10 setembro 2009

O ensino da religião católica nas escolas não poderá ser substituído

O ensino da religião católica nas escolas não poderá ser substituído por matérias como história das religiões, de ética ou de cultura religiosa segundo informou o governador regional da Congregação Vaticana para a Educação Católica, Zenon Grocholewski. A carta, enviada às conferências episcopais em maio, foi publicada pelo diário La Repubblica nesta quinta-feira.


Grocholewski descreveu na carta que isso significaria "dano e marginalização dos estudantes que pedem para estudar a religião católica". Ainda segundo a carta, o ensino da religião "não pode estar limitado a uma exposição das distintas religiões, em modo comparativo ou neutro", mas deve concentrar-se no ensino da religião católica, acrescenta. [Onde está a liberdade religiosa?]

"O poder civil deve reconhecer a vida religiosa dos cidadãos e favorecê-la, mas sai de seus limites se tentar dirigir ou impedir os atos religiosos, pois concerne à Igreja estabelecer os conteúdos autênticos do ensino da religião católica na escola, garantindo assim aos pais e aos alunos o que vem ensinando no catolicismo", acrescenta Grocholewski.

No final do mês de agosto, a Câmara dos Deputados regulamentou o direito à liberdade religiosa, em projeto que repete diversos artigos do acordo entre o Brasil e o Vaticano, adaptando-os a todas as religiões. Entre os artigos, está a questão do ensino religioso. Em vez de proibir a discriminação de qualquer credo na aplicação dessa disciplina nas escolas públicas (como aconteceu no caso do acordo com o Vaticano), o projeto proíbe o proselitismo, que é a atividade de catequizar uma pessoa.

Na ocasião, o acordo foi contestado pela Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (Atea). "Como o ensino vai ser católico e não proselitista? Ensino confessional (relacionado a uma religião) é proselitista por definição", explicou o presidente Daniel Sottomaior, em entrevista à Agência Brasil no dia 23 de agosto, considerando que o acordo é "o maior retrocesso em termos de laicidade do Estado nesses 120 anos de República"

No dia 27 de agosto, o ministro da Justiça, Tarso Genro, afirmou à Agência Brasil que a assinatura de um acordo internacional entre o governo brasileiro e o Vaticano é constitucional, não contrariando o preceito de que o Estado é laico. O ministro disse na ocasião que o acordo "afirma a laicidade" da estrutura constitucional do País. "Eu participei da discussão, e não há nele qualquer tipo de privilégio que não seja considerado um direito universal de qualquer igreja reconhecida no País", afirmou Tarso Genro.

Na carta divulgada pelo diário La Repubblica nesta quinta, Grochowski lembra o debate sobre o ensino religioso em "alguns casos de novas regulamentações civis em determinados países", que teriam a intenção de aplicar um ensino multiconfessional. "Se o ensino religioso fosse limitado a uma exposição das diversas religiões em modo comparativo ou neutro, se poderia criar confusão ou gerar relativismo ou indiferença religiosa", explicou o governador regional da Congregação Vaticana para a Educação Católica.

Fonte Terra

Nota: Colchetes acrescentados. Eles falam de liberdade religiosa e coloca o ensino religioso católico como base. Onde fica a liberdade religiosa? A ICAR está disposta a fazer com que seus ensinos sejam pregados em todas as escolas, em todos os países, tomemos cuidados. "...e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição." Apocalipse 17:2.

O Culto a Baal e a Justificação Pela Fé – Primeira Parte

Todas as quintas-feiras estarei postando uma parte de um estudo realizado pelos pastores Donald K. Short e Robert J. Wieland (foto) eles são ministros ordenados com um total conjugado de quase 100 anos de serviço à Igreja Adventista do Sétimo Dia, 62 como missionários na África. A publicação deste livro foi iniciada pela Comissão de Estudo da Mensagem de 1888, composta de leigos e ministros que desejam reviver aquela "preciosíssima mensagem".

O ministério pastoral de Robert J. Wieland inclui 25 anos na obra Adventista na África, como departamental, fundador da Voz da Esperança na África Oriental, bem como autor e editor da "Africa Herald Publishing House", e consultor d a "Adventist All Africa Editorial". Serve à igreja por mais de 55 anos, vinte deles no Quênia e Uganda. É o fundador da Comissão para o Estudo da Mensagem de 1888.

Este estudo é parte integrante do livro 1888 Re-examinado que pode ser encontrado integralmente clicando aqui.

