamente, os físicos prevêem a existência de uma partícula que explicaria como todas as outras adquirem sua massa. É onde entra o bóson de Higgs. Infelizmente, até agora os cientistas não encontraram nenhum sinal concreto de sua existência. Por maior que fossem os aceleradores de partículas, o Higgs continuava ocultando sua existência. Agora, com a nova jóia da ciência européia, ele não terá mais onde se esconder.
Com uma potência nunca antes vista num acelerador, o LHC quase com certeza encontrará o bóson de Higgs. Ou coisa que o valha.
"Ninguém duvida que a idéia que está por trás do bóson de Higgs esteja correta", afirma Adriano Natale, físico da Unesp (Universidade Estadual Paulista). "Se o bóson de Higgs, exatamente como foi proposto, não for encontrado, aparecerão outros sinais -- partículas -- que indicarão o novo caminho a ser seguido. Podemos não achar o bóson de Higgs, mas, seja qual for a física que está por trás, algo vai aparecer, e este algo pode até levar a uma nova revolução na física."
Aliás, a física bem que anda precisando de uma "nova revolução".
Em busca da unificação
Hoje, o entendimento do mundo físico se assenta sobre dois pilares. De um lado, há a física quântica, base para todo o modelo padrão da física de partículas. De outro lado, há a teoria da relatividade geral, que explica como funciona a gravidade.
Até aí, tudo certo. Temos duas teorias, cada uma regendo seu próprio domínio de ação, e ambas funcionam muito bem, obrigado, na hora de prever os fenômenos. Qual é o problema? O dilema surge porque há circunstâncias muito especiais no universo que exigem o uso das duas teorias ao mesmo tempo. Aliás, o próprio nascimento do cosmo só pode ser explicado juntando as duas teorias. E aí é que a porca torce o rabo: as equações da relatividade e da física quântica não fazem sentidos, quando usadas juntas para resolver um problema. Começam a aparecer cálculos insolúveis e resultados infinitos -- sintomas de que há algo muito errado em uma das duas teorias, ou até em ambas.
Por isso, os cientistas têm uma esperança muito grande de que exista uma teoria maior, mais poderosa, que incluísse tanto o modelo padrão como a relatividade num único conjunto coeso de equações. Só essa nova teoria "de tudo" poderia realmente acabar com os mistérios remanescentes no universo.
A badalada hipótese das supercordas -- que prevê que as partículas elementares na verdade seriam cordas estupidamente minúsculas vibrando num espaço com dez dimensões -- é hoje a principal candidata a assumir essa função de teoria de tudo.
Só que, até o momento, seus defensores não conseguiram apresentar nenhuma evidência real de que essa maluquice de supercordas e dimensões extra realmente exista. Suas esperanças estarão agora depositadas no LHC. É possível -- mas não muito provável -- que ele atinja um nível de energia suficiente para revelar a existência de novas dimensões, além das três que costumamos vivenciar no cotidiano.
E, ainda que não chegue lá, o LHC tem boas chances de produzir objetos que emergem diretamente da interação entre a gravidade e o mundo quântico, como miniburacos negros. "Esses possíveis objetos transcendem a relatividade real. Suas propriedades podem dar informações seobre regimes em que a relatividade geral não é mais válida, como, por exemplo, o regime da gravitação quântica", diz Alberto Saa, pesquisador da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
O acelerador do medo
Ei, mas peraí. Miniburacos negros? Mas os buracos negros não são aqueles objetos terríveis que existem nas profundezas do espaço, engolindo tudo que está ao seu redor, até mesmo a luz? Será que é uma boa idéia criar um miniburaco negro no subsolo terrestre?
A imensa maioria dos físicos diz que não haverá perigo algum. "Esses possíveis buracos negros são microscópicos", diz Saa. "Uma vez criados, seriam quase imediatamente destruídos, espalhando diversas partículas com padrões muito peculiares. A imagem do buraco negro faminto, devorando impiedosamente tudo ao seu redor, se aplica apenas aos buracos negros astrofísicos, nunca a buracos negros microscópicos."
Embora os miniburacos negros pareçam ser inofensivos, há uma outra hipótese um pouco mais ameaçadora.
