Mostrando postagens com marcador Ciência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ciência. Mostrar todas as postagens

21 outubro 2013

Descoberta pode reescrever “história evolutiva humana”

Nada de ancestrais: contemporâneos
E se em vez de serem todos de espécies diferentes, os diversos homens primitivos cujos fósseis têm sido encontrados ao longo dos anos em diversos locais – Homo habilisHomo rudolfensinsHomo erectus e outros – fossem todos membros de uma única e mesma espécie de humanos e as suas diferenças físicas apenas refletissem a variabilidade normal entre indivíduos dessa espécie? Os autores de um novo estudo comparativo de crânios fósseis humanos encontrados no Cáucaso, e publicado nesta sexta-feira na revista Science, afirmam que é precisamente isso que os seus resultados sugerem. A peça-chave do trabalho desenvolvido nos últimos oito anos por David Lordkipanidze, director do Museu Nacional da Geórgia, e uma equipe internacional de colegas, é um crânio – designado Crânio 5 – com quase 1,8 milhão de anos [segundo a cronologia evolucionista]. O seu maxilar inferior foi encontrado em 2000 na escavação arqueológica de Dmanisi (a uns 100 quilômetros de Tbilisi, a capital da Geórgia) – e o resto do seu rosto e cabeça em 2005.
“O Crânio 5 é um achado extraordinário”, explicou em coletica de imprensa telefônica a coautora Marcia Ponce de León, da Universidade de Zurique (Suíça). “É o crânio fóssil mais completo de um adulto do gênero Homo. Encontra-se num estado de conservação perfeito [...] e [a segunda peça] foi encontrada cinco anos depois do maxilar a menos de dois metros de distância [da primeira].”
Acontece que o Crânio 5 não era tudo o que os cientistas esperavam, visto o caráter maciço do maxilar previamente desenterrado. Estavam à espera de um crânio de grande tamanho, mas depararam-se, pelo contrário, com uma caixa craniana pequena por cima de um rosto grande, numa combinação de traços morfológicos nunca antes observada num homem primitivo [sic].
Também em Dmanisi foram encontrados, ao longo dos anos, mais quatro crânios (apenas um sem maxilar inferior), algumas ferramentas de pedra e ossos fossilizados de animais – achados que, segundo estudos anteriores, são vestígios deixados por um grupo de humanos que viveu no mesmo sítio ao mesmo tempo. “O tempo que demorou a formação geológica do local foi bastante breve, o que permite concluir que a sedimentação de todos os ossos [de homens primitivos] aconteceu simultaneamente”, explicou Lordkipanidze. “Dmanisi é como uma cápsula do tempo que preservou um ecossistema de 1,8 milhão de anos [idem].”
Os crânios de Dmanisi permitem realizar análises comparativas que até aqui não eram possíveis. E de fato, diante da descoberta do resto do Crânio 5 e da sua anatomia inédita, tornou-se necessário explicar as diferenças físicas patentes entre os cinco crânios humanos daquele sítio paleontológico, que fazem com que alguns deles sejam mais bem classificados como Homo habilis e outros como Homo erectus. Poderiam esses homens primitivos, que ao que tudo indica faziam parte da mesma comunidade, ter pertencido a várias espécies diferentes de humanos? “Sabíamos que vieram do mesmo local e do mesmo período geológico; podiam, portanto, representar uma única população de uma única espécie”, salientou Christoph Zollikofer, outro coautor, também da Universidade de Zurique.
Para determinar qual dessas duas possibilidades – uma ou várias espécies – era a mais provável e, em particular, se era possível que o nível de variação observado naqueles fósseis se verificasse no seio de uma única espécie, os cientistas recorreram a métodos de morfometria 3D computadorizada. Por outro lado, para garantir a compatibilidade dos novos resultados com estudos comparativos anteriores, também aplicaram métodos mais tradicionais de comparação de características morfológicas.
Conclusão: “Nossa análise estatística mostra que os padrões e a magnitude da variabilidade dos crânios de Dmanisi são semelhantes aos das populações de espécies modernas”, disse Zollikofer. “Embora os cinco indivíduos de Dmanisi sejam claramente diferentes uns dos outros, não são mais diferentes entre eles do que cinco humanos modernos ou cinco chimpanzés numa dada população.” Ou seja, “a diversidade no interior de uma espécie é a regra e não a exceção”. Os cientistas decidiram designar essa potencial única espécie pelo nome Homo erectus, por ser a mais bem documentada e consensual de todas as espécies de homens primitivos cujos fósseis se conhecem.
Evidência de simples diversificação, não "evolução"

Os novos resultados poderão ter implicações em termos da classificação das espécies de hominídeos que viviam na África e saíram de lá há cerca de dois milhões de anos [idem], espalhando-se pela Europa e Ásia, especulam os cientistas. “Há duas maneiras de interpretar a diversidade dos hominídeos fósseis”, explicou Zollikofer. “A primeira é que existiu apenas uma linhagem de homens primitivos; a segunda é que houve múltiplas linhagens coexistentes.”
“Se a caixa craniana e a face do Crânio 5 tivessem sido encontradas separadamente em locais diferentes da África, poderiam ter sido atribuídas a duas espécies diferentes”, acrescentou [admissão interessante]. Mas visto que os fósseis de Dmanisi provêm indubitavelmente do mesmo ponto no tempo e no espaço – e que parecem ter todos pertencido a uma única espécie de homens primitivos –, o mesmo poderá ter acontecido na África.
A conclusão não convence todo mundo. Enquanto um paleontólogo citado num artigo jornalístico (também publicado na Science, de autoria de Ann Gibbons) recusa liminarmente a ideia de que todos os fósseis africanos possam ter sido Homo erectus, outro é da opinião de que o Crânio 5 parece um Homo habilis. E um terceiro faz notar que a ideia está tendo o efeito de uma pequena bomba na comunidade dos especialistas.