A sua mensagem é de grande importância para os nossos dias, deveríamos ter grande consideração para com elas se quisermos realmente ver a face de nosso Cristo na Glória e permanecer de pé diante do Cordeiro.

O Que É o Culto a Baal?

São essas predições de culto a Baal uma séria preocupação para nós hoje, ou foi um problema apenas temporário, confinado a Battle Creek no século dezenove? Nossa reação natural a essa inspirada predição é dizer, "Impossível! Incrível! Podemos ser 'miseráveis' e tudo o mais, contudo não estamos espiritualmente 'pobres' as¬sim!" Por outro lado, nossa consciência silenciosamente nos diz que algo está errado. Pode ser que isso faça sen¬tido, afinal de contas. Quem é Baal?

Na linguagem do antigo Israel, Baal era a simples palavra para senhor ou marido:

"É significativo que nos tempos patriarcais . . . o marido é o mestre, o baal, da esposa, que é dependen¬te dele para sua própria sobrevivência e sobre quem ele tem uma autoridade não compartilhada por outros." (B. G. Sanders, Christianity After Freud, Geoffrey Bles Ltd., London, 1949, p. 88; cf. Oséias 2:16).

Baal, o deus dos cananeus, significa "o senhor", freqüentemente a maneira ordinária de falar do verdadeiro Deus de Israel, o SENHOR, Javé. O babilônio Adon, helenizado como Adonis, tem o mesmo significado. É uma palavra cognata do hebraico Adonai, ou "o Senhor". Assim, quando os profetas de Baal oraram no Monte Carmelo, clamavam, "Oh, Senhor, Senhor, ouve-nos", enquanto Elias preservava uma distinta diferença em sua concepção de Deus (1 Reis 18:26).

Assume-se comumente que havia uma vasta diferença evidente entre a verdadeira religião de Israel e as religiões contemporâneas do paganismo. Mas os eruditos declaram que ocorriam surpreendentes semelhanças--um sacrifício matinal e da noitinha conduzidos diariamente, um dízimo pago aos sacerdotes, animais oferecidos sem mancha, livros sagrados e salmos penitenciais, muitos conceitos e idéias que eram cópias da verdadeira.

Os templos de Babilônia e Assíria tinham muito em comum com o templo de Salomão. O povo de Israel freqüentemente tropeçava nessas semelhanças e era enganado em várias formas de adoração apóstata. Era difícil para Israel sentir que estava adorando um falso deus quando o nome era aquele que comumente se empregava para o verdadeiro Deus. A linguagem e terminologia eram semelhantes, mas somente um profeta inspirado e aqueles que nele criam podiam discernir como os motivos e concepções diferiam. A predição de Ellen White suscita a assustadora possibilidade de que uma apostasia tão séria tem mansamente penetrado na Igreja moderna enquanto dormimos. Se for verdade, a situação é assustadora, mas não desesperadora. O arrependimento foi possível ao tempo de Elias, e é possível nos nossos.

A apostasia no tempo de Elias é freqüentemente entendida de modo equivocado como um desvio da verdade tão óbvia e chocante ao ponto de fazer os israelitas parecerem de forma incomum insensíveis e inescusáveis. Os fatos são que a apostasia de Israel foi gradual e inconsciente, requerendo cerca de um século para assumir as proporções que Elias reconheceu em seus dias. Ele deve ter tido uma mente muito perspicaz para discerni-la (cf. 3T 273; PK 109, 133, 137). Devemos nos lembrar que Elias ainda vive, tendo sido trasladado. Sentir-se-ia ele em casa entre nós, reconhecendo Jezabel e seus profetas?

Sendo, Baal, um falso cristo, é óbvio que todo culto do "eu' que é disfarçado como culto a Cristo e que foge ao princípio da cruz será, em realidade, culto a Baal. As raízes descem fundo, freqüentemente abaixo de nossa consciência.

O uso verbal do nome de Cristo e outra terminologia cristã nada representa no que tange à identificação da verdade. O inimigo de Cristo deve "personificar a Cristo", ou seja, assumir Sua aparência e usurpar-Lhe a identidade mediante enganos muito sutis. Mas muito antes da personificação virá a sua falsa representação. O não-adventista Frederick A. Voigt reconheceu um aspecto desse engano supremo: "A 'Ética Cristã' é o Anticristo do mundo ocidental. Trata-se da mais insidiosa e formidável corrupção que já afligiu este mundo".