Os vilões dessa vez são chamados de "strangelets". Seriam partículas de um tipo exótico de matéria que não existe normalmente. O problema é que a teoria diz que, se um strangelet conseguisse tocar o núcleo de um átomo convencional, o átomo seria convertido em strangelet. Ou seja, se o LHC produzir strangelets, alguns físicos dizem que eles poderiam interagir com a matéria normal da Terra e iniciar uma reação em cadeia que consumiria o planeta inteiro.
Muitos e muitos estudos dizem que isso não vai acontecer. Mas como decidir o que fazer, se o risco, embora baixíssimo, envolve a destruição da Terra? Sir Martin Rees, o astrônomo real britânico, escreveu um livro inteiro ("Hora Final", ou "Our Final Hour", no original) para alertar sobre experimentos como esse, que, embora com uma probabilidade muito baixa, têm chance de causar resultados catastróficos.
Por isso, há quem esteja muito preocupado. Mas a verdade é que o universo produz eventos muito mais agressivos que o LHC, com supernovas, buracos negros e tudo mais, e ainda estamos aqui para estudá-los e compreendê-los.
A dúvida sobre os perigos do LHC não durará muito. Nesta quarta, ele receberá seu primeiro feixe de prótons. Em breve, serão iniciadas as primeiras colisões com objetivos científicos. E aí, ou os rumores sobre a destruição do mundo se mostrarão completamente infundados, ou ninguém estará aqui para dizer que tinha razão.
Colaboração de alto nível
Dezenas de países participam, em maior ou menor grau, do projeto. E o Brasil é um deles. Um grupo liderado por Sérgio Novaes, da Unesp (Universidade Estadual Paulista), será responsável por processar dados oriundos de dois dos detectores instalados no LHC.
"Esta é uma colaboração internacional a um nível que não temos nas demais atividades humanas", diz Adriano Natale. "Uma congregação de países e pessoas para a qual é muito difícil atribuir um valor, mas se formos totalmente calculistas, nós temos de contabilizar todo o desenvolvimento tecnológico realizado no Cern, o laboratório que gere o LHC. Temos grandes supercondutores, temos computação sendo desenvolvida para a análise dos resultados etc. O desenvolvimento em computação que o LHC vai gerar certamente irá impactar no desenvolvimento mundial no futuro próximo. E o valor é pequeno, se consideramos o que está sendo gasto em armamentos e em guerras."
Fonte Portal G1
Nota: O homem herdou de Satanás o desejo de ser igual a Deus, por este motivo gasta milhões para explicar a origem do universo e põe em risco, embora que pequeno, a destruição do Planeta. Brevemente eles verão este Deus vir sobre as nuvens do céu para requerer seu lugar como Criador de todas as coisas.
09 setembro 2008
Furacão Ike: número de mortos chega a 66 no Haiti
PORTO PRÍNCIPE (AFP) — Pelo menos 66 pessoas morreram no Haiti durante a passagem do furacão Ike, no fim de semana, de acordo com um balanço divulgado nesta segunda-feira à noite por autoridades locais.De acordo com a representante da Defesa Civil haitiana Alta Jean-Baptiste, 60 pessoas perderam a vida na cidade de Cabaret, a 35 km de Porto Príncipe, enquanto outras seis morreram em diferentes pontos do país.
O furacão, que atingiu Cuba nesta segunda-feira, também deixou 14 desaparecidos e mais de 50 feridos no Haiti, completou.
Recentemente, o Haiti foi castigado por outros dois furacões - Gustav e Hanna - que, junto com o Ike, já deixaram mais de 600 mortos e um rastro de destruição.
Ao todo, 86.000 pessoas procuraram abrigos na passagem desses três furacões. Somente na cidade de Gonaïves (noroeste), foram 25.000, anunciou Alta.
O secretário de Estado francês de Cooperação, Alain Joyandet, era esperado na segunda à noite, em Porto Príncipe, para se reunir com a primeira-ministra Michèle Pierre-Louis e com o presidente haitiano, René Préval.
De acordo com a embaixada da França em Porto Príncipe, o secretário irá a Gonaïves na terça, onde se encontrará com os desabrigados.
08 setembro 2008
'Jesus Cristo viveu como alienígena', diz ufólogo em congresso
Como se a interpretação da Bíblia não gerasse muita discórdia entre céticos e cristãos, um ufólogo surpreendeu crentes e ateus no domingo (7), durante a palestra "Jesus, o Extraterrestre Incompreendido", no 12º encontro "Diálogo com o Universo", promovido na região de Botucatu, a 238 km de São Paulo.