Nota: Só para lembrar: os criacionistas vêm dizendo isso há anos, mas quem quis ouvir? Sempre dissemos que os “homos” são simplesmente humanos antigos com a natural variabilidade morfológica que existe entre seres humanos atuais (talvez alguns até com certas deformidades). Mas os evolucionistas, em sua ânsia por criar árvores evolutivas imaginárias, com base em fragmentos de ossos encontrados aqui e acolá, foram capazes de desenvolver toda uma história da “linhagem evolutiva humana” – que pode estar totalmente errada. Já imaginou quanto papel e quanta tinta foram gastos para divulgar a historinha anterior, que era tão "certa"? O que será feito dos livros didáticos, das enciclopédias e - pior - das cabeças que foram doutrinadas educadas com esse conteúdo até então tido como verdadeiro? 

O título dado à notícia pela Gazeta do Povo também é interessante: "Crânio de 1,8 milhão de anos sugere que homens vieram de uma única espécie." Isso também é óbvio para o criacionista: viemos de uma mesma espécie, de uma mesma linhagem, de um casal ancestral que viveu no Éden.

Será que em algum momento a hipotética sequência evolutiva do cavalo, por exemplo, reproduzida ad nauseam em livros e mais livros, será reavaliada também? Perceberão, como estão percebendo na história dos "homo", que se trata simplesmente de diversificação de baixo nível, adaptação (ou "microevolução", como dizem alguns), e não ancestralidade?

Fico imaginando quanto ainda pode ser revelado pela pá dos arqueólogos e dos paleontólogos. Os fatos que contradizem o modelo evolucionista só vão se acumulando. Resta saber quando o paradigma vai, finalmente, cair por terra. [MB]

10 junho 2010

Terra e Lua podem ser muito mais jovens do que se pensava

A Terra e a Lua podem ter se formado muito mais tarde do que se acreditava, segundo recente pesquisa da Universidade de Copenhague, publicada na revista especializada Earth and Planetary Science Letters.

A Terra e a Lua foram criadas como resultado de uma gigantesca colisão entre dois planetas do tamanho de Marte e Vênus.

Até agora, acreditava-se que a colisão teria ocorrido quando o Sistema Solar tinha30 milhões de anos - há cerca de 4.537 milhões de anos.

Mas o novo estudo do Niels Bohr Institute, da Universidade de Copenhague, sugere que a Terra e a Lua provavelmente se formaram muito depois disso, talvez até 150 milhões de anos depois da formação do Sistema Solar.

“Determinamos a idade da Terra e da Lua usando isótopos de tungstênio, que podem revelar se os núcleos de ferro (dos planetas) e a superfície de rochas se misturaram durante a colisão”, explicou o geólogo Tais W. Dahl, que elaborou a pesquisa durante seu projeto de tese em geofísica no Niels Bohr Institute, em colaboração com David J. Stevenson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech, na sigla em inglês).

Os planetas do Sistema Solar foram criados pela colisão de pequenos planetas que orbitavam em torno do então recém formado Sol.

Durante as colisões, os pequenos planetas derretiam e se juntavam, formando planetas cada vez maiores.

A Terra e a Lua se formaram como o resultado entre o choque de dois planetas que tinham o núcleo de metal e a superfície de rochas.

O processo ocorreu em menos de 24 horas e a temperatura da Terra era tão alta (7 mil graus Celsius) que tanto as rochas como o metal devem ter derretido durante a colisão.

Até há pouco tempo, acreditava-se que as rochas e o ferro haviam se misturado completamente durante a formação do planeta, e a conclusão era de que a lua havia se formado quando o Sistema Solar tinha cerca de 30 milhões de anos, há 4.537 milhões de anos.

A pesquisa de Dahl, no entanto, mostra algo bastante diferente.

A idade da Terra e da Lua pode ser medida examinando-se a presença de certos elementos nas camadas superficiais da Terra.

A substância radioativa háfnio 182 decai com o tempo e se transforma no isótopo de tungstênio 182.

Os dois elementos têm diferenças marcantes em suas propriedades químicas e enquanto o isótopo de tungstênio prefere se unir a metais, o háfnio prefere se unir a silicatos, como rochas.

São necessários entre 50 milhões e 60 milhões de anos para que todo o háfnio decaia e se converta em tungstênio, e durante a colisão que originou a Lua, quase todo o metal foi parar no centro da Terra, mas nem todo o tungstênio foi para a região.

“Estudamos em que grau a rocha e o metal se misturaram durante as colisões que formaram o planeta. Usando cálculos a partir de modelos dinâmicos da turbulenta mistura das massas de ferro e rocha líquida, encontramos isótopos de tungstênio da formação da Terra presentes na camada rochosa”, explicou Dahl.

O novo estudo sugere que a formação da Lua ocorreu quando todo o háfnio já havia decaído e se transformado em tungstênio.

“Nossos resultados mostram que o centro de metal e rocha não consegue se emulsificar nas colisões entre planetas com mais de 10 km de diâmetro e, por conta disso, a maior parte do centro de ferro da Terra (80 a 99%) não removeu o tungstênio do material rochoso das camadas superiores durante a formação, explica Dahl.

O resultado da pesquisa significa que a Terra e a Lua provavelmente se formaram muito depois do que se imaginava.

Fonte BBC Brasil

Nota: Isso mostra que não podemos confiar nos métodos de datação, bem como, em suas teorias. Vez após outra estão, os cientistas evolucionistas, contradizendo suas próprias pesquisas. Como acreditar em uma informação agora se, dentor de alguns anos, essa informação pode ser desmentida, ou, no mínimo, contestada? Conclui-se que ainda existem muitos mistérios que estão ocultos aos homens, tentando desvendá-los, eles trabalham para formular teorias, que não passam de teorias.