Um pequeno exemplo é o culto do amor ao eu. Mediante uma sutil manipulação das Escrituras, o amor pecaminoso do eu tem sido transformado numa virtude. Durante os últimos quinze anos tem sido ensinado com todo empenho a nossos jovens como um suposto dever cristão. A ordem divina para amar nosso semelhante como amamos a nós mesmos é distorcida numa ordem para amar o eu, quando, de fato, o Senhor ensinou que a motivação de nossa natureza pecaminosa de nascença de amor ao eu é agora redirecionada mediante genuína fé a um amor semelhante ao de Cristo por nosso semelhante.

O auto-respeito genuíno é, de fato, uma virtude, mas torna-se autêntica mediante uma apreciação do amor altruísta de Cristo revelado na cruz. A verdadeira auto-estima é assim enraizada em Sua expiação. Mas o amor, do tipo "eu primeiro" é oposto à devoção a Cristo e Sua obra. É compreensível que um inimigo promova o culto do eu como se fosse ensino de Cristo. O que é difícil entender é por que os adventistas do sétimo dia devam promovê-lo.

Indubitavelmente é ignorância ou desconsideração com as declarações de Ellen White sobre o culto a Baal que tem tornado possível que a filosofia da Nova Era seja tolerada em nosso meio na medida em que se dá. Mas o fundamental em toda nossa confusão moderna é o erro de admitir-se um falso cristo pelo verdadeiro em conseqüência de nossa tragédia de 1888. As raízes remontam a quase um século.

Estamos todos familiarizados com a descrição do estágio final da personificação de Satanás quando ele imitar o segundo advento:

"Como ato culminante no grande drama de engano, o próprio Satanás personificará a Cristo . . . como um ser majestoso de brilho ofuscante . . . jamais superado por qualquer coisa que olhos mortais tenham contem¬plado. A exclamação de triunfo soa pelo ar: "Cristo veio! Cristo veio!" As pessoas se prostram em adoração pe¬rante ele, enquanto ergue as mãos e pronuncia uma bênção sobre eles. . . . Sua voz é suave e mansa, contudo plena de melodia. . . . Esse é um tremendo engano, quase insuperável (GC 624)."

A visão de Salamanca de 1890 desfaz um mistério. Em conseqüência de nossa incompreensão de 1888 quanto ao verdadeiro Cristo, esse falso cristo encontrará um meio de introduzir-se mediante representação falsa por falsas doutrinas e errôneos conceitos antes de dar o passo final de personificação física. É assim que as pala¬vras de Ellen White podem ser cumpridas. "A religião de muitos entre nós será a religião do Israel apóstata"--culto a Baal. Onde quer que o eu se torne o verdadeiro objeto de devoção enquanto professamos servir a Cristo, há um culto a Baal. Onde quer que a busca por promoção, prestígio e poder sejam as verdadeiras motivações do ministério, ali teremos profetas de Baal.

Mas isso não pode ocorrer onde a verdadeira mensagem de justificação pela fé é entendida e crida. O culto a Baal é fruto de uma espécie de ensinos corruptos que incentivam uma profissão de fé em Cristo enquanto o eu não é crucificado com Ele:

"A época atual caracteriza-se por idolatria, tão verdadeiramente como foi aquele em que viveu Elias. Nenhum objeto de adoração precisa ser visível; pode não haver qualquer imagem para os olhos perceberem; . . . multidões têm uma concepção errônea de Deus e Seus atributos, e estão tão verdadeiramente servindo a um falso deus como estiveram os adoradores de Baal." (PK 177).

"Nesta época o anticristo aparecerá como o verdadeiro Cristo . . . Mas o verdadeiro líder de toda esta rebelião é Satanás revestido como um anjo de luz. Os homens serão enganados e o exaltarão em lugar de Deus, e o deificarão." (TM 62; 1893).

"Cristo será personificado, mas num ponto haverá uma assinalada distinção. Satanás fará o povo desvi¬ar-se da lei de Deus." (FE 471, 472; 1897).

"Aqueles que não se acham inteiramente consagrados a Deus podem ser levados a realizar a obra de Satanás, conquanto ainda gabando-se de que estão no serviço de Cristo." (5T 103).

Uma justificação pela fé falsificada é inevitável quando a própria fé não é definida em termos neotesta¬mentários. A motivação popular centralizada no temor ou esperança de recompensa não é o da "fé que opera por amor (agape)". Assim, o culto a Baal encontra um meio para introduzir-se mediante teorias populares, mas inade¬quadas de justificação pela fé.

