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20 agosto 2009

Sindicatos e grupos ambientalistas dos EUA lançam campanha contra aquecimento

Uma coalizão de grupos ambientalistas e sindicatos dos Estados Unidos lançou nesta quarta-feira uma campanha nacional para rejeitar as alegações de que uma legislação para combater as mudanças climáticas provocaria a perda de empregos em um momento de recessão.

"Trata-se de criar bons empregos (...) enquanto fazemos o correto por nosso planeta", disse Leo Gerard, presidente do sindicato de trabalhadores da indústria siderúrgica, que previu que a legislação para combater o aquecimento global criará centenas de milhares de empregos, caso seja bem elaborada.

O giro "Made In America" Jobs Tour começará na quinta-feira em Ohio e se estenderá até setembro, quando os legisladores retornarão de seu recesso de agosto.

O Senado norte-americano deve analisar um projeto de lei sobre o aquecimento global quando retornar no início de setembro, três meses antes da cúpula mundial sobre o clima de dezembro, na Dinamarca.

Fonte Último Segundo

Nota: ...e Ellen White tinha razão:

"Os ímpios estão sendo atados em feixes, atados em conglomerados comerciais, em sindicatos, em confederações. Não devemos ter nada que ver com essas organizações." Eventos Finais, pág. 116.

"Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo." Eventos Finais, pág. 116.

"Bem depressa se aproxima o tempo em que o poder controlador dos sindicatos será muito opressivo." Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 141.

As profecias se encaminham para seu cumprimento, o mundo está se preparando para alcançar seus objetivos e impor suas leis que baterão de frente com a Lei de Deus.

Como você está se preparando para isso?
Como você está vendo a apostasia espalhada pelo mundo cristão?
Como você se sente ao ver o mundo invadir a igreja?
O que você sente ao ver a mornidão e o comodismo na igreja?
O que você sente ao ver a falta de interesse em pregar o evangelho?
O que você sente ao ver tanta gente em uma programação de entretenimento na igreja e tão pouca em uma programação missionária?

Pense nisso...

04 fevereiro 2009

Papa: necessidade de «nova síntese entre capital e trabalho»

Recebi esta informação por e-mail e sendo conhecedor destas declarações de Ellen White:

"Bem depressa se aproxima o tempo em que o poder controlador dos sindicatos será muito opressivo". Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 141.

"Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo". Carta 200, 1903.

Resolvi postar, tire suas conclusões.

[Colaboração: Fernando Machado]

Notícia no mínimo interessante (sindicato X trabalho X crise)

A atual crise econômica e social é «uma oportunidade que a Igreja deve aproveitar»

Por Inma Álvarez

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- A crise econômica exige encontrar uma nova relação entre capital e trabalho, considera Bento XVI, que afirma também que a conjuntura interpela também à Igreja.

«O grande desafio e oportunidade, que a preocupante crise econômica do momento convida a saber aproveitar, consiste em encontrar uma nova síntese entre bem comum e mercado, entre capital e trabalho», afirmou o Papa ao receber no sábado passado os membros da Confederação Italiana Sindical dos Trabalhadores (Confederazione Italiana Sindicati Lavoratori, CISL).

O pontífice recebeu os dirigentes do sindicato por ocasião do 60º aniversário de sua fundação. A CISL surgiu em 1948 como uma excisão da Confederazione Italiana dei Lavoratori (CIL, fundado em 1918 como resposta à Rerum Novarum de Leão XIII).

Em seu discurso, Bento XVI afirmou que o mundo do trabalho é «a chave essencial» de toda a questão social, «porque condiciona o desenvolvimento, não só econômico, mas também cultural e moral, das pessoas, das famílias, das comunidades e da humanidade inteira».

Citando João Paulo II, o Papa sublinhou que a Igreja «nunca deixou de considerar o problema do trabalho dentro de uma questão social que foi assumindo progressivamente dimensões mundiais».

A crise econômica e social atual «está afetando especialmente o mundo do trabalho» e requer «um esforço livre e responsável por parte de todos; ou seja, é necessário superar os interesses particulares e de setor, para enfrentar as dificuldades juntos e unidos».

«Nunca como hoje se advertiu uma urgência semelhante», constatou.

Diante da atual crise, acrescentou o Papa, é necessário realizar um «apelo à solidariedade e à responsabilidade de todos», assim como trabalhar juntos. «As dificuldades que o mundo do trabalho atravessa impulsionam a uma organização específica e mais compacta entre todos os componentes da sociedade», acrescentou.

Neste sentido, insistiu no importante papel que devem desempenhar os sindicatos na hora de encontrar esta nova relação entre capital e trabalho, até o ponto de considerá-los «um elemento indispensável da vida social, especialmente nas modernas sociedades industrializadas».

«Desejo, portanto, que da atual crise mundial brote a vontade comum de dar vida a uma nova cultural da solidariedade e da participação responsável, condições indispensáveis para construirmos juntos o futuro do nosso planeta», acrescentou.

Sindicato para o trabalhador

O repassar a história da CISL, o Papa destacou o empenho histórico deste sindicato em «fundar sua atuação nos princípios da doutrina social da Igreja e na prática de um sindicalismo livre e autônomo de facções políticas e de partidos».

«No pleno respeito da legítima autonomia de toda instituição, a Igreja, especialista em humanidade, não se cansa de oferecer a contribuição de seu ensinamento e de sua experiência àqueles que pretendem servir a causa do homem, do trabalho e do progresso, da justiça social e da paz», acrescentou.

O Papa convidou os sindicalistas a renovarem «o entusiasmo do início e redescobrir ainda mais vosso carisma original».

«O mundo precisa de pessoas que se dediquem com desinteresse à causa do trabalho no respeito pleno à dignidade humana e do bem comum. A Igreja, que valoriza o papel fundamental dos sindicatos, está próxima de vós hoje como ontem, e está disposta a ajudar-vos, para que possais cumprir da melhor forma possível vosso dever na sociedade», afirmou.

Fonte: http://www.zenit.org/article-20702?l=portuguese