"Espera-me um pouco, e mostrar-te-ei que ainda há razões a favor de Deus." Jó 36:2

"Quanto ao Todo-Poderoso, não o podemos compreender; grande é em poder e justiça e pleno de retidão; a ninguém, pois, oprimirá." Jó 37:23

"Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Faze-mo saber, se tens entendimento. Quem lhe fixou as medidas, se é que o sabes? ou quem a mediu com o cordel? Sobre que foram firmadas as suas bases, ou quem lhe assentou a pedra de esquina, quando juntas cantavam as estrelas da manhã, e todos os filhos de Deus bradavam de júbilo?" Jó 38:4-7

"Quem abriu canais para o aguaceiro, e um caminho para o relâmpago do trovão; para fazer cair chuva numa terra, onde não há ninguém, e no deserto, em que não há gente; para fartar a terra deserta e assolada, e para fazer crescer a tenra relva? A chuva porventura tem pai? Ou quem gerou as gotas do orvalho? Do ventre de quem saiu o gelo? E quem gerou a geada do céu? Como pedra as águas se endurecem, e a superfície do abismo se congela. Podes atar as cadeias das Plêiades, ou soltar os atilhos do Oriom? Ou fazer sair as constelações a seu tempo, e guiar a ursa com seus filhos? Sabes tu as ordenanças dos céus, ou podes estabelecer o seu domínio sobre a terra? Ou podes levantar a tua voz até as nuvens, para que a abundância das águas te cubra? Ou ordenarás aos raios de modo que saiam? Eles te dirão: Eis-nos aqui? Quem pôs sabedoria nas densas nuvens, ou quem deu entendimento ao meteoro? Quem numerará as nuvens pela sabedoria? Ou os odres do céu, quem os esvaziará, quando se funde o pó em massa, e se pegam os torrões uns aos outros?" Jó 38:25-38

"Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo sopro da sua boca. Ele ajunta as águas do mar como num montão; põe em tesouros os abismos. Tema ao Senhor a terra toda; temam-no todos os moradores do mundo. Pois ele falou, e tudo se fez; ele mandou, e logo tudo apareceu." Salmo 33:6-9.

23 dezembro 2009

Sexo precoce aumenta risco de câncer do colo do útero, diz estudo


Vírus HPV, transmitido sexualmente, causa maior parte dos casos de câncer do colo do útero

Um estudo com 20 mil mulheres revelou uma associação entre a iniciação sexual precoce e índices mais elevados de câncer do colo do útero.

O objetivo da pesquisa era entender por que mulheres mais pobres correm maior risco de desenvolver esse tipo de câncer.

Os especialistas constataram que essas mulheres tendem a iniciar sua vida sexual em média quatro anos antes do que mulheres de classes sociais mais elevadas.

Por conta disso, elas entrariam em contato mais cedo com o vírus que leva ao desenvolvimento do câncer do colo do útero, dando ao vírus mais tempo para produzir a longa cadeia de eventos que, anos mais tarde, levaria ao câncer.

Acreditava-se anteriormente que a disparidade era resultado de baixos índices de controle preventivo em regiões mais pobres.

O estudo, feito pela International Agency for Research on Cancer, parte da Organização Mundial de Saúde (OMS), foi publicado na revista científica British Journal of Cancer.

Sem explicação

Embora a diferença na incidência do câncer do colo do útero entre ricos e pobres - verificada em todo o mundo - tenha sido constatada há muitos anos, os cientistas não sabiam explicá-la.

Especialmente porque os índices de infecção pelo vírus HPV (sigla inglesa para papiloma vírus humano) - uma infecção transmitida sexualmente que é responsável pela maioria dos casos de câncer do colo do útero - pareciam ser semelhantes em todos os grupos.

O estudo confirmou que os índices mais altos de câncer do colo do útero não estavam associados à maior incidência de infecção pelo HPV.

O que a pesquisa revelou foi que o risco, duas vezes mais alto, é explicado pelo fato de que mulheres mais pobres iniciam sua vida sexual mais cedo.

A idade em que uma mulher tem seu primeiro filho também pareceu ser um fator importante.

O estudo revelou que exames preventivos, como o Papa Nicolau, exercem um certo efeito sobre o nível de risco.

Mas o número de parceiros sexuais que uma mulher tem, e o hábito de fumar, não pareceram interferir nos resultados.

Tempo

A responsável pelo estudo, Silvia Franceschi, disse que os resultados não se aplicam apenas a jovens adolescentes. Por exemplo, o risco de desenvolver câncer do colo do útero também é maior em mulheres que tiveram sua primeira relação sexual aos 20 ao invés dos 25 anos.

"No nosso estudo, mulheres mais pobres se tornaram sexualmente ativas em média quatro anos antes".

"Então, elas também podem ter sido infectadas pelo HPV mais cedo, dando ao vírus mais tempo para realizar a longa sequência de eventos que são necessários para o desenvolvimento do câncer".

A representante da entidade britânica de pesquisas sobre o câncer Cancer Research UK, Lesley Walker, disse que o estudo levanta questões importantes.

"Embora mulheres possam ser infectadas pelo HPV a qualquer idade, a infecção em idade menor pode ser especialmente perigosa, já que (o vírus) tem mais tempo para causar os danos que levam ao câncer".

"Os resultados parecem reforçar a necessidade de vacinação contra o HPV em escolas, antes que (as meninas) comecem a ter relações sexuais, especialmente entre meninas de áreas mais pobres".

Fonte BBC Brasil

Nota: A ciência a serviço da Bíblia. Ao estudarmos Gênesis 2, percebemos o seguinte:

- Deus criou o homem. Verso 7.

- Deus deu a ele uma casa. Verso 8.

- Deus deu ao homem trabalho. Verso 15.

- Só depois foi que Deus deu ao homem uma esposa. Verso 18.

Se todo homem e mulher seguissem esse exemplo, vejamos como seria:

- Idade mínima para introduzir a criança na escola é de 6 anos.