Mundo vai entrar em período de resfriamento global, diz cientista do IPCC

Discurso de um crédulo

"Eu não pertenço ao time dos céticos." Em princípio, não haveria motivos pelos quais Mojib Latif começasse assim sua apresentação durante a Conferência Mundial do Clima, realizada pela ONU em Genebra, na Suíça.

Afinal de contas, ele não estava fazendo uma apresentação para mais de 1.500 dos principais cientistas do clima do mundo todo por acaso - ele próprio é um dos autores diretos dos estudos feitos pelo IPCC, o órgão da ONU que vem alertando há anos sobre o aquecimento global e a participação do homem nesse aquecimento.

Ser considerado um cético, nesse caso, significa não concordar com as conclusões dos estudos feitos pelo IPCC, seja uma discordância total ou mesmo parcial. E, ao longo dos anos, à medida que mais e mais cientistas "aderiam" às conclusões dos estudos patrocinados pela ONU, contrariar essas conclusões passou a ser encarado como uma postura política, na qual os argumentos científicos foram deixando rapidamente de serem importantes.

Latif, aparentemente temendo ser relegado ao "ostracismo científico" reservado a quem tem ousado desafiar a postura oficial, achou melhor se antecipar a qualquer acusação.

Duas décadas de resfriamento global

E não é para menos. As conclusões que ele iria apresentar a seguir, baseadas nos seus estudos mais recentes, aparentemente contrariam tudo o que o IPCC tem divulgado.

Segundo Latif, "nos próximos 10 ou 20 anos", uma tendência de resfriamento natural da Terra irá se sobrepor ao aquecimento causado pelos humanos. Se ele estiver correto, o mundo está no limiar de um período de uma ou duas décadas de resfriamento global. Somente depois, diz o cientista, é que o aquecimento global se fará novamente observável.

Mudanças climáticas naturais

O resfriamento seria causado por alterações cíclicas naturais nas correntes oceânicas e nas temperaturas do Atlântico Norte, um fenômeno conhecido como Oscilação do Atlântico Norte (NAO - North Atlantic Oscillation).

Opondo-se ao que hoje pode ser considerado a ortodoxia das mudanças climáticas e do aquecimento global, o pesquisador do IPCC afirmou que os ciclos oceânicos foram provavelmente os grandes responsáveis pela maior parte do aquecimento registrado nas últimas três décadas. E, agora, o NAO está se movendo rumo a uma fase mais fria.

Os dados sobre os ciclos naturais oceânicos são suficientes para explicar todas as recentes variações nas monções na Índia, nos furacões do Atlântico, o degelo no Ártico e vários outros eventos.

Degelo natural

E Latif não está sozinho em suas conclusões contestadoras. Vicky Pope, do Serviço Meteorológico do Reino Unido, lançou uma torrente de água gelada na estrela mais recente dos defensores do aquecimento global antropogênico: a redução da camada de gelo do Ártico.

Segundo ele, a perda dramática de gelo na cobertura do Ártico é parcialmente um produto de ciclos naturais, e não do aquecimento global. Relatórios preliminares sugerem que o degelo neste ano já é muito menor do que foi em 2007 e 2008.

Fim do aquecimento global?

"As pessoas vão dizer que isso significa o fim do aquecimento global. Mas nós temos que fazer esses questionamentos nós mesmos, antes que outras pessoas os façam," defendeu-se novamente Latif.

O reconhecimento da importância dos fatores naturais sobre tantos eventos antes atribuídos ao aquecimento global causado pelo homem equivale a assumir que os modelos climáticos não são tão bons quanto se desejaria para predizer eventos de curto prazo.

"Em muitos sentidos, nós sabemos mais sobre o que irá acontecer em 2050 do que no próximo ano," admite Pope.

A afirmação tem mais sentido do que possa parecer à primeira vista. Os modelos climáticos, a grosso modo, são projeções estatísticas a partir de eventos passados. Isso os torna adequados para prever tendências, embora haja muito menos certeza sobre um ponto específico na curva de projeção - vale dizer, sobre a previsão para um ano específico.

Perda de credibilidade do IPCC

Mas isto não alivia muito as coisas. Os modelos do IPCC têm sido alvo de uma sequência de críticas, que podem minar muito mais a credibilidade das recomendações do órgão do que de suas conclusões científicas.

A rigor, a descoberta de inconsistências e incompletudes nos modelos climáticos é algo mais do que previsível e verdadeiramente faz parte do desenvolvimento do trabalho científico. Nenhum cientista jamais defenderia que esses modelos sejam completos ou acabados. Na verdade, essas críticas e defeitos são até mesmo desejáveis, na medida que demonstram que o conhecimento está fazendo progressos.