O economista aposentado e ufólogo, Alfredo Nahas, de 63 anos, disse que Jesus Cristo realmente existiu, mas viveu na forma de um alienígena, concebido em outro planeta. "Jesus viveu como alienígena. Na Bíblia, ele dizia que não era daqui", argumenta o ufólogo Alfredo Nahas.
O economista aposentado vê passagens bíblicas como previsões da globalização e do contato com seres extraterrestres. Nahas acredita em vida fora da Terra e diz já ter visto uma nave espacial no Rio de Janeiro.
O ufólogo usa tais previsões em formas de parábolas bíblicas como verdadeiras. Segundo a interpretação de Nahas, um discurso bíblico em que Jesus Cristo diz ter vindo de outro lugar é o bastante para Nahas chamá-lo de ET. "Só acreditem se acharem que faz sentido", advertiu a platéia como cautela de críticas.
O ufólogo não era o único a considerar Jesus Cristo um ET no evento.
Uma participante o interpelou ao final da conferência para cerca de 200 pessoas: "É tudo o que sempre pensei", disse a admiradora.
Fonte Portal G1
Nota: Jesus, um extraterrestre. A Bíblia afirma isso. Jesus nasceu neste planeta, mas não pertencia a ele. Jesus é filho de Deus, e era Deus, afirma João em seu evangelho. A existência de extraterrestre é algo que a Bíblia afirma. A palavra 'extraterrestre' quer dizer que não pertence ao planeta terra, a Bíblia fala a respeito de seres celestiais que visitam nosso planeta os quais chamamos de Anjos.
A terra foi invadida por seres extraterrestres a muito tempo, revela o Apóstolo João no Apocalipse capítulo 12. João fala da chegada do Diabo e seus súditos aqui neste planeta com o desejo de leva-lo à destruição, verso 12. Cristo veio a este mundo para salvá-lo. João 3:16 e 10:10. O fim de todas as coisas revela que Cristo voltará com seus anjos para buscar a cada um daqueles que acreditaram na sua salvação e a ele entragaram a vida. A terra verá em breve a chegada destes extraterrestres, Cristo e Seus Anjos. Prepare-se eles estão chegando.
O economista aposentado e ufólogo, Alfredo Nahas, de 63 anos, disse que Jesus Cristo realmente existiu, mas viveu na forma de um alienígena, concebido em outro planeta. "Jesus viveu como alienígena. Na Bíblia, ele dizia que não era daqui", argumenta o ufólogo Alfredo Nahas.
O economista aposentado vê passagens bíblicas como previsões da globalização e do contato com seres extraterrestres. Nahas acredita em vida fora da Terra e diz já ter visto uma nave espacial no Rio de Janeiro.
O ufólogo usa tais previsões em formas de parábolas bíblicas como verdadeiras. Segundo a interpretação de Nahas, um discurso bíblico em que Jesus Cristo diz ter vindo de outro lugar é o bastante para Nahas chamá-lo de ET. "Só acreditem se acharem que faz sentido", advertiu a platéia como cautela de críticas.
O ufólogo não era o único a considerar Jesus Cristo um ET no evento.
Uma participante o interpelou ao final da conferência para cerca de 200 pessoas: "É tudo o que sempre pensei", disse a admiradora.
Fonte Portal G1
Nota: Jesus, um extraterrestre. A Bíblia afirma isso. Jesus nasceu neste planeta, mas não pertencia a ele. Jesus é filho de Deus, e era Deus, afirma João em seu evangelho. A existência de extraterrestre é algo que a Bíblia afirma. A palavra 'extraterrestre' quer dizer que não pertence ao planeta terra, a Bíblia fala a respeito de seres celestiais que visitam nosso planeta os quais chamamos de Anjos.
A terra foi invadida por seres extraterrestres a muito tempo, revela o Apóstolo João no Apocalipse capítulo 12. João fala da chegada do Diabo e seus súditos aqui neste planeta com o desejo de leva-lo à destruição, verso 12. Cristo veio a este mundo para salvá-lo. João 3:16 e 10:10. O fim de todas as coisas revela que Cristo voltará com seus anjos para buscar a cada um daqueles que acreditaram na sua salvação e a ele entragaram a vida. A terra verá em breve a chegada destes extraterrestres, Cristo e Seus Anjos. Prepare-se eles estão chegando.
Assinar:
Postagens (Atom)