- 8 anos até terminarem o primeiro grau. A criança, agora adolescente, estaria com 14 anos.

- 3 anos até terminar o segundo grau. O jovem estaria com 17 anos.

- 4 anos ou mais para terminar um curso superior. O jovem estaria com 21 anos ou mais.

- 4 anos para trabalhar, estabilizar-se e contrair família. O Jovem estaria com 25 anos ou mais. Essa é a idade recomendada pelos cientistas do estudo acima para as mulheres iniciarem sua vida sexual, isso após o casamento, como ensinado na Bíblia.

Perceba que seguir o Pano Divino é mais saudável e a felicidade viria com mais facilidade. Mas o que percebemos hoje é justamente ao contrário. Os jovens iniciam sua vida sexual antes do casamento, dessa forma começa sua vida a dois mais cedo; os filhos chegam mais cedo, é criança educando criança; sofrem por não haverem terminado os estudos, consequentemente estão desempregados, sendo obrigados a viverem com os pais; o resultado disso é que mais de 50% de relacionamentos que iniciam dessa forma terminam antes do esperado.

A Bíblia nunca erra. Deus não escreve certo por linhas tortas, Ele escreve certo por linhas certas, somos nós que entortamos, e a conseqüência disso é a dor e o sofrimento, e agora, de acordo com a ciência, o câncer. [HR]

11 agosto 2009

Fascinante - Gigantesca "pluma de gás" em estrela de Órion


Gigantesca "pluma de gás" em estrela de Órion

Sem dúvida alguma, a constelação de Órion é uma das mais belas do firmamento e junto ao Cruzeiro do Sul é uma das primeiras que aprendemos a reconhecer desde pequenos. Além das "Três-Marias", Órion também abriga a conhecida Betelgeuse, uma supergigante vermelha que a cada dia se torna mais fascinante e perigosa (clique na imagem ao lado para ampliá-la).

Betelgeuse não é uma estrela qualquer. Além de ser uma das mais brilhantes do céu noturno, Betelgeuse é também uma das maiores estrelas conhecidas, superando em mil vezes o tamanho do nosso Sol. Seu brilho é tão intenso que seriam necessários mais de 100 mil sóis para igualar sua luminosidade. No entanto, toda essa grandiosidade tem um preço e Betelgeuse está próxima de seu fim. A estrela consome violentamente sua massa e quando seu combustível se esgotar explodirá em uma supernova tão intensa que poderá ser vista da Terra até mesmo durante o dia.

Nesta semana, cientistas europeus ligados à Organização Astronômica Europeia para o Hemisfério Sul, ESO, revelaram mais uma faceta dessa supergigante e descobriram que a perda constante de massa estelar criou uma gigantesca pluma de gás do tamanho do Sistema Solar. Além disso também descobriram uma gigantesca bolha que parece flutuar sobre a superfície da estrela.

A descoberta da trilha de gás foi feita através do instrumento NACO de ótica adaptiva, que combinado a outras técnicas instrumentais permitiu aos cientistas obterem a mais nítida imagem de Betelgeuse até hoje feita. A nitidez atinge o limite teórico para um telescópio de 8 metros de diâmetro que é de 37 miliarcossegundos, equivalente a enxergar uma bola de tênis a 400 quilômetros de distância.

As observações, feitas com o telescópio VLT nos andes chilenos, revelaram que o gás da atmosfera de Betelgeuse se move vigorosamente para cima e para baixo e que a bolha formada é tão grande quanto a estrela. As primeiras observações indicam que a ejeção da gigantesca pluma é consequência direta desses movimentos em larga escala.

Para ver a supergigante vermelha basta localizar a constelação de Órion e se orientar pela carta celeste mostrada abaixo (clique para ampliar). Nessa época do ano (julho/agosto) a constelação nasce aproximadamente às 3h30 da madrugada e fica visível até os primeiros raios de Sol. Durante os meses de fevereiro e março, Órion pode ser vista no céu durante quase toda a noite a partir das 19 horas.




Nota: A constelação de Órion sempre atraiu a atenção dos adventistas devido a esta declaração de Ellen White, escrita há mais de cem anos: "A 16 de dezembro de 1848, o Senhor me deu uma visão acerca do abalo das potestades do céu. (...) Nuvens negras e densas subiam e chocavam-se entre si. A atmosfera abriu-se e recuou; pudemos então olhar através do espaço aberto em Órion, donde vinha a voz de Deus. A santa cidade descerá por aquele espaço aberto" (Vida e Ensinos, p. 110; Primeiros Escritos, p. 41).

Na década de 1950 (quase vinte anos antes da ida do homem à Lua), o professor Julio Minham, membro da Associação Brasileira de Astronomia, escreveu um livro chamado Maravilhas da Ciência que foi publicado pela Associação Brasileira de Astronomia. Nele, à página 281, Minham constata: "Uma escritora americana, Ellen G. White, que nada sabia de astronomia e que provavelmente nunca ouvira falar da Nebulosa de Órion, em um de seus livros traduzido para o português com o título de Vida e Ensinos, depois de comentar essa luminosidade escreveu [e ele cita o texto de Ellen White]. Isso dito assim tão simplesmente por quem nunca olhou um livro de astronomia, nem sonhava com buracos em parte alguma do céu, só pode ser creditado a dois fatores: histerismo ou inspiração. Para ser histerismo, parece científica demais a afirmação de que toda uma cidade, a Nova Jerusalém, tenha livre passagem pelo túnel de Órion. A escritora não sabia do túnel, nem que ele é tão largo a ponto de comportar noventa sistemas solares. Terá sido revelado a essa escritora uma verdade que os astrônomos não puderam descobrir?"