O grande problema é que esses modelos e seus resultados têm sido rotineiramente apresentados como fatos definitivos ao grande público, principalmente através do que se convencionou chamar de "catastrofismo climático" - uma série de projeções alarmistas, feitas por cientistas, que têm chegado ao noticiário mas que pouco têm a ver com ciência.

O próprio fato do IPCC apresentar projeções para o ano 2100 sempre foi alvo de críticas dentro da comunidade científica, já que nenhum outro campo das ciências se atreveria a tanto. E o campo específico da meteorologia sempre afirmou que a precisão das suas previsões está na exata medida do volume de dados coletados e do período de tempo coberto pela previsão - quanto mais curto o prazo, mais precisa seria a previsão.

Com isto, torna-se muito mais problemático convencer qualquer um de que as conclusões dos modelos climáticos acertarão as previsões para daqui a 50 ou 100 anos se eles não conseguem dar conta de eventos de curto prazo. Será mais difícil convencer sobretudo os políticos, que têm o poder para iniciar atitudes concretas de combate aos efeitos do atual estilo de desenvolvimento grandemente danoso ao meio ambiente, cause ele aquecimento global ou não.

Fonte Inovação Tecnológica

Nota: Mojib Latif  parece contradizer as pesquisas do próprio IPCC, ao qual faz parte, será que ele percebeu alguma coisa? Apesar de sabermos que existe um aquecimento no planeta, que o clima está sofrendo sérias mudanças, que devemos fazer alguma coisa, quanto a isto está bem claro e não temos dúvida, devemos proteger o planeta, obra das mãos de Deus. Mas a ONU e muitas outras instiuições envolvidas com a Nova Era e Sociedades Secretas, e o próprio Vaticano, estão querendo utilizar este tema para impor seus dogmas e suas leis e, assim, alcançar seu objetivo de fazer uma imagem à besta. Apocalipse 13.

Obs: Será que irão dá ouvidos a Latif? Creio que não. Os objetivos por trás são outros e tem alguém muito sagaz agindo sorrateiramente.

08 setembro 2009

ONU sugere moeda global no lugar do dólar para evitar crises

A reforma do sistema monetário e financeiro, com uma moeda internacional emitida por um banco central mundial, é a receita que oferece o órgão das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) com objetivo de evitar que se repita uma crise como a atual.

O secretário-geral da organização, Supachai Panitchpakdi, afirmou que "o predomínio do dólar como principal meio de pagamento internacional teve um papel importante na formação de desequilíbrios mundiais que desembocaram na crise financeira".

Por isso, a Unctad defende um sistema de taxas de câmbio aceito internacionalmente e baseado no princípio de porcentagens reais, constantes e sustentáveis para todos os países. Com isso se conseguiria colocar um freio à especulação, porque o principal fator desencadeante da especulação cambial é o diferencial de inflação e de taxas de juros.

Assim se evitariam as crises monetárias, porque desapareceria o principal incentivo para especular com moedas de países altamente inflacionários, e se poderiam prevenir desequilíbrios mundiais fundamentais e de longa duração, evitando que os países em desenvolvimento sejam apanhados pela dívida.

Também se poderia evitar a condicionalidade procíclica em caso de crise e se reduziria a necessidade de manter reservas internacionais. "A crise atual se deve ao predomínio das finanças sobre os setores produtivos da economia que geram a autêntica riqueza, o que foi possível graças à euforia suscitada pela eficiência do livre mercado", assinala a Unctad em seu relatório de 2009.

Como destacou Panitchpakdi, "nos Estados Unidos, a parte do Produto Interno Bruto (PIB) que corresponde ao setor financeiro aumentou de 5% para 8% entre 1983 e 2007, enquanto sua parte no total de lucros empresariais passou de 7,5% para 40%".

- As autoridades econômicas deveriam ter receado de um setor que aspira o tempo todo a lucros de dois dígitos em uma economia que cresce a um ritmo muito menor - acrescentou.

O relatório da organização diz que um sistema baseado em uma moeda nacional sempre dependerá das decisões de política monetária que adotam os bancos centrais que emitem essas moedas e que se adotam em função das necessidades e preferências da política nacional, e não em resposta às necessidades do sistema de pagamentos internacionais e da economia mundial.