A palavra "Betelgeuse" significa "porta da casa de Deus". Coincidência?[MB]

05 julho 2009

Por pouco

O biólogo e escritor britânico Richard Dawkins autor dos livros Deus, um Delírio e O Gene em sua recente visita ao Pantanal o fez questionar seus pensamentos antirreligiosos. "Fiquei deslumbrado com tanta beleza. Se não conhecesse Darwin, ajoelharia e diria que é obra de Deus."

Fonte Destak Jornal - SP

Nota: Que pena! Quase ele enxergava! Mas tornou-se cego novamente.

06 dezembro 2008

Ameba gigante do fundo do mar lança dúvidas sobre evolução animal

Criatura unicelular parece deixar rastros como animal complexo.
Descoberta põe em dúvida época do surgimento de seres multicelulares.

Henry Fountain Do 'New York Times'

No verão de 2007, durante uma expedição nas Bahamas, uma equipe de cientistas fez uma descoberta incomum. No fundo do mar, mais de 600 metros abaixo da superfície, um veículo submergível remoto gravou um vídeo do que um dos pesquisadores, Mikhail V. Matz da Universidade do Texas, descreveu como uma “bola descolorida, sem olhos nem cérebro, coberta de lama”.

Além disso, os pesquisadores descobriram que essas bolas, que tinham aproximadamente 2,50 cm de diâmetro, pareciam ter deixado rastros no fundo do mar, como se estivessem lentamente rolando sob sua própria energia.

Agora, em artigo na publicação "Current Biology", Matz e colegas descreveram sua descoberta em termos mais científicos: trata-se de uma ameba gigante do gênero Gromia, um envoltório transparente de protoplasma com um centro preenchido de água que ajuda a manter seu formato esférico. Os pesquisadores afirmam ainda que a criatura realmente se move, empurrando a si própria ao escoar pedaços de protoplasma de aberturas em sua superfície que se prendem ao fundo do mar e consomem nutrientes.

Mas esta bola de golfe auto-propulsora e viva é mais que apenas uma curiosidade. Os pesquisadores perceberam que seu rastro era muito similar a ranhuras encontradas em fósseis do fundo do mar com mais de 550 milhões de anos. Assim, a ameba rolante lança dúvidas sobre a compreensão que os cientistas têm de como a vida na Terra se diversificou.

Muitos cientistas argumentaram que organismos multicelulares com duas metades que espelham uma à outra ocorreram antes da suposta explosão cambriana de diversas formas de vida, há 542 milhões de anos. Um dos melhores argumentos para isso eram os rastros fossilizados. Parecia bem claro que apenas uma criatura complexa e bilateralmente simétrica poderia manobrar a si própria e deixar tais marcas.

Mas o organismo Gromia é unicelular, não é bilateralmente simétrico, e mesmo assim deixa rastros muito parecidos.

“Esse é um golpe muito forte para a escola de pensamento que defende a lenta evolução dos animais no pré-cambriano,” disse Matz.

Fonte Portal G1

Nota: Não sou eu nenhum cientista, pois esta tarega deixo ao meu irmão Michelson Borges. Porém fiquei admirado com esta reportagem devido ser um golpe na teoria da evolução e ainda ser publicada pela mídia, pelo site da Globo, pois é, de tantas e tantas reportagens realizadas pelo Fantástico pregando a evolução como ciência. Agora é uma teoria? Sempre foi teoria e jamais poderá ser provada, pois o homem e os animais foram criados pelo poder de Deus de maneira organizada e planejada. O relato de Gênesis jamais poderá ser conciliado com a teoria da evolução como o Vaticano já comentou. Acesse aqui o Site Criacionismo e tire suas dúvidas com um cientista.

17 setembro 2008

Vaticano aceita a teoria da evolução

O presidente do Pontifício Conselho para a Cultura do Vaticano, arcebispo Gianfranco Ravasi, disse nesta terça-feira que a teoria da evolução é compatível com a Bíblia e que a Igreja Católica nunca condenou o naturalista Charles Darwin por suas idéias. A declaração foi dada durante anúncio de conferência de cientistas, teólogos e filósofos em Roma, em março de 2009, que celebrará os 150 anos da publicação da obra A Origem das Espécies de Darwin.

O arcebispo também afirmou que a Igreja não planeja fazer pedido de desculpas póstumo a Darwin pela fria recepção de suas idéias há 150 anos. "Devemos abandonar a idéia de emitir pedidos de desculpas como se a história fosse um tribunal eternamente em sessão", disse. Ravasi ressaltou que as teorias de Darwin "nunca foram condenadas pela Igreja Católica nem seu livro havia sido banido".

Em 1950, o papa Pio XII descreveu a teoria da evolução como uma abordagem válida do desenvolvimento humano e o papa João Paulo II reiterou a idéia em 1996. A teoria defendida pelo catolicismo é o Criacionismo, na qual Deus criou o mundo em seis dias, como descrito na Bíblia.

Na segunda-feira, o reverendo Malcom Brown, da Igreja Anglicana, disse que a instituição devia desculpas a Darwin pela maneira como suas idéias foram recebidas na Inglaterra

Fonte Veja Online

Nota: Essa de a Teoria da Evolução ser compatível com a Bíblia é brincadeira. Eles se perdem em suas palavras com a intenção ou vergonha de mostrar no que realmente creêm, pois têm medo de serem criticados.

10 setembro 2008

Maior acelerador de partículas do mundo começa a operar

Primeiro feixe de prótons foi introduzido no início desta quarta-feira (10).O LHC consumiu 20 anos e mais de 3 bilhões de euros para ser construído.

O LHC, maior acelerador de partículas do mundo, recebeu seus primeiros feixes de prótons nesta quarta-feira (10). As primeiras tentativas foram iniciadas pelos cientistas por volta das 4h30 (9h30 no horário suíço). Tudo correu conforme as expectativas, e o mundo não acabou -- nem vai acabar, segundo os responsáveis pelos experimentos. A equipe do Cern (Organização Européia para a Pesquisa Nuclear) está transmitindo os eventos ao vivo pela internet, com direito a passagens pelo centro de controle e entrevistas com cientistas. (Clique aqui para ver.) "Há duas emoções, o prazer de completar uma grande tarefa e a esperança de grandes descobertas à nossa frente", disse o diretor-geral do Cern, Robert Aymar.