E critica também que este sistema, em momentos de desequilíbrio da conta corrente, impõe toda a carga do ajuste aos países deficitários. "O Fundo Monetário Internacional (FMI) reforçou esse viés deflacionário ao impor políticas restritivas aos países deficitários como parte de suas condições para conceder empréstimos, em vez de exigir políticas mais expansivas aos países com excedentes", afirma o estudo.

Fonte - JBOnline

Tempestade mata 10 na Argentina e quatro no Brasil

Uma forte tempestade arrasou parte da Argentina, do Brasil e do Paraguai, deixando dez mortos no nordeste da Argentina, entre eles sete crianças, quatro no sul do Brasil, além de importantes danos materiais no Paraguai.
Na província de Misiones, no nordeste da Argentina, dez pessoas, entre as quais sete crianças, morreram, informou o diretor da Defesa Civil, Ricardo Veselka Corrales, acrescentando que "mais de 50 pessoas foram feridas".
"Casas foram totalmente destruídas, e postes e árvores foram derrubados", frisou Veselka. A localidade mais atingida pela tempestade foi Santa Rosa, no departamento de San Pedro, 1.300 km ao norte de Buenos Aires.
Outras cidades argentinas, como Tobuna e Pozo Azul, também foram atingidas. A TV mostrou imagens de tetos arrancados e de edifícios em ruínas.
"Percorri a área, e é incrível. Nunca vi nada igual. As casas desapareceram. Um centro de saúde inaugurado há apenas três anos também sumiu", relatou o prefeito de San Pedro, Orlando Wolfart.
Vinte e quatro pessoas estão atualmente hospitalizadas em San Pedro, informou a diretora do hospital desta cidade, Alicia Pujato. Onze feridos foram internados em outras localidades.
O ministro argentino da Saúde, Juan Manzur, anunciou sua ida ao local.
No Brasil, quatro pessoas morreram e 64 foram feridas no estado de Santa Catarina, no sul do país. Fortes ventos de mais de 100 km/h destruíram cerca de 90 casas e danificaram outras 370.
Em São Paulo, as fortes chuvas provocaram inundações e o atraso de dezenas de voos em Congonhas, além da interrupção de transmissão por celular e internet.
Também provocou congestionamentos gigantes nas principais vias de acesso da cidade.
No Paraguai, mais de 700 pessoas tiveram suas casas danificadas. "Os danos ocorreram nos departamentos de Neembucu, San Pedro, Paraguari, Cordillera, Canindeyu e Caaguazu", declarou à AFP Aldo Saldivar, chefe dos socorristas.
Já o Uruguai, o temporal com granizo e ventos de mais de 100 km por hora derrubou casas de construção precária e cabos de alta tensão.
Ante informações da imprensa que indicavam que no nordeste da Argentina ocorreu um tornado, o Serviço Meteorológico Nacional (SMN) não descartou a possibilidade, mas informou que especialistas viajarão à região para avaliar de que fenômeno climático se tratou.

04 setembro 2009

O Secretário-Geral afirmou que o mundo tem um pé preso no acelerador, indo em direção a um abismo - Leia a Nota no Final da Postagem

Ban Ki-moon disse na 3ª Conferência Mundial sobre Clima, em Genebra, que a ausência de um acordo sobre aquecimento global terá consequências econômicas graves; ele apelou aos líderes mundiais para negociarem um novo pacto sobre redução de gases que provocam o efeito estufa.
O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta quinta-feira que o mundo está caminhando rapidamente para uma catástrofe climática.
Em discurso na abertura do segmento de alto nível da 3ª Conferência Mundial sobre o Clima, em Genebra, na Suíça, Ban pediu aos líderes mundiais para finalizarem um acordo sobre a redução dos gases que provocam o efeito estufa.
Graves Consequências
O Secretário-Geral afirmou que o mundo tem um pé preso no acelerador, indo em direção a um abismo. Ele indicou que a falta de um acordo sobre a mudança climática terá consequências econômicas graves.
As Nações Unidas irão realizar em dezembro, em Copenhague, capital da Dinarmarca, uma conferência internacional sobre Mudança Climática para decidir os termos da próxima fase de cumprimentos do Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.
Ban Ki-moon lembrou que a reunião acontecerá em menos de três meses e que restam apenas 15 dias de reuniões preparatórias para resolver questões tão complexas e chegar a um consenso.
Compromisso
Ele alertou que o preço de um eventual fracasso em dezembro será muito alto às presentes e futuras gerações.
Ban afirmou que no final deste século,o nível do mar poderá subir entre meio metro e dois metros. Ele disse que o número de pessoas que vivem a uma distância de um metro do mar poderá duplicar para 130 milhões neste período. O que é que essas pessoas vão fazer e para onde irão quando o mar invadir as suas casas, perguntou o Secretário-Geral.
Acordo Verde
Ban disse que todos sabem qual é o problema, o que deve ser feito e que agora é a hora certa para agir.
O Secretário-Geral da ONU realçou que o mundo precisa de um acordo em Copenhague que permita reduções significativas de emissões, promova o crescimento verde e forneça os recursos necessários para a adaptação climática.
Nota: Os acordos estão sendo fechados nos bastidores, as pressões serão cada dia maiores, quanto às decisões, não sei se virão em Novembro, mas é certo que virão. O que precisamos hoje é decidirmos de que lado estaremos. Ou começamos nossa reforma  agora, ou quando procurarmos esta reforma, o óleo não estará mais à venda.