O projeto, que custou, por baixo, 3 bilhões de euros (há quem diga que o valor total chegou a 10 bilhões), estava sendo gestado nas últimas duas décadas.

Grosso modo, o LHC (sigla para Grande Colisor de Hádrons) é uma espécie de "rodoanel" para prótons, as partículas que caracterizam os elementos existentes no universo. Um túnel circular de 27 km, localizado sob a fronteira entre a Suíça e a França, ele usará poderosíssimos ímãs, construídos com tecnologia de supercondutores, para acelerar feixes de partículas até 99,99% da velocidade da luz. Produzindo um feixe de prótons em cada direção, a idéia é colidi-los quando estiverem em máxima velocidade. O impacto é capaz de simular condições próximas às que existiram logo após o Big Bang, gerando um sem-número de partículas elementares. Uma forma simples de imaginá-lo é como uma imensa máquina de esmigalhar prótons, colidindo-os uns com os outros. Os caquinhos que emergirem das colisões são as partículas que os cientistas pretendem estudar. Mas isso ainda terá de esperar um pouco.

"Hoje não haverá colisão", diz Sérgio Novaes, físico da Unesp (Universidade Estadual Paulista) envolvido com o projeto. "Os feixes apenas girarão em direções opostas, sem colidir uns com os outros", completa, dizendo que as primeiras colisões ainda precisarão de pelo menos 60 dias para acontecer. Aí sim começarão as atividades científicas.

A partícula de Deus

Quando o LHC estiver promovendo colisões para valer, começará uma busca frenética por uma partícula em especial: o bóson de Higgs.

O nome assusta, e o apelido mais ainda -- ele é chamado popularmente como "a partícula de Deus". Mas, por que, afinal, o bóson de Higgs é tão especial?

Existe uma teoria muito querida pelos físicos de partículas, chamada de modelo padrão. Ela é basicamente uma lista de todas as peças -- ou seja, todas as partículas -- usadas na confecção de um universo como o nosso. Ela explica como os prótons e os nêutrons são feitos de quarks, e como os elétrons fazem parte de um grupo de partículas chamado de léptons, em que também se incluem os neutrinos, partículas minúsculas de carga neutra. O modelo padrão também explica como funcionam as partículas portadoras de força (como o glúon, responsável por manter estáveis os núcleos atômicos, ou o fóton, que compõe a radiação eletromagnética, popularmente conhecida como luz).

Mas para todo esse imenso "lego" científico funcionar corretamente, os físicos prevêem a existência de uma partícula que explicaria como todas as outras adquirem sua massa. É onde entra o bóson de Higgs. Infelizmente, até agora os cientistas não encontraram nenhum sinal concreto de sua existência. Por maior que fossem os aceleradores de partículas, o Higgs continuava ocultando sua existência. Agora, com a nova jóia da ciência européia, ele não terá mais onde se esconder.

Com uma potência nunca antes vista num acelerador, o LHC quase com certeza encontrará o bóson de Higgs. Ou coisa que o valha.

"Ninguém duvida que a idéia que está por trás do bóson de Higgs esteja correta", afirma Adriano Natale, físico da Unesp (Universidade Estadual Paulista). "Se o bóson de Higgs, exatamente como foi proposto, não for encontrado, aparecerão outros sinais -- partículas -- que indicarão o novo caminho a ser seguido. Podemos não achar o bóson de Higgs, mas, seja qual for a física que está por trás, algo vai aparecer, e este algo pode até levar a uma nova revolução na física."

Aliás, a física bem que anda precisando de uma "nova revolução".

Em busca da unificação

Hoje, o entendimento do mundo físico se assenta sobre dois pilares. De um lado, há a física quântica, base para todo o modelo padrão da física de partículas. De outro lado, há a teoria da relatividade geral, que explica como funciona a gravidade.

Até aí, tudo certo. Temos duas teorias, cada uma regendo seu próprio domínio de ação, e ambas funcionam muito bem, obrigado, na hora de prever os fenômenos. Qual é o problema? O dilema surge porque há circunstâncias muito especiais no universo que exigem o uso das duas teorias ao mesmo tempo. Aliás, o próprio nascimento do cosmo só pode ser explicado juntando as duas teorias. E aí é que a porca torce o rabo: as equações da relatividade e da física quântica não fazem sentidos, quando usadas juntas para resolver um problema. Começam a aparecer cálculos insolúveis e resultados infinitos -- sintomas de que há algo muito errado em uma das duas teorias, ou até em ambas.

Por isso, os cientistas têm uma esperança muito grande de que exista uma teoria maior, mais poderosa, que incluísse tanto o modelo padrão como a relatividade num único conjunto coeso de equações. Só essa nova teoria "de tudo" poderia realmente acabar com os mistérios remanescentes no universo.

A badalada hipótese das supercordas -- que prevê que as partículas elementares na verdade seriam cordas estupidamente minúsculas vibrando num espaço com dez dimensões -- é hoje a principal candidata a assumir essa função de teoria de tudo.

Só que, até o momento, seus defensores não conseguiram apresentar nenhuma evidência real de que essa maluquice de supercordas e dimensões extra realmente exista. Suas esperanças estarão agora depositadas no LHC. É possível -- mas não muito provável -- que ele atinja um nível de energia suficiente para revelar a existência de novas dimensões, além das três que costumamos vivenciar no cotidiano.