Ártico está no seu momento mais quente em dois mil anos


WASHINGTON - As emissões de gases do efeito estufa fizeram com que na última década o Ártico atingisse seu momento mais quente dos últimos dois mil anos, revertendo uma tendência natural de resfriamento que deveria ter durado mais quatro milênios.
O dióxido de carbono e outros gases emitidos pelas atividades humanas se sobrepuseram a um ciclo de 21 mil anos vinculado a mudanças graduais na órbita terrestre em torno do Sol, segundo artigo publicado na quinta-feira na revista Science.

"Acho que isso realmente salienta como o Ártico é sensível à mudança climática e é realmente o lugar onde se pode ver primeiro o que está acontecendo com o sistema (climático) e como o resto da Terra irá ou deverá acompanhar," disse por telefone David Schneider, do Centro Nacional dos EUA para a Pesquisa Atmosférica, um dos autores do estudo.

O grande resfriamento começou há cerca de sete mil anos, e as temperaturas do Ártico atingiram seu menor nível durante a chamada "Pequena Era do Gelo," que durou do século 16 até meados do século 19, coincidindo com o começo da Revolução Industrial.

Essa tendência de resfriamento foi causada por uma inclinação característica da órbita da Terra, que muito gradualmente afastou o Ártico do Sol durante o verão boreal. A Terra agora está um milhão de quilômetros mais longe do Sol durante o inverno do Ártico do que há dois mil anos, disse Darrell Kaufmann, da Universidade do Norte do Arizona.

O resfriamento deveria ter continuado durante os séculos 20 e 21 e mesmo depois, como parte desse ciclo de 21 mil anos. As novas pesquisas confirmam que isso não aconteceu.

"Se não fosse o aumento dos gases do efeito estufa produzidos pela atividade humana, as temperatura de verão no Ártico deveriam ter se resfriado gradualmente durante o último século," disse em nota Bette Otto-Bliesner, uma das co-autoras, do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas dos EUA.

O que acontece no Ártico não se restringe àquela região, já que ela é o chamado "ar condicionado" da Terra. Quando o oceano Ártico se descongela no verão, ele expõe a superfície escura da água, que absorve mais energia solar ao invés de refleti-la, contribuindo ainda mais para o aquecimento global.

O aquecimento do Ártico também afeta as geleiras em terra; se elas derretem, isso contribui com a elevação global do nível dos mares.

O aquecimento dessa área também descongela o solo que habitualmente ficaria sempre congelado, o chamado de permafrost, o que lança metano, um poderoso gás do efeito estufa, na atmosfera.

Fonte Último Segundo

03 setembro 2009

Terremoto na Indonésia deixa 45 mortos

A busca por sobreviventes prosseguia nesta quinta-feira após o terremoto de 7 graus que abalou a ilha indonésia de Java, onde há 45 mortos pelo tremor, segundo o último boletim das autoridades, emitido nesta quinta-feira.

"Ao menos 45 pessoas morreram. Prosseguimos a procura de eventuais sobreviventes, que estariam sob os escombros de prédios que desabaram", disse à AFP um porta-voz da agência indonésia de Gestão de Catástrofes, Maman Susanto.

As buscas estão concentradas na zona da cidade de Cianjur (oeste), onde um deslizamento de terra sepultou diversas residências.

Segundo os serviços de resgate, ao menos 30 pessoas estão desaparecidas na região.

O tremor de terra, registrado às 14h55 de quarta (04h55 de Brasília), causou danos em dezenas de construções em várias localidades do oeste de Java. Entre as mais afetadas estão Cianjur, Sukabumi e Tasikmalaya.

O epicentro foi localizado no Oceano Índico, cerca de 200 km ao sul da capital Jacarta, a uma profundidade de 49 km, indicou o Instituto Geológico Americano (USGS).

A Indonésia está situada no "Anel de Fogo" pacífico, onde várias placas continentais se encontram, provocando fortes atividades vulcânicas e sísmicas.

Fonte Último Segundo

"Eucaristia Como Fonte e Cume da Vida" - Diz o Papa

Desprender-se de coisas efêmeras para desejar as eternas, pede o Papa Bento XVI

Vaticano, 02 Set. 09 / 11:50 am (ACI).- Na Audiência Geral desta quarta-feira, celebrada na Sala Paulo VI no Vaticano, o Papa Bento XVI alentou aos fiéis a desprender-se das coisas efêmeras para desejar as eternas, centrando-se na Eucaristia como fonte e cume da vida.

Retomando as catequeses sobre os grandes Santos da Igreja do Oriente e do tempo medieval no Ocidente, Bento XVI dedicou a de hoje a São Odo, o segundo abade da famosa Abadia de Cluny, na França. "Desde aquele centro de vida espiritual pôde exercer um grande influxo nos monastérios do continente europeu", difundindo a vida e a espiritualidade inspiradas na Regra de São Bento. Faleceu no ano 942.

O Papa Bento recordou que entre as virtudes do santo destacam "a paciência, o desapego pelas coisas terrenas, o zelo pelas almas, seu empenho pela paz, o cumprimento dos mandamentos, a atenção aos pobres, a correção dos jovens e o respeito pelos anciãos".

Fonte ACI Digital

Nota: "Eucaristia como fonte e cume da vida" - "virtudes de uma santo...guarda dos mandamentos". Veja a nítida relação que BXVI faz com a eucaristia e a guarda do mandamentos, onde se lê "eucaristia", lê-se "domingo" que, de acordo com os mandamentos católicos, é o "dia do senhor". Certamente o discurso em torno deste assunto tem ganhado força e destaque nas pregações de BXVI.

01 setembro 2009

ONU pede ação urgente contra mudança climática

REUTERS

Por Wojciech Moskwa

LONGYEARBYEN, Noruega (Reuters) - O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu na segunda-feira que os líderes mundiais tomem medidas urgentes contra o aquecimento, pelo bem "do futuro da humanidade".

Em visita a Svalbard, arquipélago norueguês no Ártico, Ban disse que essa região pode não ter mais gelo dentro de 30 anos, caso a atual tendência climática persista.

Ele tenta promover um acordo acerca de um novo tratado climático global, a ser definido na cúpula de dezembro em Copenhague. O atual tratado, chamado Protocolo de Kyoto, expira em 2012.

"Gostaria de chamar a atenção do mundo para a ação urgente a ser tomada em Copenhague (...). Não temos muito tempo a perder", disse Ban a jornalistas, a bordo de um navio da Guarda-Costeira norueguesa.

Ban disse esperar que os líderes "concordem com um acordo global que seja abrangente, equitativo e equilibrado para o futuro da humanidade e o futuro do planeta Terra."

O objetivo da cúpula de Copenhague é estabelecer limites rígidos para emissões de gases do efeito estufa e um mecanismo para a transferência aos países pobres de tecnologias destinadas a reduzir tais emissões.

Ban disse que o gelo do Ártico está desaparecendo a um ritmo mais acelerado do que as geleiras de outras partes do mundo, acabando rapidamente com a camada branca que reflete o calor e evita que as regiões polares absorvam ainda mais calor do sol, o que por sua vez acelera ainda mais o aquecimento.

"As calotas de gelo polares são o refrigerador do mundo, ajudando-nos a nos manter frescos por refletirem tanto calor", disse à Reuters o ambientalista Lars Haltbrekker, diretor da entidade Friends of the Earth Norway.

"Alguns cientistas acreditam que já estamos em um ponto de virada, no qual até 2050 a concentração dos gases humanos (do efeito estufa) já presentes na atmosfera irão derreter o gelo do mar Ártico durante o verão."

No verão boreal de 2007, a área coberta por gelo no Ártico atingiu o menor nível já registrado. Houve uma ligeira recuperação no ano passado, e neste ano deve ocorrer o terceiro menor nível da história, segundo cientistas.

Se o clima permitir, na terça-feira Ban irá visitar um navio de pesquisas que analisa o gelo polar do Ártico ao norte de Svalbard.

Fonte MSN Notícias