E, ainda que não chegue lá, o LHC tem boas chances de produzir objetos que emergem diretamente da interação entre a gravidade e o mundo quântico, como miniburacos negros. "Esses possíveis objetos transcendem a relatividade real. Suas propriedades podem dar informações seobre regimes em que a relatividade geral não é mais válida, como, por exemplo, o regime da gravitação quântica", diz Alberto Saa, pesquisador da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

O acelerador do medo

Ei, mas peraí. Miniburacos negros? Mas os buracos negros não são aqueles objetos terríveis que existem nas profundezas do espaço, engolindo tudo que está ao seu redor, até mesmo a luz? Será que é uma boa idéia criar um miniburaco negro no subsolo terrestre?

A imensa maioria dos físicos diz que não haverá perigo algum. "Esses possíveis buracos negros são microscópicos", diz Saa. "Uma vez criados, seriam quase imediatamente destruídos, espalhando diversas partículas com padrões muito peculiares. A imagem do buraco negro faminto, devorando impiedosamente tudo ao seu redor, se aplica apenas aos buracos negros astrofísicos, nunca a buracos negros microscópicos."

Embora os miniburacos negros pareçam ser inofensivos, há uma outra hipótese um pouco mais ameaçadora.

Os vilões dessa vez são chamados de "strangelets". Seriam partículas de um tipo exótico de matéria que não existe normalmente. O problema é que a teoria diz que, se um strangelet conseguisse tocar o núcleo de um átomo convencional, o átomo seria convertido em strangelet. Ou seja, se o LHC produzir strangelets, alguns físicos dizem que eles poderiam interagir com a matéria normal da Terra e iniciar uma reação em cadeia que consumiria o planeta inteiro.

Muitos e muitos estudos dizem que isso não vai acontecer. Mas como decidir o que fazer, se o risco, embora baixíssimo, envolve a destruição da Terra? Sir Martin Rees, o astrônomo real britânico, escreveu um livro inteiro ("Hora Final", ou "Our Final Hour", no original) para alertar sobre experimentos como esse, que, embora com uma probabilidade muito baixa, têm chance de causar resultados catastróficos.

Por isso, há quem esteja muito preocupado. Mas a verdade é que o universo produz eventos muito mais agressivos que o LHC, com supernovas, buracos negros e tudo mais, e ainda estamos aqui para estudá-los e compreendê-los.

A dúvida sobre os perigos do LHC não durará muito. Nesta quarta, ele receberá seu primeiro feixe de prótons. Em breve, serão iniciadas as primeiras colisões com objetivos científicos. E aí, ou os rumores sobre a destruição do mundo se mostrarão completamente infundados, ou ninguém estará aqui para dizer que tinha razão.

Colaboração de alto nível

Dezenas de países participam, em maior ou menor grau, do projeto. E o Brasil é um deles. Um grupo liderado por Sérgio Novaes, da Unesp (Universidade Estadual Paulista), será responsável por processar dados oriundos de dois dos detectores instalados no LHC.

"Esta é uma colaboração internacional a um nível que não temos nas demais atividades humanas", diz Adriano Natale. "Uma congregação de países e pessoas para a qual é muito difícil atribuir um valor, mas se formos totalmente calculistas, nós temos de contabilizar todo o desenvolvimento tecnológico realizado no Cern, o laboratório que gere o LHC. Temos grandes supercondutores, temos computação sendo desenvolvida para a análise dos resultados etc. O desenvolvimento em computação que o LHC vai gerar certamente irá impactar no desenvolvimento mundial no futuro próximo. E o valor é pequeno, se consideramos o que está sendo gasto em armamentos e em guerras."

Fonte Portal G1

Nota: O homem herdou de Satanás o desejo de ser igual a Deus, por este motivo gasta milhões para explicar a origem do universo e põe em risco, embora que pequeno, a destruição do Planeta. Brevemente eles verão este Deus vir sobre as nuvens do céu para requerer seu lugar como Criador de todas as coisas.

11 agosto 2008

Previsão de chuva – de meteoros!

Pois é, teremos mais dias chuvosos e pelo país todo não há outra previsão. Mesmo onde o tempo está bom, a previsão é de chuva… Sim, nos poucos lugares onde há previsão de tempo bom para os próximos dias pode esperar que vai chover. Meteoros!

Neste último final de semana, a Terra entrou no rastro de detritos deixados pelo cometa Swift-Tuttle o que fez com ela interceptasse pedaços deixados para trás. O cometa em si está além da órbita de Urano, mas no decorrer de sua própria órbita, pedaços do núcleo e poeira marcam por onde ele passou. Toda a vez que a Terra atravessa um rastro destes temos um aumento no número de meteoros que entram em nossa atmosfera. Esses meteoros na grande maioria dos casos queimam na alta atmosfera e não chegam a atingir a superfície. Quando eles queimam no céu deixam um rastro colorido e são chamados de “estrelas cadentes”.
Neste caso teremos um “chuveiro” na direção da constelação de Perseu, por isso esta chuva é chamada de Perseidas. Está sendo esperada uma taxa de um ou dois meteoros por minuto! Isso, claro, em locais bem escuros, onde fica fácil de se observar os mais fraquinhos.

O horário é que não ajuda muito: às 2 h da manhã desta noite olhe para o nordeste para encontrar Perseu nascendo. A partir deste horário o número de meteoros riscando o céu deve aumentar perceptivelmente. A maioria atinge a alta atmosfera a mais de 210 mil quilômetros por hora, mas são esperados vários meteoros brilhantes e “lentos”, as chamadas bolas de fogo, ou bólidos. Ainda que não se consiga observar um ou dois por minuto, ver apenas um destes bólidos faz com que a noite valha a pena.

O melhor momento para se observar esta chuva deve ser às 2 h das manhã da noite desta terça, 12 de agosto, quando a Lua se põe e o céu fica bem escuro. A dica para aproveitar esta chuva é: procure um lugar escuro e aberto. Um instrumento imprescindível para este tipo de observação é uma cadeira de praia, ou mesmo uma esteira para deitar no chão. Você não vai conseguir ficar mais do que 10 minutos olhando para cima. Experiência própria, vai por mim!


Nota: Chuva de Estrelas. Sinais no céu, na lua e nas estrelas. Postei esta notícia pelo fato de gostar muito de observar o céu à noite e além do mais, pode ter, dependendo de sua intensidade, uma conotação profética muito importante, eu não quero perdê-la, talvez alguém queira fazer o mesmo, hoje às 2:00 horas da manhã, é no horário da minha oração, alguém quer se unir comigo?

Cientistas estão mais perto de 'capa da invisibilidade'

Cientistas desenvolvem materiais que revertem direção da luz.
Leia Também:
» Matemático cria tecnologia do avião invisível

Cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkeley, anunciaram que estão mais perto de criar um material que pode tornar objetos tridimensionais "invisíveis".

Os pesquisadores desenvolveram dois materiais que podem reverter a direção da luz em torno dos objetos, fazendo com que eles "desapareçam".

Os chamados meta-materiais não existem normalmente na natureza e foram criados em uma escala nano, medidos em bilionésimos de metro.

Eles são estruturas criadas artificialmente, com propriedades óticas que fazem a luz "se dobrar" de forma não natural.

Como a luz não é absorvida nem refletida pelo objeto, é possível vê-la por trás dele, iluminando o que normalmente estaria escondido por ele - tornando o objeto invisível.

Os pesquisadores explicam que o material funciona como "água passando em em torno de pedras".

Refração

Os meta-materiais têm propriedades de "refração negativa" - nos materiais naturais, o índice de refração é sempre positivo.

Refração é a passagem da luz por um objeto ou meio, na qual a velocidade da luz é alterada. Um bom exemplo é a passagem da luz através da água. A refração da luz na água faz com que as distâncias e tamanhos pareçam alterados.

Um dos meta-materiais é feito de metais e tem a estrutura semelhante a uma rede de pesca colocadas em várias camadas. Ele se torna transparente numa ampla gama de comprimentos de onda luminosa e reverte a direção da luz.

O outro usa minúsculos fios de prata dentro de óxido de alumínio poroso, colocados a uma distância mínima um do outro.

Por enquanto, os cientistas acreditam que a descoberta poderá ser usada em lentes microscópicas, mas eles afirmam que os princípios dos materiais poderiam ser aplicados em maior escala para criar "capas de invisibilidade" grandes o suficiente para esconder pessoas.
As pesquisas lideradas pelo cientista Xiang Zhang serão publicadas nesta semana nas revistas especializadas Nature e Science.

O estudo foi financiado pelo governo americano e poderá, um dia, ser usado em operações militares, fazendo, por exemplo, com que tanques desapareçam frente ao inimigo.

Fonte Portal G1

Nota: O conhecimento científico se multiplicando como disse Daniel. Daniel 12.

16 julho 2008

O que há de errado com o Sol?

Nada, afirma categórico o físico da NASA David Hathaway: "Tem havido alguns relatos recentes de que o Mínimo Solar está durando mais do que deveria. Isto não é verdade.

A atual calmaria no número de manchas solares está bem dentro das normas históricas para o ciclo solar.

"Este relatório, de que não há nada para relatar, é digno de nota por causa de um crescente zunzunzum nos círculos acadêmicos e leigos de que há algo de errado com o Sol. "O Sol fica mais tempo do que o normal sem produzir manchas solares", afirma um press release recente. Uma observação cuidadosa dos fatos, contudo, sugere o contrário.

Embora esse mínimo seja um aspecto normal do ciclo solar, alguns estudiosos estão questionando a duração do atual mínimo, agora alcançando seu terceiro ano.

Segundo Hathaway, esses cientistas estão se esquecendo de um fato simples: a duração dos mínimos solares. No século XX houve ciclos em que o mínimo durou até duas vezes mais do que o atual.

"O período médio de um ciclo solar é de 131 meses, com um desvio padrão de 14 meses. A descendente do ciclo solar 23 (este pelo qual estamos passando) já completou 142 meses - bem dentro do primeiro desvio padrão e, desta forma, sem nada de anormal," diz o cientista.

O maior Mínimo Solar já registrado durou 70 anos - o chamado Mínimo de Maunder, - entre 1645 e 1715, coincidindo com o período chamado de Pequena Era do Gelo, quando a Terra passou por uma fase de temperaturas muito baixas.

A partir do século XVIII, por razões desconhecidas, o Sol retomou sua atividade e passou a exibir os atuais ciclos de 11 anos de duração. Como os cientistas não sabem o que causou o Mínimo de Maunder, há sempre pesquisadores ansiosos por detectar sinais de que o fenômeno possa estar se repetindo.

Quem está certo nessa discussão? Para se ter certeza é só esperar o ano de 2012, quando Hathaway afirma que se poderá observar o próximo Máximo Solar.

(Inovação Tecnológica)

Nota: Interessante notar que as alterações no ciclo do Sol tiveram início no século XVIII, ou seja, no fim dos 1.260 dias/anos proféticos, o mesmo século do terremoto de Lisboa e do escurecimento do sol - o início do tempo do fim.

Fonte - Criacionismo

Nota DDP: Já havia visto a matéria, mas sem um escopo específico para fazê-la constar do blog resolvi não postá-la. As razões vieram nas considerações do Michelson. Muito interessante que mesmo que estas transformações tomem relevo a partir do que como biblicamente consideramos o tempo do fim. Mais interessante ainda que, mais uma vez, apareça o ano de 2012 com relevância neste quadro profético...

Nota RUE: Reafirmo a nota do Diário da Profecia logo acima, o mesmo aconteceu comigo. Por este motivo é que Deus tem filhos preparados em todos os aspectos para analisar os acontecimentos proféticos e revelar para sua Igreja. A Igreja Adventista é rica em filhos desta natureza. Obrigado Michelson.